quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Ser Mulher é ser pétala
na aprendizagem das flores
a bailar sozinha no roseiral em flor.
É ser semente e terra húmida,
ser estrada, tardes ou manhãs ensolaradas.
Noites escuras, misteriosas, insondáveis,
nas estranhas águas deste viver.
É ser doce luz, a um filho aquecer,
ser mulher,ser mãe,ser amante,ser fonte.
E neste bailado de cores e amores,
fantasias e êxtases, paixões sem pudores,
é ser tempestuosa e calma enseada.
Cristina Costa, poetisa portuguesa
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Ser Mulher é ser pétala 
na aprendizagem das flores
a bailar sozinha no roseiral em flor.
É ser semente e terra húmida, 
ser estrada, tardes ou manhãs ensolaradas.
Noites escuras, misteriosas, insondáveis,
nas estranhas águas deste viver.
É ser doce luz, a um filho aquecer,
ser mulher,ser mãe,ser amante,ser fonte.
E neste bailado de cores e amores,
fantasias e êxtases, paixões sem pudores,
é ser tempestuosa e calma enseada.

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