quarta-feira, 24 de dezembro de 2014



Ninguém como ELE...


Ninguém NASCEU como Ele...


Seu nascimento há centenas de anos foi fartamente anunciado

Pois o Espírito de Deus a homens santos inspirados

Anunciou local, condições, ascendência, nomes e sua missão

Sem falhas ou mesmo erros, mas com fantástica exatidão.


Ninguém VIVEU como Ele...


Nada tendo como seu

No entanto, para servir aos outros Ele viveu.

Embora de humilde ofício de sua carpintaria

Para multidões que a Ele acorreram discursaria

Nos caminhos e cidades da Judéia

Ou mesmo por montes e mares da Galileia

Não foram poucos os que queriam ao menos vê-Lo

E ouvi-Lo falar do Pai com tanto zelo.

E o evangelista relatando descrevia

Somente “Fazendo o bem, ele vivia”.


Ninguém AMOU como Ele...


Cercado por discípulos, crianças, jovens e anciãos

Pessoas ricas, pobres, doentes e também os sãos

A todos igualmente Ele tratava

Declarando a quem quer que O procurava

Com autoridade de que domina a situação

Sua identidade, seu propósito, sua missão.

Sendo de Deus, o Enviado

O Amor encarnado

Jamais limitou do sentimento a extensão

Amando sem medidas, foi assim

Que os discípulos “amou-os até o fim”.


Ninguém MORREU como Ele...


De seus trinta e três anos de vida que aqui se registrou

Em pouco mais de três seu ministério concretizou

Não lhe esperava, no entanto, uma morte honrosa

Para cumprir a profecia e salvar o homem

Estava destinado a si a cruz ignominiosa.

Sofreu a dor da rejeição, do escárnio e do desprezo

Nada alegou e não reagiu quando foi preso.

De seus discípulos, outrora inseparáveis do meigo e bom Pastor,

Exceto João, se foram todos, vendo de longe padecer o Salvador.

Expirou com um brado de vitória

Suportando os pecados da humanidade

Ao Pai Seu espírito entregou

Respondendo aos algozes Ele provou

Com Sua Vida, o sentido da Verdade.


Ninguém RESSUSCITOU como Ele...


Foi no alvorecer do terceiro dia

Que o maior milagre de toda história se realizou

As três Marias, indo ao túmulo, entristecidas

Estupefatas, descobriram que a pedra alguém rolou.

Não tinha sido o jardineiro

E muito menos a escolta do poder romano

Certamente o que ali se passara

Acima estava do entender do ser humano.

Entre lágrimas de singela dor e de saudade

Foi do anjo que ouviram a novidade:

“Não está mais aqui Aquele

Que a morte venceu e a profecia cumpriu.

Anunciai a todo mundo que o Rei dos Reis,

Príncipe da Paz, Conselheiro,

Pai da Eternidade, Maravilhoso, ressurgiu!”


Ninguém VIRÁ como Ele...


Mais de dois mil anos se passaram

Desde aquela manhã tão gloriosa.

Decorreram vinte séculos que neste mundo

A presença do Santo Espírito o homem goza

Mas o tempo do fim não tarda a se cumprir

E ao homem pouco tempo lhe resta prá se decidir

Eis que vindo o Filho do Homem lá nas nuvens

Como havia antes sido profetizado

Da Salvação a porta será fechada

E da decisão a oportunidade estará encerrada.


É sua hoje a escolha, leitor amigo

Não desprezes nem rejeites este convite

Salve sua vida e viva seus dias descansado

Tenha certeza de que Ele nunca o deixará

Suas promessas fielmente cumprirá

E para sempre ao seu lado Ele estará!


Ninguém É como Ele...


Nosso amado Redentor Onipotente

Nosso Salvador suficiente

Supremo Pastor, Sol da Justiça, SENHOR JESUS!!!


Clênio Falcão Lins Caldas

São Paulo, SP






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