sexta-feira, 23 de maio de 2014

Graco Magalhães completa 92 anos e recebe homenagem da ALRN‏


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Foto: Eduardo Maia
A Assembleia Legislativa, numa sessão especial realizada na manhã desta sexta-feira (23), entregou a Graco Magalhães Alves o título honorífico de Cidadão Norte Rio-Grandense. Aviador militar e civil, o comandante Graco, mineiro de São Lourenço, vive em Natal há quase 70 anos, aqui chegando tenente da FAB, no final de 1945.
De autoria do deputado Hermano Morais (PMDB) o requerimento visa prestar uma justa homenagem ao senhor Graco Magalhães Alves que foi piloto oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Norte nas gestões de Ubaldo Bezerra (interventor), José Varela, Dix-sept Rosado, Sylvio Pedroza, Dinarte Mariz, Aluízio Alves, Monsenhor Walfredo Gurgel, Cortez Pereira, Tarcísio Maia, Lavoisier Maia, José Agripino Maia e Geraldo Melo.
A gentileza, marcante característica do comandante, foi destacada pelo propositor da homenagem. “Um cavalheiro, um verdadeiro gentleman, no mais puro sentido da palavra”, disse Hermano Morais. O presidente da ALRN, deputado Ricardo Motta (PROS), destacou o histórico profissional do piloto. “O comandante Graco Magalhães Alves, senhor das nuvens, horizontes e das amizades, é testemunha da história. Destaco o homem e o piloto, o precursor de um tempo distante e romântico, um profissional absolutamente impecável”.
“Graças a ALRN sou tão rio-grandense quanto vocês”, comemorou o novo potiguar, que recebeu o título no dia que comemora 92 anos de idade. “Me sinto inteiramente a vontade aqui no Plenário que leva o nome do amigo Clóvis Motta. O RN passou a ser o meu chão, aqui fiz muitos amigos. Agnelo Alves é meu amigo desde a quarta década do século passado. E esse momento me traz lembranças que me tocam e me fazem pensar que fiz algo de útil nesse tempo que estou vivo”, recorda.
O homenageado emocionou e surpreendeu os presentes com um discurso delicado e ao mesmo tempo enérgico. “Meu motor atingiu o teto máximo de serviço. Daqui não sobe mais. Eu tenho que me acostumar agora com um vôo calmo e tranquilo, e esperando até que o controlador supremo de todos os vôos, o Deus todo poderoso, me ordene para iniciar a descida para o pouso final. Descerei tranquilo, com o trem de pouso baixado e travado, mas agora eu digo, com toda sinceridade, que eu espero que eu sé veja a cabeceira dessa pista daqui a muito tempo”.
ALRN


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