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Mostrando postagens de setembro, 2013
Meu olhar perdido no horizonte   procura inútil a tua presença. Na imaginação deslizo as minhas mãos pouso as pontas dos dedos no contorno dos teus lábios suplicando em cada toque o beijo tão esperado. O tempo passa tudo parece tão distante tudo se traduz em saudade meu olhar perde -se no escuro minhas mãos tacteiam o vazio e a tua ausência grita dentro de mim Voo nas asas da saudade. Sinto a textura da tua pele sedenta onde pousei os meus lábios sem receios, no teu peito. Onde senti fluir o teu desejo repleto de pedidos Confundo sonho com realidade e sinto o teu toque escorrendo no íntimo do meu poema corando nas páginas da minha pele a tua mestria. A tua ausência grita dentro de mim numa explosão de saudade num remoinho de tristeza num vendaval de dor num turbilhão de sentimentos. As tuas mãos voam nos meus sonhos esquecidos acariciando os mistérios da minha poesia dominando a paixão que assalta as ondas do improviso. As minhas lágrimas descem quentes pelo meu rosto sofrido...
ADMINISTRADORES DO ASSU, DESDE 1803 CAPITANIA 1 – Caetano Fernandes de Carvalho – 1803 2 – Alferes José Joaquim de Arruda Câmara – 1803 3 – Capitão Manoel Antonio de Macedo – 1804 4 – José Antonio de Figueiredo – 1806 5 – Capitão Manoel Antonio de Macedo 1810 – 2ª vez 6 – Francisco Manoel dos Santos – 1813 7 – José Joaquim Bezerra Cavalcante – 1814 8 – Capitão-mór – Francisco Dantas Cavalcante – 1817 9 – Ponciano Barbalho Bezerra – 1821 MONARQUIA 10 – Gonçalo Lins Wanderley – 01/01/1822 11 – José Joaquim Bezerra Cavalcante , 2ª vez – 01/01/1824 12 – Alferes Leandro Bezerra Cavalcante de Albuquerque - 01/01/1825 13 – Joaquim da Silveira Borges – 1826 14 – Tenente José Varela Barca – 1826 15 – Francisco de Souza Caldas – 1827 16 – Gabriel Soares Raposo da Câmara – 1828 17 – Cel Manoel Lins Bandeira – 1829 18 – Major Antonio Barbalho Bezerra – 1833 19 – Cel. Manoel Lins Wanderley – 1840 20 – Tenente Coronel Bernardo Ferreira Lima - 1841 21 – Dr. Luiz Gonzaga de Brito Guerra – 18...
PEREGRINOS DA FÉ Visita ao túmulo de Irmã Lindalva marca fim da jornada   O grupo de cavaleiros que foi denominado de Peregrinos da Fé está concluindo neste domingo (29) sua missão depois de 15 dias de cavalgada, chegando ao Abrigo Dom Pedro II, em Salvador (BA). Através de vias carroçáveis, os cavaleiros saíram de Assú e percorreram um total de 1.050 km até a capital baiana.    Eles fizeram uma visita ao túmulo onde repousam os restos mortais da beata assuense Irmã Lindalva Justo de Oliveira, num instante de reverência e espiritualidade.  “Foi um momento de emoção e respeito”,  sintetizou um dos cavaleiros, ex-prefeito Ronaldo Soares.    A viagem começou a duas semanas, tendo a caravana principiado sua jornada a partir da igreja matriz da Bem Aventurada Irmã Lindalva & São Cristóvão, no bairro da Cohab, em Assú, e está tendo o desfecho neste domingo na capital soteropolitana.    A religiosa assuense, nascida em 20 ...

EM BUSCA DA “GUERRA BOA” DOS PRACINHAS

Publicado em   25/09/2013  por  Rostand Medeiros Desenho representativo de um soldado da FEB na Itália 1944/1945 – Fonte – http://fabwiki.blogspot.com.br/2012/07/uniforme-exercito-brasileiro.html Há 70 anos, no dia 13 de agosto de 1943, foi criada a Força Expedicionária Brasileira (FEB). As tropas saíram para o combate no dia 2 de julho de 1944. Pouco antes de o navio-transporte General Mann partir, com 5.075 soldados a bordo, Getúlio Vargas despediu-se dos “pracinhas”: “Soldados da Força Expedicionária. O chefe do governo veio trazer-vos uma palavra de despedida, em nome de toda a nação. O destino vos escolheu para essa missão histórica de fazer tremular nos campos de luta o pavilhão auriverde. É com emoção que aqui vos deixo os meus votos de pleno êxito. Não é um adeus, mas um ‘até breve’, quando ouvireis a palavra da pátria agradecida”. No retorno, em 1945, a promessa não foi cumprida. “A gestão da desmobilização dos pracinhas foi politicamente conservadora ...

"O ASSÚ EM VERSOS DE UM FILHO SEU"

Rosivaldo Quirino é poeta assuense da nova geração. Ele, salvo engano, ainda é  funcionário da Caixa Econômica Federal, agência de Assu, Terra de tantos poetas de boa qualidade. Em 17 de Dezembro de 2010 postei a a imagem acima do livro deste bardo assuense que enriquece as letras potiguares. De Rosivaldo recebo o seguinte comentário em forma de versos/sextilha que diz assim: Amigo Fernando Caldas Eu não sou bom de oratória Por isso tento nos versos Falar da nossa história Por isso meus parabéns Por trazer nossa memória Rosivaldo Em tempo: Rosivaldo envie para este blog, os versos constantes neste livro. Aguardo ansioso! Com o abraço do seu conterrâneo Fernando Caldas/Fanfa. RQBEZERRA 27/09/2013 20:43:00

Carnaubais. Terra dos Verdes Carnaubais

Tremulando forte, impulsionado pelo farfalhar das Nossas CARNAUBEIRAS.... E para seres mais forte.....   De Aluízio Lcerda.  Um telúrico confesso assim como o editor deste blog.

Paróquia revitalizará igreja matriz e prédio do antigo Seminário

Por toda esta sexta-feira (27), o padre Flávio Augusto Forte Melo, vigário-geral da Diocese de Mossoró e administrador da paróquia de São João Batista, em Assú, espera ter em seu poder toda a previsão orçamentária com vistas ao trabalho de revitalização de duas estruturas paroquiais: a igreja matriz de São João Batista e o prédio que abrigou o antigo Seminário. De posse de tais informações econômico-financeiras, o pároco pretende expô-las ao bispo diocesano, Dom Mariano Manzana, que cumpre agenda nesta sexta-feira em Assú, presidindo a celebração eucarística que se verificará, às 19h30, na continuidade da programação socioreligiosa da festa de Santa Terezinha, na comunidade rural de Poré, povoado situado no limite territorial entre Assú e Carnaubais. Entretanto, de antemão o sacerdote adiantou que o trabalho de revitalização começará com a pintura de toda a área externa da igreja matriz. Com referência ao antigo Seminário, a ação estrutural será mais complexa visto que...
CORDEL ME ENGANEI COM MINHA NOIVA Quando solteiro eu vivia Era o maior aperreio, Devido ser muito feio As moça não me queria. Quando pr’um forró eu ia Com qualquer colega meu, Eles confiava neu Ia beber e brincar No fim da festa ia arengar Quem ia preso era eu. E pra arranjar namoro Eu toda via fui mole. Eu cantei samba, eu puxei fole, Usei um cabelo louro, A boca cheia de ouro, Chega brilhava de dia. Quando pr’um forró eu ia Cheirava que nem uma rosa, Mas, se eu caçava umas prosa, As moça não me queria. Aí eu dizia: “É catimbó Que alguém botou, mas não sai, Que mamãe casou com papai, Vovô casou com vovó, Inté meu irmão Chicó, Que é muito mais feio que eu, Namorou, casou, viveu Com duas mulher, inté, Só eu não acho muié Que queira se esfregar neu. Um dia Deus descuidou-se, O satanás se esqueceu, Que Vicença olhou pra eu Com uns oião de bico dôce, Nossos ói se amisturou-se Como feijão com arroz, Se abufelemo nós dois Num amor tão violento Que marquemo o casamento Pra q...

História

Monumento (centro) da Praça da Matriz  (Por volta dos anos 40 ou 50) 01 de janeiro de 1901 – MONUMENTO  – O Assú, euforicamente, homenageia a entrada do último século do milênio. No centro da Praça, ao lado da Matriz, foi edificada uma coluna de nove metros de altura. O Projeto Gráfico do Munumento foi do artista decorador José Severo, dono do Atelier J. Severo. “À uma hora da manhã do dia primeiro de janeiro de mil novecentos e hum, anno do nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo e treze da república, no antigo ‘Alto do Império’, reunido grande número de povo de todas as classes, entre o qual sobresahiam duas alas de excellentíssimas senhoras, para assistir ao acto inaugural do Monumento commemorativo erigido por uma distincta pleiade de assuenses, em homenagem à Jesus Christo Redemptor, no fim do século que se ultima e no princípio do que vae começar, e sendo acclamado Presidente o reverendíssimo Vigário da Freguesia, illustre Conego Estevam José Dantas, este cha...
POETA DE OUTRORA Dos poetas da velha Assú” não poderíamos deixar de citar  Marcolino Wanderley  que pertencia a uma das famílias mais ilustres e mais antigas da Região. Dizem que seus bisavôs vieram da Holanda com o Príncipe de Nassau e que depois de restaurado o domínio português fixaram residência no Rio Grande do Norte, em terras do Assú.  A tradição informa mais que pelos serviços prestados na guerra, foram-lhes conferidos os títulos de nobreza. Uma das irmãs de Marcolino chamava-se Maria Gorgônia de Holanda Wanderley. Sabe-se que o sobrenome Wanderley é de origem holandesa, e que faz crer que, de fato, Marcolino tinha as suas raízes genealógicas fincadas nos países baixos.  Era o homem mais esquisito daqueles tempos. Casou-se a meia noite com uma sobrinha, por mera caturrice, e quando ela veio a falecer, muitos anos depois, fez questão que fosse sepultada ao pé de uma tamarineira no quintal de sua residência. E como a família não consentiu, in...
“Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar.” *Chico Xavier