sábado, 7 de setembro de 2013

BRASIL

O poeta entra a permanência azul dos aromas suaves e dos brilhos recatados.
A imagem emocional dos lírios lúcidos e dos delírios infatigáveis.
Andam luz nos seus olhos e ardentias nos lábios.
Beijado o sol pelo fruto e sossegadas as árvores,
Ladeados rios e a possível lembranças de naus alvoroçadas,
Um portugal de caravelas e um Cabral a descobrimento de belas terras cobiçadas.
Eia! que aqui se olha o Cruzeiro do sul
E o poeta é chegado.

Caldas, poeta norte-riograndense
 

Nenhum comentário:

 JOÃO LINS CALDAS, O CASSIO MURTINHO DO ROMANCISTA JOSÉ GERALDO VIEIRA Da esquerda para direita: João Lins Caldas e José Geraldo Vieira, Rio...