DOIS POETAS
Embriagados, cheios de cachaça Parati (antigo aguardente destilada), os bardos assunses Renato Caldas e Jaime Wanderley vanguardeiros do folclore nordestino, ao passarem pela ponte de ferro de Igapó, sobre o rio Potengi, num repente, versejou Wanderley com graça:
Se o rio Potengi
Não tivesse tanto lodo
E fosse de parati,
Renato bebia todo!

Embriagados, cheios de cachaça Parati (antigo aguardente destilada), os bardos assunses Renato Caldas e Jaime Wanderley vanguardeiros do folclore nordestino, ao passarem pela ponte de ferro de Igapó, sobre o rio Potengi, num repente, versejou Wanderley com graça:
Se o rio Potengi
Não tivesse tanto lodo
E fosse de parati,
Renato bebia todo!
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