sábado, 21 de fevereiro de 2026

 Ao Povo do Vale do Açu e do RN:

Sou filho do Assu, terra da indigência, de tradições pioneiras, dos grandes poetas, de importantes políticos desde os tempos do Brasil Império como Francisco Brito Guerra (ele foi o primeiro potiguar a assumir o Senado do Império do Brasil), além de Otaviano Cabral Raposo da câmara, que representou o Rio Grande do Norte na assembleia Geral do Império, atual Câmara Federal e Manoel Montenegro Neto que assumiu por um curto período, a baixa câmara do país entendo que o Assu e região tem potencial eleitorado para eleger pelo menos um deputado deputado federal. Pois, conterrâneos, somos um terra privilegiada, porém sem representatividade no cenário político nacional. Como um telúrico confesso venho desejoso de nas próximas eleições candidatar-me a deputado federal, pois, o fato de ter sido vereador e presidente da Câmara dos Vereadores do Assu, por sinal uma das primeiras casas legislativas do Brasil (1786) e já tendo disputado oito sucessivas eleições para vereador do Assu, do Natal e deputado estadual e de ter ocupado relevantes cargos na assembleia legislativa e no governo do estado, além dos meus serviços prestados a minha terra natal e ao meu estado, é o bastante para credenciar-me disputar mais uma vez, um cargo público eletivo, desta vez, para deputado  federal.

Possuo uma reminiscência de amizade para ir a luta, calcada nos critérios de uma juventude inteligente e salutar. Sempre utilizei da lealdade, de uma comunicação respeitável com todos os lados, sem radicalismo, pensando no futuro, tratando as pessoas com cordialidade.            

Portanto, quero ser deputado federal com coragem e abnegação, pois,  Considero-me uma história viva do Vale do Açu. Vou seguiu nesta caminhada em busca do alvorecer idealista, para ser um lutador determinado e um grande menestrel das nossas riquezas, insistindo na contribuição democrática, sonhando com realidade, progresso e desenvolvimento. 

Por fim. Vou a luta com espírito público que me é peculiar, demonstrando o meu valor. Afinal, quero ser uma alternativa ao povo do Rio Grande do Norte, na baixa câmara federal da terra brasileira!

Com o abraço do,

Fernando Caldas/Fanfa



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

A vida tem muitas perguntas, mas aqui uma única resposta: a vida vivi-se.

Caldas, poeta e pensador potiguar 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

GILKA MACHADO (1893-1980)

NONA REFLEXÃO

Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o
uma vez, outra vez (sonhos insanos!)...
e desespero haja maior não creio
que o da esperança dos primeiros anos.

Guardo nas mãos, nos lábios, guardo em meio
do meu silêncio, aquém de olhos profanos,
carícias virgens, para quem não veio
e não virá saber dos meus arcanos.

Desilusão tristíssima, de cada
momento, infausta e imerecida sorte
de ansiar o Amor e nunca ser amada!

Meu beijo intenso e meu abraço forte,
com que pesar penetrareis o Nada,
levando tanta vida para a Morte!...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Maria de Oliveira Caldas Nobre, chamada carinhosamente de Nany Caldas, nasceu na cidade de Assú em de 1897, quarta filha do casal Neófita Wanderley de Oliveira Caldas e Enéias Silva Caldas. E entre 10 e 12 anos já escrevia poesias e também aprendeu francês com sua mãe. Sua preferência na poesia era a estilo quadrinhas que dominava com maestria. No ano de 1929 casou--se com Francisco da Fonseca Nobre (contador) também Assuense. Tiveram 2 filhos: Francisco Elion Caldas Nobre (auditor fiscal e compositor) e Maria Elionete Caldas Nobre (empresário do ramo de buffet). Mudou-se para Natal com a família durante a primeira guerra mundial e na capital potiguar ficou residência. Sempre voltada para arte e cultura sua casa em Natal era uma extensão do Assu, acolhendo familiares como seu irmão, o poeta Renato Caldas e amigos da sua cidade Natal. Gostava de fazer reunião para um chá aos domingos para uma boa conversa e declamar suas quadrinhas. Amigas que participavam destas reuniões: o folclorista Câmara Cascudo, o teatrólogo Genar Wanderley, o cantor Ronaldo Calheiros e outros intelectuais como Newton Navarro e Nelson Patriota, Nany Caldas, a porta das quadrinhas como gostava de ser chamada, morreu em Natal, em 25 de agosto de 1988 e seus restos mortais repousam no jazigo da família no Cemitério do Alecrim.





domingo, 1 de fevereiro de 2026

Encaminhei requerimento imediato à CPI do CR1M3 Organizado pedidos para que o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, prestem esclarecimentos à Comissão. Também solicitei a quebra do sigilo bancário de Viviane para apurar contratos firmados na defesa do Banco Master. Há notícias de conversas do ministro com o presidente do Banco Central no mesmo período da vigência desses contratos. Os fatos ultrapassam a esfera privada e levantam dúvidas sobre possíveis conflitos entre interesses públicos e privados. A CPI tem o dever constitucional de investigar e a oitiva é necessária para preservar a confiança nas instituições. Em outro requerimento pedi também a convocação e quebras de sigilos de Toffoli e seus irmãos que eram donos de resort que teve ligação com fundo desse “Master escândalo” . Ou seria “supremo escândalo”?! Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação. Jesus no comando. Sempre! Paz & Bem.
Pode ser uma imagem de texto que diz "٨ MMASTER BANCO MASTER METRÓPOLES Contrato da mulher de Moraes com Banco Master era de 129 mllh0es PROPUS CONVOCAR MORAES E SUA ESPOSA À CPIDOCR1M3ORGANIZADO DO 13 ORGANIZADO NOVO INILA Tu dkial SENADOR EDUARDO GIRAO"
Todas as reações:
Paraíba, B

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

"JUSTIÇA POR ORELHA"

 Aᴍᴏʀ Cᴀɴɪɴᴏ

A imagem do cãozinho Orelha, envolto em um pano e cercado por mãos humanas em despedida, não mostra apenas luto. Ela escancara uma verdade dura sobre a nossa sociedade.

Não é só sobre um cachorro. É sobre falha coletiva.

Quando adolescentes chegam ao ponto de cometer violência contra um ser indefeso, não estamos diante de um “caso isolado”. Estamos vendo o reflexo de uma educação que falha, de valores que não estão sendo formados e de uma sociedade que muitas vezes prefere ignorar sinais graves.

A crueldade contra animais não surge do nada. Ela é um alerta. Um sinal de desumanização precoce, de empatia enfraquecida e de uma violência que vai sendo normalizada aos poucos. E o que assusta ainda mais é o silêncio, a omissão e as tentativas de minimizar o que aconteceu — isso só fortalece a sensação de impunidade.

Orelha não é “apenas um cão”.

Ele se tornou símbolo de algo maior: um sistema que precisa proteger melhor, educar melhor e responsabilizar dentro da lei.

Pedir justiça por Orelha não é exagero. É defender uma sociedade que valoriza a vida, que não aceita a barbárie como normal e que entende uma coisa simples e séria: quem aprende a ferir um ser indefeso pode, no futuro, banalizar qualquer dor.

#JustiçaPorOrelha



 Ao Povo do Vale do Açu e do RN: Sou filho do Assu, terra da indigência, de tradições pioneiras, dos grandes poetas, de importantes político...