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Mostrando postagens de abril, 2025

Assú: Doceira mantém a mais de 40 anos tradição de fabricar alfenim

"O amante está sempre bêbado com o amor. Ele é louco, ela é livre. Ele canta com prazer, ela dança com êxtase. Presos por nossos próprios pensamentos nós nos preocupamos com tudo. Mas uma vez que ficamos bêbados nesse amor Tudo o que será,  será!"
Por Florbela Espanca, poetisa portuguesa Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui... além... Mais este e aquele, o outro e a toda gente... Amar! Amar! E não amar ninguém! Recordar? Esquecer? Indiferente!... Prender ou desprender? É mal? É bem? Quem disse que se pode amar alguém Durante a vida inteira é porque mente! Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida, Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar. E se um dia hei de ser pó, cinza e nada Que seja a minha noite uma alvorada, Que eu saiba me perder... pra me encontrar...
  ESTA NOITE, EM TEUS OLHOS E te encontrar junto ao mar. Te olhar assim em sombras, E não te esquecer jamais, Pois guardas em teus olhos, A brancura dos barcos e dos cisnes. Sofrer, por saber, que, sob pálpebras Tão serenas, dormem crepúsculos massacrados. Não, esta noite, em teus olhos Vejo reduzidos lagos, Enquanto ao longe, sinto o mar tecer uma lenda, Sobre o nosso misterioso silêncio. Por Walflan de Queiroz, poeta potiguar
Se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume. William Shakespeare

Brasileiro Profissão Esperança

UMA ESTÓRIA "Oliveira de Panelas, poeta e repentista pernambucano, certa vez se deparou com um desafio no mínimo inusitado: Após consertar seu carro na oficina de um amigo e perguntar quanto havia custado o conserto, ouviu do dono da Oficina que o concerto ficaria de graça caso ele fizesse um verso, falando sobre o seu "órgão sexual". Surpreso e ao mesmo tempo indignado, Oliveira resolveu brincar com o seu amigo dono da oficina e descreveu assim, o" dito cujo:"   " Essa rôla antigamente   Vivia caçando briga    Furando pé de barriga   Doidinha pra fazer gente   Mas hoje tá diferente   Dormindo um eterno sono   Não quer mais saber de fazer   Com a cabeça  encostada   Na porta do cú do dono      Já fiz muita estripulia   Firme que só bambu    Mas parecia um tatu   Fuçava depois cuspia   Reinava na putaria   O priquito era seu trono   Trepava sem sentir sono   e sem precisar d...
  A manhã era clara, refulgente. Uma manhã dourada. Tu passaste. Abriu mais uma flor em cada haste. Teve mais brilho o sol, fez-se mais quente. E eu inundei-me dessa luz ardente. Depois não sei mais nada. Olhei... Olhaste... E nunca mais te vi... - Raro contraste! – A madrugada transformou-se em poente. Luz que nasceu e apenas cintilou! Deixou-me triste assim que se apagou, às vezes fecho os olhos; vejo-a ainda... E há tanto sol dourando esses trigais! Olhaste, olhei, fugiste... Ai, nunca mais, nunca mais tive outra manhã tão linda. Virgínia Vitorino [1895-1967]
  Luizinho Cavalcan te Noite marcante na vida cultural de Carnaubais, o lançamento do livro: "Carnaubais de Minha Infância" "Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro", assim pensava o historiador grego, Heródoto. A pergunta quem somos? De onde viemos? Por estamos aqui? Faz parte do que compete a história descrever, revelar e testemunhar. Com muito prazer debrucei na pesquisa para trazer a luz da nossa geração como viveram os nossos pais, avós no habitar em que ainda lutamos a continuar condutores de suas culturas. Reuni o que pude, e escrevi sobre parte de nossa história em que intitulei de "Carnaubais de Minha Infância", o livro que será lançado no dia 3 de maio do corrente ano, às 20:00 horas no Espaço da Lore - Carnaubais. O trabalho vem prefaciado pela jornalista Bruna Mara Wanderley. O trabalhado está dividido em oito capítulos e trás a memória e referências a mais de 300 conterrâneos, personalidade que da sua forma e capacida...