quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

FIFA e COL realizam inspeção operacional na Arena das Dunas


Por Elias Medeiros – www.eliasjornalista.com
Integrantes da FIFA e do Comitê Organizador Local (COL), acompanhados da governadora Rosalba Ciarlini e do secretário da SECOPA/RN Demétrio Paulo Torres, realizaram na manhã desta quinta-feira (31), mais uma inspeção operacional no estádio Arena das Dunas, palco dos jogos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 em Natal.
Na vistoria desta quinta-feira, 40 membros da Fifa e do COL analisaram questões relacionadas à segurança, Operações de Imprensa, Televisão, Protocolo, Mídia, Tecnologia da Informação, Credenciamento, Segurança, Marketing, Médica, Ingressos, Transporte, Alimentação, Voluntários, Logística e Hospitalidade., entre outros assuntos observados em dias de jogos.
Segundo o gerente geral de integração operacional do COL, Tiago Paes, estas inspeções não tratam do andamento de obras. Nosso foco é a operação das arenas na Copa do Mundo da FIFA. Seguiremos trocando informações com os técnicos de várias áreas, para podermos planejar o funcionamento destes estádios.
Em entrevista coletiva de imprensa o chefe do escritório da Copa do Mundo da Fifa 2014, Chris Unger, destacou a evolução das obras do estádio e disse que agora foi possível observar como o operacional do evento vai funcionar.
Para governadora Rosalba Ciarlini , os quesitos analisados estão dentro do cronograma estabelecido pela entidade máxima do futebol e que a Arena das Dunas está com 53% suas obras concluídas e prevista para ser entregue no final do ano.
visita da Fifa e COL trata-se de um trabalho regular, que antes era realizado de seis em seis meses. Porém, com a proximidade das competições, este intervalo diminuiu.

    Foto: ╰☆╮A gente sonha sozinho pra depois realizar com alguém.
    De: Permita-se

    A gente sonha sozinho pra depois se realizar com alguém.

    RUAS DO ASSU

    "RUA DA SEDE DOS ESCOTEIROS"

    A Rua Professor Luiz Soares – conhecida popularmente como "Rua da Sede dos Escoteiros" - é uma rua antiga. Foi por muitos muitas décadas a periferia da cidade. Limita-se com a Rua Otávio Amorim (Norte) e Avenida Senador João Câmara (sul). Há ainda quem a cognomine de “Rua do Cemitério”. Faz parte do bairro Centro.
    Quem foi este homem de nome Luiz Soares?
    Luiz Correia Soares de Araújo nasceu em Assu no dia 18 de janeiro de 1888 – Ano da Libertação dos Escravos no Brasil. Professor Luiz Soares era formado pela Escola Normal de Natal. Exerceu o magistério durante 54 anos. Foi o primeiro diretor do grupo Escolar Tenente Coronel José Correia - Assu, inaugurado em 07 de setembro de 1911.
    Depois de dois anos a frente do referida instituição educacional, Luiz Soares foi para Natal. Naquela capital dirigiu o Grupo Escolar Frei Miguelino, a Escola Profissional e colaborou com a fundação da Associação de Escoteiros, recebendo a comenda Tapir de Prata - a mais alta insígnia mundial do escotismo.
    Luiz Soares foi um grande desportista. Em sua administração, na Federação Norte-rio-grandense de Desportos, em 1929, inaugurou o estádio de futebol Juvenal Lamartine, em Natal.
    Como homem influente na sociedade, contribuiu decisivamente para a criação da Policlínica do Alecrim em Natal, que hoje tem seu nome, e para criação da Faculdade de Farmácia e Odontologia e da Faculdade de Direito de Natal.
    Atuando na política foi vereador em Natal e presidente da Câmara.
    A sua intelectualidade o fez Sócio das seguintes instituições: Associação dos Professores, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, do Conselho de Educação e Cultura, da Academia Potiguar de Letras.
    O professor Luiz Soares foi o fundador do Escotismo no Rio Grande do Norte – Organização mundial masculina (atualmente é mista) de educação extraescolar, voluntária, fundada pelo general inglês Baden-Powell. O professor Luiz Soares aproveitou a oportunidade e trouxe o escotismo para o Assu. Por esta razão a rua onde esta edificada a primeira sede de escoteiros desta cidade, possui o seu nome.
    Luiz Correia Soares de Araújo faleceu em Natal aos 79 anos de idade no dia 12 de agosto de 1967.
    Atualmente a Rua Professor Luiz Soares esta inserida no complexo comercial da cidade do Assu. Conta ainda com prédios residências, no entanto, um bom número de pontos comerciais ocupa aquela artéria.

    quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

    O poeta assuense Celso da Silveira tem poema musicado, interpretado por Luiz Gonzaga

    Título do blog.

    RENASCENÇA

    (Celso da Silveira - Onildo Almeida)
    Gonzaguinha e Gozagão

    Sr(a)s da REVIVENDO, boa tarde.

    Gostaríamos que a gravadora fizesse uma correção, por questão de direito, com relação a música RENASCENÇA, gravada no C- 9914 LUIZ GONZAGA Vol. 4 - RVCD 252, pois a mesma é uma parceria do Onildo Almeida (música) com letra do poeta e escritor potiguar Celso da Silveira; a mesma foi gravada por Luiz Gonzaga apenas em estúdio 
    e saiu por este selo em cd.

    Agradecemos a compreensão.
    Kydelmir Dantas


    (autor do livro LUIZ GONZAGA E O RIO GRANDE DO NORTE, 2012). 
    (See attached file: Luiz Gonzaga e o RN_Kydelmir Dantas.jpg)

    Mossoró-RN.

    http://blogdomendesemendes.blogspot.com

    NO DIA DA SAUDADE

    INFÂNCIA: BOLA DE MEIA

    Na nossa época de criança, a meninada era igual a qualquer turma. Meninos pobres e humildes que tinham criatividade para brincar. Os sonhos eram realizados numa época que poucos tinham acesso a bola de plástico ou de couro.

    Todavia, a confecção de um brinquedo que ganhou o mundo em popularidade, que encantava crianças e adolescentes, era a cilíndrica, envolvente e majestosa bola de futebol. Consegui-la nas nossas brincadeiras era quase impossível, diante das dificuldades financeiras daquele pequeno grupo de atletas mirins. Porém, o sonho de vê-la rolando nos campos improvisados, sob os nossos pés, era a mais pura realidade.

    A bola tradicional de borracha ou couro era uma utopia, daí termos de improvisar e construir aquele objeto tão desejado. O primeiro passo seria conseguir uma meia, geralmente dos nossos pais, o que era teoricamente impossível, pois aquele par jamais poderia ficar ímpar, segundo a argumentação das nossas mães. E, para dificultar ainda mais, o estoque era muito limitado, já que os nossos genitores não usufruíam, rotineiramente, de tal indumentária.

    Conseguida a dificílima peça de algodão ou nylon, na maioria das vezes subtraída, ilegalmente, restava arregimentar um amigo para conseguir o algodão descaroçado ou alguns pedaços de pano macio para formatar a futura bola, que iria ser lançada no campo sagrado da nossa imaginação para a alegria da nossa infantilidade.

    O jogo ocorria em fundo de quintal ou em um beco. A minha turma, geralmente, jogava entre a casa onde papai morava (casa de Solon) e o antigo prédio dos Correios (que nunca foi inaugurado), onde hoje localiza-se a Junta Militar. A partida só terminava com o grito de nossas mães para o almoço ou quando a noite estava chegando e ninguém via mais a bola. As traves eram formadas por sandálias ou por bandas de tijolo.

    Bola de meia que proporcionou amizades, brigas, alegrias, topadas em pedras, gols...e que gols.
    Amiga bola de meia, quanta saudade. Você está patenteada no
    amor, na alma, na nossa infância pobre e feliz.


    Por Marcos Calaça, jornalista da UFRN

    Ilustração do blog

    Ginga Pelé

     REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO