terça-feira, 25 de setembro de 2018

Oh, morte negra e ingrata
Tua justiça eu renego
Eu sei que você me mata
Mas nem morrendo me entrego
A mágoa que carrego
Fere-me como uma seta
Prossiga na meta
Mate tudo nesse mundo
Mas nunca mate um POETA.

José Cproplano Ribeiro, poeta de Ipaguaçu.

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GILKA MACHADO (1893-1980) NONA REFLEXÃO Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o uma vez, outra vez (sonhos insanos!)... e desespero haja maior...