quinta-feira, 3 de janeiro de 2019


João Fonseca, poeta do Assu, escreveu:

Amor é ver mordedura
De aranha caranguejeira
Se não mata a criatura
Aleija pra vida inteira.

O poeta potiguar Othoniel Meneses, cognominado “o Príncipe dos poetas natalenses” tomando conhecimento da trovinha acima, versejou:

Diz Fonseca – A Terra inteira
Não és Tu, Deus, quem governas!
É a aranha caranguejeira
Que a mulher tem entre as pernas.

A verdade que isto encerra
nada tem de ímpia ou estranha
O Sol, que domina a terra
Tem a forma de uma aranha!

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