sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

AQUELE


O filho de Deus tinha tudo de todas as plenitudes.
Fazia suavemente os milagres todos de Sua graça.
Viam os cegos, os mortos ressiscitavam, curavam-se todos os emfermos.
E os passos sobre as aguas, a Sua voz o domínio de todas as ondas e de todas as tempestades.
Dobravam-se todos os ventos, sossegadas e mansas todas as águas.
Mas o filho do homem nao tinha onde repousar a cabeça.

João Lins Caldas, poeta potiguar

Feliz Natal!

Fernando Caldas

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

MARINHO CHAGAS SE RECUPERA EM SAO PAULO

O grande ídolo do ABC e melhor lateral-esquerdo da Copa do Mundo de 1974, Marinho Chagas, segue hospitalizado na cidade de São Paulo (SP), onde foi submetido a uma série de exames no hospital da USP para se tratar de uma hepatite. As últimas notícias sobre sua recuperação são animadoras.

Segundo o publicitário Tertuliano Pinheiro, conselheiro do alvinegro, responsável pela articulação com o jornalista Milton Neves, a Prefeitura de Natal e o ABC para levar Marinho à capital paulista, "ele recupera-se bem, não pára de falar no ABC e já ganhou inclusive 4 quilos".

A equipe da USP que acompanha o ídolo abecedista é coordenada pelo renomado Dr. José Osmar Medina, que aparece abraçado com Marinho nas fotos ao lado. O tratamento vem sendo tão positivo, que já existe a possibilidade de não ser necessária nenhuma intervenção cirúrgica.

Com informações do site do ABC
(Fonte: Natalpress.com)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

NINGUÉM COMO ELE

Ilustração do blog: Jesus meditando na montanha.

Ninguém NASCEU como Ele...

Seu nascimento há centenas de anos foi fartamente anunciado
Pois o Espírito de Deus a homens santos inspirados
Anunciou local, condições, ascendência, nomes e sua missão
Sem falhas ou mesmo erros, mas com fantástica exatidão.

Ninguém VIVEU como Ele...

Nada tendo como seu
No entanto, para servir aos outros Ele viveu.
Embora de humilde ofício de sua carpintaria
Para multidões que a Ele acorreram discursaria
Nos caminhos e cidades da Judéia
Ou mesmo por montes e mares da Galiléia
Não foram poucos os que queriam ao menos vê-Lo
E ouvi-Lo falar do Pai com tanto zelo.
E o evangelista relatando descrevia
Somente “Fazendo o bem, ele vivia”.

Ninguém AMOU como Ele...

Cercado por discípulos, crianças, jovens e anciãos
Pessoas ricas, pobres, doentes e também os sãos
A todos igualmente Ele tratava
Declarando a quem quer que O procurava
Com autoridade de que domina a situação
Sua identidade, seu propósito, sua missão.
Sendo de Deus, o Enviado
O Amor encarnado
Jamais limitou do sentimento a extensão
Amando sem medidas, foi assim
Que os discípulos “amou-os até o fim”.

Ninguém MORREU como Ele...

De seus trinta e três anos de vida que aqui se registrou
Em pouco mais de três seu ministério concretizou
Não lhe esperava, no entanto, uma morte honrosa
Para cumprir a profecia e salvar o homem
Estava destinado a si a cruz ignominiosa.
Sofreu a dor da rejeição, do escárnio e do desprezo
Nada alegou e não reagiu quando foi preso.
De seus discípulos, outrora inseparáveis do meigo e bom Pastor,
Exceto João, se foram todos, vendo de longe padecer o Salvador.
Expirou com um brado de vitória
Suportando os pecados da humanidade
Ao Pai Seu espírito entregou
Respondendo aos algozes Ele provou
Com Sua Vida, o sentido da Verdade.

Ninguém RESSUSCITOU como Ele...

Foi no alvorecer do terceiro dia
Que o maior milagre de toda história se realizou
As três Marias, indo ao túmulo, entristecidas
Estupefatas, descobriram que a pedra alguém rolou.
Não tinha sido o jardineiro
E muito menos a escolta do poder romano
Certamente o que ali se passara
Acima estava do entender do ser humano.
Entre lágrimas de singela dor e de saudade
Foi do anjo que ouviram a novidade:
“Não está mais aqui Aquele
Que a morte venceu e a profecia cumpriu.
Anunciai a todo mundo que o Rei dos Reis,
Príncipe da Paz, Conselheiro,
Pai da Eternidade, Maravilhoso, ressurgiu!”

Ninguém VIRÁ como Ele...

Quase dois mil anos se passaram
Desde aquela manhã tão gloriosa.
Decorreram vinte séculos que neste mundo
A presença do Santo Espírito o homem goza
Mas o tempo do fim não tarda a se cumprir
E ao homem pouco tempo lhe resta prá se decidir
Eis que vindo o Filho do Homem lá nas nuvens
Como havia antes sido profetizado
Da Salvação a porta será fechada
E da decisão a oportunidade estará encerrada.
É sua hoje a escolha, leitor amigo
Não desprezes nem rejeites este convite
Salve sua vida e viva seus dias descansado
Tenha certeza de que Ele nunca o deixará
Suas promessas fielmente cumprirá
E para sempre ao seu lado Ele estará!

Ninguém É como Ele...

Nosso amado Redentor Onipotente
Nosso Salvador suficiente
Supremo Pastor, Sol da Justiça, SENHOR JESUS!!!

Clênio Falcão Lins Caldas

[Nota do blog: Clênio Lins Caldas é filho do açuense João Moacir Lins Caldas e sobrinho do grande bardo das letras brasileiras chamado João Lins Caldas. Nesta oportunidade dedico o texto acima a todos os meus familiares, amigos, amigos em Orkut, Facebook e outros sites de relacionamentos, bem como a todos os meus seguidore e leitores deste blog, votos de Boas Festas].

Fernando Caldas

O PRIMEIRO BARDO POTIGUAR

O natalense Joaquim Edivirges de Melo Açucena, Lourival Açucena, ou Lorênio - [1827-1907] é o primeiro poeta Norte-riograndense. Ator, seresteiro, "cantador de modinhas", no dizer de Câmara Cascudo. Conta-se que o nome Lourival se deu após ele representar o papel do Capitão Lourival, na peça "O Desertor Francês [1846], de Antônio Xavier Ferreira de Azevedo.

Lourival foi funcionário público, delegado de polícia, amigo de influentes políticos de sua época, chegando a exercer o cargo de chefe de gabinete do presidente da província. Primeiramente colaborou com seus escritos literarios em "O Recreio", 1861, de Natal, dentre outros daquela capital potiguar. Pena que não se organizou para publicar-se. Cascudo no seu livro intitulado de "Versos", 1927, reúne grande parte da poética açuceniana, bem como seus amigos publicaram postumamente uma antologia intitulada de "Poliantéia", que reúne tudo ou quase tudo daquele lírico potiguar. O referenciado livro de Cascudo a UFRN reeditou em 1987.

Açucena está na primeira antologia dos poetas potiguares sob o título de "Poetas do Rio Grande do Norte", 1922, de Ezequiel Wanderley. Ele é patrono da cadeira número 4, da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. Algumas modinhas de sua autoria estão no livro de Cláudio Galvão intulado de "A Modinha Norte-Rio-grandense", bem como está na antologia de Rômulo Wanderley sob o título de "Panorama da Poesia Norte-Rio-Grandense", 1965, entre outras como "Informações da Literatura Potiguar", 2001, de Tarcísio Gurgel. Na antologia de Rômulo está transcrito o poema daquele boêmio e romântico poeta clássico, conforme transcrito adiante:

Eu não sei pintar o amor
Amor é brando é zangado
É faceiro e vive nu,
Tem vistas de cururu,
E vive sempre vendado:
É sincero, é refolhado,
Causa prazer; causa dor.
Tem carinhos, tem rigor,
Amor... pinte-o quem quiser,
Eu não sei pintar o amor.

Amor é loquaz, é mudo.
É moderado, é garrido,
É covarde, é destemido,
É vida, é morte de tudo,
É brioso, é sem pudor.
Traz doçura, dá travor,
Amor... pinte-o quem quiser,
Retrate o amor quem souber,
Eu não sei pintar o amor.

Amor é grave, é truão,
É furacão, é galerno,
É paraíso, é inferno,
É cordeirinho, é leão;
É anjo, é Nume, é dragão,
Tem asas, tem passador,
Dá esforços, traz tremor.
Enfim, pinte-o quem quiser.
Retrate o amor quem souber,
Eu não sei pintar o amor.

Afinal, a propósito da morte de Lourival Açucena, o igualmente poeta Ferreira Itajubá escreveu:

No campo santo

[...]

Morreste e não soubeste, ó grande veterano,
Que, quando, por Natal, a rosa todo ano
Floresce alegremente, entre as demais roseiras,
O prado embalsamando, ao lado das primeiras,
esta alma não rebenta em rosas de ilusão
Como quando cantaste ao som do violão.

[...]

Fernando Caldas

LUAR


Chagas Lourenço


A lua surgiu imensa
Cor de fogo
Longínqua, arredia
Temerosa e bela.
O amor apareceu
Ardente e forte
Queimando como fogo
Corajoso e belo.
A beleza do luar
O calor do amor
O medo
De tudo acabar.

Por Alma do Beco

Posrado por Fernando Caldas

SE LAMPIÃO FOSSE VIVO...

Minervino Wanderley*

Folheando a revista IstoÉ, de 10.11.2010, p. 72, uma matéria chamou-me a atenção. Assinada por Wilson Aquino, tem o seguinte título: “A influência estética de Lampião”. No texto, Aquino quase que chega chamar Capitão Virgulino de gay. Vejamos alguns trechos:

l “Mas quando não estava praticando crimes, o cangaceiro se atracava com agulhas e linhas para costurar e bordar, lindamente, roupas e lenços que usava ao estilo Jacques Leclair.”

l “Ele não era apenas o executor do bordado. Era também um estilista.”

l “FRESCURAS NO CANGAÇO. O lenço dos cangaceiros era feito de seda inglesa ou de tafetá francês. A jabiraca de Lampião era em seda vermelha e contava com 30 alianças de ouro.”

l “Se tivesse escolhido a profissão de costureiro, Lampião (até hoje constantemente revisitado pela indústria fashion) certamente teria tido uma carreira brilhante.”

Durma-se com um barulho desses. Esse camarada não sabe que Lampião era tão hábil com a espingarda que conseguia dar tantos tiros consecutivos que clareavam a noite. Por isso, Lampião.

Se essa figura dissesse essas coisas há 80 anos ele iria ver que o Capitão Virgulino costurava mesmo era com uma 44 Papo Amarelo.

Aquino com certeza não conhece a história da quadrilha junina que o Capitão organizou numa fazenda e que seu bisavô (De Aquino) participou. Só que esse fuzuê, além de ter Lampião como marcador, era diferente num aspecto: todo mundo nuzinho. Agora, quem conta a história é um dos participantes dessa “festa”:

- O Capitão mandou fazer as fileiras e mandou todo mundo tirar a roupa. Ordem rapidamente obedecida. No meio da quadrilha, Lampião gritou:

- Todo mundo com um dedo na boca e outro “lá” (vocês sabem aonde). Ordem imediatamente obedecida. - Daqui a pouco ele disse:
- Trocar de dedo! O dedo que tava na boca vai pra “lá” e o outro vai pra boca.
Foi aí que o bisavô de Aquino caiu na besteira de dizer:
- Mas isso, Capitão?
O Capitão deu um olhar de matar cobra venenosa e gritou:
- Isso o quê, cabra?
O camarada afroxou e, gemendo, disse:
- Isso é bom demais, Capitão!

Esse recado é pra você, Wilson Aquino.

*Jornalista

(Do blog de Leonardo Sodré)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

SER TÉCNICO, SER POLÍTICO OU SER HUMANO?

Públio José – jornalista

(publiojose@gmail.com)

Temos lido e ouvido muitas besteiras atualmente. Uma delas expõe ocupantes de cargos públicos a uma classificação entre técnicos e políticos. Por esse raciocínio, o agente público só pode ser ou uma coisa ou outra. Para mim, além de pobre, esse conceito é um desrespeito à capacidade intelectual dos homens públicos. Fico também perplexo como uma mera análise feita por certos “expert’s” a respeito do desempenho, da aptidão do homem público de administrar segundo um modo duro, retilíneo, científico ou maleável, flexível, termina como obra acabada, irrespondível. Cataloga-se um (o técnico), como insensível, capaz de cometer verdadeiras aberrações contra o social, enquanto o outro é bonachão, tem experiência no contato com o povo ou é irresponsável demais no gastar para atender os reclamos dos mais necessitados.

O primeiro administra seguindo uma rígida linha orçamentária, enquanto o segundo tem uma capacidade maior de improvisação, de “jogo de cintura” para cometer deslizes que justifiquem a defesa do social. Isso tudo é uma arrematada tolice. Aliás, no mundo político, tem coisas distorcidas colocadas como retas, assuntos discutíveis postos como incontestáveis – e grandes besteiras aceitas como fato consumado. Essa história de ocupante de cargo público ser técnico ou político é uma delas. Primeiramente, porque conhecemos muitos homens de grande conhecimento técnico se havendo muito bem como políticos, enquanto grandes políticos se transformaram em verdadeiras enciclopédias de conhecimentos técnicos, dignos, portanto, de causar inveja tanto a uns quanto a outros.

O interessante é ter de se assistir, diante dessa realidade de coisa imposta, o clamor, o brado, a exigência de boa parcela da mídia, de correligionários, de gente com interesses contrariados, pressionando o administrador público a fazer mudanças urgentes em sua equipe, “pois o ministério (ou o secretariado) está excessivamente técnico ou excessivamente político”. Desconhece-se, assim, a capacidade de adaptação desses profissionais, muitos deles experientes, lastreados, perfeitamente capacitados a exercer cargo público e a se amoldar a circunstâncias adversas. Dessa maneira, pessoas sérias, bem intencionadas são dadas como duronas, insensíveis, enquanto políticos com boa carga de conhecimentos são tidos como irresponsáveis a sangrar o orçamento público.

Na verdade existem outros interesses por trás disso tudo. E nesse afã, nessa ânsia de levar vantagem, pessoas são envolvidas e manipuladas para que, através da veiculação de conceitos enganosos, grupos e blocos políticos possam concretizar desejos às vezes escusos, que nem podem ser publicamente expostos. Quando um profissional é catalogado como técnico é porque maquinações outras querem expô-lo publicamente dessa forma, com o intuito de enfraquecê-lo e cuspi-lo do poder. Para que? Para abrir o cofre e promover ações lastreadas por verbas que, com toda certeza, vão beneficiar o bolso de alguém. Da mesma forma, quando se exige um técnico para um cargo, em detrimento de um político, é com o desejo de fechar a torneira que está forrando o bolso de um concorrente.

E qual a saída? Se este conceito é furado, enganoso, qual o verdadeiro? Lembro-me agora que Lula, no início do período de transição, declarou querer ministros e auxiliares que não fossem homens voltados simplesmente para enxergar números. Ressaltou que queria “ministros com sentimentos”. Lula não usou a palavra correta para definir o perfil de seus auxiliares, talvez até por falta de costume. Na verdade, o que ele queria dizer é que no seu governo esperava ter ao seu lado homens humanos, feitos de carne, pessoas dotadas da capacidade de sentir o clamor, o odor, o cheiro, as aspirações das massas. Lembra-se de Figueiredo quando disse que preferia o “cheiro de cavalo ao cheiro de povo?”. Aí está a grande questão. O Brasil – e por extensão todas as unidades da federação – está precisando de homens, sejam técnicos ou políticos, com ideais, visão e anseios emanados do povo.

O que o povo quer? O que o povo deseja? Ponha-se isso na máquina de pesquisa, planejamento e execução do governo que a resposta será diferente. Entretanto, anos, décadas e séculos se passam e os nossos governantes estão sempre na contramão das aspirações do povo. O que se quer, na verdade, são pessoas que não se desgarrem do “modus operandi” das ruas, das fábricas, das casas mais humildes, dos bairros mais pobres, dos rincões mais distantes. Agentes públicos que não percam o contato com o pedido de socorro dos violentados, dos desempregados, dos desdentados, dos que não têm mais a quem apelar. Ficar apontando se este ou aquele é técnico ou político é uma questão de somenos importância, além de deixar o debate num plano muito superficial. Ser humano, ter sentimentos, sofrer, chorar, se contaminar, se contagiar com as dores dos mais humildes – eis a questão. Vamos mudar de conceito?

QUANDO O NATAL ACONTECE...

*Por Rômulo Gomes

É natal quando duas mãos se tocam sinceramente.
É natal quando respeitamos os limites do outro.
É natal quando agradecemos por nossa existência.
É natal quando deitamos a cabeça no travesseiro e dormimos em paz.
É natal quando acreditamos que podemos vencer.
É natal quando abraçamos nossos pais, pedimos a bênção a nossos avós.
É natal quando uma criança sorri pela primeira vez.
É natal quando soltamos pipa e pulamos amarelinha no quintal.
É natal quando perdoamos e pedimos desculpas.
É natal quando fazemos o bem, seja a quem for.
É natal quando nos colocamos no lugar do outro.
É natal quando os preconceitos são derrubados.
É natal quando enfrentamos nossos medos.
É natal quando levantamos da queda.
É natal quando caminhamos na praia, mesmo que de sapato.
É natal quando amamos e somos amados verdadeiramente.
É natal quando celebramos a vida, seja com um bolo ou com uma gargalhada descompromissada.
O natal acontece em nós, e não para nós.

*Rômulo Gomes é poeta, estudante universitário da UERN

PROGRAMA NEGÓCIO CERTO RURAL É ENCERRADO COM SUCESSO EM LAGES

No último sábado (18) a cidade de Lajes, localizada na Região Central do estado, observou os bons números obtidos da parceria formada pela prefeitura, Sebrae, Sistema Faern/Senar e Sindicato Rural na condução do Programa Negócio Certo Rural, que capacitou no município cerca de 30 pessoas de 25 propriedades rurais. A turma formada no programa teve aulas ministradas pelos educadores do Senar, Canindé e Teresa Marcelina e finalizaram seus trabalhos na Escola Municipal Monsenhor Vicente de Paula.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Lajes, César Militão, a idéia do programa é apresentar conteúdos básicos que auxiliarão os alunos na melhoria de negócios já existentes ou abertura de novos projetos. “Com uma carga horária de 36 horas, o Programa Negócio Certo Rural ajudou ao pequeno produtor a realizar o diagnóstico de sua propriedade, discutindo e viabilizando idéias de futuros negócios. Tudo isso, implementando ações logísticas”, ressaltou Militão.

O evento contou com a presença do prefeito de Lajes, Benes Leocádio e os vereadores Clóvis Vale e Gilson Nunes. Na oportunidade, o prefeito parabenizou todos os participantes do curso e o Sindicato Rural pelo excelente trabalho.

Turmas

As turmas do Negócio Certo Rural são formadas por produtores rurais e filhos de agricultores familiares com idade de 16 a 35 anos que cumprem as cinco etapas do programa, que são: encontrar uma idéia de negócio, verificar sua viabilidade, formalizá-lo, organizá-lo e administrá-lo e promover o relacionamento com o mercado. Tudo isso, contando com todas as orientações dos educadores do Senar.

De acordo com o presidente do Sistema Faern/Senar, José Álvares Vieira, o Programa Negócio Certo Rural é uma forma de ampliar o horizonte desses produtores no que toca as questões de mercado. “Faltava um meio de motivar os pequenos produtores para revitalizar suas propriedades rurais ou descobrir os empreendimentos viáveis que estão ao seu alcance. Com o projeto, essas novas portas serão abertas”, finalizou Vieira.

Com reportagem de Paulo Correia
AGÊNCIA ECO DE NOTÍCIAS
Leonardo Sodré João Maria Medeiros
Editor Geral Diretor de Redação
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Postado por Fernando Caldas

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO