sábado, 29 de agosto de 2026

 COMO VIVER 13 ANOS A MAIS E SEM DEMÊNCIA

Rosangela Haydem

Um estudo publicado em agosto de 2026 trouxe um dado que merece a nossa atenção: pessoas que chegaram à meia-idade sem hipertensão, sem diabetes e sem fumar viveram, em média, quase 13 anos a mais livres de demência quando comparadas àquelas que apresentavam os três fatores.
Os pesquisadores analisaram 12.409 pessoas e acompanharam essa população por uma mediana de 26,3 anos.
E os números impressionam.
Entre os participantes que não tinham nenhum dos três fatores de risco — hipertensão, diabetes e tabagismo — a estimativa foi de 30,1 anos de vida sem demência a partir dos 55 anos.
Entre aqueles que apresentavam os três fatores, foram 17,5 anos.
A diferença: 12,6 anos.
Isso não significa que controlar a pressão, evitar o diabetes e não fumar garanta que uma pessoa nunca desenvolverá demência. O próprio estudo deixa claro que encontrou uma ASSOCIAÇÃO, e não uma relação de causa e efeito.
Mas existe uma mensagem muito importante aqui:
CUIDAR DOS SEUS VASOS É CUIDAR DO SEU CÉREBRO.
O cérebro recebe cerca de 20% do oxigênio e da energia utilizados pelo organismo e depende de uma rede vascular extremamente eficiente para funcionar. Hipertensão, diabetes e tabagismo podem causar danos aos vasos sanguíneos e estão entre os fatores modificáveis associados ao risco de demência.
E talvez esteja aqui uma das grandes mudanças na maneira como precisamos pensar sobre Alzheimer e outras demências:
Não devemos começar a cuidar do cérebro quando a memória começa a falhar.
Precisamos começar antes.
Muito antes.
Na meia-idade, controlar a pressão arterial, acompanhar a glicemia, não fumar, praticar atividade física, cuidar da alimentação e tratar adequadamente os fatores cardiovasculares pode significar muito mais do que proteger o coração.
Pode significar proteger anos de vida com autonomia cognitiva.
Durante o acompanhamento desse estudo, 3.008 participantes desenvolveram demência.
Por isso, se você está na faixa dos 40, 50 ou 60 anos, não pense que é cedo demais para cuidar do cérebro.
Esse pode ser exatamente o momento.
Não se trata apenas de viver mais.
Trata-se de aumentar as possibilidades de chegar mais longe com o cérebro funcionando bem.
Fonte científica: Coresh J. e colaboradores. “Midlife Vascular Risk Burden and Dementia-Free Survival Years”. Neurology Open Access. Publicado em 5 de agosto de 2026.
Pode ser uma imagem de óculos


Dia de Assembleia Geral da Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu Ltda. Da esquerda para direita: Solón Waderley (de costa), José Nazareno Tavares (Barão), Sebastião Alves Martis, Dr. Edard Montenegro, Miro Cobe, Francisco Amorim e Raimundo Silva (discursando).

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

quinta-feira, 6 de agosto de 2026


 Rua Aureliano Lôpo, Assu/RN.

"O jornal DIÁRIO DE NATAL, de 24.03.1990, publica extensa matéria com o titulo "Emenda da Lei Orgânica pede grafia de AÇU". Entre outras considerações a respeito da promulgação da nova Carta Magna do município, a matéria refere-se textualmente: - "Na primeira emenda aprovada por unanimidade, de autoria do presidente da Câmara, vereador Domício Soares Filgueira, atendo sugestões do jornalista e escritor Celso da Silveira , a nova carta autoriza que o topônimo ASSU será assim grafado. isto é, com esses dobrados, em respeito a tradição de mais de cem anos que manteve em vigor essa grafia e por se tratar de substantivo próprio locativo, designativo de município e cidade do Rio Grande do Norte, devendo constar ASSU nos timbres de papéis oficiais, nas chapas de veículos licenciados no município e nos  serviços concessionados, e em todas as partes onde figurar como representatividade de autoridade do poder municipal e dessa forma ensinada nas escolas".


Era presidente da constituinte municipal, o vereador Gustavo Fonseca Pimentel.

_________________Celso da Silveira, em Assu/Gente/Natureza/História, Pág. 112.

 

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