terça-feira, 20 de agosto de 2013

Quem aí não adora um amor à moda antiga, daqueles beijos de tirar o fôlego e daqueles abraços calorosos?

Porque o amor, ah... O amor...
Não é aquela encomenda na padaria da esquina.
Não é aquele beijo apressado no meio da balada.
Não é aquela obrigação imposta por terceiros.

O amor é sentimento e sensação, troca mútua de sonhos e objetivos. É o dar de mãos que se ajudam para construir um mundo novo.

O amor é vivência.
O amor não é conquistar vários mundos um dia só.
Mas fazer feliz, todos os dias, o mesmo mundo pela vida inteira.
Quem aí não adora um amor à moda antiga, daqueles beijos de tirar o fôlego e daqueles abraços calorosos?

Porque o amor, ah... O amor...
Não é aquela encomenda na padaria da esquina.
Não é aquele beijo apressado no meio da balada.
Não é aquela obrigação imposta por terceiros.

O amor é sentimento e sensação, troca mútua de sonhos e objetivos. É o dar de mãos que se ajudam para construir um mundo novo.

O amor é vivência.
O amor não é conquistar vários mundos um dia só.
Mas fazer feliz, todos os dias, o mesmo mundo pela vida inteira. 

Aqui na www.aterceiraidade.com o amor está sempre na moda, e a gente vive aproveitando cada simples momento ao lado de quem a gente gosta. Vem com a gente!

“-É tão fácil ficar velho - respondera ela.
Nem sequer é preciso tempo nem idade. Basta não ter vontade de acordar.”

*Mia Couto
 
De:Yara Darin
 
Fotorafia do face de Aluísio Lacerda.

Da esquerda: O deputado assuense Olavo Lacerda Montenegro e o governador Aluísio Alves. Foto provavelmente do início da década de sessenta.

Quando nos dizem que colhemos o que plantamos, quando nos dizem que somos o reflexo do que transmitimos ao mundo, querem na verdade nos dizer que tudo que fazemos tem seu efeito, sua ação e reação.

Cada atitude sua reflete um novo modo de pensar, um novo agir e um novo posicionamento diante de qualquer situação. Esteja você no ônibus, no metrô, em casa com a família ou no baile com os amigos. Cada momento que você vive e escreve na sua vida tem uma pontinha reservada para o que acontecerá depois.

Se você sorri, o mundo sorri de volta.
Se você chora, o mundo pode chorar com você.
Se o dia está mais cinza, escuro e frio porque você perdeu algo ou alguém de quem tanto gostava, os sentimentos que baterão à sua porta vão velar por esse seu momento.

Quando você transmite bons sentimentos, atrai gente boa também. Porque as pessoas boas, felizes e realizadas estão constantemente perto da gente. E, obviamente, elas merecem muito mais do nosso amor.

E se alguém vive sem amor, sem sorrisos e sem a luz da felicidade compartilhada... O que nos resta fazer, senão abraçá-la?
Um belo sorriso e um caloroso abraço muda o dia de muita gente.
Muda a vida de quem você menos esperava que pudesse mudar. Especialmente quando tudo parece vazio e quando as esperanças já parecem perdidas.

Faça um teste! Dê a você mesmo uma nova oportunidade de sorrir para alguém que tanto espera por um momento de alegria. Você vem aqui na www.aterceiraidade.com , recarrega suas energias e distribui ainda mais bons momentos por aí! Que tal começar agora? (:
Laélio Ferreira
TV UNIVERSITÁRIA DO RN
Programa "MEMÓRIA VIVA"
19:30 horas do dia 21 de agosto de 2013 (Quarta-feira próxima)
e (reprise) 17:00 hs do dia 25 (Domingo)
Entrevistado: LAÉLIO FERREIRA DE MELO
Entrevistadores: Tarcísio Gurgel, Eduardo Alexandre Garcia e Honorio de Medeiros

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

..."Reprimir impulsos emocionais, que do coração brotam
é como fenecer na esperança de sentimentos futuros."

José Carlos Moutinho.

Homem-Aranha faz sucesso vendendo cuscuz

Moisés Nóbrega, de 18 anos, abriu o negócio há seis meses em Assú.
O Homem-Aranha saiu dos quadrinhos para vender cuscuz. O caso aconteceu na cidade de Assú, onde o estu-dante e agora empresário Moisés Vieira da Nóbrega, de 18 anos, decidiu pôr em prática a brincadeira de um amigo em um programa da rádio local.

Com recheio para todos os gostos, o jovem se veste com a roupa do personagem para fazer as entregas do produto. O Cuscuz do Aranha funciona há seis meses e vem conquistando clientes no município.

Quem prepara tudo é a mãe do jovem. A entrega fica por conta dos homens-aranha, o próprio empresário e um empregado, que no fim de semana ganham a ajuda de dois amigos. - G1RN

domingo, 18 de agosto de 2013

Telefonia no Assu

                                           Da esquerda: Fernando Caldas (editor deste blog) e  irmãos.

No começo dos anos sessenta fora criada (fruto do trabalho de dom Eliseu) na cidade de Assu, o Serviço Telefônico Paroquial. Inicialmente foram instalados 50 terminais telefônicos. A Central funcionava num prédio da paróquia, parede e meia com a casa da escritora Maria Eugênia. O citado prédio fora demolido para alargar a rua então conhecida como Beco do Padre, atual Fernando Tavares. Aquele serviço funcionava por meio de pilhas custou 20 mil cruzeiros (moeda da época). Simultaneamente poderia se fazer 14 ligações entre os diversos aparelhos da cidade, através de uma Central Telefônica que atendia dia e noite. Aquele sistema de comunicação  veio a pertencer depois a uma sociedade denominada Companhia Telefônica – CIT, então dirigida por João Marcolino de Vasconcelos e, posteriormente, veio a ser encampada pela TELERN, que veio depois a ser denominada TELEMAR e atualmente OI. Cada usuário daquele serviço telefônico veio a ter a título de indenização pelas suas quotas, direito a dois terminais telefônicos. A fotografia acima podemos conferir o aparelho telefônica da linha instalada na residência do Sr. Edmilson Lins Caldas, pai do editor deste blog, Fernando Caldas. O número daquela linha telefônica era
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Fernando Caldas

Após três décadas, seca faz ressurgir das águas os escombros da antiga cidade de São Rafael

Com a longa estiagem, moradores de São Rafael estão revivendo parte de uma história que foi encoberta pelas águas. Com o nível da barragem baixo, ruínas da antiga cidade reapareceram novamente, após ser inundada em 1985.
Por muito tempo ficou à mostra apenas a torre da antiga Igreja, que desabou em 2010. Hoje, todos os lados há muitas pedras e tijolos usados nas construções do passado. Os mais saudosos guardam na lembrança um tempo que submergiu nas águas da maior barragem do RN.  

Créditos: Canindé Soares - abril/2013

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO