domingo, 6 de novembro de 2011

De: Cristina Costa

Quis ser
Livre como a alma
Num poema franco e raro

Tentei ser o vento
Numa sinfonia do abstracto
No colidir dos sentidos

Quis apenas ser o sonho
Um sonho gravado no tempo
Com a pureza da noite
E a delicadeza da manhã

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