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Mostrando postagens de janeiro, 2010

PROPAGANDA DA POLÍTICA ASSUENSE

Para registrar. "Santinho" quando Fernando "Fanfa" Caldas candidatou-se pela terceira vez a vereador do Assu-RN nas eleições de 2000 pelo PPS, cujo partido ajudou a fundar naquele ano, na terra assuense. Fanfa antes já terido sido vereador e presidiu a Câmara Municipal daquele importante município potiguar e, porque não dizer, brasileiro?. blogdofernandocaldas.blogspot.com

LEMBRANDO IRMÃ JUSIFINA

Lembro-me muito bem dela, Irmã Jusifina Gallas. Eu era ainda menino estudante do curso primário do Colégio Nossa Senhora das Vitórias (de onde guardo boas recordações) Ela era um amor de pessoa, humanitária, emprendededora, foi ela que reconstruiu a capela daquele educandário, ou melhor remudelou. Irmã Jusifina é a primeira Filha do Amor Divino, brasileira. "Estreou no Convento do Cerro-RS em 1920. No colégio de Assu ela foi além de professora, Madre Superiora, se não me engano, entre a década de cinquenta e sessenta."Foi a primeira mestra de noviças, de 1928 a 1950, quando o noviciado era em Assu", faleceu em Natal em 1983 aos 80 anos de idade, no convento de Emaús, e esta enterrada no Cemitério Público de Assu terra que ela tanto amou e foi muito querida por todos. Fica, portanto, a homenagem do seu ex-aluno, dizendo que a sua alma "há de brilhar e florescer como talvez nenhuma outra alma no mundo". Fernando Caldas blogdofernandocaldas.blogspot.com

CARNAVAL DE TODOS EM ASSU

Clique na imagem para visualizar melhor o convite. Carnaval de todos em Assu é uma organização de Wilde Diniz que "há cinco anos vem festejando a amizade". O Assu é assim, feiteira, acolhedora e amiga de todos.  blogdofernandocaldas.blogspot.com Fernando "Fanfa" Caldas

DA POLÍTICA ASSUENSE

No passado não muito distante, a política do Assu era explorada através dos versos dos seus poetas populares que eram muitos. Manoel Calisto Dantas mais conhecido como Manoel do Lanche era um deles. Certa eleição nos idos de cinquenta candidatou-se a vereador pelo então MDB, de Olavca e João Batista Montenegro. Ele tinha um box no Mercado Público da cidade onde vendia miudezas (faleu há mais de dez anos atrás). Pois bem, para ele mesmo produziu o seu marketing político, dizendo assim: Negue o soldado ao tenente, Negue esmola ao aleijado, Negue ao faminto o bocado, Negue o remédio ao doente Negue o major a patente, Negue o direiro ao patrão, Negue tudo isto eu suporto Só não me negue o seu voto No dia da eleição. blogdofernandocaldas.blogspot.com

CYRNE LIMA EM IPANGUAÇU

O simpático ministro da agricultura Cyrne Lima, no governo Médice, esteve em Ipanguaçu em 1969. Esquerda para direita: Cyrne Lima, o jornalista assuense Osvaldo Amorim, Marriinha Amorim (esposa de Osvaldo), escritora Maria Eugênia e Dix-zuit Rosado que naquela época era o presidente nacional do INDA, atual INCRA). A fotografia acima fora tirada na Fazenda Picada/Itu, naquele município. Mais história a contar em breve sobre a vinda daquele ministro a cidade ipanguaçuense.  blogdofernandocaldas.blogspot.com

AOS ASSUENSES

Por Chico Traira, poeta cordelista, cantador de viola. Tenho orgulho em chamá-los De Assuenses geniais, Esses ricos imortais Não tinham prata nem ouro. Foram uns heróis sem medalhas Foram monarcas sem tronos Porém verdadeiros donos De um prestimoso tesouro. O dom, a inteligência, Também pertence aos plebeus É um presente de Deus Entrega a quem é eleito, Mas, a inveja, a maldade, Da força de Deus se esquece, Negar a quem tem direito. Eles foram, enquanto vivos, Admirados, queridos, Depois ficaram esquecidos Da mesma sociedade. Quero nestes pobres versos Tirá-los do esquecimento, Filósofos de nascimento Sem ambição, sem maldade. Foram verdadeiros mestres De um gigantesco saber Pois ninguém pode apreender Aquilo que eles souberam, Pois só eles possuiam Essa original cultura O que do berço trouxeram. Não convém possuir ouro, Ter título, ser potentado, Com o espírito atribulado Não há riquesa, há miséria. É muito infeliz quem é Ganacioso, avarento, ...

POESIA

O olho de Deus. Imagem da NASA. A PRECE *Por João Lins Cldas Senhor, Tu me mostrastes todas  as estrelas e me acenaste para mim todos os brilhos do Teu mundo celeste. A teoria dos astros em revoada Arcanjos de longas asas como brilhantes acesos numa noite flamejante de eternidade. Noite sem noite Sóis demorados Sóis acesos como um deus, o sol aceso numa noite flamejante de eternidade. Noite sem noite Sóis demorados Sóis acesos como um Deus, o sol de todas as horas fulguramente inflamadas. Senhor, Tu em mim Te derramaste como a essência imponderável de todas as cousas, De todods os seres, As cousas como a Verdade A beleza A razão O amor de Deus como liberdade Senhor, como o próprio Deus. Senhor, Tu foste em mim o como que limite do ilimitado, O país sempre azul do eterno azul inconcretizado de todas as distâncias. No concerto das cousas, o abstrato de todas as cousas, a marcha indefinida para a perfeição. Senhor, e me foste a vida, A poesia, A canção, ...

FIGURAS QUE FIZERAM ESTÓRIAS E HISTÓRIAS NO ASSU

Esquerda para direta: Francisco Ximenes, que era proprietário de um bar popular e aristocrático, instalado num prédio esquina com a Prefeitura Municipal, Franciscao Amorim (Chisquito), que foi prefeito daquele município, além de poeta, escritor, e o poeta matuto Renato Caldas. E por falar em Renato, este versinho para o nosso deleite: Nenhuma mulher é troço, Branca ou preta são belas Lamento porque não posso , Ser dono de todas elas. Em tempo: Foi o primeiro verso que Renato Caldas escreveu, data de 1914 quando ele ainda era adolescente. Fernando Caldas

RELÍQUIA ESCOLAR DO ASSU

Carteira de estudante do antigo Externato São José (pertencente a Fernando Antonio Caldas autor deste blog), escola particular de Maria da Glória Pessoa (Dona Glorinha) que funcionava na sua própria residência na ciade de Assu (RN). Ela preparava com carinho e zêlo os alunos para o Exame de Admissão para o Curso Ginasial, bem como para o Concurso do Banco do Brasil que se realizava na década de cinquenta e sessenta. Foi minha querida professora naquela escola no ano de 1968 confome documento estudantiu acima que encontrei como bom guardião, revendo velhos alfarrábios. Clique na imagem para uma melhor visualização. blogdofernandocalas.blogspot.com Fernando "Fanfa" Caldas - 84.99913671

INTRIGA CARNAVALESCA

Por Valério Mesquita, escritor. 01 - Natal boêmia dos anos cinquenta. Natal lírica que se reunia toda no grande ponto. A história é desse tempo. Era carnaval no reinado do inesquecível Severino Galvão, amigo de Luiz de Barros e Roberto Freire. O compositor Dosinho lançava os seus últimos sucessos carnavalescos. E a animação tomava conta da capital que exportava folia. Tanto assim, que os jornais anunciavam a visita do rei Momo, primeiro e único Severino Galvão, à capital do Oeste - Mossoró, levando toda a sua corte. Não podia haver notícia melhor para estreitamento das relações entre Natal e Mossoró, pois andavam tensas por causa das estórias que os maledicentes inventavam com os mossoroenses. Tudo pronto, transporte providenciado, discurso afiado do monarca nos trinques, parte a caravana real com confete e serpentina. Mas, em todo reino que se preza, sempre há um vilão à espreita que desmancha prazer e ameaça a coroa. O folião de longo curso Roberto Bezerra Freire resolve bagun...

POESIA

Fernando de Sá Leitão é outro poeta da nova geração do Assu. Da antologia intitulada "Vertentes" (reunião com 25 poetas assuenses), publicizado pela Coleção Assuense, 2002, transcrevo o poema sob o título "Cavalo Selvagem": Entre a dúvida e o desejo, correm cavalos selvagens, Instintos e razão, Que fazer, então? Entre a dúvida e o desejo, Há sempre cupidez, Faces rubras ou palidez, Boca seca, mãos frias... Olhares alfinetantes... Entre a dúvida e o desejo, Existem o risco da insensatez, E o momento de lucidez, Onde os cavalos são domados.

BATATA QUE O POVO GOSTA

Essa estória é muito antiga mas vale a pena relembrar. Renato Caldas poeta matuto, boêmio e andarilho (um dos maiores poetas populares do Brasil, falecido em 1991) tomando "umas e outras" pela feira livre da sua terra natal, fora abordado por uma certa vendedora de legumes que, ao vê-lo passar, disse : "Seu  Renato ajude-me a vender minha bata que se encontra encalhada". Já era final de feira e aquela senhora ainda não tinha vendido nada da sua mercadoria. Renato pegou um pedacinho de papel e mandou brasa, escrevendo assim: Batata rainha prata É dessa que o povo gosta Um quilo dessa batata Dá bem 10 quilos de bosta. "Mas Seu Renato    se eu for divulgar esse versinho não vou vender minha mercadoria!" Ai Renato dobrou a doze, escrevendo noutro pedaço de papel outra trovinha conforme adiante: Batata, bata doce Batata que o povo gosta Um quilo dessa batata Dá bem 20 quilos de bosta.

BRASÃO E ORIGEM DA FAMÍLIA CALDAS

CALDAS .  Procedem de D. Garcia Rodrigues de Caldas, rico-homem de pendão e caldeira, natural do Reino das Astúrias, que se diz ser da Casa dos senhores de Caldelas. Tomou partido contra D. Henrique. Conde de Trastamara, nas lutas havidas com seu irmão o Rei de Castela D. Pedro, o Cruel, pelo que quando este foi vencido e aquele, com o nome de Henrique II, subiu ao trono, teve de fugir a sua vingança, vindo para Portugal na companhia de D. Fernão Anes de Lima, seu parente. Recebeu-se com D. Leonor Sousa de Magalhães, filha de Luis Gonçalves de Sousa e de sua mulher, D. Leonor de Magalhães, senhora que lhe levou em dote as quintas da solda, Camposa e S. Martinho de Vascões, em Coura; e apresentação da igreja de Camposa, na vila dos arcos, e S. Martinho de Vascões; a quinta de Vila Verde e do paço de Coura, na freguesia de Vascões. Seus filhos continuaram o apelido. Desta família e das suas armas dizia-se, como informa o Padre Antônio Soares de Albergaria no primeir...

POESIA

Angélica Lana de Medeiros já nasceu com a poesia no sangue. Seu pai assuense Diassis Medeiros é poeta da nova geração. É de sua autoria os versos intitulado "Dor (Trova), que transcrevo a seguir: Uma palavra mal-dita Uma dor mais fincada Uma lágrima ferida Uma vida sofrida... Ainda chamam-me, Trova (dor), canta (dor), Canto, á dor. blogdofernandocaldas.blogspot.com fernando.caldas@bol.com.br

CASARÕES

Fotografia: Gean Lopes. Janela da casa da escritora assuense de Lavras (MG) Maria Eugênia Montenegro. blogdofernandocaldas.blogspot.com

CARNAUBAIS - ADMINISTRAÇÃO LUIZINHO CAVALCANTE

PENDENCIAS...

Manoel Rodrigues de Melo, poeta, escritor pendencese. Do livro "Chico Cabôclo e Outros Poemas, 1957. Sob o formoso céu que te cobre e ilumina, Vives como a cantar uma canção serena... Desde o bosque ao jardim, do roçado á campina, Deixas sempre exalar um cheiro que envenena!... Minha terra! Meu ninho azul, onde a bonina, Aberta ao rubro sol da tarde, incita pena... Tenho n1alma e terei mirrada e bem franzina Uma saudade atroz que maltrata e condena! Minha terra! Meu berço amado eu te amo tanto, Que se um dia o estilete agro da Dor vier Matar-me, servirás de meu repouso santo. És o templo bendito, onde aprendi primeiro, Entre o aroma sutil do brando malmequer A divina canção dolente do vaqueiro. blogdofernandocaldas.blogspot.com
Fotografia de Jean Lopes. blogdofernandocaldas.blogspot.com

BRASIL DA INDIFERENÇA

*Por João Batista Rufino de Souza Brasil da corrupção Uma guerra não vencida O desemprego, a fome A renda mal dividida Trava o combate do filho Pela batalha da vida Brasil da desigualdade Indigência, conflitos sociais Os pobres sem moradia Ricos em mansões colossais Não ver que a justiça divina Prega por todos iguais Vou fazer prece aos céus Pra mudar isso, talvez Ao invés de fome, violência Paz, comida sem escassez E o Brasil não mais seja Um erro de português. *Jõão Batista Rufino de Souza é poeta assuense (de São Rafael-RN). Seu livro de estréia intitula-se Contos e Fatos de Um Poeta, 2000. blogdofernandocaldas.blogspot.com

JESSIER QUIRINO NO "FORRÓ DO POTE"

O paraibano Jessier Quirino que no meu entender é um Renato Caldas (poeta matuto assuense) mais aperfeiçoado, é o maior poeta popular do Brasil. No próximo sábado dia 22, as 22 horas apresenta em Natal o seu espetáculo intitulado "Berro Novo", título este que também leva a sua mais recente obra "Berro Novo", enriquecendo mais e mais a literatura popular brasileira. Berro Novo vem como a sua obra de estréia intitulada Paisagens de Interior, acompanhado de um CD com seus causos matutos e canções, com a participação de Domiguinhos, Josildo Sá, Maestro Spock e Xangai. Do seu livro Paisagens de Interior transcrevo o poema seguinte: Eu já tô com esta idade Papai beirando os noventa Louvo pela mocidade Com vinte, trinta e quarenta Dizia em tom revoltado: - Este é um governo safado, Mas um governo que vem Perante a lei fundiária Fará a reforma agrária E o povo gritando amém! Feito o bicho oprimido Sofrendo apuro desgosto Papai ficou c...

POESIA AMOROSA

Por João Lins Caldas Na morada dos astros luminosos Fui astro. Namorado das estrelas, Desci, cheguei à terra. Entre as donzelas Estava o meu amor. Ébrio de gosos. Olhei-te. Amei-te então. Os teus formosos, Olhos meigos, lembrando estrelas belas, Eram graça, eram luz. Pelas procelas Cantava o nome teu. Os amorosos. Que à terra moram, invejosos, graves, Me invejam também. Quantos felizes Que o mundo guarda nos seus longos lastros... Mas, ó! Deixando a terra e seus entraves, Diferente de mim, que já maldizes, Me deixaste buscando o céu dos astros. Assu, 26.5.1909 (Do livro Poeira do Céu, 2009)

BARRA PESADA

Por Valério Mesquita, escritor 01) A longa estiagem castigava o Nordeste, lá pelos anos cinquenta. O então deputado Aluízio Alves teve a idéia de mandar preparar em sua cidade natal, um cuscuz de xique-xique, pesando mais ou menos um quilo. Esse era o alimento dos angicanos, como também dos nordestinos castigados duramente pela seca. De posse do cuscuz, Aluízio rumou para o Rio de Janeiro, e, lá no Instituto Bromatológico, a peça foi analisada para se averiguar o teor da vitamínico. A surpresa foi grande. Encontraram na peça alimentar, apenas 0,5 c.c. de H20. Aluízio, dias depois, fez um teco-teco sobrevoar algumas cidades, soltando boletins, mostrando a realidade e em que situaçãoo se digladiavam o povo e o governo. O ferrenho adversário de A.A., Zé Doido, pegando um dos boletins, comentou: "Olha o tamanho do papel que Aluízio manda pra nós... Não dá nem pra limpar o fió-fó..." E completando: "Ele tá certo. O que se come é relativo ao que se...". 02) Um exemplo ...

SOBRE GERALDO MELO - PPS

O ex-senador Geraldo Melo ao contrário do que foi divulgado ontem através de alguns blogs, deve ser mesmo candidato a deputado federal. Aquele ex-senador entende que por existir uma aliança do PPS (partido presidido no Rio Grande do Norte pelo deputado Vober Junior)  com o PSB, irá conversar com outros partidos. Porém, entende que a tendência do PPS é continuar com a governadora Vilma de Faria no pleito de 2010. Em nota divulgada pelo "Jornal de Hoje", diz Geraldo: "Falo do governo de Iberê. Para você apoiar um candidato agora vai ter que se discutir qual o papel que se espera do nosso partido no governo dele. Então, é claro que abre uma negociação entre nós e o candidato. E o partido, naturalmente, saberá se conduzir nesse processo pelas mãos do nosso presidente". Em tempo: O autor deste blog (que já foi vereador e presidente da câmara dos vereadores do importante município do Assu) apesar de pleitear uma vaga para se candidatar a deputado federal pelo PPS, apost...

PAGAR O BANCO

Absalão era uma das figuras espirituosas de pendências, importante cidade do Vale do Assu. Essa estória não é para denegrir a sua memória, nem a de seus familiares e amigos, absolutamente. Tem apenas o sentido humorístico. Naquela terra pendencense (ele, Absalão, não dava valor a dinheiro e, o que era seu erqa também do povo, um mão aberta) Absalão foi prefeito, salvo engano, nos idos de sessenta ou começo de setenta. Boêmio, mulherengo, amigo leal, cheguei a conhecê-lo nas suas idas ao Assu para jogar cartas (baralho) com Walter de SáLeitão, entre outros amigos. Pois bem, Absalão certa vez fizera um empréstimo agrícola no Banco do Brasil, agência de Assu e, esperando perdão do governo federal como sempre existia naquelas épocas de seca braba ou mesmo de enchentes provocadas pelo rio Piranhas/Assu que corta também aquele município, deixou atrasar aquela operação bancária. Chico Queiroz pessoa muito conhecida na região fora seu avalista e, certa vez recebeu uma cobrança do...

O VALOR DO SEU VOTO

*Por Izaías gomes de Assis Eu quero meu caro amigo Neste verso te alertar Sobre a tal corrupção, Que pode contaminar Nos anos das eleições Querendo te devorar. É uma coisa do diabo A tal da corrupção Ela corrompe a moral E desgraça o cidadão, Fazendo uma bandidagem Controlar nossa nação. E tudo isso pelo amor Do maldito e bom dinheiro, Que infesta a humanidade, Desgraçando o mundo inteiro, É um mal do capitalismo, Que viciou o brasileiro. Meu caro amigo eleitor Que é honesto e bom cristão, Não venda nem troque o voto, Deus não gosta disso, não, O anjo Dele te ilumine Te trazendo educação. O leitor nem imagina, Como o voto tem poder, Ele está nas suas mãos, Esperando acontecer Te alerto nesse meu verso Seu voto faça valer. Em nosso imenso país, Onde tem democracia, O que vale é nosso voto, Ele tem supremacia, E se for bem aplicado Terá grande serventia. Mas um cabra safadão, Com uma ação desonesta, Ele trás corrupção, Que ao povão ela infes...

ASSU ANTIGO

SOLON WANDERLEY

Solon Wanderley era proprietário da famosa Padaria Santa Cruz, junto com seu irmão Afonso Wanderley. Sua mãe Alice Wanderley era poeta. Solon gostava de produzir trovas jocosas, amorosas, religiosas. Num certo Concurso Internacional de Trovas promovido pelo Clube dos Trovadores do Seridó no começo da década de setenta ele partcipou com a seguinte trovinha classificada em sétimo lugar que diz assim: Das mil estradas da vida, Por uma Jesus desceu. Quero galgar-lhe a subida... Pobre mortal! Quem sou eu?

CARNAUBAIS

*Por Aluízio Lacerda Carnaubais nosso berço nativo, tu és tão maravilhosa quanto o ufanismo expresso dos cariocas com a beleza do Cristo Redentor, mas vóis sois tão magestosa, altaneira de princípios, ordeira, pacata, sentimento dos nossos ancestrais, beleza ética dos verdes carnaubais. Seu povo, costumes, tradições e riquesas, sobrevivem de geração pra geração, admirando o leito do Piranhas, rio que nos deu tudo e muito levou. Nas suas águas correm nossas mágoas pra transbordar no oceano em forma de esperança. Carnaubais defendemos teu nome com orgulho, coragem, perseverança, serás sempre admirada por uns, criticada por outros, não importa a razão, nem o motivo, o que vale é enaltecer o teu valor. Estamos continuadamente na luta pelo teu progresso, os ideais permanecem, os objetivos com certeza serão concretizados. Salve à todos que lutam em prol do teu crescimento, independente da cor ou facção partidária, sempre estaremos na trincheira do seu porvir. *Aluzio Lacerda é pro...

CHICO DIAS, DE NOVO

Chico Dias é uma figura folclórica e espirituosa da cidade de Assu por onde foi candidato a vereador por diversas vezes. Atualmente é corretor de imóveis bem sucedido. Não perde a oportunidade para soltar um repente, um dito espirituoso. Pois bem, Ivete Medeiros fundou naquela terra assuense uma instituição denominada GAVA - Grupo Ambientalista do Vale do Assu. Ao se encontrar com Chico Dias fez o convite: "Chico estou lhe convidando para fazer parte do GAVA, posso contar com você?" "Ora, Ivete, mataram Chico Mendes imagine Chico Dias!" Recusou Chico em cima da bucha.

AMOR

AMOR Amor recompensado, que compensa, Que se revela amado e, se não fosse, O mesmo não seria, atado e doce - O coração talhado na descrença. Amor que sente e vê, amor que pensa, Que pensando se fez e cauculou-se, Amor que se escondeu, e revelou-se Só quando refletido n´outra crença. Amor que os passos vê, que conta os passos, Fugitivo da dor, dos embaraços, Os pesares notando, os males vendo. Não é este, sem dúvida, o amor buscado. Porque o amor no meu amor notado É o bem mais cégo na cegueira ardendo. João Lins Caldas

ZILDA ARNS

Que a alma de Zilda Arns "há de brilhar e florescer como talvez em nenhuma outra alma no mundo." É a homenagem deste blog.

RAPAZES ASSUENSES

Rapazes assuenses, início da década de setenta. Direita para esquerda: Francisco de Souza Junior (Juninho de Chico de Ernesto), Rubian Soares, Arnourd Abreu (Arnouzinho)?, (?) Arnóbio Abreu e Osman Alves. Juninho é advogado, Rubian é dentista, Arnouzinho galeceu recentemente, Arnóbio também jpa falecido foi deputado estadual presidente da Constituinte de 1989 e Osman é dentista aposentado. Como não podia ser diferente para um bom assuense, todos tomando "umas e outras". O local é o Centro Cearense que ficava na esquina da rua João Pessoa com a Deodoro, em Natal.

CARNAUBAIS ONTEM

A fotografia acima fora tirada na posse de Texeirinha como prefeito de Carnaubais (RN) onde podemos ver o agropecuarista Juca Benevides (falecido recentemente), (?), (?), o deputado Olavo Montenegro, Francisco de Souza (Chico de Ernesto) e o prefeito recém empossado Texeirinha que, se não me engano, foi o terceiro prefeito daquele importante município do Vale do Assu. Carnaubais antes de ter foros de cidade em 1963 através do projeto de lei do deputado Olavo Montenegro era denominada Santa Luzia. Em tempo: Que o dinâmico prefeito e blogueiro Luizinho Cavalcanti e o professor e também blogueiro Aluízio Lacerda me ajude a identificar as outras figuras constantes naquela fotografia do arquivo do dentista assuense de Carnaubais Osman Alves.

SOBRADO DE ZÉ BELEZA

Sobrado conhecido pelos assuenses mais antigos como Sobrado de Zé Beleza, funcionou seminário, grupo de escoteiros. É de propriedade, se não me engano, da Paróquia de São João Batista, padroeiro do Assu-RN. Está assentado na rua Moisés Soares, antiga rua de Ortas, Centro daquela terra de centenários casarões.

OLIVEIRA JUNIOR

  Olegário de Oliveira Junior (1895-1983), poeta dos bons, escritor, articulista, colaborou nos jornais do Assu sua terra natal e na imprensa da cidade do Natal, como "Jornal de Natal", dentre outros. Em 1961 imortalizou-se ingressando na Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. Sobre ele, disse alguém: "poeta de classe, um artista de fibra, conhecedor emérito dos segredos das rimas". Oliveira Junior está antologiado por Rômulo Wanderley na sua antologia intitulada "Panorama da Poesia-Norte-Rio-Grandense", 1965, além da antologia de Ezequiel Fonseca Filho intitulada "Poetas e Boêmios do Assu, 1984. Da sua antologia intitulada "Frutos do Meu Pomar" (sonetos), transcrevo estes belos versos amorosos como prova da grandesa do seu poetar, sob o título "Eu", que diz assim: Fiz de ti minha musa e meu sinsero culto, E fiz de teu afeto  o deus da miséria crença, Sinto a minha alma e festa, e canto, e rio, e enxulto, Quando fitas em ...

SAUDADES DE MARIA EUGÊNIA

Maria Eugênia Maceira Montenegro foi membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. Natural de Lavras, Minas Gerais, e assuense por escolha. No Assu começou a fazer (onde viveu mais de sessenta anos) versos por influência dos poetas daquela terra principalmente do grande bardo João Lins Caldas com quem conviveu na intimidade. Fica a homenagem e a lembrança deste blog. É produção  daquela escritora imortal (que com sua partida para o outro lado deixou o Assu "mais pobre e deserdado de seu talento"), o poema seguinte de tanta verdade: Minhas mãos são asas. Taças, Preces. Quando anseio a liberdade, Quando tenho sede de amor, quando minha alma se transforma em dor.

NOTA

cada dia mais nos empolgamos com a força do povo. Pois tenho andado, sentindo. Não tenho dúvidas: o povo faz liderança na hora que quer. E o povo está cada dia mais aprendendo com o sofrimento. Lamento profundamente que a grande imprensa divulgue que Assú só tem um pré-cadidato a deputado estadual. Isso é atropelar a história e a realidade, pois na verdade o Assú tem três pré-candidatos a deputado estadual. Ao amigo Fernando Caldas (Fanfa). Fanfa li o seu comentário e gostei. Gostei amigo, pois amigo é pra essas coisas. Desculpe pela ausência, realmente foi um lapso de memória. Mas da mesma forma leio o seu blog todos os dias. Pra quem não sabe Fanfa é pré-candidato a deputado federal. E temos outro conterrâneo nosso candidato a Câmara federal Tião de Aurinha. Um pelo PC do B e o outro pelo PPS. Postado por Juscelino França

CAUSOS

"Memórias Provincianas" é um dos livros do escritor (de minha admiração) Valério Mesquita, publicado em 2004 pela editora "Sebo Vermelho", de Natal. Aquela edição tem prefácio do imortal Iaperi Araújo. Daquele livro, transcrevo quatro estórias referentes a figuras da região do Assu (minha terra natal). Vejamos para o nosso bem estar, adiante: "01 - Oliveira Júnior era uma figura estimada, escritor e articulista. Escreveu um livro intitulado "Frutos do Meu Pomar", bastante conhecido e lido, na época. Foi relator da Folha da Tarde de Djalma Maranhão e adépto de idéias de João Café Filho.  Seus filhos Guaracy, Queiroz e Paulo Oliveira no tempo de Revolução de Março de 1964 foram detidos pelo arbítrio e alojados nas selas do quartel da Polícia Militar do Estado. Certo dia, foi ao quartel visitar os filhos e ao chegar, ouviu de outro preso político Hélio Vasconcelos, uma saudação inesperada e humorada: "Oliveira, bom dia, venha ver onde estão os fru...

A TRAJÉDIA QUE ENLUTOU O RIO GRANDE DO NORTE

"O mergulho do avião no Rio do Sal levou para o silêncio da morte planos e intenções" Às 4h15 da manhã do dia 12 de julho de 1951 decolava do aeroporto de Parnamirim o avião Douglas, de prefixo PL - 3 PPLG da LAP - Linhas Aéreas Paulistas com destino ao Rio de Janeiro. A bordo daquela aeronave, o governador potiguar Dix-Sept Rosado que regressava aquela capital carioca com o objetivo de tratar de assuntos políticos e, principalmente, conseguir recursos para "reconstruir o Estado dos efeitos desastrosos da calamidade climática". Em sua companhia alguns seus auxiliares e amigos como Mário Negócio, Felipe Pegado Cortez, Jacob Wolfson, José Gonçalves de Medeiros, Fernando Tavares [Vem-Vem] e sua esposa Maria Celste Tavares (meus avós maternos), além de Marina Nina de Oliveira e seu filho pequeno, bem como Pedro dos Santos, Agenor Coelho, além dos tripulantes comandante aviador Áureo Miranda, co-piloto José de So...

PPS - RN

Partido Popular Socialista (naquela agrmiação partidária sou filiado desde o ano de 2000) partido pelo qual fui candidato a vereador de Natal nas eleições de 2008. Agora, sou candidato a candidato a deputado federal, carregando no meu currículo a experiência legislativa e ter execido importantes cargos públicos no Governono e na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, além de ter sido com muita honra vereador por um longo peródo e presidente da Câmara Municipal do Assu. Fica o registro.

ASSU AÉRIO

CARRO DE LATA

Do blog de Francisco Martins (Mané beradeiro). Vale a pena conferir o seu blog.

ASSU ANTIGO

RESGATE DE UMA "MEMÓRIA ASSUENSE"

(Transcrevo abaixo, o importante artigo escrito pela professora Terezinha de Queiroz Aranha no "Jornal da Colônia Assuense, edição de março de 1995, sobre o Assu e região do Baixo Assu. Vejamos adiante): "Na hora em que se mobilizam pessoas e instituições para festejar um século e meio de emancipação da Cidade de Assu e sugere-se a sistemátização de uma memória assuense é bom que divulguemos o que já vem sendo feito na Universidade Federal do Rio Grande do Norte através do Projeto de Trabalho Vale do Assu. Entendendo que uma Memória não deverá se restringir apenas a edição de textos, o grupo de trabalho responsável, resolveu como passo inicial, dar um enfoque especial à coleta e armazenamento da documentação existente sobre a região, espalhada por diversas entidades do Estado. Resultante desse esforço de coleta, a "Coleção Documental" já conta com uma organização preliminar que agrupa seu acervo, nos seguintes itens: - Produção jornalística, de escritores, cron...

POESIA RELIGIOSA

                                                                     Arte: Lúcia Caldas SENHOR JESUS Senhor Jesus, abrange a minha vida para tirá-la de todos os pecados Dá-me das tuas mãos, com os cravos dolorosos A benção eterna do Teu nome. Mas senhor, se fora de mim eu não conheço felicidade, Se a minha felicidade se distancia de todos os outros pólos consagrados, E a minha felicidade é, única, a minha felicidade, Morta a minha felicidade, Morta a minha felicidade, já que os assassinos m'a mataram, Tu, Senhor, para me ressuscitares a minha felicidade? Eu convenci-me, Senhor, que fora das nossas há outras estradas, Sadias aos nossos ...

VAQUEJADA

Arte: Lúcia Caldas - Lúcia é filha do assuense (primeiro filho do Assu a se formar em engenharia civil) Raul de Sena Caldas, que regressou ao Rio de Janeiro no início da década de trinta, onde veio a falecer. Ela é natural do Rio de Janeiro onde reside atualmente.

SAI 'FOLIODUTO', ENTRA 'FABIODUTO'

Por Paulo Sérgio Martins , jornalista . Parece até que o "capitão" Rodrigues Neto está fazendo escola. Questionado recentemente por um repórter Novo Jornal , o presidente da Fundação Capitania das Artes disparou que estava "cagando e andando" para os eventuais críticos de sua controvertida maneira de gerir a coisa pública. A partir daí a coisa desandou a feder e parece ter contaminado consideravel parte do borboletário verde da prefeita Micarla de Sousa. Outra razão não há que justifique o escandaloso fato de a Prefeitura do Natal ter que desembolsar a "módica" quantia de R$ 221 mil pela apresentação do padre-cantor Fábio de Melo, na noite véspera do Natal, no estádio Machadão. Só para se ter uma ideia, o último show do cantor Roberto Carlos na cidade, este ano, custou à iniciativa privada a bagatela de R$ 150 mil. E olha que ele desembarcou aqui de "aero-rei" trazendo consigo todo o equipamento, pessoal de apoio e músicos, a hospedagem já inc...

SOBRE LIMA CAMPOS

Lima Campos um dos grandes nomes da literatura brasileira, conviveu na intimidade com o grande vate potiguar João Lins Caldas no seu tempo de Rio de Janeiro (1912-33). Ele se conheceram na afamada liraria Garnier, que ficava na Rua do Ouvidor, Centro daquela terra carioca. Aquela livraria já era naquele tempo o ponte de convergência da intelectualidade brasiliera. O escritor Campos sentindo que a morte lhe chegara (me contou a escritora Maria Eugênia que convivia diariamente com o poeta Caldas) teria lembrado e dito algo em referência a Caldas que um dia, saudos, escreveu em homenagem a memória daquele grande amigo, dizendo em forma de poema, de tal modo: Quando na história do mundo se falar no que foi uma grande amizade - Eu não sei o que foi a hitória do mundo mas sei o que foi uma grande amizade - E a alma de César da Câmara de Lima Campos há de brilhar e florescer como talvez nenhuma outra alma no mundo. Conta-se que quando Caldas comentava o seu relacionamento com Lima Campo...