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Mostrando postagens de março, 2008

"TRILOGIA DO COTIDIANO - CRÔNICAS, PERFIS E CAUSOS"

O livro (titulo acima), publicado em 2003 é de autoria do escritor Valério Mesquita. Aquela obra literária recebi de Valério com a seguinte dedicatória: "Ao Fernando Caldas, com a admiração e a satisfação de prefaciar o seu livro "Renato Caldas de Cabo a Rabo". Naquela edição, Valério faz referências aos escritores potiguares do Assu como Celso Da Silveira (já falecido) e João Batista Machado, ambos merecedores de muitas honrarias que nunca pediram aos assuenses e ao Rio Grande do Norte, mas que tanto merecem. Quero, portanto, deixar registrado que nós assuenses  precisamos lembrar mais os nossos poetas, escritores e jornalistas que dignificam e engrandecem a literatura, a cultura e a História do Rio Grande do Norte. Vamos conferir o que disse o escritor Mesquita sobre Celso e Machadinho, respectivamente: 50 ANOS DE "ARTES" É o título jocoso e lírico da exposição que o escritor Celso da Silveira exibe na Capitania das Artes, de 22 de abril a primeiro ...

JOÃO LINS CALDAS

O jornal intitulado Circulador, nº 17, março - 2008 (matéria intitulada Expoentes Poéticos do Rio Grande do Norte), Pág. 7, editado pela Fundação José Augusto, Natal, lembra com muita justiça o grande poeta assuense de Goianinha (RN) chamado João Lins Caldas. O texto transcrito abaixo é de autoria do poeta e escritor Marcos Ferreira em "Breviário da Poesia Norte-Rio-Grandense", ainda inédito. Vejamos: "Nascido no município de Goianinha, RN, no dia 1º de agosto de 1888, João Lins Caldas é mais um dos grandes injustiçados da literatura norte-rio-grandense. Ainda hoje, passados mais de quarenta anos de sua morte, o conturbado homem de engenho e sonetista de escol permanece num vergonhoso esquecimento. Afora a publicação de "Poética" (1975), antologia postumamente organizada por Celso da Silveira, nada mais o Rio Grande do Norte fez pela sua obra e memória. Sem livros publicados em vida, marginalizado e ignorado em seu próprio Estado, sua poesia jamais se ajusto...

"SAÚDE NO FIOFÓ"

O título referenciado acima é o último verso do poema intitulado de "Qué vê matuto humilhado, é tá doente das parte", do poeta matuto Jessier Quirino. Aquele bardo paraibano, no seu livro de estreia sob o título "Paisagens de Interior", 1996, editora Bagaços, do Recife, faz referência, na introdução daquele volume, ao consagrado poeta assuense Renato Caldas na qualidade de seu admirador. Sobre o poeta de "Fulô do Mato", disse, certa vez numa entrevista, Jessier Quirino: "particularmente eu admiro muito o Renato Caldas, os poetas do Assu em geral. Como pesquisador, minha admiração pela obra de Renato Caldas é latente porque a poesia dele tem um lado lírico, como Zé Limeira e Zé da Luz". Jessier, penso eu, é o poeta matuto mais aperfeiçoado da Literatura Popular Brasileira, além de excelente declamador, sabe com maestria, contar os causos matutos, ou mulher dizendo: é um grande artífice, igualmente a Renato, da poesia escrita em linguagem genuinam...