Esquerda para direita: (?), Seu Cristóvão, (?), (?).
Postado por Fernando Caldas
domingo, 5 de dezembro de 2010
ESCRITOR POTIGUAR: O PRESENTE DE NATAL
Públio José – jornalista
publiojose@gmail.com
Saber das dificuldades de se praticar cultura por aqui – não é novidade; saber que governos preferem extrair da cultura seu lado festeiro – é púbico e notório; saber da penúria orçamentária vivida pelos órgãos estatais, que têm na cultura sua razão de existir – é coisa do arco da velha; saber do pouco lastro cultural que possuem nossos políticos – é notícia antiga; saber que, agindo para com a cultura com desprezo cavalar, os políticos são, por consequência, responsáveis pelo surgimento de levas sucessivas de gerações incultas, de pouquíssimo contato com elementos culturais, e hábitos de leitura semelhantes aos de nações de quinto mundo – tal fato até os postes reconhecem. Nomear as agruras que têm vitimado por aqui a cultura em geral, e a literatura em particular, tem sido inócuo, repetitivo e antiprodutivo. Pois todo mundo sabe, de cor e salteado, o enumerado no texto deste parágrafo – e muito mais.
Entretanto, chegando por aqui um marciano, e tomando conhecimento dos relatórios dos dirigentes públicos, vai ter inveja. E se encantará com o desempenho dos tais para com a cultura. Gastos estonteantes. Eventos numerosos... A glória! Por quê? Ora, por que! Eles descobriram que cultura rende voto. Como? Promovendo e patrocinando eventos de caviloso e distorcido conteúdo cultural. Geralmente, festas em datas comemorativas, realizadas em praça pública, com dinheiro estatal, e notórias pela vantagem de reunir grande número de pessoas. Para tanto, basta contratar uma banda de forró – de preferência a mais brega, de visual mais chamativo e de letras que há muito ultrapassaram o terreno do duplo sentido. Essas atraem. São grupos musicais que agradam pelo descarado apelo aos maus hábitos, à quebra de valores, à incitação ao alcoolismo, à vagabundagem e à sensualidade irresponsável.
Com eles a festa vai bombar! Sucesso garantido! E, para todos os efeitos, de “profundo cunho cultural”. Tudo pago pelos Ministérios da Cultura, do Turismo, como se fossem de natureza folclórica, turística, cultural. Para o governante só vantagem: faz política sem botar um tostão do bolso; se exibe para um grande público presente; posa para uma comunidade inculta como um grande promotor da alegria e do entretenimento aos mais humildes; além de registrar, nas prestações de contas aos órgãos de praxe, tais eventos como “voltados ao desenvolvimento cultural da comunidade”. Essa é uma postura tão enraizada, principalmente no interior, que seus dirigentes não conseguem mais enxergar o que é cultura – e o que não é. Certa vez, sugeri a um prefeito criar em seu município um coral. Ele ficou olhando pra mim “abestado” (como diria Tiririca), “como se fosse um boi olhando prum prédio”.
O quê fazer diante de tal quadro? Propor o quê? Seria extraordinário se fosse possível arrancar do coração estatal essa postura torta, enviesada. Porém, como – se bem aceita pelo povo? Pensando em contribuir de alguma forma, propusemos uma campanha, aproveitando o período natalino, que induza as pessoas a presentear com livros, já que presentear é da tradição natalina. Contatos feitos com entidades públicas, privadas, imprensa – e a receptividade tem sido muito boa. A campanha, em sua essência, pretende valorizar o livro para efeito de presente. Lembrando: livro de escritor potiguar. É pouco? É muito? Pela repercussão que a campanha vem obtendo, comprova-se que avançamos. Instituições e pessoas comuns já externam a ela seu comprometimento. Comentários se generalizam. Algo novo surge. E tudo tão simples. É só ir à livraria e adquirir um livro. De escritor local! Dará certo? Giremos a roda.
Postado por Fernando Caldas
publiojose@gmail.com
Saber das dificuldades de se praticar cultura por aqui – não é novidade; saber que governos preferem extrair da cultura seu lado festeiro – é púbico e notório; saber da penúria orçamentária vivida pelos órgãos estatais, que têm na cultura sua razão de existir – é coisa do arco da velha; saber do pouco lastro cultural que possuem nossos políticos – é notícia antiga; saber que, agindo para com a cultura com desprezo cavalar, os políticos são, por consequência, responsáveis pelo surgimento de levas sucessivas de gerações incultas, de pouquíssimo contato com elementos culturais, e hábitos de leitura semelhantes aos de nações de quinto mundo – tal fato até os postes reconhecem. Nomear as agruras que têm vitimado por aqui a cultura em geral, e a literatura em particular, tem sido inócuo, repetitivo e antiprodutivo. Pois todo mundo sabe, de cor e salteado, o enumerado no texto deste parágrafo – e muito mais.
Entretanto, chegando por aqui um marciano, e tomando conhecimento dos relatórios dos dirigentes públicos, vai ter inveja. E se encantará com o desempenho dos tais para com a cultura. Gastos estonteantes. Eventos numerosos... A glória! Por quê? Ora, por que! Eles descobriram que cultura rende voto. Como? Promovendo e patrocinando eventos de caviloso e distorcido conteúdo cultural. Geralmente, festas em datas comemorativas, realizadas em praça pública, com dinheiro estatal, e notórias pela vantagem de reunir grande número de pessoas. Para tanto, basta contratar uma banda de forró – de preferência a mais brega, de visual mais chamativo e de letras que há muito ultrapassaram o terreno do duplo sentido. Essas atraem. São grupos musicais que agradam pelo descarado apelo aos maus hábitos, à quebra de valores, à incitação ao alcoolismo, à vagabundagem e à sensualidade irresponsável.
Com eles a festa vai bombar! Sucesso garantido! E, para todos os efeitos, de “profundo cunho cultural”. Tudo pago pelos Ministérios da Cultura, do Turismo, como se fossem de natureza folclórica, turística, cultural. Para o governante só vantagem: faz política sem botar um tostão do bolso; se exibe para um grande público presente; posa para uma comunidade inculta como um grande promotor da alegria e do entretenimento aos mais humildes; além de registrar, nas prestações de contas aos órgãos de praxe, tais eventos como “voltados ao desenvolvimento cultural da comunidade”. Essa é uma postura tão enraizada, principalmente no interior, que seus dirigentes não conseguem mais enxergar o que é cultura – e o que não é. Certa vez, sugeri a um prefeito criar em seu município um coral. Ele ficou olhando pra mim “abestado” (como diria Tiririca), “como se fosse um boi olhando prum prédio”.
O quê fazer diante de tal quadro? Propor o quê? Seria extraordinário se fosse possível arrancar do coração estatal essa postura torta, enviesada. Porém, como – se bem aceita pelo povo? Pensando em contribuir de alguma forma, propusemos uma campanha, aproveitando o período natalino, que induza as pessoas a presentear com livros, já que presentear é da tradição natalina. Contatos feitos com entidades públicas, privadas, imprensa – e a receptividade tem sido muito boa. A campanha, em sua essência, pretende valorizar o livro para efeito de presente. Lembrando: livro de escritor potiguar. É pouco? É muito? Pela repercussão que a campanha vem obtendo, comprova-se que avançamos. Instituições e pessoas comuns já externam a ela seu comprometimento. Comentários se generalizam. Algo novo surge. E tudo tão simples. É só ir à livraria e adquirir um livro. De escritor local! Dará certo? Giremos a roda.
Postado por Fernando Caldas
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
UMA GLOSA DE LAÉLIO FERREIRA
M O T E :
Cangagay no Rio Grande
vai ser sucesso em Natal
G L O S A :
Cu de boi grosso se expande,
nos blogues, becos, jornais...
Faniquitos, uis e ais
- Cangagay no Rio Grande!
Debates, mesas, estande:
muito fresco um festival!
De muita coceira anal
essa estética do cangaço
de Lampião tem um traço
- vai ser sucesso em Natal!
Laélio Ferreira
Cangagay no Rio Grande
vai ser sucesso em Natal
G L O S A :
Cu de boi grosso se expande,
nos blogues, becos, jornais...
Faniquitos, uis e ais
- Cangagay no Rio Grande!
Debates, mesas, estande:
muito fresco um festival!
De muita coceira anal
essa estética do cangaço
de Lampião tem um traço
- vai ser sucesso em Natal!
Laélio Ferreira
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
FRASE
"De políticos quero distância de léguas".
(A referenciada frase dizia o cidadão (poeta potiguar do Açu) João Lins Caldas (1888-1967) ainda em 1930. Será que ele tinha razão?)
Postado por Fernando Caldas
(A referenciada frase dizia o cidadão (poeta potiguar do Açu) João Lins Caldas (1888-1967) ainda em 1930. Será que ele tinha razão?)
Postado por Fernando Caldas
POESIA
TALVES
Por Socorro Guilherme, poetisa açuense
Talves eu não tenha a sabedoria de uma coruja,
ou os olhos de uma águia para ver de muito longe.
Talves eu não tenha o canto lindo de um sabiá.
Talvés eu não tenha a leveza do bater de asas de um beija-flor...
mas consigo plantar flores para que eles venham até elas.
Talves eu não tenha a doçura do mel que as abelhas produzem...
mas posso ter a delicadeza de tratar bem as pessoas mesmo nas horas dificies.
Talves eu não consiga levantar as asas e seguir sem você em frente em longos vôos.
Talves eu não consiga ser como o pardal que se ele for aprisionado em uma gaiola ele morre...
mas posso tentar ser justa e digna para me manter sempre livre.
Talves por não ter sabedoria de corija, ou olhos de águia,
é que minhas asas as vezes ficam feridas e sangram...
mas mesmo assim, graças a natureza que é bela e sabia, eu e você conseguimos nos recuperar.
(Do Blog de Juscelino França)
Postado por Fernando Caldas
Por Socorro Guilherme, poetisa açuense
Talves eu não tenha a sabedoria de uma coruja,
ou os olhos de uma águia para ver de muito longe.
Talves eu não tenha o canto lindo de um sabiá.
Talvés eu não tenha a leveza do bater de asas de um beija-flor...
mas consigo plantar flores para que eles venham até elas.
Talves eu não tenha a doçura do mel que as abelhas produzem...
mas posso ter a delicadeza de tratar bem as pessoas mesmo nas horas dificies.
Talves eu não consiga levantar as asas e seguir sem você em frente em longos vôos.
Talves eu não consiga ser como o pardal que se ele for aprisionado em uma gaiola ele morre...
mas posso tentar ser justa e digna para me manter sempre livre.
Talves por não ter sabedoria de corija, ou olhos de águia,
é que minhas asas as vezes ficam feridas e sangram...
mas mesmo assim, graças a natureza que é bela e sabia, eu e você conseguimos nos recuperar.
(Do Blog de Juscelino França)
Postado por Fernando Caldas
FESTA RELIGIOSA DO RN PODE TORNAR-SE PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL
O governador Iberê Ferreira de Souza encaminhou nesta segunda-feira um pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para que a tradicional Festa de Sant'Ana de Caicó seja reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. O pedido encaminhado pelo governo do estado será analisado pelo Conselho do Iphan em uma reunião prevista para a primeira quinzena do mês de dezembro.
No Seridó, Sant'Ana é reverenciada desde 26 de julho de 1748, data em que a Igreja e o povo da região começaram a celebrar os louvores de sua padroeira, apresentando-lhe suas preces.
(Do Diário de Natal)
No Seridó, Sant'Ana é reverenciada desde 26 de julho de 1748, data em que a Igreja e o povo da região começaram a celebrar os louvores de sua padroeira, apresentando-lhe suas preces.
(Do Diário de Natal)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
UMA GLOSA DE XAVIER
Levando um litro de mel
Dessa abelha italiana,Com muita santa bacana
Tomei cachaça no céu.
Aprontei, fiz escarcel,
Dancei com defuntos nus,
Quebrando a famosa cruz,
Os anjos bateram palmas.
Sonhei mais cantando as almas
Lá no hotel de Jesus.
Luiz Xavier
Postado por Fernando Caldas
UM MONUMENTO RÚSTICO NA TERRA DOS CARNAUBAIS
Os casarões são sinônimo de passado, tradição, herança e um verdadeiro legado cultural dos povoados nas terras dos Carnaubais. Mesmo com aspectos rústicos, tais edificações revelam parte de nossa história e os modos de vida rural de nosso varzeano com raízes locais em épocas marcadas pela pujança econômica de intensa produção agropecuária.
( ..)
Do Blog de Tony Martins, Carnaubais-RN
( ..)
Do Blog de Tony Martins, Carnaubais-RN
ASSU- ASSINADO CONTRATO COM EMPRESA QUE IRÁ ADMINISTRAR A ZPE DO SERTÃO
Com a presença da governadora eleita do Rio Grande do Norte, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), o contrato para administração da ZPE do Sertão foi assinado na manhã deste sábado, 27, pelo prefeito Ivan Júnior e os sócios da empresa ZPE do Sertão Administradora LTDA.
“Estamos vivendo um momento histórico para região. Nós estudamos muito e decidimos por Assu. Nosso trabalho é procurar dotar toda infraestrutura. Já estamos em contato com as universidades, empresários e com a classe política que nunca mediram esforços para consolidação da ZPE do Sertão”, disse Brian E Tipler, um dos sócios da empresa administradora da ZPE.
Ainda de acordo com Brian Tipler, responsável por implantar, gerir e atrair investidores para a ZPE do Sertão, se todo trâmite ocorrer dentro da normalidade, Assu colocará em funcionamento sua ZPE do Sertão, ainda no próximo ano.
Projeto
A senadora Rosalba Ciarlini, autora do Projeto de Lei que criou a ZPE do Sertão no Senado Federal, participou da assinatura do contrato, inclusive assinando como uma das testemunhas. Para Rosalba, a ZPE do Sertão é a certeza de um futuro prospero para o desenvolvimento regional do RN. “Hoje é a certeza de um passo para o futuro. Eu sempre fiz questão de acompanhar todo processo, como a desapropriação da área de mil hectares onde funcionará a ZPE, a sanção presidencial e agora a assinatura da empresa administradora. Vamos levar desenvolvimento e geração de emprego para o interior e assim diminuir as desigualdades”, disse Rosalba.
O prefeito de Assu, Ivan Júnior (PP), vem trabalhando arduamente para consolidar a ZPE do Sertão. “Somos determinados e vamos conseguir viabilizar esse projeto. Conseguimos sensibilizar toda bancada federal. A primeira a acreditar foi a senadora Rosalba Ciarlini. Ela me ajudou, sensibilizando os parlamentares. Agora o senador José Agripino colocou uma emenda de R$ 60 milhões que vamos conseguir liberar, porque para a região será sinônimo de redenção econômica”, afirmou Ivan.
O senador Garibaldi Filho (PMDB), o deputado federal Fábio Faria (PMN) e o deputado estadual eleito George Soares (PR), também estiveram presentes a solenidade de assinatura do contrato com a empresa que administrará a ZPE do Sertão.
Prazos
O presidente da empresa administradora da ZPE, Victor Samuel Cavalcante da Ponte, possui três meses para apresentar o projeto alfandegário. Depois de aprovado, o próximo passo será buscar as licenças relacionadas ao meio ambiente, depois de aprovadas, vem à captação de investidores. “Vamos trabalhar para que daqui a um ano a primeira estrutura da ZPE esteja pronta”, disse Victor Samuel.
Com informações da assessoria de imprensa da senadora Rosalba Ciarlini
AGÊNCIA ECO DE NOTÍCIAS
Leonardo Sodré João Maria Medeiros
Editor Geral Diretor de Redação
9986-2453 9144-6632
Nosso blog
http://www.ecoimprensanatal.blogspot.com/
Nosso e-mail
ecoimprensamarketing@gmail.com
Postado po Fernando Caldas
“Estamos vivendo um momento histórico para região. Nós estudamos muito e decidimos por Assu. Nosso trabalho é procurar dotar toda infraestrutura. Já estamos em contato com as universidades, empresários e com a classe política que nunca mediram esforços para consolidação da ZPE do Sertão”, disse Brian E Tipler, um dos sócios da empresa administradora da ZPE.
Ainda de acordo com Brian Tipler, responsável por implantar, gerir e atrair investidores para a ZPE do Sertão, se todo trâmite ocorrer dentro da normalidade, Assu colocará em funcionamento sua ZPE do Sertão, ainda no próximo ano.
Projeto
A senadora Rosalba Ciarlini, autora do Projeto de Lei que criou a ZPE do Sertão no Senado Federal, participou da assinatura do contrato, inclusive assinando como uma das testemunhas. Para Rosalba, a ZPE do Sertão é a certeza de um futuro prospero para o desenvolvimento regional do RN. “Hoje é a certeza de um passo para o futuro. Eu sempre fiz questão de acompanhar todo processo, como a desapropriação da área de mil hectares onde funcionará a ZPE, a sanção presidencial e agora a assinatura da empresa administradora. Vamos levar desenvolvimento e geração de emprego para o interior e assim diminuir as desigualdades”, disse Rosalba.
O prefeito de Assu, Ivan Júnior (PP), vem trabalhando arduamente para consolidar a ZPE do Sertão. “Somos determinados e vamos conseguir viabilizar esse projeto. Conseguimos sensibilizar toda bancada federal. A primeira a acreditar foi a senadora Rosalba Ciarlini. Ela me ajudou, sensibilizando os parlamentares. Agora o senador José Agripino colocou uma emenda de R$ 60 milhões que vamos conseguir liberar, porque para a região será sinônimo de redenção econômica”, afirmou Ivan.
O senador Garibaldi Filho (PMDB), o deputado federal Fábio Faria (PMN) e o deputado estadual eleito George Soares (PR), também estiveram presentes a solenidade de assinatura do contrato com a empresa que administrará a ZPE do Sertão.
Prazos
O presidente da empresa administradora da ZPE, Victor Samuel Cavalcante da Ponte, possui três meses para apresentar o projeto alfandegário. Depois de aprovado, o próximo passo será buscar as licenças relacionadas ao meio ambiente, depois de aprovadas, vem à captação de investidores. “Vamos trabalhar para que daqui a um ano a primeira estrutura da ZPE esteja pronta”, disse Victor Samuel.
Com informações da assessoria de imprensa da senadora Rosalba Ciarlini
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.




