Estudantes do curso atuam em atividade prática do projeto TV COM
O curso de Jornalismo da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte
(UERN) apresentou o segundo melhor desempenho do País entre os cursos de
Jornalismo de universidades públicas e privadas, conforme os Indicadores de
Qualidade da Educação Superior 2018 divulgados na semana passada pelo Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC).
Com um Conceito Preliminar de Curso (CPC) contínuo de 4,08, e nota 5
(máxima), o curso da UERN obteve a maior nota do País entre os cursos de
universidades públicas. Entre universidades públicas e privadas, o desempenho
da UERN foi o segundo melhor, atrás apenas do curso de Jornalismo da UNISINOS,
de Porto Alegre/RS. No total, 282 instituições de ensino foram avaliadas. Este
é o melhor resultado obtido pelo curso da UERN desde o início da avaliação do
ENADE.
Estudante do curso durante atividade na UernTV
O curso de Jornalismo da UERN atende a estudantes do Rio Grande do Norte
e estados vizinhos, sendo referência na formação de profissionais em
todo o Estado. A maioria dos professores do curso é formada por docentes
doutores e com regime de dedicação exclusiva, com forte atuação no
campo da pesquisa científica e extensão, além do ensino. Em seu
histórico, o curso já obteve diversas premiações com seus estudantes.
Nascida como habilitação do curso de Comunicação Social, a graduação
passou a ser um bacharelado independente, atendendo ao previsto nas
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs).
O Conceito Preliminar de Curso (CPC) é um indicador de qualidade que
avalia os cursos de graduação. Seu cálculo e divulgação ocorrem no ano
seguinte ao da realização do Enade, com base na avaliação de desempenho
de estudantes, no valor agregado pelo processo formativo e em insumos
referentes às condições de oferta – corpo docente, infraestrutura e
recursos didático-pedagógicos.
Para o chefe do Departamento de Comunicação Social, Jefferson
Garrido, o resultado é extremamente positivo e reflete a qualidade da
formação ofertada pela Universidade e a dedicação e empenho dos
estudantes, assim como de todo corpo docente e técnico que integram o
curso. “Aumenta nosso compromisso de buscar também fortalecer os nossos
cursos e torná-los ainda mais fortes. Tudo isso buscando a melhoria da
qualidade do ensino entregue aos nossos alunos”, comentou.
Por iniciativa do deputado estadual George Soares (PL), foi entregue
nesta segunda-feira (16), na Assembleia Legislativa do RN, a medalha do
mérito esportivo Marinho Chagas ao jogador de futebol Gabriel Veron.
Eleito o melhor jogador na campanha vitoriosa da seleção brasileira na
Copa do Mundo sub-17 nesse ano, Veron é filho de Assu, assim como o
deputado George, e pelo ano vencedor tanto em seu clube, o Palmeiras
(onde também foi campeão mundial), como na seleção, foi agraciado com a
maior honraria da Assembleia do Estado.
“Veron é exemplo
para nossos jovens perseverarem em seus sonhos e lutarem para realizar o
que mais gostam de fazer! Ele é o melhor do mundo na sua categoria e
merece todo nosso reconhecimento com essa importante homenagem que
propomos e ele veio receber pessoalmente”, frisou o deputado George.
Se
houver amor em sua vida, isso pode compensar muitas coisas que lhe
fazem falta. Mas se o amor faltar, não importa o quanto tiver, nada
nunca será suficiente.
Nietzsche
sábado, 14 de dezembro de 2019
A vida tem muitas perguntas, mas aqui uma única resposta: a vida vivi-se.
João Lins Caldas, pensador
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Construamos uma ponte definitiva Uma ponte que seja universal, maior do que a de Brooklin Irmanando pretos e brancos, ricos e pobres. No grande dia inesquecível Da paz e do amor entre os povos.
Walflan de Queiroz, poeta Norte-rograndense de São Miguel
quinta-feira, 12 de dezembro de 2019
FÉ
Eu entrego em tudo por tudo a tudo que dos princípios de Deus.
Entrego e me entrego:
Deus permitirá que haja luz crescentemente por todos os caminhos da eternidade.
Esta fotos são da antiga Praça Pio X nas decadas de 40 e 50, hoje tem ali a Catedral Metropolitana de Natal.
Com relação à Praça Pio X. a história é bem diferente.
No início do século XX, alí era um matagal com o padre João Maria, pároco de Natal/RN., querendo edificar uma nova catedral. A antiga, ficava na mesma rua - veja a foto - no início de tudo, onde Natal foi descoberta em 1599. O tempo passou lento até que o Padre João Maria achou de construir a nova Catedral. Pelos idos do século XIX, por volta de 1895, homens, mulheres, meninos e jovens saiam da Igreja Matriz, caminhando por um terreno cheio de vegetação, até chegar à praia da Ponta do Morcego (Praia do Meio) e depois, na praia de Areia Preta.
Os peregrinos íam buscar pedras para a construção do novo templo. Esse caminhar foi até 1905, quando o Padre João Maria Cavalcante de Brito faleceu. Dai por diante, a nova Catedral que já estava com a sua construção bem avançada, foi esquecida.
Então, muitos anos após, a Prefeitura tomou o terreno e construiu no local a Praça Pio X. De qualquer jeito, a praça era pertencente à Catedral. Por isso teve o nome de Pio X.
Nessa praça, quente até demais, pois não tinha árvores por perto, aconteceram fatos misteriosos, como por exemplo o assassinato de um garçom, morto à bala. no meio da praça, em um restaurante ou peixaria que funcionava no local. A peixada era localizada numa especie de "avião", como se chamava o restaurante locado, com dois lados para subir e descer para o alto e mais dois espaços que eram como as asas de um avião.Tudo isso ficava na parte alta do tal chamado "avião". Moças, rapazes e meninos costumavam passear por entre as asas do fabuloso restaurando. Descendo dalí, as mocinhas, rapazes e meninos tomavam um calor que nem te conto. Para amenizar essa temperatura, os que passeavam no restaurante tomavam sorvetes. Era um meio de se livrar do mormaço. À noite, não era do mesmo jeito. Não havia por lá as crianças. Essas já estavam dormindo. Do lado direito da praça, um grande, monumental prédio abrigava o Cinema Rio Grande. Um majestoso cinema com os seus elegantes homens e mulheres que recebiam os bilhetes adquiridos no lado de dentro ou do fora, vestindo um traje de cor vermelha bem escura. Botões de metal completavam a indumentária.
Cidadãos que frequentavam a casa de espetáculo só tinha acesso ao cinema de fossem trajados de paletó e gravata..
As damas, com mais suntuosos vestidos.
Os vendedores de pipocas, amendoins e de sorvetes, confeitos, balas e outros mais, ficavam à espera na calçada da praça Pio X. Ali, ainda não havia estacionamento de carro-de-praça - os chamados taxis de hoje. Luminárias eram feitas de forma exuberante e bela, com très lâmpadas em cada poste, todos eles feitos de ferro pintados de branco. Ao redor da praça havia quatro bancos onde se plantavam árvores de média estatura.
Bondes e ônibus passavam em frente à praça, pela Avenida Deodoro, naquele tempo já calçada com pedras como até hoje se faz em ruas periféricas da cidade. Era um tempo ameno a capital, com o pessoal sem precaução a assaltos por elementos marginais. Quando muito, ouvia-se falar dos famosos ladrões de galinhas que invadiam os quintais tarde da noite. Então, era um alvoroço de "pedra ladrão" e se chamava os guardas-noturnos para prender o larápio, Hoje, não tem mais esses guardas e a policia já está dormindo. Antigamente, era um guarda-noturno a cada cem metros por toda a cidade.
A Praça Pio X era um esmero, principalmente durante à noite, pois à tarde era aquele calor. Vivia-se em um clima de esmerado bom tempo, com as pessoas passeando pela cidade à procura de um local de vendas mais aclimatado. Com o decorrer do tempo, a Nova Catedral foi construída no mesmo local onde, tempos passados, já havia sido escolhido pelo Padre João Maria. A praça, foi apenas lembrança de um espaço que não volta mais.
Do texto de Alderico Leandro, publicado no seu blog Asa Morena
A vida é necessariamenteceleste. E por necessariamente celeste, necessariamente imortal Daí o alvo contínuo na marcha que se nos faz para Deus. – O homem tem a seu alvo uma plenitude imortal.
João Lins Caldas, pensador
domingo, 8 de dezembro de 2019
Vamos com a paz de Jesus.
Vamos com a paz de Deus,
Depois da imensa treva, agora a imensa luz.
João Lins Caldas
Não há dúvida que tenho a dizer algumas cousas interessantes. De interessante: a vida a viver.
(João Lins Caldas)
sábado, 7 de dezembro de 2019
As vozes do senhor nos tocam. Nós é que,
nem sempre, tocamos as vozes do Senhor...
As vozes do Senhor são nossas por toda a eternidade. Nós é que, nem sempre, por toda a eternidade, Queremos atender às vozes do senhor.
Um encontro ocorrido segunda-feira (02) nas dependências de Casa de Cultura Popular Sobrado da Baronesa, centro da cidade, iniciou os preparativos para a realização, em janeiro de 2020, da 2ª edição do Festival Curta Verão Assú.
A reunião ocorreu entre o secretário municipal adjunto de Cultura, Paulo Sérgio, e a artista, produtora e ativista cultural mossoroense Katarina Gurgel.
A iniciativa é da Prefeitura do Assú, via Secretaria Municipal de Educação e Cultura, e a Fundação José Augusto (FJA), dentre outros parceiros e apoiadores. A primeira experiência do Festival aconteceu este ano, de 21 a 23 de janeiro passado.
O Cine Teatro Pedro Amorim será o local da concretização do projeto cultural.
A programação do 2º Festival Curta Verão Assú está agendada para o período de 22 a 24 de janeiro de 2020.
O conteúdo do evento engloba produções audiovisuais de Assú, Mossoró e outras cidades da região, do Rio Grande do Norte e de outros estados.
“Faremos um grande intercâmbio cultural cinematográfico, com música, rodas de conversas, workshop e exposições, tendo a oportunidade contar com a participação de pessoas premiadas em festivais de cinema e que desenvolvem trabalhos audiovisuais, com destaques em festivais”, frisou o secretário.
Postado por Pauta Aberta.
"Lá vem a lua saindo Redonda da cor de sangue, Oxente mataram um boi?"
Lá vem a lua saindo Redonda como uma bolacha Uma banda é minha E a outra é sua.
Poesia de pé quebrado, versos que foge da métrica
e a expressão não está correta. Na cidade de Assu de tantos poetas, vivia um
bardo chamado Inácio Nilo dos Santos (Inácio de João Pio como era mais
conhecido). Boêmio inveterado, imitador de mão cheia. Era meu amigo. Morreu
ainda jovem, vitima do alcoolismo. Pois bem. Entre tantos de sua autoria
transcrevo os seguintes versos de pé quebrado: