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João Gothardo Dantas Emerenciano Natal não há tal A fachada da antiga "Casa Rio", na Rua Ulisses Caldas, Cidade Alta, em 1944. Na foto Guiomar Pinheiro de Araújo, esposa de Alcides Araújo, e um oficial em frente à loja.  
Natal não há tal João Gothardo Dantas Emerenciano     Gumercindo Saraiva (1915 -1988) foi presidente do Instituto de Música, vice-presidente da Sociedade de Cultura Musical do Estado do Rio Grande do Norte, diretor da revista " Som", órgão do Instituto de Música e membro da Associação Norte Rio-grandense de Imprensa, tendo sido sócio fundador das entidades acima.    
Foi o dia de natal de 1914 quando, durante a primeira guerra mundial, um de cada vez, soldados, ingleses e alemães, saíram das suas trincheiras, para se encontrarem a meio do caminho, mesmo que nunca se tivessem visto antes, a não ser na mira de uma espingarda.   Fotografias ou cigarros, rum e uísque, até botões do uniforme: todos estavam prontos para oferecer algo ao "inimigo-amigo". pela primeira vez, naquela terra gelada e cheia de cadáveres, um som que nenhum deles ouvia desde já muito tempo: uma gorda e feliz risada, que alegria para todos os presentes, que ia muito além da cor dos uniformes.   E foi precisamente durante estas comemorações que alguém deu do fundo da trincheira inglesa uma bola de trapos.   Ernie Williams, um militar inglês, contou a passagem numa entrevista televisiva em 1983: "Em algum momento apareceu aquela bola, não sei dizer se ela chegou da nossa ou da trincheira deles. Só sei que foi divertido e no final tornou-se uma única grande equipa, sem...
  Abdul Sem Sports. Pelé: 3 WC Maradona: World Cup Messi : World Cup Cristiano: Ronaldo Pelé: 3 WC Maradona: Copa do Mundo Messi: Copa do Mundo Cristiano: Ronaldo    

22 DE DEZEMBRO 66 ANOS DA IBR

Renato Cabral Da Silva O momento do processo histórico da IGREJA BATISTA REGULAR DO ASSU-RN, teve seu inicio no ano de 1954, com a chegada do Seminarista Ozéias Rodrigues, estudante do Seminário  e Instituto Batista Bereiano, com o objetivo de difundir o evangelho em nossa cidade e aqui fundar um trabalho Batista Regular.  Aqui chegando vindo de Mossoró de Bicicleta, o mesmo foi avisado na corrente que ficava na entrada da cidade, pelo senhor Damião, que em Assu o padre não gostava de crente e os expulsava. Mesmo assim o seminarista Ozéias entrou na cidade para distribuir literatura bíblica. No centro encontrou um crente Presbiteriano o senhor Mateus Trigueiro, que tinha vindo da Paraíba e aqui colocou um comercio. O irmão Mateus convidou o Seminarista para almoçar na casa dele, que ficava na rua Bernardo Vieira (enfrente onde hoje  está a Igreja Batista Regular). Depois do almoço o seminarista estava descansando para recomeçar a distribuição de literatura quando foi avis...
Grandes Esquadrões e Grandes Jogadores A última formação do Brasil com Pelé e Garrincha juntos. De pé: Djalma Santos, Denílson, Bellini, Gilmar, Altair e Paulo Henrique; Agachados: Mario Américo (sempre presente), Garrincha, Lima, Alcindo, Pelé e Jairzinho. Vitória sobre a Bulgária por 2x0, com gols da dupla mítica. Estádio Goodison Park de Liverpool, Copa do Mundo de 1966.    
 Amar  Abraçar Que felicidade... (Fernando Caldas)
 
 
Natal não há tal João Gothardo Dantas Emerenciano     Dona Francisquinha (sentada), gerente do Arpege, com algumas "meninas" do seu cabaré.    
Marcos Calaça 13/12: DIA NACIONAL DO FORRÓ EM HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DO REI DO BAIÃO.   Hoje é o aniversário Do eterno Rei do Baião, Cantou para a sua gente Da capital ao sertão, Luiz Gonzaga é seu nome E se chama Gonzagão. Cantor e compositor Da cultura popular, É figura nordestina Fez o matuto dançar, Xote, xaxado e baião Vezes sanfona chorar. No município de Exu Nasceu o grande Gonzagão, No início tocou zabumba E depois acordeão, Saiu pelo interior Tocando no bom sertão. É um vate sanfoneiro Do Nordeste, nossa terra, Tocou muito no passado Como forró pé-de-serra, Detesto falso forró E para isso faço 'guerra'.   Marcos Calaça é poeta potiguar, natural de Pedavelino, e confrade da Academia Norte-rio-grandense de Literatura de Cordel.   Foto: Boteco da Serra (Bananeiras-PB)      
 Da Linha do Tempo/Facebook de Antônio Martins.

QUANDO UM GAROTO DE CEARÁ-MIRIM CRIOU UMA ARMA IGUAL AO FAMOSO RIFLE WINCHESTER

 https://tokdehistoria.com.br/ O Rio Grande do Norte tem na sua história alguns exemplos de pessoas geniais, que desenvolveram coisas super interessantes, como foi o caso do Professor Nicanor, conhecido como o homem que criou um carro movido a água. Antes dele um jovem de 16 anos de Ceará-Mirim criou uma arma de fogo que chamou muita atenção em Natal. Rostand Medeiros – https://pt.wikipedia.org/wiki/Rostand_Medeiros No Rio Grande do Norte, e eu sei porque nasci e vivo aqui, é muito raro, mas muito raro mesmo se valorizar alguém pela criatividade, pela capacidade de desenvolver algo inovador, algo novo e diferenciado. Aqui a valorização das pessoas passa intensamente por duas situações: ser rico, ou político (Melhor ainda se for as duas coisas). Mas como rico de verdade por aqui é algo bem raro, sobra então toda uma classe de políticos da qualidade mais baixa, ridícula, onde sobra esperteza, quase nenhum respeito pela função pública e seus eleitor...
Natal não há tal João Gothardo Dantas Emerenciano     Antiga Avenida Atlântica (atual Avenida Getúlio Vargas) no bairro Petrópolis - s.d.    
A LINDA CASA DE TAIPA Não gosto de ostentação Adoro a simplicidade, O que vale nesse mundo É paz e felicidade, Não esqueço o meu torrão E viva a tranquilidade. No semblante do poeta Essa tapera é mansão, Felicidade é pureza Lugar de muita união, Família muito feliz Com Jesus no coração.   Marcos Calaça é poeta potiguar, natural de Pedavelino, e confrade da Academia Norte-rio-grandense de Literatura de Cordel.    
Natal não há tal João Gothardo Dantas Emerenciano     Avenida Presidente Bandeira no Alecrim na década de 1950. Foto: Cartão Postal    
 

SEM DELONGAS COM AUGUSTO MARANHÃO - PETIT DAS VIRGENS

Marcos Calaça PRA QUEM NUNCA VIU TUDO ISSO NÃO SABE O QUE É SERTÃO.   Banheiro numa palhoça Lata para assar castanha Um burro cheio de manha Um boi puxando carroça Um matuto de mão grossa Um pote velho e gibão Galinha e pau de galão Umbuzada e passadiço Pra quem nunca viu tudo isso Não sabe o que é sertão.   Quem nunca comeu buchada Feita num fogo de lenha Nunca apartou vaca prenha Desmamando a bezerrada Quem nunca tomou coalhada Quem nunca fez oração Não andou em procissão Quem nunca comeu chouriço Pra quem nunca viu tudo isso Não sabe o que é sertão.   Marcos Calaça é poeta e cordelista. O poeta Calaça declamando o velho torrão pedavelinense no Palco Chico Traíra, na Estação do Cordel-Natal RN.    
Natal não há tal O Bar "O Quitandinha" estava localizado na Praça Gentil Ferreira, no bairro do Alecrim.      
 

RENATO CALDAS CHEIO DE GRAÇA

Certo dia, Renato Caldas, de manhã cedinho se encontrava na praça Getúlio Vargas, da cidade de Assu quando é surpreendido por certo cidadão embriagado: "Seu" Renato, eu sou macho de família de gente braba do Piató (distrito do município assuense), que não abre pra homem nenhum! Diga aí uma pessoa da minha família ‘arrochada’ que o senhor conhece?" Renato sem nem pestanejar, respondeu: "Sua mãe!” Renato ao chegar à cidade de Rio de Janeiro, logo procurou um hotel. O proprietário daquela hospedaria logo advertiu:  “ Moço , fique logo sabendo que aqui só tem um banheiro.” Renato pegou a chave e, logo que deixou sua bagagem no quarto saiu para comprar um pinico (aparelho usado em substituição ao vaso sanitário). No primeiro comércio que chegou encontrou a mercadoria que desejava comprar. Chamou o balconista e com o dedo indicador apontou para o aparelho, dizendo pro vendedor de tal modo: "Eu quero comprar aquele 'pinico' que está alí pendura...
 
 
Como nascem as doenças... - Engole o choro! - Engole sapo! - Cala a boca! - Cala o peito... Mas o corpo fala, e como fala! Fala a ponta dos dedos batendo na mesa... Falam os pés inquietos na cama... Fala a dor de cabeça. Fala a gastrite, o refluxo, a ansiedade. Fala o nó na garganta atravessado. Fala a angústia, fala a ruga na testa. Fala a insônia, o sono demasiado.. Você se cala, mas o falatório interno começa. As pessoas adoecem porque cultivam e guardam as coisas não digeridas dentro de seus corações... Expressar-se tranquiliza a dor! Dor não é pra sentir pra sempre... Dor é vírgula! Então faz uma carta, um poema, um livro. Canta uma música. Pega as sapatilhas, sapateia. Faz piada, faz texto, faz quadro, faz encontro com amigos, nem que seja virtual... Faz corrida no parque. Fala pro seu analista, fala para Deus... Se pinta de artista! Conversa sozinho, papeia com seu cachorro, solta um grito pro céu, mas não se cale!!! Pois “se você engolir tudo que sente, no final, você se afoga!...
Manuscrito de Renato Caldas
Sobre Câmara Cascudo ("o escrito potiguar mais conhecido no mundo"), disse o poeta assuense Renato Caldas: Mestre Cascudo é uma cerca de arame garantindo a propriedade do Rio Grande do Norte. Renato Caldas, em "O Poti", 18 de junho 1961   Li no blog https://franciscomartinsescritor.blogspot.com    

ARREBOLO

  Zé-Gamela   Parodiando Renato Caldas Ao jovem Nilton Navarro, com um abraço do autor. Mulata me arresponda, Me arresponda num arranco Porqui é qui tu te arrebola quando vê um home branco? Fica toda arrebolando, Arebolando... Pensa tarvez qui os branco Vão ficá te desejano? Se eu fosse oturidade, Oturidade de tamanco Eu botava na cadeia Teu arrebolo...te sou franco. Adispois dele tá preso Numa cadeia sem jinela Eu dizia: agora Mulata Arrebola por Zé-Gamela. (Este poema é da autoria de Zé-Gamela, cordelista, artista circense e de rádio que fez sucesso no Brasil nas décadas de 40 a 60. A paródia acima faz parte do livro: Caçoadas - versos e disparates de Zé Gamela, editado pela Tipografia Galhardo, em Natal, agosto de 1954.)   Postado por franciscomartinsescritor