terça-feira, 15 de julho de 2014

VERMELHO E O VERDE TEM TRADIÇÃO E ORIGEM NO RN

 
 
A presença de cores simbolizando facções partidárias no Rio Grande do Norte é um manifesto do processo de multiculturalismo político com tradição e origem, através de duas grandes lideranças do estado potiguar. 
 
O vermelho e o verde foram as cores que mais brilharam no universo da politica da capital ao interior. O vermelho representando o prestigio do grande lider seridoense, governador e senador da república Dinarte de Medeiros Mariz.
 
O verde recebeu o crivo da imagem do deputado federal ex-governador e ministro Aluizio Alves. 
 
Esta marca traça um perfil irreversível, tendo legitimos seguidores. Pós morte destas duas figuras, esteios de potencialidade prestigiosa no imaginário popular, seus herdeiros natos, ficaram usando o mastro hasteado destas bandeiras.
 
O vermelho de Dinarte Mariz identificou-se de forma bastante enraizada com a ex-deputada federal ex-governadora Wilma de Faria, descendente sanguínea do homem que com instrução escolar fundamental, nascido na pequenina cidade de Serra Negra do Norte, tornou-se uma das maiores lideranças do estado.
 
O verde continuou seu trajeto pelas mãos de Henrique e Garibaldi Alves, respectivamente filho e sobrinho do homem que veio lá do "Pico do Cabugí" construir as vigas mestras do desenvolvimento potiguar.
 
Este é um breve resumo da acirrada presença das cores no processo político estadual, se antes eram alvos divergentes agora convergem as duas cores para o mesmo rumo, seguindo os objetivos de quem herdou a incumbência de fazer deste binômio rotulado de "Araras e Bacuraus" um só habitat.
 
Não adianta o desejo de alguns postulantes fora desta conjuntura de tadição e origem quererem de forma aparente ou disfarçada encaparem uma destas cores para sí. 
O povão sabe quem realmente simboliza o vigor do vermelho e do verde em nosso estado.
 
Aluísio Lacerda

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