quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Venha conhecer o NOVO! Dia 5/2 palestra do partido NOVO em Natal

Convidamos todos que desejam conhecer de perto uma verdadeira e forte alternativa liberal para a Palestra de apresentação do Partido NOVO em Natal.

O NOVO é um projeto político que nasce a partir da iniciativa de empreendedores e profissionais de diversos setores, sem políticos de carreira, com princípios verdadeiramente éticos e consistentes para o Brasil.

Neste evento, falaremos sobre os desafios mais urgentes do nosso país e quais são as ideias e soluções do NOVO para resolvê-los.


 (Do Partido Novo)


DUAS TROVINHAS AMOROSAS

Por Jader Barbalho

Parece troça,parece,
Mas é verdade patente,
Que a gente nunca se esquece
De quem se esquece da gente

Por Eduardo A. O. Toledo

A saudade se embaraça
E a paixão se intensifica...
- Não pelo instante que passa,
Mas pelo instante que fica!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

REMINISCÊNCIAS:

CARNAVAL DO ASSU
No Carnaval do ano de 1955 havia os blocos carnavalescos “Corsários” (coordenação de Chico Belo) e “Vassourinhas” (coordenação de Djalma Sapateiro, tendo como baliza o pintor Zé Estevão).
Outras agremiações carnavalescas eram: Tribo de Índios “Janduís”, em que João Branco era o Pajé e o bloco de bagunça “Arranca-Toco”. Na época saiu um anúncio: “a tribo dos Janduís lançou seu grito de guerra contra a tristeza, realizando ensaios preparatórios para os festejos mominos”
Fonte: Assu, Gente, Natureza e História. Silveira, 1995: 103.
Foto ilustrativa coletada no www.tvreplay.com.br.
 
Do blog Assu na ponta da língua, de Ivan Pinheiro

REGISTRO:

Morre, aos 85 anos, a atriz, cineasta e cantora VANJA ORICO
Vanja Orico compôs o elenco, como atriz principal, do filme 'Jesuíno Brilhante - O Cangaceiro' filmado no Assu (em partes) no início dos anos setenta, no qual atuou ao lado de Neri Vitor, Rodolfo Arena, Waldir Onofre e Milton Villar. O longo metragem teve Produção de Willian Cobett, Produtor Associado Jonas Garret, com fotografia de Carlos Tourinho, alicerçado pela equipe de filmagem coordenada pelo Macha - José Regattieri.
Filmagens em frente a Casa Paroquial (foto do Blog de Fernando Caldas)
Na foto observamos, à direita, dois assuenses: Dedé Caldas e Zélia Amorim
Vanja Orico e demais artistas agitaram a pacata "Terra da Poesia". Surgiu nessa época a poesia musicada que tem o famoso refrão: Assu é bom, eu posso afirmar, sem o receio de me enganar..." 
Vanja Orico durante o Festival de Cannes em 1953 (RDA/Getty Images)

A cantora, atriz e cineasta Vanja Orico, nome artístico de Evangelina Orico, morreu nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, aos 85 anos, vítima de complicações decorrentes de câncer no intestino. Ela também sofria de Alzheimer e estava internada no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, desde o dia 11. Ela será enterrada nesta quinta-feira, no cemitério São João Batista, no bairro do Botafogo.

Vanja, filha do escritor Osvaldo Orico (1900-1981), tornou-se famosa em 1953, quando cantou Mulher Rendeira no filme O Cangaceiro, premiado no Festival de Cannes e sucesso mundial. Depois atuou em outros filmes do chamado Ciclo do Cangaço, passando a ser considerada musa do gênero. Participou de Lampião, o Rei do Cangaço (1964), Cangaceiros de Lampião (1967) e Jesuíno Brilhante, o Cangaceiro (1972).
Vanja atuou ainda em diversos filmes nacionais e estrangeiros, entre os quais Mulheres e Luzes (1950), quando cantou o tema folclórico Meu Limão, Meu Limoeiro. Em Lampião, O Rei do Cangaço, de Carlos Coimbra, trabalhou com o ator Leonardo Vilar. Também atuou em Lucci Del Variata, de Federico Fellini e Alberto Lattuada.

(Com Estadão Conteúdo)
Fonte: Veja.

Do blog Assu na ponta da língua, de Ivan Pinheiro

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Por Ana Lima*

Por uma lei fatal que rege os fados
Desta nossa existência desditosa,
Dos sonhos n alvorada graciosa
Meu doce amor, vivemos separados!

Estes dias cruéis e amargurados
Como noite mais negra e dolorosa,
Eu levo a recordar, triste e saudosa,
Teus olhares tão meigos e adorados.

Cheio de mágoas, sem prazer ou calma,
Vivo guardando desolada em pranto,
Teu nome escrito nos recessos d alma!

E quando ao longe vai morrendo a tarde
Oh! meu saudoso e delicado encanto
O coração me estala de saudade.

__________Em Verbenas, 1901.

*Ana Lima era poetisa asssuense. Ainda na sua adolescência começou a escrever seus afetuosos sonetos clássicos!

MOMENTO HISTÓRICO:


Atendendo edital publicado no Diário Oficial do Município do Assú, ocorreu nesta sexta-feira (23), no auditório do SEBRAE, situada à rua Bernardo Vieira, 104 – Centro – Assú/RN, a assembleia de fundação da Academia Assuense de Letras (AAL), associação civil, de direito privado e sem fins econômicos, tendo por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do vernáculo, da literatura, da história e da atividade cultural em seus múltiplos aspectos. 
Na ocasião, foi definido o quadro de patronos, inicialmente, composto por 20 cadeiras, que terão como titulares sócios nas categorias de fundadores, efetivos, correspondentes, honorários e beneméritos e, ainda, composta a primeira diretoria da instituição, constituída de sete membros eleitos por aclamação dentre os sócios fundadores tendo como Presidente: Ivan Pinheiro Bezerra; Vice-presidente: Auricéia Antunes de Lima; 1º secretário: Francisco José Costa dos Santos; 2º Secretário:Fernando Antônio Caldas; 1º tesoureiro: Fernando Antônio de Sá Leitão Morais; 2º Tesoureiro: Francisco de Assis Medeiros e Secretário de Comunicação: Antonio Alderi Dantas.

No tocante aos primeiros ocupantes e as respectivas cadeiras da Academia Assuense de Letras o quadro ficou assim definido:

Cadeira nº 1 – Patrono: Palmério Augusto Soares de Amorim Filho.
Titular: Antonio Alderi Dantas; 

Cadeira nº 2 – Patrono: Celso Dantas da Silveira.
Titular: Auricéia Antunes de Lima;

Cadeira nº 3 – Patrono: Francisco Augusto Caldas de Amorim – Chisquito.
Titular: Francisco de Assis Medeiros;

Cadeira nº 4 – Patrono: Francisco Agripino de Alcaniz – Chico Traíra.
Titular: Francisco José Costa dos Santos;

Cadeira nº 5 – Patrono: Renato Caldas.
Titular: Ivan Pinheiro Bezerra;

Cadeira nº 6 – Patrono: João Lins Caldas.
Titular: Fernando Antônio Caldas; 

Cadeira nº 7 – Patrono: Silvia Filgueira de Sá Leitão.
Titular: Fernando Antônio de Sá Leitão Morais.

Os demais nomes escolhidos como patronos para as 20 primeiras cadeiras cujos titulares serão escolhidos entre os futuros sócios foram: Alfredo Vespúcio Simonetti, Eufrosina Fernandes, Ezequiel Epaminondas da Fonseca Filho, Ezequiel Lins Wanderley, Francisco Ângelo da Costa – Chico Daniel, Francisco Elion Caldas Nobre, João Carlos Wanderley, João Natanael Soares de Macêdo, Luiz Carlos Lins Wanderley, Maria Carolina Wanderley Caldas – Sinhazina Wanderley; Maria Eugênia Maceira Montenegro; Pedro Soares de Araújo Amorim; Samuel Sandoval da Fonseca. 

A solenidade magna de posse dos acadêmicos acontecerá provavelmente no próximo mês de junho. Porém, os acadêmicos já definiram um calendário mensal de reuniões com o propósito de caminhar com registro do seu estatuto, definição de regimento e regulamentos internos entre outras questões, sendo que o próximo encontro está marcado para o dia 27 de fevereiro.
Texto transcrito, na íntegra, do Blog de Alderi Dantas. 
Foto: Secom / AAL.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

AABB de Assu: do luxo ao lixo (Parte II)


Na semana passada o blog de Alderi Dantas trouxe a público a situação de abandono que a Associação Atlética Branco do Brasil (AABB), em Assu (RN), está submetida.

Espaço que já foi um dos pontos de diversão mais glamorosos de Assu, a AABB vive na atualidade sem nenhum uso e quem foi surpreendido com a realidade mostrada na primeira parte dessa série, precisa saber que tem ainda muito a lamentar sobre a situação.

O blog de Alderi Dantas teve acesso a parte interna e viu que o espaço tem sido sucessivamente invadido e pilhado, de maneira que está praticamente depenado. O que encontramos foi uma bagunça generalizada em toda estrutura que compreende recepção, salão de festas, bares, banheiros, piscinas e quadra de esportes.

No local, já arrancaram todas as janelas, portões e grades de ferro. Os últimos sinais demonstram que os invasores passaram também a arrancar e quebrar o telhado do salão.

Moradores dos arredores diz que as pessoas tem saído tranquilamente a qualquer hora com objetos do local. Porém, informados pelo blog que não existia mais quase nada eles afirmaram que deve ser por isso que ultimamente sentiram que diminuiu bastante o movimento.

O conteúdo do blog de Alderi Dantas sobre o caso repercutiu durante toda a semana. Nisso, recebemos várias informações no tocante a iniciativas para a recuperação e funcionamento da velha AABB de Assu. Entre os contatos, houveram inclusive questionamentos sobre à venda do local de forma que a estrutura pertenceria hoje a iniciativa privada. De fato, o negócio ocorreu mas foi em seguida visto que o então gerente da agência Assu do Banco do Brasil teria como dizem por aí: “metido os pés pelas mãos” e, de imediato, o negócio foi desfeito.

A solução mais viável no momento para a recuperação da referida estrutura seria por meio da Federação das AABB (Fenabb), no entanto, caminho/diálogo precisa ser aberto e algumas instituições que podem virar parceiras no empreendimento buscam o caminho. Em breve, o blog de Alderi Dantas voltará com mais.
Para acessar a primeira parte acesse AQUI.

Por Alderi Dantas, 19/01/2015 às 00:50 -  Fotos: Alderi Dantas 
Boa noite, Amigos...
A vocês eu deixo o sono.
O sonho, não!
Este eu mesmo carrego.

__Paulo Leminski

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

UMA GLOSA DE RENATO CALDAS

Logo que a revista Playboy surgiu nas bancas de revistas no Brasil, no início dos anos setenta, o poeta mulherengo Renato Caldas recebeu um exemplar de presente de certo amigo. Folheando a referida revista, Renato se depara com uma imagem de mulher pelada. Foi o bastante para o velho poeta dizer numa roda de amigos: "Já fui bom nisso!" Horas depois, escreveu a glosa adiante:

Lendo Freud eu descobri
A fábrica de fazer gente.
Fiquei meio desconfiado,
Curioso e até contente.
Essa fábrica de fazer gente
É guardada em segredo.
Do umbigo pra baixo,
Um palmo, do c..
Pra cima três dedos.
Quuem nunca foi lá, quer ir.
Quem já foi, perdeu o medo.

RICA GEO HISTÓRIA DO VALE DO AÇU - BRASIL COLONIAL

Por Eugênio Fonseca Pimentel, historiador, pesquisador, geólogo potiguar do Açu


.1 - HISTÓRICO DA REOCUPAÇÃO DO VALE DO AÇU – RN (1ª parte - Em andamento).

Os verdadeiros donos da terra

As glebas de terras que hoje compõem os municípios do Vale do Açu, no início da colonização do Brasil, eram habitadas por índios da tribo Janduís, nome derivado do grande chefe Janduí, que de um modo natural e por tradição, também, se estendeu à tribo.

Os índios Janduís eram nômades e pertenciam à grande nação dos Tapuias, também, chamada de Cariri. O nome Cariri ou Kiriri, segundo o etnógrafo Luis da Câmara Cascudo1, provinha de um apelido dado pelos indígenas da tribo Potiguar vizinha pertencente à grande nação Tupi e significava calado, silencioso e taciturno. Quando falavam, articulavam mal as palavras, sendo, por isso chamado de Gentios da Língua Travada ou genericamente de Bárbaros.

A palavra Tapuia segundo explica o jesuíta Simão de Vasconcelos1 no livro do pesquisador Abdias Moura2 não corresponde a uma designação dada a si próprio pelos índios refugiados no sertão. Trata-se de uma expressão pejorativa, a eles atribuída pelos que viviam no litoral e falavam a língua tupi. O historiador Varnhagen3 haveria de insistir na inexistência de uma nação tapuia. Escreve, todavia, que esta palavra quer dizer contrario e os indígenas a aplicavam até aos franceses, contrario dos nossos, chamando-lhes de tapuy-tinga, isto é tapuia branco.

O nome Janduí ou Nhandui quer dizer na língua tupi ema pequena. Corresponde a uma ave de pequeno porte, de pernas longas e corredeira, muito comum nos largos campos cheio de lagoas e olhos d’água do atual estado do Rio Grande do Norte.

Viviam na ribeira do Açu e outras regiões do interior do nordeste setentrional do Brasil, em plena harmonia com o meio ambiente, só retirando da natureza aquilo necessário para a sua sobrevivência. Alimentava-se da caça, da pesca e da coleta de frutos, raízes, ervas e mel silvestre. Cultivavam a lavoura de subsistência, onde plantavam principalmente o milho, o jerimum e a mandioca.

O grande chefe Janduí, segundo antigos cronistas europeus viveu nesta região por mais de cem anos. Ele, juntamente com seu irmão Caracará, e três de seus filhos, o Canindé, Oquenaçu, Taya Açu e o cruel Jerereca foram importantes ícones da civilização indígena brasileira, na época da colonização do Brasil e Guerra dos Bárbaros ou Guerra do Açu, de uma maneira não correta conhecida nacionalmente como Confederação dos Cariris.

O historiador potiguar Olavo de Medeiros Filho com base em relatos de cronistas flamengos, da região de Flandres, norte da Europa, discorda da concepção de que a tribo Janduís pertencia à nação Cariri. Defende que os índios tapuias Janduís pertenceram à nação dos Tairurús (Janduís e Aparentados) na qual habitavam principalmente as ribeiras do Açu e Mossoró. Advoga, inclusive que na Guerra dos Bárbaros ou Levante dos Gentios Tapuias, que na época recebeu por parte de escritores mais românticos, a denominação de Confederação dos Cariris, que os índios Cariris, em grande número, foram inclusive utilizados como combatentes, na repressão ao levante dos Gentios Tapuias, em que tinha predominância do elemento Tairurús, cuja tribo mais famosa e temida do Brasil colonial era a tribo dos Janduís.

Contudo, o que é de consenso entre os diversos historiadores da civilização indígena do Brasil, seja os mais antigos, seja os historiadores contemporâneos é que os índios da tribo Janduís habitavam o território em que hoje corresponde a bacia hidrográfica do rio Açu. Tal fato pode ser confirmado inclusive por experientes cientistas europeus que por aqui estiveram.

Jorge Marcgrave, famoso naturalista e astrônomo alemão, que veio ao Brasil em 1638 em missão científica a convite do conde holandês Mauricio de Nassau, com a colaboração de Guilherme Piso produziram a importante obra Historia Natural do Brasil, Amsterdã 1648, na qual teceu considerações importantes sobre os costumes e habitat dos Janduís. Confeccionou o mais antigo desenho da nossa carnaubeira, palmeira nativa, genuinamente brasileira e abundante nos municípios do Vale do Açu. Neste importante documento histórico e geográfico Marcgrave escreveu este aspecto curioso e interessante a respeito desta decente e histórica região brasileira:

“Este rio também chamado de Otshunogh, penetra, no continente , em direção ao Austro numa distância de mais de 100 milhas. A uma distancia de mais de vinte e cinco milhas do litoral, acha-se o grande lago Bajatagh, com grande quantidade de peixes. À esquerda deste, em direção ao nascente, acha-se outro chamado de Igtug, pelos indígenas, mas ninguém penetra nele, por causa dos peixes que mordem e são muito inimigos dos homem. A este fica adjacente ao vale Kuniangeya, tendo comprimento de 20 milhas e a largura de duas. Atravessa-o rio Otshunogh, abundante de peixes: aí se encontra grande abundancia de animais silvestre.”

Correlacionando com a geografia da região podemos concluir que o vale Kuniangeya mencionada pelo cronista flamengo corresponde ao atual Vale do Açu. O rio Otshunogh é o rio Açu ou Piranhas-Açu. O grande lago Bajatagh é a lagoa do Piató no município do Assu. O outro lago Igtu é a Lagoa Ponta Grande no município de Ipanguaçu no Rio Grande do Norte. Os peixes que mordem e são inimigos do homem é a espécie Piranha que com certeza influenciou na denominação do grande rio Piranhas ou Açu.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Policlínica do Assu é colocada à venda

Após ter solicitado descredenciamento do Sistema Único de Saúde (SUS), fato ocorrido desde 1º de dezembro de 2014, a direção da Policlínica do Assu está agora anunciando à venda do imóvel situado à rua 24 de junho, Centro de Assu, local onde funciona a unidade hospitalar.

Segundo informação obtida pelo blog a saúde financeira da Policlínica do Assu caminha com grandes dificuldades há muito tempo. Em meio a crise econômica, a direção já havia anunciado desde o primeiro semestre de 2014 a possibilidade de efetivação do descredenciamento do SUS, numa tentativa de buscar sensibilização política para a situação visto que o fato prejudicaria a realização de cirurgias, partos e cesárias na região.

Entre as demandas apresentadas pela direção da policlínica estava o pedido do aumento do valor do teto mensal para o custeio da prestação dos serviços e mais um bônus financeiro, no entanto, sem uma segurança jurídica os municípios não tiveram como atender a reivindicação.

Sem o atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e tão somente recebendo pacientes por meio de atendimentos particulares, a manutenção dos serviços ficou inviável. Os interessados no negócio devem fazer contato pelo 84 3331 2989.


 Por Alderi Dantas, 16/01/2015 às 14:18