sexta-feira, 7 de março de 2014

Quantas injustiças podem ser esquecidas
num abraço.
Abraça-me.
Toma-me para perto do teu corpo
com um abraço eterno.
Daqueles que fazem parar o tempo.
Dos puros.
Dos abraços que amam.
Que choram.
Que confidenciam.
Que transmitem força e segurança.
Dos abraços que nos mimam
e nos fazem sentir melhor.
Dos abraços que só nós conhecemos.
Dos secretos.
E dos mágicos.
Dos perfeitos.
Dos que nos fazem sorrir a alma.
Dos que nos aconchegam.
Dos abraços suaves e doces.
Dos abraços que riem. 


Cristina Costa

 

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