terça-feira, 26 de abril de 2016

Oito ministérios que podem acabar caso Temer assuma a presidência

26/04/201616h00

do BOL
Apesar da sua torcida, ninguém sabe se a Dilma vai sair ou continuar no cargo. Caso o vice-presidente Michel Temer assuma o trono, alguns ministérios podem ser extintos ou incorporados a outros. Veja quais seriam as mudanças.
 

Reprodução/blackwomenofbrazil
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1

Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos

Recentemente unificado por Dilma, deixaria de existir, e as pastas passariam a ser subordinadas ao ministério da Justiça
Reprodução/Correio do Pantanal
Reprodução/Correio do Pantanal

2

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Criado para implantar a reforma agrária, se uniria ao ministério do Desenvolvimento Social, atualmente responsável pelas políticas de segurança alimentar e nutricional e de programas de transferência de renda, como o Fome Zero. Também se cogita a união ao ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Reprodução/Timeout
Reprodução/Timeout

3

Ministério da Cultura

Passaria a fazer parte do atual Ministério da Educação, como era entra 1953 e 1985
Reprodução/Forbes
Reprodução/Forbes

4

Ministério das Comunicações

Tem a atribuição de regular serviços de rádio, televisão, correios e inclusão digital. Pode se unir à Secretaria de Comunicação Social, que engloba a publicidade do governo, assessoria de imprensa e o porta-voz do governo
Reprodução/Evan Transportation
Reprodução/Evan Transportation

5

Ministério dos Transportes

Passaria a integrar o ministério da Infraestrutura, a ser criado. Esta pasta já existiu durante o governo Collor, integrando também Minas e Energia
Reprodução/Taxindiaonline
Reprodução/Taxindiaonline

6

Secretaria de Portos

Passaria a integrar o novo Ministério da Infraestrutura
Reprodução/weknowyourdreamz
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7

Secretaria de Aviação Civil

Passaria a integrar o Ministério da Infraestrutura
Reprodução/mette ingvartsen
Reprodução/mette ingvartsen

8

Ministério das Cidades

Criado em 2003 para combater as desigualdades sociais, passaria a fazer parte do ministério da Integração Nacional, dedicado a políticas de
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