quarta-feira, 31 de outubro de 2012

E silenciosos, como alguém que se acostuma
A caminhar sobre penumbras, mansamente,
Meus sonhos surgem, frágeis, leves como espuma

Põem-se a tecer frases de amor, uma por uma...

Cecília Meireles

Arte by Joanna Sierko-Filipowska

“E silenciosos, como alguém que se acostuma
A caminhar sobre penumbras, mansamente,
Meus sonhos surgem, frágeis, leves como espuma 

Põem-se a tecer frases de amor, uma por uma...”


Cecília Meireles

Arte by Joanna Sierko-Filipowska.
 
 
Cada um compõe sua história.
Cada ser em si carrega o dom
de ser capaz,
de ser Feliz...!
Pe. Fábio de Melo
Imagem: Doce Mistério

Quem aí comemorou o Dia do Saci hoje? o/

Será que, nos outros dias do ano, nossa vida tem folclore? Teste para descobrir o quanto o folclore brasileiro está presente em sua vida: http://abr.io/folclore-teste



Conheça os significados das expressões turcas usadas na trama "Salve Jorge" 
Palavra
Significado

Bu harika

É maravilhoso, é muito bom
Merhaba
Olá
Güle Güle
Tchau (A expressão deve ser usada por quem fica no local para se despedir de alguém)
Haydi
Vamos vamos (para agilizar alguém)
Serefe!
Saúde (brinde quando se bebe uma bebida alcoólica)
Allah, Allah
Meu Deus, Que coisa!, Ahh, ahh
Masallah
Para expressar admiração e para elogiar coisas ou pessoas. Também significa: "Que Deus te proteja"
Afiye Olsun
Bom apetite

Por do sol em Pirapora-MG - Lindo




Foto de Frederico Viana Espeschit

Pirapora (MG)
"Pôr do sol e a ponte Marechal Hermes."

BOL Cidades

Conheça os significados das expressões turcas usadas na trama "Salve Jorge" 

PalavraSignificado
Bu harikaÉ maravilhoso, é muito bom
MerhabaOlá
Güle GüleTchau (A expressão deve ser usada por quem fica no local para se despedir de alguém)
HaydiVamos vamos (para agilizar alguém)
Serefe!Saúde (brinde quando se bebe uma bebida alcoólica)
Allah, AllahMeu Deus, Que coisa!, Ahh, ahh
MasallahPara expressar admiração e para elogiar coisas ou pessoas. Também significa: "Que Deus te proteja"
Afiye OlsunBom apetite

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aprendendo a dar nós...

Muitas vezes não nos damos conta que está em nós o meio de aperfeiçoarmos nossa comunicação com as pessoas ao nosso redor e, em particular, com aquelas que nos são tão queridas.

Se nos queixamos que a vida que vivemos decorre em vertiginosa velocidade, que não nos sobra tempo para gozarmos da companhia, do afeto, da presença daqueles entes queridos que tanto amamos, podemos estar incorrendo em equívocos que podem muito bem ser contornados.

A cativante ilustração anexa (Aprendendo a dar nós...) mostra e indica um modo sui generis de como aquele pai carinhoso se preocupava com o seu filhinho mesmo que dificilmente se encontrassem durante sua estada no lar.

Que “nós” estamos olvidando em preparar tal que nossos filhos, as pessoas que amamos, saibam que realmente estamos interessados neles e deles sentimos falta?

Muitos lares hoje se ressentem desse distanciamento entre o casal, entre pais e filhos e vice-versa, em suma, do aconchego que anda escasso no abrigo de tantas famílias.

Hoje nossa recomendação se fixa na maneira como podemos resgatar ou buscar ou até mesmo aperfeiçoar no relacionamento com as pessoas que tanto prezamos.

Deus tem dado provas sobejas que sempre dispõe de tempo e ocasiões para que O busquemos, Dele dependamos para um contato íntimo e com Ele passemos alguns poucos momentos que sejam, convivendo com Alguém que realmente nos ama e deseja que sintamos cada vez mais a Sua doce presença em nossa vida. Jesus Cristo não tem outra missão do que nos confortar, nos consolar, nos animar, nos estimular e fazer com que nossa vida sempre tenha sentido, mesmo diante de circunstâncias que nem sempre nos são agradáveis e serenas.

As ocasiões em que nos sentimos sós, até mesmo carentes de quem nos entenda devem ser mais do que nunca compartilhadas entre os queridos de nosso lar e derramado nosso sentimento a sós com Deus que sempre nos valerá e nos levará a “pastos verdejantes” como diz o conhecido Salmo 23.

Nesse final de semana que estamos prestes a iniciar deixamos nossa sugestão para que curta muito bem a sua família, seus queridos familiares e que, juntos, busquem o contato tranquilo, calmo e sossegado em conversa com Deus. Aprecie, tente e depois sinta o resultado.
O abraço deste amigo de hoje de sempre

Clênio Falcão Lins Caldas


Aprendendo a dar nós...

Em uma reunião de pais, numa escola de periferia, a diretora falava sobre o apoio que devia ser dado aos filhos e pedia para que os pais se esforçassem em se fazer presentes, mesmo trabalhando fora.

Então, um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.

Quando saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava  dormindo. Quando voltava, o garoto já tinha ido para a cama.  Mas ele continuou dizendo que todas as noites ia ao quarto onde o filho dormia, dava um beijo nele e, para que o menino soubesse da sua presença, dava um nó na ponta do lençol. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites.

Quando o filho acordava e via o nó, sabia que o pai tinha estado ali. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora ficou emocionada com aquela história singela e constatou, surpresa, que o filho daquele homem era um dos melhores alunos da escola.

Essa história nos faz refletir sobre as muitas maneiras pelas quais podemos demonstrar carinho e amor... nos fazer presentes... nos comunicar com aqueles que amamos, mas que nem sempre podemos estar perto. Aquele pai encontrou  a sua maneira... simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.

E você? Já deu algum "nó no lençol" de quem você quer demonstrar  carinho? Um nó de afeto mesmo na ausência? Você pode encontrar  a sua própria maneira de garantir a sua presença. Eu encontrei a minha através deste e-mail.

"Porque o Pai ama ao Filho, e mostra-lhe tudo o que ele mesmo faz; e maiores obras do que estas lhe mostrará, para que vos maravilheis."  (João 5:20)


Porque tantos buscam a solidão?


Por Públio José, jornalista

Veio à luz o resultado de uma nova pesquisa do IBGE. E com um dado intrigante. O que ressalta o número de famílias constituídas por uma só pessoa, as famílias unipessoais no jargão do órgão. Pessoas que vivem completamente isoladas, justificando essa atitude com a afirmação de que preferem “uma vida mais tranqüila, sem muito barulho”. Outro detalhe importante no trabalho do IBGE é que no Rio Grande do Norte a média das famílias unipessoais na faixa etária dos 30 aos 39 anos está acima da média nacional. No Brasil é de 14,4%, no Nordeste de 14,3% e aqui de 17,5%. O mais interessante ainda é que na faixa etária imediatamente anterior – dos 20 aos 29 anos – a média potiguar (9,5%) está bem abaixo da média nacional (12.3%) e nordestina (12,5%). É realmente intrigante como pessoas de faixas etárias tão próximas, se distanciam tanto no caminhar do dia-a-dia. Umas constituem famílias, vivem em comunidade.
                                    
Outras dão total primazia à solidão. Por quais motivos? Quais as razões que levam as pessoas a se isolarem numa fase da vida de potencialidade tão expressiva? Afinal, esse período dos 30 aos 39 nos distingue com grandes realizações e uma capacidade enorme para enfrentar e vencer desafios. Porque, então, essa renúncia voltada para o nada? De onde vem essa indiferença direcionada ao próximo? Tal comportamento só impede o solitário de extrair os benefícios de uma convivência mais rica da presença dos outros, mesmo que isso represente riscos. Olhando para as diversas formas de organização humana, vemos que tudo gira, se firma, se estrutura na pluralidade. No mínimo a partir de dois. Exemplo: na política, um presidente de república nunca está só. Ele tem um vice. Na Polícia, fora do âmbito dos pelotões, dos batalhões, existe a dupla de investigadores – os parceiros das ruas.
                                    
Nos filmes policiais americanos, essa instituição fica bem patente. Lá tem sempre um Robert em dupla com um Michael. E se você ampliar o olhar pela rotina da vida verá sempre um ser humano ao lado de outro, por mais diferentes que sejam os ramos de atividade. A existência da família é um dado sintomático da necessidade que o ser humano tem de privilegiar a convivência em grupo. Então, porque a decisão de viver só? Porque trafegar na contra-mão da existência, rompendo a ordem natural da vida? E porque a incidência maior dessa escolha na faixa dos 30 aos 39 anos? Será medo? Medo originado de traumas anteriores no relacionamento familiar, profissional, conjugal? Medo de enfrentar as mesmas dores, as mesmas decepções, as mesmas angústias de tempos anteriores? Receio de dissabores, do fracasso? Em qual momento a vida se tornou um fardo tão pesado, que mereça a renúncia das alegrias futuras?
                                     
Lembremo-nos que estas só vêm pelo enfrentamento de novos desafios. Será que viver assim é viver? Trago à memória agora o exemplo de Jesus Cristo. Segundo a Bíblia ninguém foi mais rejeitado e injustiçado do que ele. No entanto, foi um grande fazedor de amigos. Apesar de conhecer como ninguém as deficiências, as falsidades, as fraquezas dos homens, Jesus nunca se absteve de conviver em comunhão com os outros. Estava sempre arrodeado, alegre, prestativo, influenciando positivamente a vida das pessoas, sem esperar nada em troca. Ao contrário, sendo um verdadeiro manancial de aconselhamento e consulta na difícil arte de viver. Era agradável estar ao seu lado, para conhecer a receita do viver bem. Com Jesus, sempre se tem o que ganhar, o que se agregar de positivo, de frutífero à nossa rotina de vida. Jesus sempre valorizou a convivência. Já imaginou se ele marcasse o repartir o pão e o vinho da Santa Ceia com o selo da solidão?
                                   Tem algum perigo na escolha desse caminho de se viver só, isolado? Tem. E muito. O isolamento, na maioria das vezes, nos induz à prática do egoísmo, do individualismo exacerbado, das esquisitices, da rabugice, do mau humor – e é o caminho natural para se pisar o terreno da depressão. Quem vive só, com raras exceções, está propenso a cultivar a aridez de sentimentos e a se transformar em alguém que não se alegra mais com o sorriso de uma criança, nem sabe mais encontrar satisfação nas coisas simples da vida. São resmungonas, pouco se preocupam com os problemas alheios e o estabelecimento de uma rotina que gira em torno de si passa a ser a grande realização a ser perseguida. A vida passa pelos solitários, mas eles não adentram nos mistérios da existência, nem apalpam a riqueza do convívio com os outros. Ser solitário é empreender um caminhar contínuo em direção à tristeza e ao mundo do silêncio. Parece até boi indo para o matadouro. Não sabe para onde está indo. Só sabe que está indo. Só sabe que vai.   
                                                          



 




Conselho de Assistência Social do Assú divulga nota de esclarecimento alertando associações sobre a necessidade de cumprir com resolução nacional

Buscando evitar qualquer transtorno no tocante ao processo de credenciamento das associações junto ao Conselho Municipal de Assistência Social do Município do Assú a secretaria geral do referido órgão emitiu nesta terça-feira, 30, uma nota de esclarecimento que segue na íntegra.

NOTA DE ESCLARECIMENTO
O Conselho Municipal de Assistência Social do Município do Assú/RN, vem através desta esclarecer as associações que desejarem sua inscrição no citado conselho, se faz necessário cumprir as determinações do artigo 9º da resolução 16/2010 do Conselho Nacional de Assistência Social.
É necessário informar que a documentação incompleta implica no atraso de análise pelo conselho de acordo com a lei vigente.
Mais informações, procurar a secretaria geral do Conselho Municipal de Assistência Social, instalada na secretária de Desenvolvimento Social e Habitação do Assú/RN.

                      Atenciosamente,


Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) do Assú




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mamógrafo e caminhada nas ruas marca programação da campanha Outubro Rosa em Assú

As secretarias municipal de Saúde e Educação e Cultura da prefeitura do Assú conjuntamente com a secretaria estadual de Saúde por meio do Hospital Regional ‘Dr. Nelson Inácio dos Santos’ realizam na próxima quarta-feira, 31, a caminhada do Outubro Rosa, visando potencializar a mobilização em todo o mundo contra o Câncer de Mama. A concentração será no Hospital Regional ‘Dr. Nelson Inácio dos Santos’, às 16h, com a expectativa de reunir milhares de pessoas na causa, principalmente, as mulheres, até o Palácio Francisco Augusto Caldas de Amorim, sede da Prefeitura Municipal do Assú.
Um dos pontos importantes da programação está relacionado à entrada em operação também no dia 31 de um aparelho de mamografia (mamógrafo) no Hospital Regional Dr. Nelson Inácio dos Santos.
O objetivo do Outubro Rosa é incentivar as mulheres a procurarem se prevenir das doenças na mama, inclusive procurando mastologista e não só o ginecologista, como é mais comum. O desafio dessa luta é sensibilizar a população de que é possível impedir grande parte dos tumores com mudanças de estilo de vida e ainda alertar que, com detecção precoce e tratamento correto, mais de 90% dos cânceres tem cura.

CAMPANHA - O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. O movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. Logo depois, a ideia foi levada para diversas partes do mundo.

Poeminha sentimental

Por  Mario Quintana

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma
E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.
Mario Quintana (1906-1994)

Livro perdido

Eu tinha um livro irmão deses cadernos
Que tenho hoje espalhados na gaveta,
Era escrito por mim com tinta preta,
Tinha sonetos amorosos, ternos...

Branco, continha os madrigais eternos
Que nos lembra a saudade de um poeta...
Nele brilhava, lânguida, secreta
Toda minhalma em gelidez de invernos...

Um dia o livro me caiu dos dedos...
Arrastando consigo os meus segredos
Foi-se esse raio do meu morto brilho...

Fui procurá-lo loucamente aflito
E pela estrada ressoou meu grito
Lembrando o pai que procurasse o filho...

João Lins Caldas
Livro perdido

Eu tinha um livro irmão deses cadernos
Que tenho hoje espalhados na gaveta,
Era escrito por mim com tinta preta,
Tinha sonetos amorosos, ternos...

Branco, continha os madrigais eternos
Que nos lembra a saudade de um poeta...
Nele brilhava, lânguida, secreta
Toda minhalma em gelidez de invernos...

Um dia o livro me caiu dos dedos...
Arrastando consigo os meus segredos
Foi-se esse raio do morto brilho...

Fui procurá-lo loucamente aflito
E pela estrada ressoou meu grito
Lembrando o pai que procurasse o filho...

João Lins Caldas


Amor!... um pedaço de vida no caminho

João Lins Caldas

·´✿                                  
O amor é a única guerra que os dois lados vencem!·´✿

 Autor Desconheido
Liduxa .·´✿



Temos a chave...é só usar e ai...
Voamos. Flutuamos. Levitamos.
Por onde a vida nos leva e a gente leva ela.
onde o vento sopra e a gente sopra a brisa...
Onde o amor não tem partida!
Chega e fica. Instala-se.
Não se acovarda, não tem medo, não se amesquinha,
Não se acabrunha. Ah o amor!
ele não faz por menos, não é de menos, não é menor.
É largo, enorme, profundo, vivo!
É qualquer coisa de infinito. Eterno (mesmo num segundo) eterno. Rigor. Cor. Luz clara claridade clarão
em brasa, fogo, chama!
É leveza, calmaria, água, terra, ar
puro, solene, vasto...natureza num ciclo,
com cio, sem fim... 

(Amelia Freire)
Temos a chave...é só usar e ai...
Voamos. Flutuamos. Levitamos. 
Por onde a vida nos leva e a gente leva ela. 
onde o vento sopra e a gente sopra a brisa... 
Onde o amor não tem partida! 
Chega e fica. Instala-se. 
Não se acovarda, não tem medo, não se amesquinha,
Não se acabrunha. Ah o amor! 
ele não faz por menos, não é de menos, não é menor. 
É largo, enorme, profundo, vivo! 
É qualquer coisa de infinito. Eterno (mesmo num segundo) eterno. Rigor. Cor. Luz clara claridade clarão
em brasa, fogo, chama!
É leveza, calmaria, água, terra, ar 
puro, solene, vasto...natureza num ciclo,
com cio, sem fim... (Amelia Freire)



AGNELO ALVES UM PAI VENCEDOR

Agnelo Alves
No auge do seu octogenário tempo de vida, o ex-prefeito de Natal e Parnamirim, ex-senador, atualmente deputado estadual Agnelo Alves, amanheceu hoje mais sorridente do que nunca, fato comprovado com a consagradora vitória do filho Carlos Eduardo, eleito para o terceiro mandato executivo de Natal.

Agnelo Alves um balzaqueano politico, jornalista conceituado, recheou suas emoções num primeiro momento, quando vibrou com a reeleição do seu candidato Maurício Marques em 7 de outubro pra governar Parnamirim.

Teve ainda a ligeira insatisfação de não obter a vitória de Carlos Eduardo logo no primeiro turno, vendo ontem a coroação exitosa da luta que o filho travou, enfrentando adversários ásperos, alguns da própria familia, querendo ver Carlos Eduardo fora do pódio.

Todavia, a experiência de Carlos Eduardo, somado ao bom trabalho feito na prefeitura, unindo essas condições ao que realizou sua companheira de chapa Vilma de Faria, adicionando apoios importantes na reta final  e o franco favoritismo popular indicado nas pesquisas, fatores que deram ao veterano Agnelo Alves  a certeza de que sairia da contenda como um pai vencedor.

As palavras tecem-se em filigrana
No teu corpo
Na tua alma são macias as que respiras
E no espaço que separa o que és do que desejas
Transformam-se em poesia.

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
As palavras tecem-se em filigrana
No teu corpo
Na tua alma são macias as que respiras
E no espaço que separa o que és do que desejas
Transformam-se em poesia.

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

“Flor do Caribe”, nova novela da Globo, será gravada em Natal e Extremoz


A coordenadora de produção da Rede Globo de Televisão, Tatine Lauria, esteve na Prefeitura de Extremoz para informar sobre os detalhes da gravação da próxima novela das seis, “Flor do Caribe”, que será gravada em Natal e nas praias de Extremoz.
A equipe chega no dia 11 de novembro e as gravações serão iniciadas no dia 19, com locações iniciais na Base Aérea de Parnamirim. As gravações serão encerradas no dia 21 de dezembro de 2013. Tatine informou que vem recebendo o apoio de todas as entidades ligadas ao turismo, bem como do Governo do Estado e da Prefeitura de Extremoz, por meio do secretário de Turismo, Fernando Bezerril, lembrou, também, que os atores principais serão Henri Castelli e Grazi Massafera.
Basicamente a emissora precisará de estrutura para isolamento de algumas áreas, pára poder aproveitar melhor as belezas naturais das dunas e praias de Extremoz. “Todas as solicitações vêm do Rio de Janeiro, sede da Rede Globo”, explicou Tatine Lauria.
Do blog do BG

Prefeito interino do Assu Alberto Luiz

AL1
Foto do Blog VT


Pois estou convencido de que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem governos, nem coisas presentes, nem coisas por vir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criação será capaz de nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. 

' Romanos 8:38-39 '

Há um poema esquecido
Num antigo caderno de receitas:

Pega na tua vida
Junta-lhe um pouco de amor
Sorri, salta e corre
Como quem a polvilha com açúcar ou com mel
E sê feliz tanto quanto puderes…
Repete a dose todos os dias!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
Há um poema esquecido
Num antigo caderno de receitas:

Pega na tua vida
Junta-lhe um pouco de amor
Sorri, salta e corre
Como quem a polvilha com açúcar ou com mel
E sê feliz tanto quanto puderes…
Repete a dose todos os dias!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

PIRULITO QUEM VAI QUERER?



A arte de ser avó

Por Raquel de Queiroz
Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses,um ato de Deus.
Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo…
Quarenta anos, quarenta e cinco… Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações – todos dizem isso embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto – mas acredita.
Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade.
Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor.
Meu Deus, para onde foram as suas crianças?
Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles que você recorda.
E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis – nisso é que está a maravilha.
Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”.
E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.
Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensardes todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.
Se o Doutor Fausto fosse avó, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto…

No entanto – no entanto! – nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente, ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de “vovozinha”, e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você.
São lisonjas, nada mais.
No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante dos triângulos conjugais.
A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.
Já a avó, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, “não ralha nunca”. Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia.
Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer roquetes, tomar café – café! -, mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser – e até fingir que está discando o telefone.
Riscar a parede com o lápis dizendo que foi sem querer – e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó, e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna…
Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém, esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso.
Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto! E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: “Vó!”, seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.
E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade…
Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho – involuntariamente! – bateu com a bola nele.
Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó?
Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague…
Raquel de Queiroz – (1910-2003) – Escritora cearense
* Texto extraído do livro “O brasileiro perplexo”, 1964.)
Foto


" ALMA DO POETA " Vinicius.C: O som do coração.

Clique no link abaixo:

" ALMA DO POETA " Vinicius.C: O som do coração.: Sentei-me na escada e assisti a um futebol mal jogado, dos garotos da rua e o melhor tênis furado. Sorrisos suados, traves de pedra, chinel...

Plantar Saudade - Antonio Pereira



Plantar Saudade 
(Antonio Pereira)

Quem quiser plantar saudade,
escalde bem a semente
e plante na terra seca
em dia de sol bem quente,
pois se plantar no molhado,
ela nasce e mata a gente.

Fonte: Cultura Nordestina

Dia Nacional do Livro


‎29 de Outubro - Dia Nacional do Livro

"Um país se faz com homens e livros" - Monteiro Lobato

"O dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional do Livro em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional, que ocorreu em 29 de outubro de 1810. Só a partir de 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia, o movimento editorial começou no Brasil. O primeiro livro publicado aqui foi "Marília de Dirceu", de Tomás Antônio Gonzaga, mas nessa época, a imprensa sofria a censura do Imperador. Só na década de 1930 houve um crescimento editorial, após a fundação da Companhia Editora Nacional pelo escritor Monteiro Lobato, em outubro de 1925.
A Origem do Livro
Os textos impressos mais antigos foram orações budistas feitas no Japão por volta do ano 770. Mas desde o século II, a China já sabia fabricar papel, tinta e imprimir usando mármore entalhado. Foi então, na China, que apareceu o primeiro livro, no ano de 868.
Na Idade Média, livros feitos à mão eram produzidos por monges que usavam tinta e bico de pena para copiar os textos religiosos em latim. Um pequeno livro levava meses para ficar pronto, e os monges trabalhavam em um local chamado "Scriptorium".
Quem foi Gutenberg?
O ourives culto e curioso Johannes Gutenberg (1398-1468) nasceu em Mainz, na Alemanha e, é considerado o criador da imprensa em série.
Ele criou a prensa tipográfica, onde colocava letras que eram cunhadas em madeira e presas em fôrmas para compor uma página. Essa tecnologia sobreviveu até o século XIX com poucas mudanças.
Por volta de 1456, foi publicado o primeiro livro impresso em série: a Bíblia de 42 linhas. Conhecida como "Bíblia de Gutenberg", a obra tinha 642 páginas e 200 exemplares, dos quais existem apenas 48 espalhados pelo mundo hoje em dia. A invenção de Gutenberg marcou a passagem do Mundo Medieval para a Idade Moderna: a Era de divulgação do conhecimento.
A Importância do Livro
O livro é um meio de comunicação importante no processo de transformação do indivíduo. Ao ler um livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade crítica e criativa. É importante para as crianças ter o hábito da leitura porque com ela, se aprimora a linguagem e a comunicação com o mundo. O livro atrai a criança pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio e pela emoção das histórias. Comparado a outros meios de comunicação, com o livro é possível escolher entre uma história do passado, do presente ou da fantasia. Além disso, podemos ler o que quisermos, quando, onde e no ritmo que escolhermos."

De: Paz Luz Serenidade Transparência 
Paciência


Assim como descartas
Assim serás
Descartada(o)…

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
Assim como descartas 
Assim serás
Descartada(o)…

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]



domingo, 28 de outubro de 2012

SENTIMENTAL DEMAIS

FÉRIAS NOSTÁLGICAS

Vivo a alegria e a nostalgia ao voltar aos meus dezoito anos. Esse passado telúrico dá prazer ao reconstruir no presente as coisas boas para a atual juventude. Eu sou um verdadeiro ator coadjuvante, o principal personagem é o tempo. Escrevo porque o pretérito é o meu presente e o meu futuro, por isso gosto de escrever, além de boas leituras. Às vezes quando 
visito o meu torrão, tento lembrar e reconstituir os fatos que vivi e presenciei.

Hoje falo sobre as férias do tempo de estudante. A turma estudava em Natal, o científico ou o segundo grau, e chegava de trem para as férias de dezembro e janeiro. Nessa bela viagem a galera jogava conversa fiada tomando cachaça dentro de coco verde para enganar o cobrador que marcava o bilhete através de catraca.

A lua cheia nas noites de seresta, enquanto rapaz, ouvi muitas boemias tocadas e cantadas pelos amigos da turma dos Magnatas. No comando, Iranilton de João Elói, que tocava pela madrugada na minha casa por dois motivos: as minhas irmãs e bebida com tira-gosto que papai colocava pela janela do quarto. As músicas eram variadas, de Nelson Gonçalves a Roberto Carlos.

O bar de Chiquinho Vaquejada e o boteco de 'Mané Quelé' eram os pontos principais dessa época, final da década de 70. Outro ponto nostálgico era o 'Boinho de João Coveiro', em frente ao quartel. Muitos jovens faziam a preliminar nesse local para as grandes festas do Club. Outro local importante dessa época foi o bar de Luís Cruz em frente à praça.

No Country Club, os velhos carnavais e as grandes festas contemplavam as paixões, a carne, a bebida e a alegria na fantasia das férias e da felicidade. Os jovens estudantes passavam o mês de janeiro ensaiando a batucada e organizando a alegoria para o desfile do domingo de carnaval em frente ao Club. a rivalidade que existia entre os blocos fazia parte do contexto momesco.

Boas lembranças, aos domingos, era o banho de açude com os amigos. Isso também acabou-se. À tarde, a boa pedida era o clássico entre Flamengo e Vasco, com grande rivalidade. Terminou o carnaval, de volta para Natal.

O que muito me magoa é a falta de mentalidade de muitos conterrâneos para uma boa produção cultural para resgatar os antigos costumes e as velhas tradições do nosso povo. Mas isso, através das minhas crônicas e poesias, estou fazendo e tentando tirar esse buraco negro da melancolia cultural que se encontra esse espaço elíptico, como se fosse um oito, sem saída. Por outro lado, eu e o professor Bosco estamos resgatando a história das grandes figuras que fizeram algo pelo nosso torrão.

Os jovens não podem saber da nossa história e da nossa cultura se não existe o mínimo interesse das partes 'desinteressadas'. E se não fosse o meu blog e o meu facebook? Nostalgia pura.

"O passado não reconhece o seu lugar, está sempre presente": Mário Quintana, poeta e jornalista.

Marcos Calaça, jornalista (UFRN)

Sei dos teus novos amores  Tudo timtim por timtim;  Dizes, que tal... e que não;  Eu sei, que tal... e que sim.  Sei que déste aos teus...