quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro. 
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Fernando Pessoa
De Yara Darin/ facebook

Nenhum comentário:

  Almanaques de farmácia: uma época que deixou saudades                                            Podem esquecer os almanaques do Professor...