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Mostrando postagens de junho, 2025
O AVIÃO TECO-TECO DE JOÃO PINHEIRO Outra foto do avião Teco-Teco de João Pinheiro. Se não me engano, foi ele, João Pinheiro, pioneiro no setor de tax aéreo no Rio Grande do Norte. Fez muitas viagens entre Natal e Assu, com Olavo Montenegro. Com Costa Leitão e Francisco Fonseca (Tururu), para jogar cartas (baralho), no Natal Clube, uma casa de jogo de cartas (baralho) mais famosa da cidade, inclusive comigo mesmo quando eu tinha três anos de idade, acometido por varíola conhecido popularmente como bexiga. Se meu pai não tivesse fretado aquele avião, não teria eu chegado à Natal com vida. Foi em 1958. Naquele tempo o campo de poso em Assu era no JK. Na fotografia da direita para esquerda: João Pinheiro e ?. Por sinal, João Pinheiro era irmão de dona Neide Galliza Montenegro. esposa do deputado Olavo Lacerda Montenegro. Há informações também que aquele avião teria sido requisitado por várias vezes, pelo comerciante em Assu, Leonardo Pinheiro, primo de João Pinheiro, segundo informações de...
João, o Padroeiro do Assu há 299 anos.
De:  Assu Antigo   Fotografia do inicio da década de sessenta: Da esquerda para direita: Dedé Caldas, Nazareno Tavares (Barão), Andiere Abreu (Majó), José Antônio da Fonseca (Detônio ou Detnho) e Francisco Germano (Chico Germano). Fotografia tirada Praça Getúlio Vargas numa noite dos festejos de São João Batista. O poema abaixo, intitulado 'Minha Terra, Minha Gente', é parte integrante de um dos livros, com aquele mesmo título, do poeta potiguar do Assu chamado Andière Abreu (Majó), como era chamado carinhosamente. É de autoria dele, Majó, o poema: Vejamos adiante, para o nosso deleite. Minha terra é boa, nobre, Uma grande área cobre Para o verso da morada. E a alta tecnologia Mostra a parte da euforia Na agricultura irrigada. Dos conterrâneos antigos Onde tinha bons amigos Aos que se foram lamento, Deles sinto muita falta, Com as memórias em alta, Este é o meu julgamento. E tudo em mim se ebaralha, O raciocínio falha Ao lembrar Anderson Abreu, Sempre ao chegar no Assu Penso...
CÃNDIO CAMBÃO À memória de:  Luiz de Galdino,  Zé Piolho,  Camila Olegário Freire,  Absalão Pinheiro Maia,  Manoel Antônio da Fonseca,  Joaninha de Pipiu Varzeanos antológicos que respeitavam a pureza e a liberdade do linguajar sem preconceitos, mantendo, apesar da censura, um clima que aceitava o vocabulário do beradeiro tal como se apresentasse. O autor APRESENTAÇÃO O cantador - é bom deixar bem claro - não é cantor, aquele que apenas canta, chamado de intérprete. Há conotações e peculiaridades próprias que identificam o CANTADOR, que, além de cantar, faz de improviso os versos com que trabalha. Canta, compõe, cria e produz. Quando aparece nas recomendações gramaticais, cantador é adjetivo: O pássaro cantador, o carro-de-bois cantador, etc. No caso de poeta repentista, violeiro, se diz CANTADOR e se usa como substantivo - o cantador. É o poeta da viola, o repentista, uma arte que só se concilia com o cantador. E são cantadores todos os poetas violeiros, i...