sexta-feira, 3 de julho de 2009

Aluízio Alves (influente político brasileiro), foi deputado federal, governador do Rio Grande do Norte, Ministro do governo Sarney. Criou como símbolo de campanha para o seu grupo político, o dedo polegar (conforme fotografia acima) , ainda hoje conservado pelo seu filho deputado federal Henrique Eduardo e seus admiradores. Pois bem, na campanha de 1965, Aluízio apoiava Monsenhor Walfredo Gurgel para governador. Alguém presente numa certa cantoria que se realizava num certo botequim da cidade de Mossoró, perguntou ao poeta mossoroense Luiz Campos, porque ele não votava em Walfredo Gurgel (O Padre) para governador da terra potiguar. E aquele poeta, improvisou na horinha:
Vou dizer por que não voto,
Neste Monsenhor Walfredo;
É que o partido de Aluísio
Tem uma mão mostrando o dedo.
E pobre só leva dedada;
Quando vê isto tem medo.

fernando.caldas@bol.com.br

PERFEITO TRABALHO


George Montenegro Soares, é assuense.

NOTA - MAROQUINHAS

Há poucos dias atrás postei um comentário da ex-prefeita do Assu Maria Olimpia Neves de Oliveira - Maroquinhas, sobre a sociedade assuense. Para minha alegria, ao abrir a minha caixa de e-mail, deparo-me com um comentário do poeta potiguar do Assu, *João Celso Neto, sobrinho de Maroquinhas, que diz assim: "Fernando - Lendo seu blog na semana passada (leio quase todos os dias, pois encontro sempre novidades), deparei-me com a menção Titia (Maria Olímpia
Olímpia/Maroquinhas, imprimi e levei para ela. Ela leu e gostou bastante, tendo pedido para lhe agradecer. Não sei exatamente por que, mas noto que alguma manifestação minhas no blog não aparecem ("comentários"), razão pelo qual estou lhe mandando por e-mel, para, se quiser, incluir lá. Forte abraço, e continue resgatando a memória do Açu."

*João Celso é advogado em Brasília.

POESIA

MENSAGEM UNIVERSAL

Maldita a mão que empunhol primeiro
As armas e a Bandeira da Discórdia;
E, no momento estremo, derradeiro
Vibrou o golpe de Misericórdia.

Maldito, o que partiu como guerreiro,
Semeando a semente da Mixórdia
E aquele que serviu de sinaleiro
Para afastar dos homens a Concórdia.

Benditos sejam os olhos que perdoam,
Os lábios que unem... que se beijam,
As mãos humildes que nos abençoam.

Bendita a Paz sublime e Redentora!
Benditos os pensamentos que vicejam
Em prol da humanidade sofredora.

Renato Caldas

segunda-feira, 29 de junho de 2009

VEREADOR PRESEPEIRO

Da plaquete de minha autoria intitulada intitula "Quando a Política Vale a Pena", 1996 (fotografia acima), transcrevo a seguinte estória: Iniciava-se o ano de 1983, posse em todo o Brasil dos novos governadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores eleitos nas eleições de 1982. Pois bem, naquela época (31 de janeiro de 1983), encontrava-se de férias na cidade de Assu, meu amigo professor cearense chamado José Anchieta Esmeraldo Barreto (ele tem estreitas ligações na terra assuense, por ser casado com uma filha do jornalista Osvaldo Amorim, já falecido) que á época era o Reitor da Universidade Federal do Ceará. O carro oficial daquela Reitoria era um galaxi de cor preta, de placa oficial de bronze (que ele, Anchieta, guardava na garagem de minha casa, quando encontrava-se no Assu). Aquele veículo era igualzinho ao automóvel oficial do governo do Estado do Rio Grande do Norte (era governador José Agripino Maia). Solicitei dele, Anchiete, aquele veículo emprestado, com motorista fardado, "tudo como manda o figurino", para levar-me até a Câmara dos Vereadores daquele município. Pedido aceito. Ao aproximar-me do local da solenidade, "Logolhó" que era o motorista daquela Reitoria (nunca mais tive notícias dele), estacionou aquele veículo em frente a prefeitura, desceu do carro fardado, e abriu a porta para que eu descesse solenemente, para aplausos dos circunstantes. Antes, porém, alguém teria gritado para alertar o mestre da Banda de Música: "Vem chegando o governador Zé Agripino!" - O mestre da banda foi rápido no gatilho, tocando  dobrados de governador que, ao terminar, disse furioso: "Ora porra! Eu pensei que fosse o governador!" - E os fogos de artifícios, para serem detonados pelo fogueteiro no ato da posse do prefeito Ronaldo Soares, teriam sidos explodidos durante aquela minha chegada inesperada, naquela noite memorável e estrelada do Assu. É que em política meu caro leitor, acontece de tudo, principalmente na pluralista cidade de Assu!

CENTRO SPORTIVO ASSUENSE


Em pé: Maurício Assis, Delito, Zé Pretinho, Baiano, Eloi, Edson Assis e Carmelito. Agachados: Lino, melado, João de Seu Né e Waldick. Aquela agremiação futebolística fora fundada e presidida por Arcelino Costa Leitão, no começo da década de cinquenta. Costa era secretário de João Câmara (dirigia na terra asuense, a firma algodoeira João Câmara & Irmãos) que depois foi prefeito do Assu (1953-58). O Centro Sportivo jogou na década de cinquenta contra o Fortaleza Futebol Clube trazido por Costa para jogar no Estádio Senador João Câmara, onde hoje está assentado a antiga CIBRAZEM, atual CONAB. Era os tempos Áureos do Assu. Aquele time certa vez, ainda nos idos de cinquenta, jogou na cidade de Currais Novos, interior potiguar, contra o selecionado daquele município, perdendo para um time muito inferior. Pois bem, como em Assu de tudo faz-se um mote e haja glosa. o poeta Renato Caldas, permanente vigilante das acantencências do Assu, escreveu a seguinte trovinha:

O grande Centro de Costa
O primeiro sem segundo
Perdeu atolado em bosta
Da pior bosta do mundo.

Daquele jogadores, salvo engano, somente Zé Pretinho sobrevive com seus bons 88 anos de idade. Um goleiro que marcou uma época no futebol da região do Assu. Se fosse hoje, certamente seria chamado para jogar num grande clube deste país. Zé Pretinho é funcionário aposentado da COSERN. Conheci ainda Baiano (que morreu de cirrose hepática), Mundoca e Eloi também tiveram morte provocado pela bebida alcoólica. Este último amargou muitos anos de detenção na Cadeia Pública do Assu, por ter asssinado a tiro de revolver, o tabelião João Belo de Oliveira, nos finais dos anos cinquenta. E Carmelito que foi vereador no Assu entre 1983 a 1988, além de Lino que foi garçon durante muito tempo, do balneário Adega da Ponte e no clube social AABB, da cidade de Assu. Não tenho notícia do seu paradeiro. Eis, portanto, mais um registro da história da terra assuense de tantas glórias passadas.

domingo, 28 de junho de 2009

POESIA

Seis horas da tarde...
arde
em mim, a fogueira da ausência...
nostalgia!
A noite se debruça
nos escombros do dia.
- Evocação -
O sol vermelho cor de brasa,
desce, e a porta de sua casa,
acende uma fogueira a São João.


Renato Caldas

  A BELA E INTERESSANTE “DEUSA DO ASSÚ” Imagem 24/04/2026 TOK DE HISTÓRIA Rostand Medeiros – https://pt.wikipedia.org/wiki/Rostand_Medeiros...