quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Eu perguntei ao mundo das estrelas
O que fora das estrelas se poderia um dia conceber.
- Fora das estrelas, todas as estrelas...
O mundo das estrelas não podia mesmo outra cousa conceber.

Caldas, poeta norte-riograndense
Eu perguntei ao mundo das estrelas
O que fora das estrelas se poderia um dia conceber.
- Fora das estrelas, todas as estrelas...
O mundo das estrelas não podia mesmo outra cousa conceber.

Caldas, poeta norte-riograndense

Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas faz-me sonhar.

Vincent Van Gogh

Não tenho certeza de nada, mas a visão das estrelas faz-me sonhar.

Vincent Van Gogh
De: Onde pousam as borboletas



UM IMORTAL

João Lins Caldas, o Poeta imortal!
Tirou “a camisa da vida” e não morreu!
O seu corpo é que ficou no chão...
Como ficaram os seus versos e os seus rastros.
O espírito voou
Para alcançar
Um mundo diferente...
Nas estrelas ou nos astros.

É mais um Sol a luzir no Céu iluminado!
Um halo de luz na terra sepultado!
Mais uma cruz marcando uma jornada!
Uma corda da lira partida
E uma pena largada.

João Lins Caldas, o imortal, não morreu!
Nosso destino será igual ao seu.
A luz que desprende
Dos “dínamos”
É uma força imortal
Que rege os mundos.

João Lins Caldas, o Poeta,
O imortal esteta,
Tirou a camisa da vida!
E, não morreu...
E há de viver - como sempre viveu.

Renato Caldas

(João Lins Caldas - 1888-1967, poeta potiguar do Assu. Se ele, Caldas, se não foi o primeiro, pelo menos, foi um dos dos primeiros poetas brasileiros a escrever no verso livre, emancipados de métricas).




Bruxarms em Poemas 
*Procura -se*

Procura-se um Anjo, que escreva me juras de amor
Procura se um Homem, que enlouqueça de amar
Procura-se, um Homem Anjo com muito fervor
Procura-se um Anjo Homem que faça me calar
Que deite me no chão
Me ame como um verso ou refrão
Que mate me tesão
E que deixe eu ser a unica dona do teu coração !

*Bruxarms*














Foto de Brusarms em Poema]
Procura -se
Procura-se um Anjo, que escreva me juras de amor
Procura se um Homem, que enlouqueça de amar
Procura-se, um Homem Anjo com muito fervor
Procura-se um Anjo Homem que faça me calar
Que deite me no chão
Me ame como um verso ou refrão
Que mate me tesão
E que deixe eu ser a unica dona do teu coração !

Bruxarms

 foto de Bruxarms em Poemas.
Conheci-te por acaso, como acontece com o melhor da vida, como se o que é antevisto acabasse sempre em desencanto. Comecei a amar-te sem querer, como se também o desejo extinguisse a magia. Sem querer quis-te, como jamais quis alguém!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]



















Conheci-te por acaso, como acontece com o melhor da vida, como se o que é antevisto acabasse sempre em desencanto. Comecei a amar-te sem querer, como se também o desejo extinguisse a magia. Sem querer quis-te, como jamais quis alguém!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

 foto de Dicas Natal.
Feche os olhos e imagine um rio desaguando numa praia. A imagem que veio a cabeça foi paradisíaca e maravilhosa?
Sua mente estava certa, essa é Barra do Cunhaú. As praias são calmas e a extensa faixa de areia quase deserta te fazem sentir num dos mais bonitos cenários do nordeste das novelas brasileiras.

Em Barra do Cunhaú você pode escolher um tranquilo banho de rio nas águas do Curimataú ou o surf no Pontal da boca da barra.
O Kitesurf e o windsurf econtram também o lugar ideal para a prática, tano no rio quanto na praia.














"Feche os olhos e imagine um rio desaguando numa praia. A imagem que veio a cabeça foi paradisíaca e maravilhosa?
Sua mente estava certa, essa é Barra do Cunhaú. As praias são calmas e a extensa faixa de areia quase deserta te fazem sentir num dos mais bonitos cenários do nordeste das novelas brasileiras.

Em Barra do Cunhaú você pode escolher um tranquilo banho de rio nas águas do Curimataú ou o surf no Pontal da boca da barra.
O Kitesurf e o windsurf econtram também o lugar ideal para a prática, tano no rio quanto na praia."

"PESQUISA FEITA PELO IPEA APONTA QUE NORDESTINO É O MAIS FELIZ DO BRASIL"


 foto de Sou Nordestino da gema.
A felicidade do nordestino se destacou em uma pesquisa internacional. Entre 147 países estudados, o Brasil ficou em 16º lugar. Entre as cinco regiões, o Nordeste foi a de maior pontuação em uma escala de zero a dez – 7,8.
Os moradores do Sudeste são os que se consideram menos felizes – 6,68. O levantamento apontou também que quem ganha acima de dez salários mínimos se julga mais feliz (8,36) do que as pessoas que vivem com um salário mínimo (6,53).

RANKING DAS REGIÕES
1º - Nordeste
2º - Centro-Oeste
3º - Sul
4º - Norte
5º - Sudeste

Se o Nordeste fosse um país, estaria classificado na pesquisa em 9º no ranking global da felicidade, entre dois dos países mais desenvolvidos do mundo: a Finlândia e a Bélgica. A pesquisa constata que quem tem mais dinheiro se considera mais feliz. Contudo, no nosso caso, revelou também que riqueza não é o único fator de felicidade.
Com ou sem dinheiro, o nordestino tem uma característica peculiar: o bom humor. “É essa ideia, basicamente, de não levar as coisas tão a sério. Acho que é uma linguagem universal, todo mundo tem que muito a aprender com isso”, diz o professor universitário Márcio Acserlrad.














A felicidade do nordestino se destacou em uma pesquisa internacional. Entre 147 países estudados, o Brasil ficou em 16º lugar. Entre as cinco regiões, o Nordeste foi a de maior pontuação em uma escala de zero a dez – 7,8.
Os moradores do Sudeste são os que se consideram menos felizes – 6,68. O levantamento apontou também que quem ganha acima de dez salários mínimos se julga mais feliz (8,36) do que as pessoas que vivem com um salário mínimo (6,53).

RANKING DAS REGIÕES
1º - Nordeste
2º - Centro-Oeste
3º - Sul
4º - Norte
5º - Sudeste

Se o Nordeste fosse um país, estaria classificado na pesquisa em 9º no ranking global da felicidade, entre dois dos países mais desenvolvidos do mundo: a Finlândia e a Bélgica. A pesquisa constata que quem tem mais dinheiro se considera mais feliz. Contudo, no nosso caso, revelou também que riqueza não é o único fator de felicidade.
Com ou sem dinheiro, o nordestino tem uma característica peculiar: o bom humor. “É essa ideia, basicamente, de não levar as coisas tão a sério. Acho que é uma linguagem universal, todo mundo tem que muito a aprender com isso”, diz o professor universitário Márcio Acserlrad.


RUA DO ASSU

Da série 'RUAS DO ASSU' trazemos uma figura ilustre que viveu em nossa terra e que, sem dúvidas,   em razão de sua notável capacidade intelectual, de sua condição de professor e de sua dedicação a tudo quanto se referia à educação, apresentou-se sempre como uma “Viva expressão da cultura entre os norte-rio-grandenses”. Por este motivo foi homenageado com uma rua no centro comercial do Assu - Rua Professor Alfredo Simonetti - também conhecida, num passado recente, como: "Rua de Doutor Sales"
Alfredo Simonetti  nasceu em Natal, na  Av. Rio Branco, 577, no dia 24 de  outubro de 1900. Há exatos, 100 anos atrás. Foram seus pais Américo Vespúcio Simonetti Filho e Amália Genésia Coelho Simonetti.
Nascido de família cujo tronco é originário da Itália, Alfredo Simonetti, descendente, segundo historiadores, de árvore nobre daquele País. Ficou órfão de pai ainda jovem. Em 27 de janeiro de 1920, foi diplomado professor primário. Formar-se professor primário na década de 20, no Rio Grande do Norte, e inserir-se no contexto do ensino público, conforme aconteceu ao mestre Simonetti, significou não só, um feito de caráter pessoal e individual, mas, um compromisso de cunho social com a educação de quantos foram seus alunos, e, de seu saber, aprendizes. E, foi esse compromisso assumido e honrado pelo professor Simonetti, até os últimos dias de sua vida, como assim expressou sua cunhada Clara Carlota de Sá Leitão, na Polianteia de 1939: “Sacrificou à escola seus últimos dias de martírio, frequentando-a, doente, abatido pela moléstia que o devia vitimar... era o primeiro a chegar às aulas e o último a sair. Fazia gosto vê-lo trabalhar...”
Alfredo Simonetti chegou à cidade de Assu moço ainda, e solteiro. Numa visita que fez ao seu aluno Adauto de Sá Leitão, que se encontrava doente, conheceu Maria Augusta, sua irmã, começando daí o namoro. Casou com Maria Augusta de Sá Leitão, em janeiro de 1924, em Assu e aí ficou morando com a sogra, no casarão da Rua Moisés Soares n. 16, onde nasceram seus primeiros filhos, Maria Amália em 1924 e José Nazareno, em 1926. O terceiro filho do casal foi a menina Maria Anita, nascida em 1927 e que faleceu ainda criança.
Ainda em Assu, na casa 17 da praça da proclamação, hoje, Getúlio Vargas, nasceram Américo (Monsenhor Américo), em 1929, Alfredo (Padre Alfredo) em 1932 e João Batista, em 1934.
Em janeiro de 1935 mudou-se com a família para Mossoró, onde em 1938 nasceu sua filha caçula Maria da Salete. De acordo com os relatos dos familiares, Alfredo Simonetti era muito caseiro. Fazia poucas visitas, embora preservasse a amizade com uma boa prosa entre os amigos. Alfredo Simonetti não era católico praticante. Entretanto, mantinha uma devoção a São Pedro e nunca impediu que sua esposa praticasse e educasse seus filhos na religião católica.
Dedicado à causa educacional de forma infatigável , o professor Simonetti,  entre diversos outros cargos e funções, desempenhou um excelente trabalho como inspetor das escolas públicas existentes em Assu, Macau, Areia Branca, Mossoró, Augusto Severo, Santana dos Matos e Flores.
Na cidade do Assu além de uma imensa soma de benefícios culturais tais como: incentivo a formação de jovens através do escotismo, criação da biblioteca infantil, criação do Grêmio e da Revista Paládio, promoveu ainda belas festas escolares quando diretor do José Correia - uma das quais em benefício da construção do Colégio Nossa Senhora das Vitórias.
Em outubro de 1925, o jornal A Cidade publicou a seguinte homenagem: “Não podemos olvidar a data feliz do seu natal, pois que o professor Simonetti tem-se revelado um decidido e esforçado amigo da terra.    Geralmente acatado e estimado dos seus discípulos, o professor Simonetti, tem sido incansável nessa benemérita cruzada em prol do ensino, ora fundando sociedade e criando um jornal para pugnar pelo interesse e desenvolvimento da instrução, ora promovendo representações teatrais da mais salutar e benéfica moralização, entre os seus educandos”.
O professor e poeta Alfredo Simonetti, faleceu em 23 de janeiro de 1939. Morreu aos 39 anos de idade. Porém, seus descendentes souberam honrar seus incansáveis passos na missão de semear entre os homens, a semente do saber.  
A musicista e poetisa Sinhazinha Wanderley, escreveu e recitou, na missa de trigésimo dia do falecimento do professor Alfredo Simonetti o seguinte poema:
Morreu, não mais o vi! Meu pobre amigo,
Repousa em paz, no teu funéreo abrigo
Buscando a vida, a luta empreendeste,
Sucumbindo na terra onde nasceste.
Os teus olhos, te cerrou a esposa amada,
Amiga e companheira devotada.
Seis penhores queridos lhe deixaste,
Pelos quais, denodado te esforçaste.
Foi tua vida um horto de sofrer,
Imolado na arena do dever.
Sacerdote no altar do sacrifício,
Nem sempre o fado te sorriu propício,
Foste esposo, exemplar, pai desvelado
Sincero amigo, mestre aureolado.
Das justas causas grande defensor,
Jamais esmoreceste em teu labor.
De fazer sempre o bem, tiveste o dom,
Foste mártir e herói, simples e bom.
Imensa gratidão meu peito encerra,
Pelo que fizeste à minha terra.
Embora ignorada e assim tão só,
Proclamo o que fizeste a Mossoró.
Tua nobre lembrança tão querida,
Jamais se apagará da minha vida.
Adeus! Frui do Senhor a companhia,
E lá no céu te encontrarei um dia.
                            Assu, 23 de fevereiro de 1939 - Sinhazinha Wanderley.

Em tempo: Em Assu existe ainda a Escola Municipal Professor Alfredo Simonetti localizada na comunidade rural de Mendobim I
A PRIMEIRA FOTO DE UM SER HUMANO

O primeiro ser humano fotografado
O primeiro ser humano fotografado
Robert Cornelius era um jovem estudante de química e metalurgia. Quando concluiu seus estudos foi trabalhar com a família, por volta de 1831. Especializou-se em revestimento de prata e polimento de metal.
Por ostentar a fama de ser um grande químico, foi procurado por Saxton para fazer uma placa para seu daguerreotipo, e então surge seu interesse pela fotografia. Tanto, que largou o trabalho com seu pai para se dedicar ao aprimoramento de técnicas fotográficas.
A foto acima é considerada a primeira tirada de um ser humano, um autorretrato ao lado da loja de sua família em 1839. A imagem com os braços cruzados e os cabelos desgrenhados eram algo de pura rebeldia para a época.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Nosso pôr-do-sol, momento mágico e perigoso



Pôr-do-sol de Natal, momento mágico e perigoso
Apesar da freqüência com que costumo ir aos dois lugares públicos de Natal para ver o pôr-do-sol, já fazia algum tempo desde a última vez. E mais tempo faz que não vou ao meu preferido, a Pedra do Rosário. O motivo todo mundo sabe, falta de segurança no melhor lugar para se ver o espetáculo do nosso crepúsculo. Quantas vezes já implorei para que os órgãos públicos colocassem ali pelo menos no horário do pôr-do-sol uma viatura da PM, para que os natalenses e turistas tivessem oportunidade de apreciar esse espetáculo da natureza. Mas meu apelo até hoje foi em vão. Por esse motivo, resolvi  acompanhado do amigo Jailson Fernandes ir para o Canto do Mangue, lugar que é muito mais seguro. Valeu a pena o registro deste domingo, além do pôr-do-sol propriamente dito as cenas que vão acontecendo no lugar é inspiração que torna qualquer clique uma obra de arte.

POEMA POR DO SOL NO RIO POTENGI

POR AUZEH FREITAS
Cai a tarde e o sol se põe na linha do horizonte.
No recanto do Canto do Mangue as garças dormem.
O céu de um colorido lindo, sem igual, tal qual aurora boreal.
O rio Potengi passando lentamente como uma procissão .
Sem pressa nem agonia, pois as águas querem ouvir
no cais do Iate, um violino tocar Ave Maria.
Nem é festa, mas isto é Natal. É poesia.
Fonte: Canindé Soares




Permita-Se compartilhou a foto de Ricardo Injepoint.
Fotografe a vida

Clique com os olhos
congele o momento na mente
um momento especial que ficará
para sempre na lembrança
escolha o melhor anglo
deixe nitida as passagens de sua vida
que o filme seja colorido
com cores vivas
não esqueça do flash
para dar luz aos momentos escuros
onde a escuridão toma conta
Observe..fique atento....
Clique... não perca o momento
o tempo passa rapido
fotografe...escolha os melhores monentos
e guarde no albun do coração













Fotografe a vida

Clique com os olhos
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para dar luz aos momentos escuros
onde a escuridão toma conta
Observe..fique atento....
Clique... não perca o momento
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fotografe...escolha os melhores monentos
e guarde no albun do coração

De: Permita-Se - foto de Ricardo Injepoint.





A NOSSA CASA

*FLORBELA ESPANCA*

A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo? 
Na minha doida fantasia em brasa 
Constrói-a, num instante, o meu desejo!  

Onde está ela, Amor, a nossa casa, 
O bem que neste mundo mais invejo? 
O brando ninho aonde o nosso beijo 
Será mais puro e doce que uma asa?  

Sonho...que eu e tu, dois pobrezinhos, 
Andamos de mãos dadas, nos caminhos 
Duma terra de rosas, num jardim, 
 
Num país de ilusão que nunca vi... 
E que eu moro - tão bom! - Dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...

A NOSSA CASA

Florbela Espanca

A nossa casa, Amor, a nossa casa!
Onde está ela, Amor, que não a vejo?
Na minha doida fantasia em brasa
Constrói-a, num instante, o meu desejo!

Onde está ela, Amor, a nossa casa,
O bem que neste mundo mais invejo?
O brando ninho aonde o nosso beijo
Será mais puro e doce que uma asa?

Sonho...que eu e tu, dois pobrezinhos,
Andamos de mãos dadas, nos caminhos
Duma terra de rosas, num jardim,

Num país de ilusão que nunca vi...
E que eu moro - tão bom! - Dentro de ti
E tu, ó meu Amor, dentro de mim...
De: Recordar Florbela Espanca foto de Poetas Poemas Poesias.

Prefeitura do Assú lança projeto ‘Rebuliço na Sexta’
 
Rebuliço na Sexta – arte pra todo lado, esse é o projeto que a prefeitura do Assú por meio das secretarias de Juventude, Esporte, Eventos e Turismo e a Adjunta de Cultura apresenta nesta sexta-feira, 1º de março, na praça de eventos Jota Keully.
 
O projeto trará atividades gratuitas para o público em espaços ao ar livre, reunindo diversas formas de arte no intuito de facilitar o acesso e popularizar ainda mais a cultura na cidade.
 
A prefeitura do Assú visa através dessa ação fomentar o desenvolvimento das artes visuais, dança, música, teatro, circo, artesanato e demais manifestações culturais do município, em suas diferentes configurações e interfaces, como forma de resgatar, preservar e ampliar espaços para o seu desenvolvimento. Além disso, visa oportunizar o fortalecimento destas manifestações como meio de geração de renda para os seus produtores.
 
As secretarias envolvidas na execução do projeto desenvolveram durante a sua fase de planejamento um trabalho de cadastro buscando identificar os artistas e as suas produções, no propósito de que possa inserir em todas as etapas do projeto, prioritariamente, o artista local.  
 
O projeto Rebuliço na Sexta – arte pra todo lado, será desenvolvido durante todo o ano, sendo sua culminância uma vez por mês.
 
Serviço
Rebuliço na Sexta – Arte pra todo lado, 1º de março (sexta)
Praça de Eventos Jota Keully
 
17h00 às 22h00 – Exposições de artesanato, comidas típicas, trabalhos manuais e produtos recicláveis
 
19h30 – Abertura Oficial do Projeto
 
19h50 – Filarmônica “Cristovão Dantas”
 
20h00 – Orquestra Sanfônica
 
20h10 – Teatro de Mamulengo
 
20h30 – Grupo de Teatro Chico Daniel
 
21h00 – Show musical de Nelsinho


Sei dos teus novos amores  Tudo timtim por timtim;  Dizes, que tal... e que não;  Eu sei, que tal... e que sim.  Sei que déste aos teus...