quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Arena das Dunas é o segundo estádio mais usado após a Copa 2014


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A Arena das Dunas é o segundo entre os palcos da Copa do Mundo mais utilizado após o Mundial. Foram 20 jogos, atrás apenas do Maracanã, no Rio de Janeiro. Desde a partida entre Itália e Uruguai, pela 3ª rodada da 1ª fase do Mundial, a Arena das Dunas foi utilizada em 20 partidas entre Série B e Copa do Brasil (até o dia 17 de outubro), com ABC e América mandando seus jogos no local.

Na Arena das Dunas, a média de público durante esse período é de 10.151 pagantes, com o maior deles registrado na partida entre América e Flamengo, pelas quartas de final da Copa do Brasil, onde 30.575 torcedores acompanharam a vitória rubro-negra por 1 a 0. Foi neste jogo, aliás, que foi registrada a maior arrecadação do estádio: R$ 1.415.825,00. Mas quando o assunto é arrecadação, a Arena deixa a desejar em relação à média das demais 11 sedes. O estádio é 11º, com renda média de R$ 291.038,55. O último a Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, com R$ 262.038,62. O primeiro da lista é a Arena Corinthians, com R$ 1.831.465,67.

Fonte: Tribuna do Norte | Foto: Canindé Soares

terça-feira, 21 de outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

EBOLA: VÍRUS QUE MATA 90% DOS DOENTES CHEGOU À EUROPA EM GARRAFA TÉRMICA EM 1976

Do blog: http://tokdehistoria.com.br, de Rostand Medeiros

Cemitério com os primeiros sepultamentos das vítimas do Ebola - Fonte BBC
Cemitério com os primeiros sepultamentos das vítimas do Ebola – Fonte BBC (Clique nas fotos para ampliar)
Frasco com amostra de sangue com ‘doença misteriosa’ foi enviado em voo comercial; vírus foi identificado e batizado por belga.
Há cerca de 40 anos, um jovem cientista belga viajou para um parte remota da floresta do Congo com a tarefa de descobrir por que tantas pessoas estavam morrendo de uma doença misteriosa e aterrorizante.
Em setembro de 1976, um pacote com uma garrafa térmica azul havia chegado ao Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, na Bélgica. Peter Piot tinha 27 anos e, com formação em medicina, atuava como microbiologista clínico. “Era um frasco normal, como os que usamos para manter o café quente”, lembra Piot, hoje diretor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
Piot (direita) no laboratório em 1976 (Foto: BBC)
Piot (direita) no laboratório em 1976 (Foto: BBC)
Mas essa garrafa não continha café. Em meio a cubos de gelo derretidos estavam frascos de sangue, com um bilhete.
Vinham de um médico belga que estava no então Zaire, hoje República Popular do Congo. Sua mensagem explicava que o sangue era de uma freira, também belga, contaminada por uma doença misteriosa.
A encomenda incomum tinha viajado da capital do Zaire, Kinshasa, em um voo comercial, na bagagem de mão de um dos passageiros. “Quando abrimos a garrafa térmica, vimos que um dos frascos havia quebrado e o sangue havia se misturado com a água do gelo derretido”, disse Piot.
Fonte BBC
Fonte BBC
Ele e seus colegas não sabiam o quão perigoso aquilo era – à medida em que o sangue vazava na água gelada, um vírus mortal e desconhecido também escapava.
Os cientistas colocaram algumas das células sob um microscópio eletrônico e se surpreenderam. Era uma estrutura que lembrava a de um “verme gigantesco para os padrões virais”, diz Piot, semelhante a apenas um outro vírus, o Marburg.
O Marburg havia sido descoberto em 1967, quando 31 pessoas tiveram febre hemorrágica na Alemanha e na Iugoslávia. O surto ocorrera entre pessoas que trabalhavam em laboratórios com macacos infectados de Uganda. Sete pessoas haviam morrido.
Piot entendia a gravidade do Marburg mas, depois de consultar especialistas, concluiu que o que estava vendo não era Marburg – era algo diferente, algo nunca visto.
Fonte BBC
Fonte BBC
“É difícil de descrever, mas eu senti uma empolgação incrível”, diz Piot. “Me senti privilegiado, era um momento de descoberta.”
‘Adeus’
Os pesquisadores foram informados de que a freira no Zaire havia morrido. A equipe também soube que muitos estavam doentes em uma área remota no norte do país. Os sintomas incluíam febre, diarreia, vômito seguido de sangramento e, por fim, morte.
Duas semanas depois, Piot, que nunca tinha ido à África, pegou um voo para Kinshasa. A equipe viajou para o centro do surto, uma aldeia na floresta equatorial.
Quando o avião pousou em um porto fluvial no rio Congo, o medo da doença misteriosa era visível. Nem os pilotos queriam ficar por muito tempo – eles deixaram os motores do avião ligados enquanto a equipe descarregava seus equipamentos.
Rio Ebola, que batiza o vírus - Fonte BBC
Rio Ebola, que batiza o vírus – Fonte BBC
“Ao saírem eles gritaram ‘Adeus'”, conta Piot. “Em francês, as pessoas dizem ‘au revoir’ para ‘até logo’, mas quando eles dizem ‘adieu’ é como dizer ‘nunca vamos nos ver novamente’.”
“Mas eu não estava com medo. A excitação da descoberta e de querer parar a epidemia guiava tudo.”
O destino final da equipe era a aldeia de Yambuku, sede de uma antiga missão católica. Nela, havia um hospital e uma escola dirigida por um padre e freiras, todos da Bélgica.
As freiras e o padre haviam estabelecido eles próprios um cordão sanitário para prevenir a propagação da doença.
Um aviso no idioma local, lingala, dizia: “Por favor, pare. Qualquer um que ultrapassar pode morrer”.
Peter-Piot
“Eles já tinham perdido quatro colegas. Estavam rezando e esperando a morte.”
A prioridade era conter a epidemia, mas primeiro a equipe precisava descobrir como esse vírus se propagava – pelo ar, nos alimentos, por contato direto ou transmitida por insetos. “Era uma história de detetive”, diz Piot.
Contaminação
A equipe descobriu que o surto estava ligado a áreas atendidas pelo hospital local e que muitos dos doentes eram mulheres grávidas na faixa de 18 a 30 anos. Em seguida, perceberam que as mulheres que passavam por consulta pré-natal recebiam uma injeção de rotina.
Todas as manhãs, apenas cinco seringas eram distribuídas e as agulhas eram reutilizadas. Assim, o vírus se espalhava entre os pacientes.
Ebola, o monstro dos dias atuais. Descoberto a 40 anos e só agora levado a sério.
Ebola, o monstro dos dias atuais. Descoberto a 40 anos e só agora levado a sério.
A equipe também notou que os pacientes ficavam enfermos depois de ir a funerais. Quando alguém morre de ebola, o corpo está cheio de vírus – qualquer contato direto, como lavagem ou preparação do corpo sem proteção, apresenta um risco grave.
O passo seguinte foi interromper a transmissão do vírus. As pessoas foram colocadas em quarentena e os pesquisadores ensinaram como enterrar corretamente aqueles que faleciam por causa do vírus.
O fechamento do hospital, a quarentena e as informações para a comunidade levaram ao fim da epidemia. Mas cerca de 300 pessoas já tinham morrido. Piot e seus colegas decidiram dar ao vírus o nome de um rio, o Ebola. “Nós não queríamos batizá-lo com o nome da aldeia, Yambuku, porque é tão estigmatizante. Ninguém quer ser associado a isso”, diz Piot.
Em fevereiro de 2014, o pesquisador foi a Yambuku pela segunda vez desde 1976, por ocasião de seu 65º aniversário. Ele encontrou Sukato Mandzomba, um dos poucos que pegou o vírus em 1976 e sobreviveu. “Foi fantástico, muito emocionante”, contou.
Naquela época, Mandzomba era enfermeiro no hospital local. “Ele agora está coordenando o laboratório lá, e é impecável. Fiquei impressionado”, disse Piot.
“Doença da pobreza’
Passaram-se 38 anos desde o surto inicial e o mundo está vivendo a pior epidemia de ebola que já ocorreu. Mais de 600 pessoas morreram nos países africanos da Guiné, Libéria e Serra Leoa.
Tragédia dos dias atuais. Incrível como a comunidade internacional demorou a reagir ao caso. Certamente por ser na África - Fonte - www.nbcnews.com
Tragédia dos dias atuais. Incrível como a comunidade internacional demorou a reagir ao caso. Certamente por ser na África – Fonte – http://www.nbcnews.com
Na ausência de vacina ou tratamento, o conselho para este surto é quase o mesmo da década de 1970. “Sabão, luvas, isolar pacientes, não reutilizar agulhas e deixar em quarentena os que tiveram contato com as pessoas que estão doentes. Em teoria, deveria ser muito fácil para conter o ebola”, avalia Piot.
Na prática, porém, outros fatores dificultam a luta contra um surto. Pessoas que ficam doentes e suas famílias podem ser estigmatizados pela comunidade, resultando em uma relutância para ajudar. As crenças levam alguns a confundir a doença com bruxaria. Pode haver ainda hostilidade para com os trabalhadores de saúde.
“Não devemos esquecer que esta é uma doença da pobreza, dos sistemas de saúde deficientes -e de desconfiança”, diz Piot.
Por isso, informação, comunicação e envolvimento de líderes comunitários são tão importantes quanto a abordagem médica clássica, argumenta.
Piot nos dias atuais em Londres - Fonte BBC
Piot nos dias atuais em Londres – Fonte BBC
O ebola mudou a vida de Piot: após a descoberta do vírus, ele passou a pesquisar a epidemia de Aids na África e se tornou diretor-executivo fundador da organização Unaids.
“O ebola me levou a fazer coisas que eu pensava que só aconteciam nos livros. Isso me deu uma missão na vida para trabalhar nos países em desenvolvimento”, diz. “Não foi só a descoberta de um vírus, mas também de mim mesmo.”
FONTE – BBC via http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/07/ebola-virus-que-mata-90-dos-doentes-chegou-a-europa-em-garrafa-termica-em-1976.html

domingo, 19 de outubro de 2014

Quem ama! É tão feliz
Que esconde as dores que tem
E mesmo sofrendo, diz:
Sou mais feliz que ninguém.

Renato Caldas

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

 
Cirurgião Potiguar Nelson Santos Neto é referência e viaja o Brasil para ensinar a técnica de Cirurgia Bariátrica por videolaparoscopia. Felizes com o reconhecimento e conquista!
Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.

1 Coríntios 13:2

Fernando Caldas

Já quase ninguém sabe envelhecer.
Encaram a velhice como uma doença
Com uma infelicidade crua na alma.

Não quero envelhecer assim
quero envelhecer maciamente
não como quem cai num abismo
e tenta agarrar-se aos galhos e pedras
olhando a queda com desespero.
Envelhecer deveria ser como planar.
Porque ENVELHECER
É UM PRIVILÉGIO!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Luiz Gonzaga/Zé Dantas
Luiz Gonzaga

Lá no meu sertão
Pros caboco lê
Tem qui aprendê
Um outro ABC
O jota é ji
O ele é lê
o ésse é si
Mas o erre
Tem nome de rê
Até o ypsilon
Lá é pssilone
O eme é mê
O efe é fê
O gê chama-se guê
Na escola é engraçado
Ouvir-se tanto ê
a bê cê dê fê guê lê mê nê
pê quê rê tê vê e zê.


Cada vez mais se ouve a designação "guê" para a letra "gê". O dicionário da Porto Editora só na 7.ª edição introduziu essa designação, pois nas anteriores bem se pode procurar pelo "guê", que não se encontra.
Também eu nada tenho contra o "guê", embora nunca tenha ouvido ninguém dizer "guê 3" nem ponto "guê" nem "bê cê guê". Mesmo pessoas que estão firmemente convencidas de que a letra se chama "guê" dizem "esse gê" se pretendem comprar cigarros dessa marca. Esse facto leva-me a pensar que efectivamente o nome da letra é em português "gê". Claro que, no ensino básico, os professores não estão a ensinar os nomes das letras e por isso utilizam designações mais próximas dos valores mais habituais das letras, e assim o "guê" surge para não se confundir com o "j". Já farto de discussões acerca dos nomes das letras,
admirei-me que na aprendizagem do Grego os nomes (além dos valores) das letras fosse a primeira coisa que se ensinava, enquanto no Latim os nomes das letras nunca apareciam e nem sequer consegui ainda encontrar qualquer manual que os referisse. Isso espantou-me até porque a noção de que os nomes das letras portuguesas vêm dos nomes latinos é muito forte (e correcta). Não vou desvendar a minha fonte, embora bastasse um "link", pois foi na "net", mas acabei por encontrar a solução para esses problemas. Foi Varrão quem sistematizou o modo de dar nome às letras. Seguindo o que já era tradicional no Latim, decidiu distinguir as oclusivas das fricativas, sibilantes e líquidas, e assim o "e" de apoio às consoantes ora se coloca depois da letra ora vem antes: be, de ... ge (em Latim, o "g" era oclusiva), etc; ef, el, em, en, er, es. Ora, cá está desvendado o mistério de ser efe e não fê! Mas sobram outros mistérios... O "zê" deveria ser "eze", o vê" deveria ser "eve". Aqui entra a história do alfabeto latino. O "z" foi uma incorporação tardia, tal como o "v" (e o "j"), e por isso quem lhes deu os nomes não seguiu os princípios de Varrão. Nessa época o "cê" lia-se "kê", e o "gê" lia-se "guê". A evolução fonética levou a que o "c" e o "g" deixassem de ser oclusivas quando seguidas por "e" ou por "i". Mas como os seus nomes já estavam constituídos, com o apoio no "e" depois, ficámos com o cê e com o gê, tal como os lemos hoje em Português. Ninguém diz para introduzir um "u" (mas repare-se em "qu"). Em suma, tenho dois argumentos para defender a designação "gê" como a mais correcta em Português. A leitura dos acrónimos e os princípios de Varrão.

José Norte Baltazar, Portugal

Assu aniversaria – 169 anos




Assu aniversaria – 169 anos

"Pra nós, Assú é a mais bela/ Lá, o poeta se revela/ Com os fluídos da      poesia,/ Nossas  alegrias crescem/ Nossos olhos se umedecem/ Com tanto encanto e magia", escreveu o poeta..

Assu, anos antes se escrevia com cê-cedilha – Açu, que quer dizer Aldeia Grande, em tupi-guarani. Antes, porém teve as denominações de Freguesia de São João Batista, de 1726, Julgado de São João Batista, Povoação de São João Batista da Ribeira do Açu, Vila Nova do Príncipe, Vila Nova da Princesa, de 3 de Julho de 1783 e finalmente Assú (A Câmara dos Vereadores fora a sua primeira instituição de um Governo local, data de 1788, cujo presidente tinha a função de administrar a municipalidade) com dois “S” e assento agudo na letra “U”, como está registrado no Projeto de Lei n. 124, originaria do projeto de 30 de setembro que, em 16 de outubro de 1845.

Sempre decantada em prosa e verso pelos seus poetas (alguns deles de calibre nacional), não é a toa que Assu ainda é denominada de Atenas Norte-Rio-Grandense e Terra dos Poetas. Cidade de tantos jornais. São poetas, escritores são geniais. Terra hospitaleira e boa. Quem visita aquela cidade pluralista, não quer mais sair de lá, fica enraizado como a cacaueira (árvore nativa e rica, tipo palmeira, então abundante na região), começa logo a fazer versos. 

Assu, Há mais de cem anos atrás, já tinha ares de cidade grande, tinha a sua importância, era conhecida como A Metrópole do Sertão. 

No Assu que está localizado as melhores terras de aluvião das melhores do mundo, para o cultivo da fruticultura, para a pecuária. Tem um clima excelente, água abundante. Pena que o seu povo ainda é pobre! 
Terra de muita importância, um dos centros mais antigos do estado, de tradição de inteligência, de figuras aristocráticas, de antigas glórias. Terra de tradição pioneira.

Afinal, Assu é muito mais que isso. Parabenizo a minha cidade neste dia festivo, nas palavras de um dos seus bons poetas chamado  João Nathanael de Macedo que, numa feliz inspiração, comparou a bondade do Assu, sua terra natal, “a um pedaço do céu dentro mundo.”.

Fernando Caldas

"Pra nós, Assú é a mais bela/ Lá, o poeta se revela/ Com os fluídos da poesia,/ Nossas alegrias crescem/ Nossos olhos se umedecem/ Com tanto encanto e magia", escreveu o poeta.

Assu, anos antes se escrevia com cê-cedilha – Açu, que quer dizer Aldeia Grande, em tupi-guarani. Antes, porém teve as denominações de Freguesia de São João Batista, de 1726, Julgado de São João Batista, Povoação de São João Batista da Ribeira do Açu, Vila Nova do Príncipe, Vila Nova da Princesa, de 3 de Julho de 1783 e finalmente Assú (A Câmara dos Vereadores fora a sua primeira instituição de um Governo local, data de 1788, cujo presidente tinha a função de administrar a municipalidade) com dois “S” e assento agudo na letra “U”, como está registrado no Projeto de Lei n. 124, originaria do projeto de 30 de setembro que, em 16 de outubro de 1845.

Sempre decantada em prosa e verso pelos seus poetas (alguns deles de calibre nacional), não é a toa que Assu ainda é denominada de Atenas Norte-Rio-Grandense e Terra dos Poetas. Cidade de tantos jornais. São poetas, escritores são geniais. Terra hospitaleira e boa. Quem visita aquela cidade pluralista, não quer mais sair de lá, fica enraizado como a cacaueira (árvore nativa e rica, tipo palmeira, então abundante na região), começa logo a fazer versos.

Assu, Há mais de cem anos atrás, já tinha ares de cidade grande, tinha a sua importância, era conhecida como A Metrópole do Sertão.

No Assu que está localizado as melhores terras de aluvião das melhores do mundo, para o cultivo da fruticultura, para a pecuária. Tem um clima excelente, água abundante. Pena que o seu povo ainda é pobre!
Terra de muita importância, um dos centros mais antigos do estado, de tradição de inteligência, de figuras aristocráticas, de antigas glórias. Terra de tradição pioneira.

Afinal, Assu é muito mais que isso. Parabenizo a minha cidade neste dia festivo, nas palavras de um dos seus bons poetas chamado João Nathanael de Macedo que, numa feliz inspiração, comparou a bondade do Assu, sua terra natal, “a um pedaço do céu dentro mundo.”.

Fernando Caldas
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Radares e lombadas eletrônicas voltam a funcionar em Natal; veja os pontos


A Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) divulgou os pontos em que está em vigor a fiscalização eletrônica quanto no trânsito de Natal. Após período de orientação e ações educativas, a Prefeitura está intensificando a fiscalização na conduta de motoristas e motociclistas que insistem em não respeitar as leis de trânsito. Ao todo, são 26 pontos de fiscalização, sendo nove em cruzamentos.
 Arquivo TNSTTU está com 26 pontos de fiscalização eletrônica em Natal
STTU está com 26 pontos de fiscalização eletrônica em Natal

Além da fiscalização eletrônica, as ações educativas estão sendo realizadas nos três turnos por agentes de mobilidade e batedores da STTU com o objetivo de combater as irregularidades, prevenir acidente de trânsito e levar mais segurança aos pedestres. O estacionamento em locais proibidos, assim como filas duplas, também são alvo das orientações.

De acordo com a STTU, todos os 26 pontos já estão reativados e os motoristas sujeitos a multas.

Confira os locais em que a fiscalização eletrônica, de acordo com a STTU, já está ocorrendo:

Radares

Av. Jaguarari, Candelária – entre a rua Vinte e Três e Izabel Oliveira, sentido bairro;
Av. Jaguarari, Candelária, em frente ao Cond. Green Village, sentido Centro;
Av. Bernardo Vieira, após a Rua dos Tororós – Alecrim sentido região Norte;
Av. Bernardo Vieira, após a Rua Brandão – Lagoa Nova – Sentido Lagoa Seca;
Ponte Newton Navarro – Sentido Praia do Forte;
Ponte Newton Navarro – Sentido Praia da Redinha;
Av. Felizardo Moura, em frente ao manguezal, Bairro Nordeste - sentido Praia do Forte;
Av. Felizardo Moura, imediações da Rua Boa Vista, bairro Nordeste – Sentido região Norte;
Av. Hermes da Fonseca, entre a Rua Teotônio de Carvalho e a Rua Ângelo Varela, sentido centro.

Lombadas Eletrônicas

Av. Prudente de Morais, próximo a Rua Sete de Setembro – Candelária, sentido Centro;
Av. Ayrton Senna, Neópolis, altura do Colégio Itaece, sentido Parnamirim;
Av. Mário Negócio, Quintas, no sentido bairro Nordeste;
Av. Prudente de Morais, entre as ruas Júlio Gomes Moreira e Dr. Jose Bezerra, sentido Barro Vermelho - Lagoa Seca;
Av. Prudente de Morais, próximo a Rua Alm. Nelson Fernandes, sentido Petrópolis;
Av. Hermes da Fonseca, em frente ao Hospital de Guarnição de Natal, sentido Petrópolis;
Av. Itapetinga, Potengi, em frente ao imóvel de número 1240, sentido Dr. João Medeiros Filho;
Av. Itapetinga, Potengi, em frente à 12ª DP, sentido Lagoa Azul.

Radares nos cruzamentos
(corte de semáforo vermelho, parada na faixa de pedestre e velocidade):
Av. Amintas Barros x Av. Jaguarari;
Av. Miguel Castro x Av. Jaguarari;
Av. Salgado Filho x Av. Antônio Basílio;
Av. Cel Estevam x Rua Brasília;
Av. Amaro Barreto x Fonseca e Silva;
Av. Bernardo Vieira x Rua dos Pegas;
Av. Prudente de Morais x Av. Bernardo Vieira;
Av. Salgado Filho x Av. Bernardo Vieira;
Av. Hermes da Fonseca x Av. Alexandrino de Alencar.

Fonte: Tribuna do Norte

Ônibus articulado é testado em Fortaleza; veja vídeo

Com um aumento de 95 para 150 lugares, o veículo conta com portas elevadas para as estações do corredor, além de ar-condicionado
 
FOTO: EDIMAR SOARES/O POVO
O primeiro ônibus articulado de Fortaleza começou a operar em caráter experimental, nesta quarta-feira, 15. Com 150 lugares e ar-condicionado, o veículo deixou os usuários curiosos no percurso do corredor Antônio Bezerra/Centro. A previsão da Prefeitura Municipal de Fortaleza é que mais oito equipamentos comecem a circular no local em novembro. Funcionamento será de 5h45 às 20h23, com o preço normal da tarifa: R$ 2,20 (inteira) e R$ 1,10 (meia).

Alguns usuários comentaram sobre a demora do veículo, mas O POVO realizou nesta manhã o percurso dentro do período previsto: 50 minutos. O presidente da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), Antônio Ferreira, explica que a ideia é que os ônibus articulados otimizem o transporte dos passageiros. De acordo com ele, os outros oito ônibus devem ser testados também em outras vias que já receberam a faixa exclusiva, como a José Bastos, que liga o terminal do Siqueira ao Centro.


Outros doze veículos serão acrescentados ao efetivo para realizar o percurso no corredor da Antônio Bezerra/Papicu. Esse trajeto, no entanto, só será iniciado após a conclusão dos viadutos que ligam as avenidas Engenheiro Santana Júnior com Antônio Sales e Eng. Santana Júnior com Padre Tomás - previstos para 2015.
Foto: Edimar Soares/O POVO






Redação O POVO Online

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

TOP: Natal recebe a Restaurant Week

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Natal recebe nesse mês de outubro um dos maiores festivais gastronômicos do mundo, a Restaurant Week. Nessa primeira edição local, os natalenses apreciarão receitas elaboradas com ingredientes de várias partes do mundo, sob o conceito da gastronomia fusion. O evento acontece de 20 de outubro a 02 de novembro, com pré-semana exclusiva para clientes MasterCard Platinum e Black de 13 a 19 de outubro.

Para Fernando Reis, realizador do festival no Brasil, a ideia é democratizar a gastronomia como um todo. “O tema gastronomia fusion proporciona uma ótima oportunidade aos apreciadores da boa gastronomia de provar pratos diferenciados, preparados por grandes e renomados chefs”, ressalta Reis. Os 16 restaurantes participantes terão o desafio de criar um cardápio que reúna diversas partes do mundo em um só prato, apresentando aos clientes um intercâmbio de culturas, sabores e temperos.

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Além destes cardápios especiais, a edição também contará com novidades operacionais, como um aplicativo de reserva para os restaurantes participantes e site repaginado com informações atualizadas em tempo real. Através do site do festival, os frequentadores terão a oportunidade de efetuar reservas gratuitamente pela Internet em parceria com a Best Tables, empresa europeia de reservas online. Segundo Fernando Reis, realizador da Restaurant Week Brasil, a parceria promete facilitar o agendamento plataforma online.

Os clientes que possuem cartões MasterCard Platinum e MasterCard Black contarão com uma semana de antecedência para saborear os pratos da Natal Restaurant Week. As reservas deverão ser feitas, preferencialmente, via Serviço MasterCard Concierge (0800 600 2853), no próprio estabelecimento ou também pelo site www.restaurantweek.com.br.

Os cardápios do festival contemplam entrada, prato principal e sobremesa a preços fixos, com opções diferentes para o almoço e para o jantar – no almoço por R$ 37,90 + R$ 1 real de doação para o Hospital Infantil Varela Santiago, total de R$ 38,90. Já o jantar, sairá por R$ 49,90 + R$ 1,00 para o Hospital Infantil Varela Santiago, no total de R$ 50,90.

A Natal Restaurant Week cumpre um importante papel social e, para esta edição, será sugerido aos clientes dos restaurantes participantes uma contribuição de R$1,00 em cada refeição, cujo destino será o Hospital Infantil Varela Santiago, referência em atendimento pediátrico no Rio Grande do Norte.

Restaurantes participantes:

Abade  – Jantar
Bella Natal – Almoço/Jantar
Benditas – Jantar
Camarões – Almoço/Jantar
Dois Vinho e Gastronomia(Somente com reserva) – Jantar
Dolce vita – Almoço
Famiglia Reis Magos – Jantar
Galo do Alto – Jantar
Meu Barraco – Jantar
Nemo Sushi – Cidade Jardim – Almoço/Jantar
Nemo Sushi Petrópolis – Almoço/Jantar
Only Pizza – Almoço/Jantar
Paçoca de Pilão – Almoço/Jantar
Restaurante dos Mares – Almoço/Jantar
Taboleiro -  Almoço/Jantar
Ponta do Sol Praia Hotel

Sobre a Restaurant Week:

A Restaurant Week foi criada na década de 1990 em Nova York, chegou ao Brasil em 2007 e até hoje move multidões em torno do festival gastronômico. Atualmente, está presente em mais de 15 cidades brasileiras, como São Paulo, Campinas, Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, entre outras, e ainda, é sucesso também em Nova York, Los Angeles e Lisboa. O evento já se tornou um dos maiores festivais gastronômicos do mundo.
Com realização do Grupo MiCA, a edição nordeste do evento acontece simultaneamente em Natal, Recife, Salvador e Fortaleza. Patrocínio Nacional: MasterCard; Apoio Nacional: Cielo; Reservas: Best Tables; Promoção: UOL; Ação Social: Hospital Infantil Varela Santiago; Realização Mica.

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Gastronomia
     
















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