POUCO LEVADO
COISAS DE MENINO
Quando menino fui levado
Dando pouco trabalho no sertão.
Cheguei a apanhar de sandália,
E de fivela com cinturão.
Levei pouca pisa,
COISAS DE MENINO
Quando menino fui levado
Dando pouco trabalho no sertão.
Cheguei a apanhar de sandália,
E de fivela com cinturão.
Levei pouca pisa,
Não escapei de cipó
Ao tomar banho de poço,
Apanhei de fazer dó.
Eu era frouxo na rua
E em casa também,
Mas fazia o que queria
Feliz como ninguém.
Inventei de caçar
Com Inácio e Chiquinho de Maroca,
Apanhei de mamãe
Ao ver a espingarda de soca.
Na vida eu estudei,
Passei por muitos caminhos,
Para colher frutos
Existem muitos espinhos.
Marcos Calaça, jornalista (UFRN)
Ao tomar banho de poço,
Apanhei de fazer dó.
Eu era frouxo na rua
E em casa também,
Mas fazia o que queria
Feliz como ninguém.
Inventei de caçar
Com Inácio e Chiquinho de Maroca,
Apanhei de mamãe
Ao ver a espingarda de soca.
Na vida eu estudei,
Passei por muitos caminhos,
Para colher frutos
Existem muitos espinhos.
Marcos Calaça, jornalista (UFRN)






![Foto: A tua ausência
Dói a alma
No tempo que passa
Mais
Cada vez mais
E no silêncio
Ainda mais;
Saudade de ti…!
Dói
Até não saber
Se a saudade é ainda saudade
Ou loucura.
Dói a alma
No tempo que passa
Sem passar;
A tua ausência…
Dói a alma
Mais
Cada vez mais
Até sentir que morrer
É apenas esquecer-te!
[Emílio Miranda]](https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/c0.0.316.316/p403x403/483483_434347326620344_479750564_n.jpg)









