domingo, 28 de junho de 2015

Mas, que gigantesco exemplo para o mundo, está dando o povo inteligente de Carnaubais - RN. Pegaram uma grande injustiça sofrida, e silenciosamente, sem violência alguma, com muita inteligência, utilizando apenas a força da união, estão resolvendo rapidinho. E o que é melhor, brilhantemente, transformaram numa grande festa! E aproveitaram!!!!
Ainda tem quem duvide da justiça Divina! Parabéns povo carnaubaense! E parabéns, sobretudo a esse gigante guerreiro, Luizinho Cavalcante! Repito amigo: "o mundo é dos mansos e justos, de coração!" E a quem semeou toda essa discórdia, meu lema é: "quem faz cair uma lágrima do olho de alguém, chora, no mínimo dez"! Não tem jeito, é assim mesmo! É a lei do retorno, que a chamo de "Lei Divina"! Parabéns povo inteligente de Carnaubais - RN! E vamos à vitória!
Mais uma vez o povo saiu as ruas para dizer SIM a Júnior e Alzenir na maior passeata da história de Carnaubais!

sexta-feira, 26 de junho de 2015


Ponte Newton Navarro (Ponte de Tods). Foto: Canindé Soares

Novas imagens de Natal serão exibidas na novela Chiquititas

Divulgação
Reynaldo Boury, produtor da novela “Chiquititas” do SBT, confirmou para os dias 28 e 29 de junho e 1,2,3,6 e 7 de julho as cenas da Lua de Mel do casal Júnior (Guilherme Boury) e Carol (Manoela do Monte) gravadas em Natal. Na trama o casal se hospeda na Praia de Ponta Negra, com vista para o Morro do Careca, um dos principais pontos turísticos da capital potiguar. 

As primeiras cenas exibidas foram protagonizadas pelos atores mirins tendo como palco as Dunas de Genipabu, o Parque da Cidade e atrativos da região metropolitana, como Lagoa de Jacumã, praia de Pirangi, o cajueiro de Pirangi e passeios das crianças com dromedários em Genipabu. Mas segundo a produção da novela as melhores cenas em Natal serão as interpretadas pelo casal principal durante a Lua de Mel.

O empenho conjunto da Prefeitura do Natal,  Secretaria de Turismo e o apoio do trade turístico e empresários, possibilitou mais uma vez a divulgação de Natal em nível nacional e internacional. As gravações foram realizadas em novembro do ano passado e veiculadas as imagens do primeiro bloco em maio desse ano. Dentre os apoiadores dessa iniciativa estão o Serhs Natal Grand Hotel, Associação dos Microempresário do Cajueiro de Pirangi, Aquário Natal, Associação do Bugreiros do RN, Marazul e Luck Receptivo. 

http://natal.rn.gov.br/noticia

RÁDIO AMADOR SALVOU O VALE DO ASSU

Um grito mudo. Seriam assim os pedidos de socorro das vítimas da enchente no Vale do Assu, em 1964, não fosse o trabalho da rádio amadora do aposentado Nilo Fonseca. As cidades ilhadas recebiam os serviços da Telern anos depois. Sem acesso rápido por terra ou mar, a comunicação era ainda mais essencial. E toda ela partiu de uma casa pequenina de número 605, situada à Rua Maxaranguape, no Tirol. De lá, Aluízio Alves e sua comitiva despachava as providências do dia. O que o governador sequer desconfiava era que todos as chamadas efetuadas eram monitoradas pelo corpo militar da ditadura.

Naquele tempo, Nilo Fonseca brincava com o rádio amador montado em sua casa como hoje os jovens usam as salas de bate-papo na internet. Desde 1961, discava uma chamada geral a espera de uma semana vinda de alguma parte do Brasil ou estrangeiro. Filho de Assu, durante a enchente Nilo procurou notícias de sua cidade. A resposta (ou câmbio) veio do primo assuense Tarcísio Amorim. Junto, o pedido alarmante de socorro. "Pediram-me para entrar em contato com o governador", lembra. Nos 20 dias seguintes, Aluízio Alves batia a porta da casa de Nilo Fonseca para comunicar o despacho do dia.

"Acordava cedo todo dia para arrumar a casa e preparar o cafezinho para o pessoal. Aluízio chegava acompanhado do Chefe da Casa Civil, Agnelo Alves e outros secretários". A comunicação direta de Aluízio em Assu era com o coronel Leão, então secretário de agricultura do governo. "O coronel pediu urgência da Sudene no envio de mantimentos. Aluízio disse que iria tentar. Quando avisei da possibilidade do contato pelo rádio amador ele ficou admirado. E quando o superintendente da Sudene, general Albuquerque Lima respondeu a chamada. Aluízio quase cai pra trás sem acreditar", recorda Nilo.

Estupefato com o alcance e importância do rádio amador, Aluízio Alves interligou o prefixo da rádio à transmissão da Rádio Cabugi. Diariamente grande parte do estado tomava conhecimento das providências tomadas pelo governo estadual. Essa ferramenta poderosa de comunicação logo despertou a atenção do alto comando militar. "O general da guarnição de Natal (situado onde hoje está o Museu Câmara Cascudo) chamou-me para entregar as conversações diárias feitas por Aluízio. Todos os dias às 17h entregava a fita ao general. Era a ditadura".

Nilo Fonseca lembra indignado da ira do general ao saber do envolvimento do arcebispo dom Eugênio Araújo Sales na ajuda às vítimas. Dom Eugênio havia conseguido um comboio para transportar toneladas de mantimentos até Angicos e de lá até Assu, por caminhões. "O general disse: "Até esse padre está metido nisso". O general dizia que tudo tinha de passar por ele". E concluiu: "Foi um período gratificante. Pude ajudar de alguma forma o povo de minha cidade. Um ano depois fui um dos ilustres da Festa das Personalidade, promovida por Paulo Macedo todos os anos no Aeroclube".

(Transcrito do jornal Diário de Natal, caderno Cidades, 13 de abril de 2008).

Do blog: Nilo Fonseca referenciado no artigo acima é filho do médico Ezequiel Fonseca, que foi intendente do município do Assu, na década de trinta e depois deputado Estadual, chegando a presidir a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte. 

UMA BOA NOTÍCIA PARA O RN – MUSEU LAURO DA ESCÓSSIA ABRIGARÁ COLEÇÃO MOSSOROENSE

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Uma das três salas do piso superior do Museu Municipal Jornalista Lauro da Escóssia será cedido pelo Município para abrigar todo o acervo da Fundação Vingt-um Rosado e a preservação da Coleção Mossoroense. O prédio foi sugerido por entidades representativas do comércio de Mossoró.
Na última quarta-feira, 24, representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), da Associação Cultural e Indústrial de Mossoró (ACIM), e do Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) estiveram no local juntamente com o prefeito da cidade visitando o prédio onde funciona o museu.
De acordo com o acerto firmado com o município, a CDL, a Acim e o Sindivarejo se comprometeram a viabilizar a instalação da plataforma para garantir a acessibilidade ao andar superior, para que seja liberado para visitação do público.
A transferência de todo acervo, que abriga mais de 150 mil títulos que compõe toda a coletânea mantida pela Fundação Vingt-un Rosado, já poderá ter início na próxima terça-feira, 30. Com isso os responsáveis pela fundação começarão a catalogar todos os títulos, e fazer um levantamento de seus exemplares, para que parte seja doada para escolas municipais e instituições públicas.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

FESTEJOS JUNINOS DO ASSU

O calendário das festas católicas é marcado por diversas comemorações de dias de santos. Na tradição brasileira uma das mais festivas são as comemorações de São João. Esse ciclo passou a ser conhecido como Festas Juninas, englobando as reverências aos principais santos homenageados no mês de junho: dia 13 Santo Antonio, dia 24 São João e dia 29 São Pedro e São Paulo.

A origem destas festividades remonta um tempo muito antigo, anterior ao surgimento da era cristã e, portanto, do catolicismo.
De acordo com Sir James George Frazer, em seu livro O Ramo de Ouro, o mês de junho, tempo do solstício de verão na Europa, Oriente Médio e norte da África, ensejou inúmeras expressões rituais de invocação de fertilidade, para promover o crescimento da vegetação, fartura nas colheitas, trazer chuvas.

Quando os portugueses iniciaram o empreendimento colonial no Brasil, a partir de 1.500, as festas de São João eram o centro das comemorações de junho. Alguns cronistas contam que os jesuítas acendiam as fogueiras e tochas em junho, provocando grande atração sobre os indígenas.

Pode-se observar, portanto, que ocorreu certa coincidência entre os propósitos católicos de atrair os índios ao convívio missionário catequético e as práticas rituais indígenas, simbolizadas pelas fogueiras de São João.

Essa época coincide com a realização dos rituais mais importantes para os povos que aqui cultivam as colheitas e preparação dos novos plantios. Os roçados velhos, ainda estão em pleno vigor, repletos de mandioca, inhame, batata doce, abóboras, abacaxis; a colheita de milho e feijões ainda encontra-se em período de consumo.

Uma série ritual, no período, inclui um conjunto variado de festas que congregam as comunidades em danças, cantos, rezas e muita fartura de comida. Deve-se agradecer a abundância, reforçar os laços de parentesco, reverenciar as divindades aliadas e rezar forte para que os espíritos malignos não impeçam a fertilidade.
Nestas festas, até bem pouco tempo, antes da febre dos grandes grupos musicais, era comum a integração de grupos familiares. Essa confraternização familiar era alicerçada pela prática do compadrio, momento em que eram ampliados os laços entre vizinhos, patrões e empregados. Havia duas maneiras através das quais as pessoas adultas ou jovens tornavam-se compadres e comadres, padrinhos e madrinhas: uma era, e ainda é através do batismo; a outra, através da fogueira nas festas de São João. Até o século dezenove, até mesmo os escravos podiam ser apadrinhados pelos senhores de terra.

No nordeste brasileiro os festejos juninos ocorrem nas comunidades rurais, nas ruas, nos bairros, nas cidades, nas paróquias, transformando-se na festa mais importante do ano. Estas comemorações acabaram por atrair turistas prontos para participarem das efervescentes festas matutas.

Assu é a cidade do Nordeste pioneira do São João enquanto Padroeiro. Há 280 anos a Igreja realiza novenas e os paroquianos participam dos festejos sociais (cada época a seu modo) para comemorar o período junino.

Em 1720 com a chegada do Padre Manoel de Mesquita e Silva o Assu começou a realizar os primeiros trabalhos de evangelização, implantando o hábito religioso ligado à religião Católica Apostólica Romana. Os primeiros atos religiosos ocorreram sob as sombras de frondosas árvores.

Depois de seis anos foi criada uma Casa de Oração na Ribeira do Assu, tendo como Padroeiro São João Batista. A Freguesia foi a segunda da então Capitania do Rio Grande e a quinta do Brasil. O Precursor do Messias, João Batista, foi pela primeira vez no Brasil, escolhido oficialmente, como Padroeiro de uma comunidade.

No decorrer destes duzentos e oitenta e nove anos o povo assuense tem mantido esta tradição com muita religiosidade, cultuando neste período a fé, devoção e confraternização. O social acontece em reunião de vizinhos, amigos e familiares para agradecerem por mais um ano de graças e pedem proteção para o ano vindouro. A fogueira é o símbolo maior deste período, tendo sido sempre a maior simbologia destas manifestações. 

Por esta razão, por Assu não comemorar somente os Festejos Juninos (estilo único no mundo) e sim vivenciar a festa do seu padroeiro, ininterruptamente há quase três séculos, podemos dizer que o nosso São João, no sentido restrito das manifestações religiosas interligadas as sociais é o Mais Antigo São João do Mundo.
Fotos Ilustrativas: paginarsiteseblogs.blogspot.com

13 utensílios de antigamente que ainda podem ser encontrados no supermercado





1. Tampa plástica para refrigerante

2. Fusível de rolha (não é fuzil!)

3. Fusível de cartucho

4. Envelope Via Aérea

5. Escova de unha

6. Torneira para filtro

7. Courinho de torneira

8. Pente fino

9. Escova oval ou pata-pata

10. Pente flexível de bolso

11. Aparelho de barbear

12. Pincel de barba

13. Suporte para saco de leite


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do BOL
  • Reprodução/Jota Reis Corporation
Objetos úteis no dia a dia são constantemente aperfeiçoados ou substituídos, e muitas  vezes acabamos nos esquecendo de sua existência. Você se lembrava, por exemplo, daquela tampinha usada para que o guaraná não perdesse o gás?
Esta lista mostra 13 desses objetos que perderam o lugar de destaque nas prateleiras, mas ainda podem ser encontrados na seção de encartelados de alguns supermercados. 
Lembra de alguma outra utilidade doméstica do passado? Escreva nos comentários e compartilhe.


1. Tampa plástica para refrigerante

Reprodução/Mercado Livre
Na época das garrafas de vidro e tampinhas de metal, o refrigerante perdia o gás depois de aberto. Este utensílio preservava a bebida por mais tempo na geladeira. Agora, com garrafas PET e tampas de rosca, a tampinha perdeu a utiliade

2. Fusível de rolha (não é fuzil!)

Reprodução/Jota Reis Corporation
Antes de entrar em nossa casa, a energia elétrica precisa passar por um mecanismo que se desliga em caso de sobrecarga. Antigamente, esse mecanismo era o fusível de cerâmica de rosca ou rolha. Era comum ter alguns deles na caixa de força, ao lado de uma vela e uma caixa de fósforos, para eventuais trocas noturnas

3. Fusível de cartucho

Reprodução/Leroy Merlin
Este objeto surgiu para substituir os fusíveis de cerâmica. A palavra fusível significa fundível - um filamento interno de chumbo se derretia com o calor da sobrecarga, interrompendo a corrente. Atualmente, os dois modelos trocados pelos disjuntores, que se desligam quando há falha na rede. Para reativar o fornecimento, basta ligá-los novamente

4. Envelope Via Aérea

Reprodução
No tempo das cartas de papel, havia envelopes totalmente brancos e os de borda em verde e amarelo. Estes eram usados para enviar correspondências a lugares distantes, por avião. Os brancos eram usados para correspondência local

5. Escova de unha

Reprodução/lojaslivia.com.br
Ainda é muito útil, mas a evolução dos hábitos higiênicos fez com que a escovinha perdesse espaço nas prateleiras. Hoje se lava as mãos com mais frequência que antigamente

6. Torneira para filtro

Reprodução/Padovaniud
O filtro de cerâmica revestido com prata coloidal é considerado um dos melhores meios de purificação de água, apesar de estar em desuso. Nas casas de antigamente, esses filtros eram tão duráveis que muitas vezes era preciso substituir sua torneira

7. Courinho de torneira

Reprodução/Inca
A maioria das torneiras tem um sistema de vedação chamado de courinho ou carrapeta. Essas peças eram feitas de couro, daí seu nome popular, e se desgastavam com frequência, provocando o famoso 'pinga-pinga'. Hoje, feitas de borracha e plástico, as peças duram mais, e está cada vez mais difícil encontrar o reparo à venda

8. Pente fino

Reprodução/Mercado Livre
Este é outro utensílio que está desaparecendo graças à evolução dos hábitos higiênicos. Era usado para fazer uma limpeza minuciosa dos cabelos, removendo piolhos e seus ovos, chamados de lêndeas. A expressão pente-fino passou a significar qualquer operação de análise detalhada

9. Escova oval ou pata-pata

Reprodução/Ciccamilo
Era um charme andar com uma escova dessas no bolso traseiro da calça para ajeitar o cabelo de vez em quando

10. Pente flexível de bolso

Reprodução/Mercado Livre
Concorrente da escova oval, era mais fácil de carregar no bolso, mas seus dentes se quebravam facilmente

11. Aparelho de barbear

Reprodução/Biografiaecuriosidade
Ainda tem gente que prefere esses aparelhos clássicos aos modelos descartáveis. Eles tinham uma portinha na parte de cima, que se abria para a substituição da lâmina desgastada. As lâminas mais comuns eram da marca Gilette, nome que acabou se tornando sinônimo de lâmina de barbear

12. Pincel de barba

Reprodução/Reidacutelaria
Companheiro inseparável do aparelho de barbear, o pincel servia para amaciar os pelos faciais com espuma, facilitando o escanhoamento (conhecia essa palavra?)

13. Suporte para saco de leite

Reprodução/Freeshop
Há algumas décadas, antes das embalagens longa vida, o leite era vendido em sacos plásticos. Na hora de servir, esse suporte plástico era indispensável
 
 
 
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