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Mostrando postagens de dezembro, 2022
E as indiferenças? As indiferenças ficaram No ano que se findou Agora, no ano 'novo' que se inicia, Muita paz, esperança E Amor...   (Fernando Caldas)
  O influente natalense Cid Montenegro (meu amigo) ladeado por Pelé e Fitipaldi.  
Bolavip Peixe Garrincha e Pelé, que nunca perderam quando jogaram juntos, estamos novamente unidos em outro plano.
Natal não há tal João Gothardo Dantas Emerenciano     O Rei Pelé no Hotel Internacional dos Reis Magos em 1971. Ao seu lado Ribamar que jogou no ABC Futebol Clube e outras agremiações de Natal ( RN).    
Diogenes da Cunha Lima  [ Escritor, advogado e presidente da ANL ] Nenhuma região do país é tão pródiga na inventividade como o Nordeste. A arte do repente identifica a nossa região. É o exercício da poética popular, do sertão ao litoral, com versos de fazer inveja a poetas eruditos. O repente nordestino é duelo verbal de cantadores com o acompanhamento de viola, rabeca ou pandeiro (embolada). Em todas as suas formas, participa do rico Patrimônio Imaterial do Brasil. É o diálogo do improviso e da liberdade vocabular. Muito se discute sobre a sua origem. Como sempre, Câmara Cascudo vai mais longe. Para ele é o desafio oriundo do canto amebeu, grego, do tempo de Homero. É canto alternado, obrigando resposta às perguntas do companheiro. Muitos poetas cantadores tornaram-se célebres. Pinto do Monteiro (sempre considerado o mestre da cantoria), um dia, recebeu Lourival Batista, crescente em versos quentes. Glosaram os dias da semana com o humor produzido por trocadilho. Pinto: “No lugar...