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Mostrando postagens de abril, 2010

EXECUTIVO PODE EMITIR ORDEM DE SERVIÇO PARA CALÇAMENTO NO FELIZ ASSÚ NA PRÓXIMA SEMANA

Por todo o decorrer da próxima semana a prefeitura do Assú poderá publicar a Ordem de Serviço referente à execução de obras de pavimentação a paralelepípedos em varas artérias públicas do conjunto Feliz Assú Pra Você. De acordo com informação do secretário municipal de Planejamento e coordenação de Infra-estrutura, Antonio Virgílio Ferreira Machado, desde o ano passado o poder Executivo aguarda pelo desfecho judicial de um contencioso envolvendo duas empresas que participaram da licitação com referência ao empreendimento. Ele registrou que durante todo este tempo a prefeitura aguardou unicamente pela manifestação do poder Judiciário com referência ao litígio envolvendo as empresas licitantes para que possa iniciar uma agenda de obras de pavimentação compreendendo o Conjunto Feliz Assú Pra Você. O secretário municipal declarou que da parte do poder público está tudo pronto para começar as obras já determinadas dentro do planejamento ordenado pelo prefeito Ivan Lopes Júnior. “O prefeito...

'VIAJANDO O SERTÃO"

CÂMARA CASCUDO, Luis da. Viajando o Sertão . 3ª ed. Natal: Fundação José Augusto - CERN, 1984; por Mirella Farias • Ementa: "Viajando o Sertão" foi publicado em 1934 no formato de livro e também como uma série de crônicas no jornal "A República" de 31/05 a 22/07 de 1934. Precederam a primeira edição mais duas, uma em 1975 e outra, em 1984, decorrente da "I Semana de Estudos Cascudianos", promovida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Livro composto por dezoito crônicas, que narram a viagem realizada por Luis da Câmara Cascudo, no período de 16 a 29 de maio de 1934, ao interior do Estado do Rio Grande do Norte. Cascudo faz esta viagem a convite do Interventor Federal Mário Câmara e ingressa na comitiva oficial composta por mais outras quatro personalidades ligadas a Educação, a Agricultura e Açudagem; Anfilóquio Câmara (Diretor geral do departamento de Educação), Antônio Soares Júnior (Prefeito de Mossoró), Alcides Franco (Chefe da segund...

FAZENDA ABRIGA SÉCULOS DE HISTÓRIA

Do Blog Panorama do Vale, de Nelson Dantas Fazenda Limoeiro, localizada na comunidade do mesmo nome, abriga séculos de histórias. A casa sede da fazenda, construída no meado do século 17, nos idos de mil oitocentos e tal, teve com objetivo primeiro abrigar os operários e mestres de obras que construíram o primeiro Açude da fazenda, denominado de Limoeiro e que fica a frente da casa. Sua construção é do tipo “taipa”, estuque ou algo semelhante, sustentada por amarras de madeira bruta, presas com embira, com acabamento em massa dosada de argila com cal, curtida durante quinze dias para tingir o grau de qualidade utilizado naquela época. Medindo cerca de 12.000 hectares, a fazenda que se limitava, ao norte, com a Lagoa do Poassá, ao sul com a fazenda Cruzeiro, ao leste com diversas pequenas fazendas e com o rio Paraú, e por fim, ao oeste com as estradas de Upanema e Paraú, com o objetivo de facilitar a administração foi dividida em duas sedes; Limoeiro e Camelo. Postado por  N...
Encontro de Escritores começa hoje no TAM Começa hoje o I Encontro de Escritores de Língua Portuguesa – EELP — a partir das 15h30, no Teatro Alberto Maranhão. A programação fechada, com nomes dos debatedores e do mediador que estarão ao lado do conferencista, só ficou conhecida da imprensa na manhã de ontem, um dia após lançamento oficial. A coordenadora do EELP Cida Campelo explica que a demora na definição dos nomes que compõem a mesa aconteceu porque só esta semana o coordenador de atividades culturais da UCCLA pode se reunir com a Funcarte. “A formação das mesas não era nossa. O importante é que o debate seja conduzido”, disse Cida. A primeira mesa será aberta hoje às 15h30, com o tema “Literatura Lusófona: elo entre continentes e culturas”, dentro como conferencista o escritor Carlos Reis (Portugal) e os debatedores  Luis Cardoso Takas (Timor Leste), o advogado, escritor e presidente da Academia de Letras Diógenes da Cunha Lima (RN) e a escritora Ana Maria Cascudo (RN). Como ...

UM CANGACEIRO POTIGUAR

A EDITORA SEBO VERMELHO REEDITA LIVRO ESCRITO PELO HISTORIADOR RAIMUNDO NONATO SOBRE JESUÍNO BRILHANTE QUE ESTAVA ESGOTADO HÁ 40 ANOS Em 1970 o romancista e historiador Raimundo Nonato da Silva publicou Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico (1844-1879), a vida de Jesuíno Alves Calado, o mais famoso e valente cangaceiro norte-rio-grandense, Antecessor de Antônio Silvino e Virgulino Ferreira, o Lampião. Livro este que há 40 anos estava esgotado e somente agora a editora Sebo Vermelho decidiu reeditar. Segundo o sebista e editor Abimael Silva, "em 2007 ano do centenário do grande escritor e historiador Raimundo Nonato não foi celebrado nem pela Academia Norte-rio-grandense de Letras e nem pelo Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, mesmo ele ter sido membro das instituições, devido a essa ausência decidi naquela época publicar uma ou duas obras todo ano de Nonato".  O livro "Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro Romântico" mostra que "no t...

CANDIDATOS DEMONSTRA CONFIANÇA NO APOIO DO PP

O governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), candidato à reeleição; e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Robinson Faria (PMN), candidato a vice-governador na chapa oposicionista, disseram ontem acreditar no apoio do Partido Progressista, cada um no seu quadrado. Iberê afirmou que “democracia corresponde a maioria” e como tem 11 dos 16 prefeitos da legenda apoiadores declarados de seu projeto, tem a convicção de tê-los, os pepistas, em seu palanque. Já Robinson Faria demonstrou descontentamento com o diretório nacional do PP. “Eles vieram a mim e pediram para o PP crescer. Eu fiz isso, com o partido hoje três vezes maior, e eles agora querem tomar? Qual a razão e o embasamento jurídico?”, questionou o parlamentar. Sobre o manifesto de 11 prefeitos em prol da candidatura do governador, o presidente da AL afirmou que obteve uma adesão ainda maior, à unanimidade, quando os 16 membros da comissão provisória, opinaram em favor de se projeto político. “Se eu quiser posso fazer ...

O PASSADO CULTURAL DO ASSU

O Cine-Teatro Pedro Amorim foi para Assu e municípios vizinhos o que hoje o Teatro Alberto Maranhão é para o Estado: o destino das grandes produções culturais. Desativado na década de 1980, o prédio histórico será totalmente recuperado e a cidade, berço de grandes nomes da poesia como o poeta João Lins Caldas, um dos pioneiros do movimento modernista brasileiro, terá um espaço público e de qualidade para receber e exportar talentos. Divulgação Projeto de restauração será patrocinado pela petrobras, através da lei câmara cascudo, e manterá traços da arquitetura originalO projeto de restauração é assinado pelo engenheiro Germano Martins e nele constam as seguintes obras: ampliação para 200 assentos destinados ao público; criação de camarins e banheiros; instalação de climatização, sonorização e iluminação. Segundo Gilvan Lopes, diretor-geral do Centro Escolar de Arte e Cultura (Cenec), responsável pela elaboração e execução da obra o prédio é belíssimo, mas atualmente conta apenas co...

MAIS UM POEMA DE WALFLAN DE QUEIROZ

Eu venho de uma montanha, Tânea. De uma montanha de fogo e de sombras, De fogo como o sol e de sombras como a noite. Venho de um vale, Tânea. Um vale com mil flores brilhantes. E todas estas flores eram tuas. Venho de uma floresta, Tânea. Uma floresta com apenas um pássaro. Um pássaro azul como as águas do rio. Venho de um lago também azul, Tânea. Um lago tranquilo e sem rumores, Com cisnes brancos, cisnes selvagens, Selvagens como o meu amor. Eu venho do mar, Tânea. Um mar sem praias e sem gaivotas, Com uma ilha de carne, E com o sangue de uma estrela. Venho do deserto quente, Tânea. Um deserto com ventos de areia, E com monumentos que são sepulcros, Onde enterro a minha solidão. Walflan de Queiroz, poeta potiguar de São Miguel (Do livro intitulado Livro de Tânea, 1963). Postado por Fernando Caldas Fanfa

VELHOS CARNAVAIS DO AÇU, 1974

Fernando Caldas Fanfa

JESUÍNO BRILHANTE

Eis uma das fotografias do filme Jesuíno Brilhante, O Cangaceiro filmado principalmente no município do Açu e região no começo da década de setenta. Esquerda para direita: (?), (?), (?), o artista nacional Neri Victor (protagonista), José Caldas Soares Filgueira (Dedé Caldas) e Zélia Amorim, ambos assuense que deram uma pequena participação naquele filme. A fotografia fora tirada na calçada da Casa Paroquial de São João Batista, de Açu (RN). Fica o registro. Fernando Caldas Fanfa

CHICO BRANCO

Chico Branco é um dos gays mais antigos do Açu. E quem não se lembra dele na praça Getúlio Vargas  Se não me falha a memória ele vai pertinho dos seus bons setenta anos de idade. Por sinal o movimento gay na terra açuense é uma realidade. Afinal de contas o Açu é uma terra pluralista, onde de tudo acontece, como dizia Padre Zé Luiz. Vejam vocês que em Açu tem um restaurante com banheiro alternativo somente para gays denominado Dida.com, de de propriedade do amigo Dida Bola. Pois bem, certa vez, de manhã cedinho Chico se dirigiu ao Mercado Público Sofia Frutuoso. Ao se aproximar de um daqueles cafés daquela mercado se deparou com o açuense de Angicos Enaldo Araujo bebendo ente amigos. E Chico foi logo dizendo:  Seu Enaldo esse povo do Açu é muito invejoso! Antigamente só tinha umas duas ou tres 'bicas' nesta cidade. Agora, tem uma ruma". De outra feita, boquinha da noite, no dizer popular do nor...

VELHOS TEMPOS DA POLÍTICA NORTE-RIOGRANDENSE

Almoço de confraternização em Mossoró com o governador Dix-sept Rosado em 1951. Daquela festa política fizeram presentes muitas figuras do Assu, como Epifânio Barboza, Fernando Tavares - Vem-Vem (meu avô materno),o casal Maria e Expedito Silveira, entre outros assuenses. Epifânio e Vem-Vem eram amigos íntimos daquele governante potiguar de Mossoró. Fernando Caldas

UM POEMA DE WALFLAN DE QUEIROZ

HART CRANE Contruamos uma ponte definitiva Que sirva de ligação eterna entre o Ocidente e o Oriente Uma ponte universal, maior do que a de Broklyn Irmanando pretos e brancos, ricos e proletários. No grande dia universal De paz e de amor entre os povos. Então o mar devolverá teu corpo ao mundo universal.

LÍDER É LIDER

O velho comandante Edgard Borges Montenegro - já tem uma postagem sobre ele que eu escreví neste blog - liderou a politica do Vale do Açu durante quase quarenta anos. Naquela região aquele carismático e incontestável líder político empunhava a bandeira da UDN naquela região nos tempos do "velho senado do coração do povo" (final da década de quarenta, cinquenta, sessenta, setenta e começo de oitenta) Dinarte Mariz. Nasceu vocacionado para a arte de fazer política, porém na era politiqueiro ou como se diz, não gostava de fazer politicagem. Orador brilhante, ele disse certa vez na praça pública de ipanguaçu em 1971 (lembro-me como se fosse hoje), campanha de seu irmçao Nelsom para deputado estadual, que "ninguém pode ser forte na terra dos outros, sem antes na sua terra matriz, na sua terra berço, sem tem o exemplo da confiança e da amizade do seu povo." "Vamos conterrâneos, unidos e coesos resolver nossos problemas". Frase também de sua autoria. ...

JÚLIO SOARES O ENTERRO DE SI MESMO

Por Celso da Silveira, escritor assuense já falecido - texto escrito em 1987. Júlio Soares foi poeta num tempo em que os poetas ou estavam tuberculosos ou eram boêmios inveterados, que se viciavam em bebidas para manter a convivência com o outro vício - a poesia. Mas suas vertentes foram bem nascidas, numa casa onde o piano era uma presença constante e comandava o epírito familiar, sendo ele próprio um musicista reconhecido. Há, em sua poesia, deixada em cadernos ou em jornais e, em maior número na memória dos seus familiares, dispersamente, inúmeros sonetos em que se auto-retrata invariavelmente maldizendo a sorte, depois de ter sido filho de rico industrial, ou refletindo a situação de alcoólatra a que chegou, depois de ser estudante no Rio de Janeiro num tempo em que ir à capital da República era uma condição de privilégio dos abastados. Há um soneto bem marcante dessa fase aguda em que todo o drama do viciado se vê reproduzido: "Cinco horas, já se expande a passarada ...

DESMANTÊLO

Foi no princípe de Março: Inverno nem se falava! Só omentava o mormaço, Prumóde qui o Só baixava, Pra matá tudo queimado. O céo só se´parecia, - Deus me perdôe a hirisia - Um prato azú imborcado. Me restava inda uma crença: Pois, pouco tempo fazia; Q'eu fiz as experiênça, Véspera de Santa Luzia... Demanhã quando eu andava Nas verêda, nos caminho, Pra todo canto incontrava; Os nionho de passarinho. Adespois, já se falava, De inverno no Pioí, E, muita gente jurava, Qui a noite relampiava, No rumo dos Carirí. Um dia deadrugada, A barra vinha quebrando; Ouví o "pai da cuiáda", Pulas quebrada roncando. Era justamente o dia, Qui nós todo, tinha fé. A nossa crença dizia: Na véspa de S. José, O inverno, tará pegando. ... Numn tive qui duvidá. Incuivarei meu roçado, Tava tudo apreparado... Sô me fartava prantá. Daí, tempo trancô-se. Chuveu dez dia amarrado! O meu barreiro arrombô-se, Morreu metade do gado, As criação acabô-se Tudo na váge ...

POESIA

OS HOMENS Nós os homens, Senhor, atropelados erramos na encruzilhada de todos  os caminhos. E assim que defrontamos. Os espinhos As árvores de amargos ramos. Assim, senhor, que nos defrontamos Nós os homens que erramos na encruzilhada de todos os caminhos. JLCaldas

POR QUE FRUTILÂNDIA?

A denominação do bairro mais populoso do Assu de Frutilândia. Foi uma homenagem que Ronaldo Soares quando prefeito do Assu em 1985, prestou ao grande poeta potiguar do Assu chamado João Lins Caldas. Sabe por que? Porque era a denominação do sítio do bardo assuense conhecido pelos mais antigos do Assu, como Seu Caldas. Frutilãndia nome criado por ele, Caldas, quer dizer terra de fruta . Aproveitando a oportunidade vamos conferir para o nosso deleite, o poema que ele produziu numa feliz inspiração em homenagem a sua tão decantada Frutilândia, conforme transcrito adiante: Como essa manhã me acorda com os passarinhos. Que matinal de árvores e de pássaros!... Pinga o orvalho das folhas como pérolas trêmulas, molhadas, Cardeiros à distância perto a cerca fulfa do cercado... No terreiro da casa as galinhas ciscando... Um pio de nambu é remoto à distância... Ouço e vejo lá fora... há como que em mim um anseio louco de embriagado... Vontade de correr, rondar, ser co...

SESQUICENTENÁRIO DO ASSU, 1995

Esquerda para direita: deputado Ronaldo Soares, deputado Arnóbio Abreu, governador Garibaldi Alves e´, bem atrás o ex-vereador Fernando Fanfa Caldas. |Assu, 16 de outubro de 1995. Local: Campus Avançado do Assu.

ESTÓRIA DA HISTÓRIA

(Artigo de Agnelo Alves transcrito do jornal Tribuna do Norte, de Natal, 4.42010). JK LEVOU O PSD-RN A APOIAR A CANDIDATURA DE ALUÍZIO ALVES PARA GOVERNADOR O Presidente Jk tinha uma admiração, à distância, pelo então deputado, Aluizio Alves, Vice-líder da bancada da ONU na Câmara Federal, redator-chefe da TRIBUNA DA IMPRENSA, amigo pessoal de Carlos Lacerda, com poderes, inclusive, de vetar artigos, mudar manchetes, enfim, como o próprio Lacerda costumava chamar aluízio de "DBS" - Departamento do Bom Senso. JK sabia como ninguém que Aluízio continha os arroubos mais radicais de Carlos Lacerda, vetando os artigos mais violentos, alguns dos quais reescrevia ou mandava para o recém-eleito deputado, José Sarney, reescrever. Lacerda tomava conhecimento quando a TRIBUNA DA IMPRENSA circulava. Uma prática que vinha desde os tempos do governo Vargas. Quando Aluízio e Lacerda foram a Londres conversar com Jânio Quadros como emissários da UDN, Aluízio notou que a cada igreja nov...

SESQUICENTENÁRIO DO ASSU, 1995

A VIRGINDADE PROFANADA

De Gilberto Freire de Melo, escritor potiguar de Pendencias (RN). Você encontra na Livraria Poty, de Natal. Vale a pena comprar aquele volume.

LOURENÇO,O SERTANEJO

(Terceiro capítulo do livro (título acima) da escritora assuense *Maria Eugênia cujo protagonista é o fazendeiro Epifânio Barbosa encarnado no personagem "Lourenço"). Vejamos adiante: Certo dia, na estrada do Vale, Lourenço encontrou-se com o Coronel Moisés. - Bom dia, Lourenço. Observo que o vento norte continua soprando para você. Tudo verde no sítio... progredindo... - Certo, Coronel. Nem todo mal é mal. O mundo dá mais volta que roda de roleta. Hoje, sou dono da Pedra Branca. Ontem, era o senhor. Eu sei que o Coronel foi à casa de meu pai naquele dia, com seus filhos armados até os dentes. Mas, Coronel, não guardo rancor. Já se vão os anos, já sou pai de família. Querendo aparecer com d. Josefa nós ficaremos contentes. Lunarda é mulher de verdade, Coronel. É a mão que pega o leme da nossa casa. Eu sou o casco do navio velho que balança no mar. Aguento o rojão... O Coronel precisa conhecer Lunarda. Como é bonita! E Juraci, um bichinho que nasceu por lá. Dá gosto de ver...

ESTÓRIAS INESQUECÍVEIS DA POLÍTICA ASSUENSE

1 - Francisco Luciano Marques conhecido popularnente como "Chico Galego" é veterano da política assuense. Foi vereador nos velhos tempos da ARENA - Aliança Renovadora Nacional. Nas eleições municipais de 1991 candidatou-se a vereador. Naquela eleição Lourinaldo Soares era o candidato a prefeito do Assu. Num certo comício realizado na Logoa do Piató (comunidade daquele município) o locutor eufórico anunciou: "Atenção minha gente, vai falar ao povo desta localidade, o seu líder "Chico Galêgo". E Chico ao pegar no microfone sem fio, assustou-se, dizendo: "Chega Lourinaldo, cadê a correia desse danado homem? Desse jeito ele não fala, não!" Para risos dos circunstantes. 2 - Diz o escritor Valério Mesquita que o Assu é campeão em matéria de folclore político. Pois bem, Ortêncio Ferreira de Lima foi vereador do Assu onde também exercia a profissão de enfermeiro. Certa vez, Zé Maria quando prefeito autorizou o seu chefe de gabinete convidar aquele nobre edi...

POESIA DE JOÃO CELSO FILHO

TEUS OLHOS, MARIA Teus olhos, Maria, formosos, lindos como o dia; feitos de luz, de risos, são de amor, Neles contém meu coração Oh! flor. Teus olhos são belos, cheios de castos anhelos; neles se encerram o céu e a terra. Teu riso santo, ai, meu triste canto. Sim, são teus olhos faróis acesos, sempre presos em mim, oh! querubim. Ai, que funda mágoa se os olhos teus, rasos d´água um dia eu visse. Escuta, Maria, o mundo em vez de belo, vão seria, profundo, sem ermo porque eles são meu coração. E eu sou feliz, ai, o teu olhar me diz. (O poema acima está musicado pelo assuense Samuel Fonseca).

OS DESTINOS DA FRUTICULTURA

Por Carlos Eduardo Alves, advogado e ex-prefeito de Natal Preocupa muito a situação dos produtores de frutas do Rio Grande do Norte, uma atividade que gera milhares de empregos e que fixa o homem ao campo, diminuindo o êxodo rural e o consequente inchaço das cidades, com a inevitável marginalização de centenas e centenas de cidadãos pela perda de sua dignidade. É bem verdade que algumas dessas dificuldades não estão ao alcance do governo resolver. É o caso da queda do dólar frente ao real. Como 80% da nossa produção é vendida para o exterior, os produtores estão perdendo competitividade no mercado externo. O Brasil hoje tem uma economia forte, o que é muito bom para o país como um todo, que tão bem resistiu à recente crise econômica mundial. No entanto, este fortalecimento da nossa moeda afeta alguns setores voltados para a exportação. É o que se chama de injunções do mercado. Porém, um dos maiores problemas que vem afetando os produtores de frutas são as cheias que ocorreram nos ...

A CARNAUBEIRA É DO VALE DO AÇU

O RIO

O rio Piranhas/Açu se encontrando com o atlântico em Macau. Por João Lins Caldas Alvo e largo, profundo entre os cabeços brancos É o rio a se estirar vendo os bambus copados E lhe vão a correr pelo seios nevados As torrentes de encher os lagos e os barrancos Das águas que carrega, os largos veios francos, Descidos de alta serra e na várzea alongados, Caminho do oceano, olhando os descampados, Lá se vão a tremer pelos rasgados flancos. Onde vai leva a andar os balseiros folhudos Os escombros de palha, os canaçus caídos Os restos de fogueira e os ramos velhos mudos E carrega, a rolar, aos pedaços e aos galhos, Os altos mulungus, os gravatás fendidos, As lavouas de abril e a lama dos atalhos...

JOÃO MOACIR DE MEDEIROS QUE EU CONHECI

*Por João Celso Neto (Artigo transcrito do seu blog "Falando o Que Penso", em 22.2.2008 A vida me reservou muitos momentos mágicos e felizes, oportunidades raras. Dentre tantas, me fez conhecer e conviver com Moacir Medeiros, entre janeiro de 1960 (quando cheguei ao Rio de Janeiro) até sua morte ocorrido recentemente. É verdade que já não nos víamos há mais de 20 anos, 25 talvez. Porém, muitas vezes nos falamos ao telefone, em papos prolongados, nesses últimos anos. Trocávamos informações sobre a genealogia comum. Todas  as (poucas) ocasiões em que me acontecia de ir ao Rio, prometia ir visitá-lo na Almirante Guillem, 332 - Leblon. E, por algum motivo, no máximo, lhe telefonava, mas não tinha a ventura de vê-lo. Eu o via, pela primeira vez, ainda de calças curtas, anos 50, numa manhã de domingo em Natal. Tio Celso me disse que ele era um publicitário famoso e que era nosso primo. Eu conhecia apenas Zaíra e Félix. Tia Maroca e D. Maria Francisca. Quando nos mudamos p...

CARNAVAL DE ASSU, 1964

Carnaval no Clube Municipal, altos da prefeitura. Esquerda para direita:imenes/Francisca, João Batista/Louridnha, Edgard Montenegro, Edagarzinho Montenegro.

ASSU ANTIGO

O sobrado a esquerda da praça etúlio Vagas entã denominada de praça da Proclamação (fotografia acima) era onde funcionava o Bar Astronauta. Fora demolido para dar lugar a uma casa (vizinho a Senhora Anita Caldas pelo lado esquerdo e pelo lado direito Eloi Fonse/Marina) do Senhor Tião Diogenes.

QUANDO A GENTE É CRIANÇA

Por João Lins Caldas, poeta potiguar. Quando a inocência não cheira Pelos vergais da existência São flores de laranjeira Todos requebros de infância... A gente vê-se criança Na vida de brincadeira... Por tudo respira essência, Por toda parte fragrância... Ah! Quando a gente é criança Na vida de brincadeira!...

LOGOMARCA - NOVO GOVERNO DO RN

ILUSTRES FIGURAS DO ASSU DE ANTIGAMENTE

Foto de Genilda. Esquerda para direita: Astrogildo Soares (advogado), João Marcolino de Vasconcelos Lou (advogado), Cabo Manuel, João Germano (tabelião e escrivão), Adroaldo Soares de Macedo (advogado), Armando (advogado), Migas Fonseca (juiz de paz), Expedito Silveira (promotor), d. Túlio Fernandes (juiz de direito), Kaká (oficial de justiça), Sabóia de Sá Leitão (juiz de paz), Santos Oliveira (tabelião e escrivão), Francisco Amorim - Chisquito (prefeito municipal do Assu) e Cozinho Germano (tabelião e escrivão. A fotografia deve ser entre 1954-55.

ASSU ANTIGO

A fotografia fora tirada no Colégio as Freiras (Educandáio Nossa Senhora as Vitórias, de Assu) provavelmente no final da década de qurenta. Na foto, senhoras assuenses participando de um retiro espiritual com o Padre José Gusmão. Foto cedida por Genilda Soares de Macedo Varela para colaborar com este blog sobre o Assu de antigamente. Clique na imagem para melhor visualizar. Fernando Fanfa Caldas

ASSU EM REVISTA

"Assu em Revista", editado em 1980, salvo engano, po Francisco Amorim ou por Marcos Henrique. Aquela edição traz artigos e ilustrações além do município do Assu, carnaubais e região, bem como suas figuras ilustres, sua gente evidente. Na fotografia abaixo o fazendeiro Alfredo Soares de Macedo (imagem da revista foi cedida pela sua neta Genilda Soares de Macedo Varela, filha de Adroaldo Soares de Macedo que foi tabelião e advogado no Assu) e seu neto Gustavo Alberto de Macedo Varela. Ainda me lembro do velho Alfredo. Ele viveu mais de 1O0 anos e morava na rua Ulisses Caldas, 433, Macapá, antigo bairro do Assu, também denominaa de Lagoinha. A sua casa era onde hoje reside, se não me falha a memória, Walfredo Freire de Carvalho hoje remodelada.