Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de junho, 2013
Imagens do mural/facebook de Laélio Ferreira. Do blog: Dix-Sept Rosado foi governador do Rio Grande do Norte, 1951.
" O silêncio, por definição, é o que não se ouve. O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa. O silêncio é fecundo. O silêncio é a terra negra e fértil, o húmus do ser, a melodia calada sob a luz solar. Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras. As palavras boas e más. O trigo e o joio. Mas só o trigo dá pão." Saramago
[...] E há, desguarnecido, um Brasil doloroso, angustiado, Olho por todos os lados, Olhos, lado a lado A espera do milagre. João Lins Caldas (1888-1967)

Solução para a falta de sono na 3ª idade!!!

Dois velhinhos, num banco de jardim a dar milhos aos pombos, comentam um com o outro: - Rony, não consigo dormir, deito na cama e levo horas para dormir. - Olha, Francisco, eu durmo sempre, que nem um anjo. - E como é que você faz para dormir? - Me masturbo... - Bate uma??? - Sim. - Sério??? - Sério. - E goza??? - Não... mas canso. E aí durmo!!!

"Do Picadeiro ao céu: O riso no Teatro de Ariano Suassuna"

Do Picadeiro ao céu: O riso no teatro de Ariano Suassuna é o mais novo livro do escritor e professor Paulo Caldas Neto, lançado quinta feira, 27 de junho, na livraria Nobel, de Natal. Paulo nasceu em Mossoró, é de família tradicional do Assu (Soares de Macedo e Caldas), onde viveu parte da sua infância, professor de língua portuguesa graduado pela UFRN, além de poeta e compositor. Ele, Paulo, tem tem crônicas publicadas na revista Preá, bem como em jornais como O Galo e Tribuna do Norte, de Natal, bem como “aderiu a escrever “também para o site Substantivo Plural, mantido pelo jornalista Tácito Costa. Tem alguns textos inéditos que de vez em quando expõe em seu blog ( www.paulocaldasneto.blogspot.com ) para apreciação dos mais refinados gostos literários”, conforme seu depoimento (orelha) do referenciado livro. Em 2011 ganhou o “Prêmio Literário Eulício Faria de Lacerda, promovido pela União Brasileira de Escritores-Seção RN com o ensaio No ventre do Mundo. E escreveu o poeta Calda...
Que a gente não permita que as batalhas da vida nos roubem a delicadeza do olhar. *Sirlei L. Passolongo
Recordar Florbela Espanca   Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou? Um fogo-fatuo, uma miragem… Sou um reflexo… um canto de paisagem Ou apenas cenario! Um vaivem Como a sorte: hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou? Sei lá! Sou a roupagem De um doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!… Sou um verme que um dia quis ser astro… Uma estatua truncada de alabastro.. Uma chaga sangrenta do Senhor… Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados, Num mundo de maldades e pecados, Sou mais um mau, sou mais um pecador… Florbela Espanca ,in "Charneca em Flor" Imagem: Azher Aliraqi
inguém consegue entender o poder que tem o encontro de duas ausências no mesmo abraço. É afeto por todo lado. Cristina Costa ✿⊱╮♡ ✿⊱╮ღ ♥ ღ ✿⊱╮♡ ✿⊱╮
Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou? Um fogo-fatuo, uma miragem… Sou um reflexo… um canto de paisagem Ou apenas cenario! Um vaivem Como a sorte: hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou? Sei lá! Sou a roupagem De um doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!… Sou um verme que um dia quis ser astro… Uma estatua truncada de alabastro.. Uma chaga sangrenta do Senhor… Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados, Num mundo de maldades e pecados, Sou mais um mau, sou mais um pecador… Florbela Espanca ,in "Charneca em Flor" Imagem: Azher Aliraqi Recordar Florbela Espanca
Não há escolas. Há o talento. João Lins Caldas
UM SAMBA-CANÇÃO PARA PIRANGI  José Victoriano de Medeiros No ano de 1913, em Natal, na 3ª. Companhia Isolada de Caçadores (à época, o único estabelecimento militar do Exército Nacional, no Estado), foi colega de farda de Othoniel Menezes,  ambos na graduação de terceiros-sargentos. Dois ou três anos mais velho do que o poeta, vem dessa época a longa e profunda amizade entre os dois companheiros. Mais tarde, na perseguição à Coluna Prestes, no Piauí, encontrar-se- iam novamente: Vitoriano, capitão da Polícia Militar; Othoniel, como segundo-sargento do Exército. No início da década de 1930, Vitoriano, no posto de major, comandou a Polícia Militar do Estado. O oficial – que se reformou como coronel – era homem de leituras, conhecendo bons autores e, também, poeta e músico. É o autor da Marcha Oficial da PM Potiguar (letra e música). (NOTA de Laélio Ferreira, in OTHONIEL MENEZES - Obra Reunida) Do Mural/Facebook de Laélio Ferreira.
ENSAIO FOTOGRÁFICO “Minha cartilha tem um  A  de que cor?” Cássia Eller cantou, enquanto que, na terra da poesia, os sobrados expõem os As dos enamorados e pelas ruas deixam em portas e janelas a expressão da alma, na fotografia de um tempo… Tempo que a pintura ainda tem riscado ou borrado por épocas e séculos em nossos casarões, num desenho histórico, perpetuando entre isto ou aquilo, do passar e do ficar, de quem ver na moldura, o retrato. Foto:  Fábio Luiz Texto:  Paulo Sérgio Cenário:  Casarões do Assu    Postado por  Ivan Pinheiro Bezerra
HISTÓRIA OS REIS DOS ÍNDIOS JANDUÍS Os cronistas do período holandês no Brasil se admiraram com a longevidade dos tarairiús, principalmente a do Rei Janduí que, conforme escreveram, “gozava do conceito de contar 160 anos (...) capaz de conduzir um tronco de carnaúba aos ombros, em plena carreira”. Janduí ou Nhandu-i , na língua tupi, quer dizer “pequena ema” ou “o que corre muito”. Janduí foi líder do grupo étnico / cultural Tarairiú; foi o rei dos tapuias quando sua principal aldeia ficava nas imediações da cidade do Assú. Janduí foi sucedido por seu filho Canindé que liderou os tapuias nas últimas décadas do século 17; rompeu com os portugueses e iniciou um conflito com suas tribos saqueando os colonos, matando o gado e incendiando as fazendas no Vale do Assú/Piranhas, que resultou na vinda de sucessivos Terços Paulistas para combatê-lo. O Rei Canindé comandava 22 aldeias entre o Rio Grande e Pernambuco, com cerca de 15.000 habitantes. 5...
Quem não ama a Pátria desama tudo. Caldas, poeta potiguar

De JK

Imagem da linha do tempo/Facebook de Laélio Ferreira
Ou com ela ou comigo Virgílio Caldas era negociante de carne de gado no lugar então denominado Sacramento, atual e próspero município de Ipanguaçu (RN). Pois bem, Virgílio era mulherengo, gostava de jogar cartas (baralho) e de tomar "umas e outras". Ele teve uma relação amorosa com certa moça daquela lugar e não quis continuar com o relacionamento, não deu muita importância. O pai daquela jovem procurou o Major Montenegro para resolver a questão, obrigar Virgílio a se casar com sua filha. O Major em Ipanguaçu além de grande fazendeiro era o chefe político, o padre, o juiz de direito, o juiz de paz, ouvido e procurado para resolver qualquer problema que por ventura existisse naquela localidade. Major Montenegro (ele foi o primeiro prefeito de Santana do Matos (RN) e deputado provincial) mandou alguém de sua confiança convidar Virgílio a comparecer até à sua casa. De pronto, Virgílio atendeu o seu chamamento. Ao chegar, o Major foi direto ao assunto: "Virgílio, prepa...

Zelito Coringa

"Natural do Vale do Assú, da cidade de Carnaubais, estado do Rio Grande do Norte. É poeta, cantor, compositor e multi-instrumentista, e utiliza a tradição oral dos cordéis e seus personagens, histórias e autores para produzir sua música com pedais, violões, viola e rabeca , além de instrumentos que ele mesmo criou. Criando uma textura única e contemporânea do nordeste e sua beleza, contrastado pela seca, nossa realidade política. Zelito Coringa segue divulgando a nossa região pelos quatros cantos do Brasil. O mais cigano dos artistas potiguares, abridor de cancelas, e fazedor de belas canções."
POESIA SÃO JOÃO DO ASSU Matriz de São João / Ornamentação festejos juninos (fotógrafo: Roberto Meira)           I Assu Terra da Poesia, Dos verdes Carnaubais,  Dos Janduís, ancestrais...  Pátria da boemia,  Berço da harmonia,  Lar de um povo cristão,  Seja assuense ou não,  Senta no mesmo terreiro  Neste Assu hospitaleiro,  De Lindalva e São João.                        II Assu dos festejos juninos  Religiosos e profanos  Que Reúne todos os anos  Turistas e peregrinos...  Homens, mulheres, meninos, Desta imensa nação,  A cada um, com fé e oração,  Acolhemos como romeiro...  Neste Assu hospitaleiro  De Lindalva e São João.            III Nesta festa tradicional  De quase trezentos anos  Nela sempre buscamos  Seguir o seu ritual...  E de forma fenom...
Por detrás da Alegria e do Riso, pode haver uma natureza vulgar, dura e insensível. Mas, por detrás do Sofrimento, há sempre Sofrimento. Ao contrário do prazer , a dor não tem máscara. Oscar Wilde Do Face de Ana  Paula Santos
Van Gurgel é poeta glosador assuense.

Olha pro céu, meu amor!

Xangai - Galope à Beira Mar Soletrado

Uma imagem fala mais que mil palavras. Tamo junto, Brasil! Foto Itau