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Mostrando postagens de janeiro, 2013

FIFA e COL realizam inspeção operacional na Arena das Dunas

Por Elias Medeiros –  www.eliasjornalista.com Integrantes da FIFA e do Comitê Organizador Local (COL), acompanhados da governadora Rosalba Ciarlini e do secretário da SECOPA/RN D emétrio  Paulo  Torres , realizaram na manhã desta quinta-feira (31), mais uma inspeção operacional no estádio Arena das Dunas, palco dos jogos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 em Natal. Na vistoria desta quinta-feira, 40 membros da Fifa e do COL analisaram questões relacionadas à segurança, Operações de Imprensa, Televisão, Protocolo, Mídia, Tecnologia da Informação, Credenciamento, Segurança, Marketing, Médica, Ingressos, Transporte, Alimentação, Voluntários, Logística e Hospitalidade., entre outros assuntos observados em dias de jogos. Segundo o gerente geral de integração operacional do COL,  Tiago  Paes, estas inspeções não tratam do andamento de obras. Nosso foco é a op...
De: Permita-se A gente sonha sozinho pra depois se realizar com alguém.
RUAS DO ASSU "RUA DA SEDE DOS ESCOTEIROS" A Rua Professor Luiz Soares – conhecida popularmente como "Rua da Sede dos Escoteiros" - é uma rua antiga. Foi por muitos muitas décadas a periferia da cidade. Limita-se com a Rua Otávio Amorim (Norte) e Avenida Senador João Câmara (sul). Há ainda quem a cognomine de “Rua do Cemitério”. Faz parte do bairro Centro. Quem foi este homem de nome Luiz Soares? Luiz Correia Soares de Araújo  nasceu em Assu no dia 18 de janeiro de 1888   – Ano da Libertação dos Escravos no Brasil. Professor Luiz Soares era formado pela Escola Normal de Natal. Exerceu o magistério durante 54 anos. Foi o primeiro diretor do grupo Escolar Tenente Coronel José Correia - Assu, inaugurado em 07 de setembro de 1911. Depois de dois anos a frente do referida instituição educacional, Luiz Soares foi para Natal. Naquela capital dirigiu o Grupo Escolar Frei Miguelino, a Escola Profissional e colaborou com a fundação da Associação de Escoteir...

O poeta assuense Celso da Silveira tem poema musicado, interpretado por Luiz Gonzaga

Título do blog. RENASCENÇA (Celso da Silveira - Onildo Almeida) Gonzaguinha e Gozagão Sr(a)s da REVIVENDO, boa tarde. Gostaríamos que a gravadora fizesse uma correção, por questão de direito, com relação a música RENASCENÇA, gravada no C- 9914 LUIZ GONZAGA Vol. 4 - RVCD 252, pois a mesma é uma parceria do Onildo Almeida (música) com letra do poeta e escritor potiguar Celso da Silveira; a mesma foi gravada por Luiz Gonzaga apenas em estúdio  e saiu por este selo em cd. Agradecemos a compreensão. Kydelmir Dantas (autor do livro LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE, 2012).  (See attached file: Luiz Gonzaga e o RN_Kydelmir Dantas.jpg) Mossoró-RN. http://blogdomendesemendes.blogspot.com Postado por  José Mendes Pereira , em 13 de novembro de 2012

NO DIA DA SAUDADE

INFÂNCIA: BOLA DE MEIA Na nossa época de criança, a meninada era igual a qualquer turma. Meninos pobres e humildes que tinham criatividade para brincar. Os sonhos eram realizados numa época que poucos tinham acesso a bola de plástico ou de couro. Todavia, a confecção de um brinquedo que ganhou o mundo em popularidade, que encantava crianças e adolescentes, era a cilíndrica, envolvente e majestosa bola de futebol. Consegui-la nas nossas brincadeiras era quase impossível, diante das dificuldades financeiras daquele pequeno grupo de atletas mirins. Porém, o sonho de vê-la rolando nos campos improvisados, sob os nossos pés, era a mais pura realidade. A bola tradicional de borracha ou couro era uma utopia, daí termos de improvisar e construir aquele objeto tão desejado. O primeiro passo seria conseguir uma meia, geralmente dos nossos pais, o que era teoricamente impossível, pois aquele par jamais poderia ficar ímpar, segundo a argumentação das nossas mães. E, para dificultar ainda mais, o ...

Ginga Pelé

ASSÚ

Por Renato Caldas Assú de chapéu de palha! Que luta... vive e trabalha Somente para comer. Assú que vive sofrendo A própria dor escondendo A angústia do seu viver! Heróis, poetas, escritores Boêmios e trovadores Ilustraram tradições! Que não serão sepultadas Para serem proclamadas Pelas novas gerações. Meu Assú das vaquejadas! Das noites enluaradas... - Que gratas recordações! - Cantigas feitas de sonhos Dos seresteiros risonhos, Conquistando corações. Dança dos Congos, Lapinha, Folguedos da argolinha, Bumba meu boi! Pastoril Eram brincos engraçados, Hoje porém divulgados De norte a sul do Brasil. E, como o tempo é cruel! Jogos de prenda... e anel Ninguém sabe onde ficou?! Sei eu, onde está guardado O meu Assú do passado, Minha saudade guardou
Barragem/Itajá, por   Saionara Waguinho

MARIA AUXILIADORA, UMA PRESENÇA

Por Paulo Montenegro "Na véspera da tentativa de Lampião entrar em Mossoró, na distante cidade de Assu, nascia Maria Auxiliadora Caldas Macedo.Vindo ao mundo de uma gravidez inesperada, já tinha seu destino traçado: O de não ter conhecido seu pai e conviver com o sofrimento da mãe (aleijada) durante toda sua vida. Filha do português João Macedo, que se arremediou em Assu vendendo alfinin e de Tereza Caldas dos Caldas de Sacramento hoje Ipanguaçu, esta, não presenciou a  saída  do marido acompanhado da mulher do juiz da cidade para nunca mais voltar, deixando para trás uma filha na barriga, várias propriedades (Farol, Mutamba, Cumbe, Recreio), ruas de casa no Assu, uma pequena fortuna, vivendo no Recife até 1936. Moreno, meu filho tem o nome de nossa raça, nossa latinidade, Mas Maria Tereza minha filha carrega o seu nome, o de sua mãe e o de Maria Angelita de Carvalho (Hinha), que veio de Tapera hoje Triunfo para cuidar das duas, a partir de 1927. Católica, mas não a...

O violinista solitário

“Um homem sentou-se numa estação de metrô de Washington DC e começou a tocar violino, era uma fria manhã de Janeiro; Ele tocou seis peças de Bach durante aproximadamente 45 minutos. Durante esse tempo, já que era hora de ponta, calcula-se que cerca de 1,100 pessoas atravessaram a estação, a sua maioria, a caminho do trabalho. Três minutos passaram quando um homem de meia idade notou que o músico estava a tocar, abrandou o passo e parou por alguns segundos, mas continuou depois o seu percurso para não chegar atrasado. Um minuto depois, o violinista recebeu o seu primeiro dólar, uma senhora atirou o dinheiro sem sequer parar e continuou o seu caminho. Alguns minutos depois, alguém se encostou à parede para o ouvir, mas olhando para o relógio retomou a marcha. Estava claramente atrasado para o trabalho. Quem prestou maior atenção foi um menino de 3 anos. A mãe trazia-o pela mão, apressada, mas a criança parou para olhar para o violinista. Finalmente, a mãe puxou-o com mais força e ...
CONTO A COBRA   A comunidade de   Juazeiro   era para alguns de seus moradores o local ideal para se viver. Lá dinheiro não tinha muito valor, especialmente para os homens. Uma questão cultural. O macho que não gastasse tudo que ganhasse durante a semana no final da mesma, não era homem com H. Era manicaca, palerma, manobrado pela mulher. Se fosse solteiro era viado.  O pescador Manoel era um dos que cultuava esta prática. Se o rendimento fosse um pouco maior passava até uma semana na esbórnia... Acordava de madrugada, selava e colocava os arreios no cavalo alazão - seu maior patrimônio, além de uma mulher e cinco filhos, aliás, uma “escadinha” onde o mais velho tinha oito anos – e rumava para a cidade. Parecia um doutor. Roupa branca, chapéu de massa preto, botas pretas com esporas prateadas. No braço um chicote de couro cru e sobre a sela do animal uma coxa macia confeccionada de retalhos brancos. Um revólver 38 na cintura e uma faca peixeira de...
"De que vale ter voz se só quando não falo é que me entendem? De que vale acordar se o que vivo é menos do que o que sonhei?" Mia Couto De: Onde pousa as borboletas
Quando amanhecer na praia de Pititinga, litoral norte do RN, pescadores saem para a labuta marinha de apanhar peixes... Alex Gurgel
O amor não é desta vida, vem sempre de um outro lugar, de um outro tempo, Morta e renascida a alma que se reconhece, como se num espelho se olhasse… (Simples-mente) [Emílio Miranda]

" Assista ao documentário "Ao seu tempo" sobre ansiedade e suas complicações"

A espera por um evento ou situações cotidianas consomem a energia dos mais ansiosos. A pressa, nesse caso, chega a paralisar. O ritmo acelerado é insuficiente para dar conta de tudo e perde-se o sono, o apetite. Os pensamentos são tomados por uma preocupação excessiva com algo que ainda não ocorreu – mas que tenta antecipar - ou por medo sem explicação. A sensação é de aperto no peito, nó na garganta, gelo na barriga, mãos e pés suando, sentindo o coração bater mais rápido. Se você se identificou com estes sinais, calma! É hora de desacelerar e buscar ajuda médica. Pode ser que a ansiedade comum a todos passou ao patamar crônico e tornou-se um transtorno de ansiedade generalizada, mais conhecido como TAG. A diferença, segundo especialistas, está na intensidade dos sintomas e o limite que impõe à vida do indivíduo. Tribuna do Norte

SOBRE PEDRO AVELINO DE ANTIGAMENTO

Título do blog. ANTIGAMENTE DEPOIS DAS DEZ DA NOITE Por Marcos calaça, jornalista da UFRN Naquela época, depois das 22 horas, a luz movida a diesel pelo velho motor da Força e Luz se apagava, por isso, maioria da população da nossa querida Pedro Avelino já estava no primeiro sono, no entanto, os boêmios nem estavam aí para as noitadas. Uns faziam da balaustrada e da praça do Country Club o ponto do bate papo, o encosto dos bêbados, o fuxico da vida alheia, as histórias de lobisomem e tudo mais que vinha na imaginação. Se fosse em um final de semana, da sexta-feira para o sábado, aí o movimento dos que não tinham mais o que fazer virava os ponteiros do relógio lá para as duas horas da madrugada ou mais. Outros chegavam a ouvir o cantar dos galos dos quintais. Na verdade todo mundo criava galinhas e galos em quintais, para um bom ensopado à cabidela, prato muito apreciado pelos nossos patrícios. Outro ponto era iniciar os primeiros acordes da serenata improvisada, através de gra...

A MAIOR TRAGÉDIA DE NOSSAS VIDAS

Andrea Cristina  e  outros 3 amigos  compartilharam a  foto  de  Fabrício Carpinejar . Fabrício Carpinejar Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu? Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de f umaça. A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta. Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa. A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013. As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada. Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa. Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio. Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda. Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência. Morri porque jamais o fogo pede de...