sexta-feira, 5 de julho de 2013

Assu Antigo

Rua Moisés Soares, antes denominada Rua de Ortas. Foto do mural/facebook Rádio Princesa do Vale.

Citação

 Doce Misterio.
















"Não há palavra amiga, nem gesto que possam ajudar.
É preciso esperar a ação do tempo - que não é apenas um devorador de dias e de horas, mas um enfermeiro eficiente."

Lya Luft
Liduxa

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Assu antigo


Casa de Francisco Evarista de Oliveira Sales (dr. Sales), um dos primeiros médicos a chegar na cidade de Assu., onde ele conquistou grandes amizades e simpatias! Guardo dele boas recordações e lembranças!

NOITE DE NATAL

BOSCO LOPES

As muitas outras cidades que me perdoem, mas Natal é fundamental. Não fosse pelo seu pôr do sol do Potengi, seria pelas pessoas que o contemplam, embriagas de poesia e que passeiam a beleza pelas suas ruas seculares.

Nasceste, Natal, entre o rio e o mar, com os teus alicerces ancorados nos arrecifes da Praia do Forte, estrela maior que guia a nau catarineta tripulada de poetas, que saem por tuas noites em busca de bares nunca dantes navegados. Caminhas ecologicamente banhada pelo rio e protegida pelas dunas. Foste a bem amada dos aventureiros gauleses, holandeses e lusitanos, para tempos depois servires de pilar de uma ponte de guerra que ia desta parte ao outro mundo.

Natal, admiro a ternura fotogênica dos teus becos: becos que não cantei num dístico. Mas que canto cotidianamente com a minha presença, pois num deles aconteceu, num acaso feliz, meu batismo de cachaça e poesia, apadrinhado por Berilo Wanderley e Celso da Silveira. Para citar apenas um, fico com o bar do beco de Nazi, que com suas alquimias prepara a melhor “ meladinha” deste mundo.

Nas tuas noites, vejo teu nome inscrito em gás neon: Maria Boa, educadora de várias gerações. Noites que varei violentando teu silêncio com violões, modinhas, amigos e tragos de aguardente. Noites inolvidáveis do Brizza Del Maré, do Cisne, do Granada Bar, do Acácia, tão distantes das tardes de minha infância, onde no patamar da Igraja do Galo meu velocípede azul pedalava esperanças. Mas é nas tuas manhãs ensolaradas que vejo tuas mulheres bonitas na passarela pública das praças, parques, praias e se perderem de vista.

Mas se é inverno, evito tuas praias e me agasalho no abrigo dos copos dos teus bares e no calor dos corpos de tuas mulheres. Tenho tudo para te agradecer, Natal, pois tudo me deste: poetas como Itajubá, Jorge Fernandes e Jaime Wanderley, cujos versos guardo de memória.

Eu, também etilírico poeta, de pé no chão aprendi o ofício da poesia para te dizer: muito obrigado, Natal, pelas dádivas que de ti recebo há 33 anos.

LANÇAMENTO DE LIVRO

“O Mundo Varzeano de Manoel Rodrigues de Melo”

"Além dos meus filhos e ter me formado em jornalismo depois de todos criados, registrar a região onde nasci e ao mesmo tempo reverenciar um escritor que admiro desde pequena, publicar esse livro é uma grande emoção por ser mais uma realização pessoal”, conta a professora Maria da Salete Queiroz da Cunha.

Com produção da Fundação Félix Rodrigues - Ponto de Cultura Casarão de Ofícios, será lançado nesta sexta-feira, dia 5, em Natal, a partir das 18 horas, na Pinacoteca do Rio Grande do Norte (Palácio Potengi), o livro “O Mundo Varzeano de Manoel Rodrigues de Melo”, de autoria de Maria da Salete com fotografias de João Vital Evangelista Souto.

Com apoio da Lei Câmara Cascudo e patrocínio da Petrobras, o livro retrata paisagens, tipos e costumes do Vale do Açu registrados na obra do escritor varzeano e que foram objeto de estudo da professora em sua dissertação de mestrado, aprovada pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 2001.

“O texto desse livro é simplesmente o primeiro capítulo da minha dissertação de mestrado, todo ele está ali, onde destaco a visão poética e a riqueza de detalhes que o grande escritor Manoel Rodrigues de Melo (1907-1996) descreveu sobre a região que fica a nordeste da bacia hidrográfica do rio Açu e que engloba os municípios de Assu, Ipanguaçu, Carnaubais, Alto do Rodrigues, Pendencias, Porto do Mangue e Macau”, conta a professora.

Segundo o professor e pesquisador da literatura do Rio Grande do Norte Tarcísio Gurgel, “Não há ninguém melhor identificado e mais amorosamente vinculado à região do Vale do Açu que o escritor Manoel Rodrigues de Melo. Não lhe faltaram, é certo, contatos com outras regiões fascinantes do Estado – o Seridó, em cuja cidade de Currais Novos viveu boa parte da juventude, e a litorânea da Capital onde acabaria vivendo anos mais produtivos de sua atividade intelectual – daí resultando livros e sede própria da Academina Norte-rio-grandense de Letras cuja construção foi obra sua. Mas a experiência com essa outras regiões não pode jamais ser comparada com o afeto por ele demostrado pela região de origem”.

Complementa o texto a fotografia de João Vital Evangelista Souto. A sua experiência na área de meio ambiente, especialmente focada no bioma caatinga, característico do nordeste brasileiro, foi decisiva para a perfeita integração de texto e imagem que caracteriza o livro. “Quando o meu irmão Geraldo Queiroz me mostrou fiquei sem palavras, porque o maravilhoso registro fotográfico de João Vital Evangelista Souto completou toda a poesia que reflete a beleza da natureza daquela região que só aparece no inverno. Porque durante a o período da seca tudo muda de cor”, destaca a autora.

A programação de lançamento da obra conta ainda com a exposição fotográfica sobre o tema, organizada pela Fundação Félix Rodrigues. A instituição, que compõe a Rede Nacional de Pontos de Cultura, mantém em sua sede na cidade de Pendências o Espaço Cultural Manoel Rodrigues de Melo, que desenvolve um trabalho de preservação da memória do escritor e da região. A data foi escolhida em comemoração ao nascimento do autor de Várzea do Açu, Cavalo de Pau, Patriarcas e Carreiros, ocorrido em 7/7/1907.

“Destaco ainda a importância da Fundação Félix Rodrigues que fica na casa onde nasci em Pendências e a nossa família doamos a população da região, onde além, de cursos, eventos culturais, ações de estimulo a leitura, entre outros, esse livro também estará a disposição da comunidades, afinal é um registro histórico”, completa Maria Salete.

Além de Natal, as cidades de Assu, Macau e Pendências estão incluídas no programa. Em Assu, o lançamento será realizado no Cine Teatro Pedro Amorim, dia 25 de julho, às 10h. Em Macau, dia 8 de agosto, às 10h, no Centro Petrobras de Cultura Porto de Ama. O encerramento será em Pendências, dia 22 de agosto, na sede da Fundação Félix Rodrigues, onde ficará em caráter permanente a exposição fotográfica.
Fonte: Jornal de Hoje - Cultura.

Partido Novo

"Para mim, o NOVO significa a real perspectiva de mudança por meio de uma nova forma de fazer política, com cidadãos de bem, honestos, preparados e competentes. O NOVO é uma plataforma para melhorarmos a gestão pública, reduzir o peso dos tributos e oxigenar a política brasileira".

Cláudio Cavalcanti Barra, 36 anos, administrador pela USP e líder do NOVO em Brasília.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Charge

A RAMPA E O RIO POTENGI EM FOTOS DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Publicado em 03/07/2013

Um hidroavião Martin PBM Mariner sendo baixado para o Rio Potengi pela rampa existente na Naval Air Statin Natal (NAS Natal), hoje conhecida como Ramoa
Um hidroavião Martin PBM Mariner sendo baixado para o Rio Potengi pela rampa existente na Naval Air Station Natal (NAS Natal), local hoje conhecido simplismente  como Rampa
NA ÚLTIMA SEMANA PAUTEI NESTE ESPAÇO ALGUNS MATERIAIS SOBRE O  SÍTIO HISTÓRICO DA ANTIGA RAMPA, NO BAIRRO DA RIBEIRA, EM NATAL. HOUVE UMA REPERCUSSÃO MUITO POSITIVO E UM GRANDE RETORNO POR PARTE DAQUELES QUE VISITARAM O NOSSO TOK DE HISTÓRIA E ASSIM CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE ESTE LOCAL, TÃO LIGADO A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.
Pátio da Rampa e seus hidroaviões
Pátio da Rampa e seus hidroaviões
NO NOSSO BLOG TOK DE HISTÓRIA, ESPAÇO NA INTERNET PAUTADO PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO HISTÓRICA, TRAGO AOS MUITOS AMIGOS E AMIGAS QUE APRECIAM NOSSO TRABALHO, ALGUMAS FOTOS DA VELHA RAMPA DURANTE A GUERRA, EM MEIO A HIDROAVIÕES DA U.S. NAVY, O RIO POTENGI E SEUS BARCOS A VELA, OU A “PANO” COMO DIZEM ATÉ HOJE OS PESCADORES.
Decolagem no rio Potengi
Decolagem no rio Potengi
Os barcos típicos do rio Potengi
Os barcos típicos do rio Potengi
Flutuante da Panair, onde os hidroaviões eram amarrados quando no rio
Flutuante da Panair, onde os hidroaviões eram amarrados
Hidroavião na água
Hidroavião na água
Desembarque
Desembarque
Embarque
Embarque
Hidroavião subindo a rampa
Hidroavião subindo a rampa
Natal em uma das principais rotas aéreas durante a Segunda Guerra Mundial
Natal em uma das principais rotas aéreas durante a Segunda Guerra Mundial, o “Trampolim da Vitória”
Um piloto da U.S. Navy e seus óculos Ray-Ban
Um piloto da U.S. Navy e seus óculos Ray-Ban

Do blog: Tok de História

Poesia

Gosto de falar de tudo que dê leveza a Vida ao Coração e a alma..
De sentir a presença da humildade nas pessoas,a Esperança colorida das Crianças,de ficar bem pertinho dos apaixonados,pra sentir a força do amor.
Gosto do que faz parte de Deus,e que agora faz parte também de mim...

Rafaela Bueno

De: Jardim em Poesia 

Citação

"Castelo Di Bivar — em Carnaúba dos Dantas, Rio Grande do Norte."

De: APHOTO Associação Potiguar de Fotografia


















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