quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Com o jornalista João Batista Machado, meu amigo e conterrâneo, no lançamento de mais uma livro daquele imortal da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, intitulado "Bastidores do Poder - Memórias de Um Repórter", lançado dia 18 último no Salão Vip daquela academia. Aquele volume comenta fatos importantes vividos na terra potiguar entre políticos influentes do Rio Grande do Norte e de calibre nacional. Machado além de jornalista/escritor foi secretário de governo de Tarciso e José Agripino, além de repórter correspondente do jornal O Globo, do Rio de Janeiro. Quem desejar saber dos bastidores da política principalmente do nosso estado/RN, o livro de Machado é uma boa pedida, já está nas livrarias. Vale a pena comprar!

Fernando Caldas
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Da esquerda: João Batista Machado e Fernando Caldas

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mini Refrigerador & Aquecedor 4 Litros - Novy - QE

Câmara decide cortar "supersalários" de servidores a partir de novembro

26/11/201418h13
Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília
  • Ailton de Freitas - 9.jul.2014/ Agência O Globo
    Plenário da Câmara dos Deputados, que tem 2 mil servidores ganhando acima do teto
    Plenário da Câmara dos Deputados, que tem 2 mil servidores ganhando acima do teto
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cortar o pagamento dos salários de servidores do Legislativo que recebem acima do teto constitucional, equivalente a R$ 29,4 mil. A decisão foi tomada na tarde desta quarta-feira (26) após reunião da Mesa Diretora. A decisão segue a determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) de outubro deste ano que proibiu os pagamentos a servidores públicos com salários acima desse valor. Pela Constituição, nenhum funcionário público pode ganhar mais que um ministro do Supremo.
"Nós resolvermos a partir de novembro manter o teto, cortando, portanto, os salários acima do teto hoje estabelecido",  disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Os salários foram pagos acima do teto entre março e outubro com base em uma liminar do ministro do STF Marco Aurélio Mello. Em outubro, porém, o STF decidiu em acórdão que os salários acima do teto deviam ser suspensos. Henrique Eduardo Alves, porém, baseado em pareceres da Aslegis (Associação dos Consultores Legislativos e de Orçamento da Câmara), descumpriu o acórdão alegando que ele ainda não havia sido publicado.
Os pagamentos acima do teto entre março e outubro custaram em torno de R$ 63 milhões. Em outubro, a Câmara chegou a cortar os "supersalários", mas retomou o pagamento após o STF conceder uma liminar ao Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Legislativo). De acordo com a Câmara, aproximadamente dois mil funcionários do Legislativo recebem acima do teto constitucional. Por mês, esse excedente custa em torno de R$ 7 milhões.
Com base na liminar, o presidente da Câmara determinou, então, os pagamentos acima do teto incluindo os valores retroativos a outubro. A decisão, no entanto, contrariou um acórdão do STF também de outubro deste ano que proibia a prática.
Henrique Alves alegou que, segundo um parecer de consultores legislativos, os pagamentos poderiam ser feitos pois a decisão proibindo os pagamentos ainda não havia sido publicada.
O presidente da Câmara disse ainda que os valores pagos a mais não serão devolvidos pelos servidores. "Não. A decisão vale a partir de hoje", afirmou. 
Leia mais em: http://zip.net/bpqh2D

"URGENTE: Família procura empresário que saiu para caminhar e desapareceu" (Jornal de Hoje, de Natal)

Carro de Zuilton Barbosa foi encontrado no Parque da Cidade, mas ele ainda não foi localizado.



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O empresário Zuilton Barbosa de Melo, de 59 anos, está desaparecido desde esta segunda-feira (24) e a família procurou a polícia para registrar boletim de ocorrência. Ele é morador do bairro de Candelária e saiu por volta das 5h da manhã de ontem para ir caminhar no Parque da Cidade, desde então, não voltou e nem deu notícias.

O carro do empresário foi encontrado no Parque da Cidade, na tarde desta terça-feira (25), fechado e com o celular dentro. A esposa de Zuilton, a senhora Maria do Rosário, disse que o marido nunca foi de sair sem avisar que não iria voltar e, por isso, o clima na família é de angustia e aflição.

De acordo com o filho do empresário, Tiago Fernandes, os familiares já procuraram em todos os hospitais e no ITEP, no entanto, não tiveram nenhuma informação sobre Zuilton. A família foi até a Delegacia de Plantão da Zona Sul e registrou o boletim de ocorrência do desaparecimento.

Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro de Zuilton pode ligar para o Disque Denúncia da Secretaria Estadual de Segurança Pública, através do telefone 181.

Do Jornal de Hoje

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Sertão de Espinho, de Flor e de Música

OTHONIEL MENEZES
Sertão de Espinho, de Flor e de Música


Sinfonia Poética Sertaneja
A Música na Obra de Otoniel Menezes




Manuel de Azevedo

SERTÃO DE ESPINHO, DE FLOR E DE MÚSICA
Manuel de Azevedo – Professor, Poeta e Músico
santanadomatos@yahoo.com.br
manuel.serrotepreto@gmail.com

Por que deixam um menino que é do mato,
Amar o mar com tanta violência?
Manuel de Barros (1956)
Por que deixam um menino que é o do mar,
Amar o mato com tanta violência?
Manuel de Azevedo (2006)

O Sertão de Euclides, opus inspiradora. O Sertão de Guimarães Rosa e o Sertão de Manoel de Barros, duas grandes veredas literárias. O Sertão de Otoniel – a terra Potiguar, curiosa e instigante lira de um poeta praieiro. De suas veredas espinhosas, a passarada, a cruviana, o rio, o mugido do gado escasso, o aboio vaqueiro, o chocalho, o sino de uma igreja, o punho da rede, a cancela, etc, cantam a harmonia de uma terra que vive céu e inferno, água e fogo, seca e inverno, tristeza e alegria, espinho e flor, numa dualidade existencial intensa e rica, sagrando-se fonte poética inesgotável.
A obra do grande Poeta Norteriograndense Otoniel Menezes, Sertão de Espinho e Flor, publicada em 1952 pelo Departamento de Imprensa, Natal – RN é composta de dezesseis poemas, todos em sextilhas heptassilábicas (AABCCB), forma um denso cordel e honra a tradição poético sertaneja, que teve nessa modalidade literária, seus primeiros registros. O contraste seca e inverno, traduz-se na oposição harmoniosa espinho-flor, metáfora poética de um Panorama físico e social dos sertões Norteriograndenses, subtítulo da obra.

Este pequeno estudo, de uma obra singular que transita com fluência, pertinência e competência do popular ao erudito, observa a relação musical nela contida, sem deter-se nos poemas especificamente, mas, às suas referências musicais por todo o seu conjunto, tendo como matéria-prima desta análise elementos e terminologias musicais: colcheias, ritornélos, coro, surdina, bemol, ária, canto em dueto, agudos marciais, tons menores de ré, flautim, carrilhão, prato, tambô, clarim, clarinete, requinta, violino, valsa, missa solene, pauta... Percebe-se um poeta inteirado com esta arte, divina por excelência, a partir do cantar dos pássaros que povoam seus poemas. Sob um prisma poético-sinfônico, teríamos uma sinfonia em cinco movimentos: Abertura, Aboio, Música Sacra, Clássicos e Música Popular. Uma alada protofonia é Abertura composta em tom maior. Atentem para a rica sonoridade desses versos e suas referências musicais, primeiramente quando define o Concriz como Clarim da Alvorada nas marselhesas do sol, tornando sublime o amanhecer sertanejo, visto que este instrumento só se reserva as grandes celebrações. O sino também se reserva a tal, quando seu toque é vivo repicar do Cancão - um sino de penas. A melodia se completa quando encaixada na sextilha, aprecie as duas abaixo:

Centelha vivente, réstea
De sol, gorgeando! Tiveste-a,
A voz, no céu, a afinar?
Pintassilgo! És o violino
De um gênio, cujo destino
É o de morrer...de cantar!
A ária, dulcíssima, esparze-a
Nas carnaúbas da várzea,
Graúna, avatár de Orfeu!
Tua asa é a tinta do poema
Dos cabelos de Iracema,
- Que de saudades, morreu...

É interessante observar, como o cantar do pássaro é associado a um instrumento musical (...Pintassilgo! Es o violino...), e o mesmo acontecendo inversamente, ou seja, o instrumento tocando assemelhando-se ao pássaro (clarinete maguado, lembrando sabiá envultado). Cantando no mesmo tom, outros alados exemplos:
No juazeiro verdinho/tá cantando um passarinho/outro chega e pega o tom...
...Súbito, em notas extremas,/rompe o tam-tam das siriêmas...
...Amai pássaros românticos!/isto é o Cântico-dos-Cânticos,...
...Um cancão de sentinela/acua o ofídio. Martela/rasga o toque de reunir..
Casaca-de-couro. O ninho,/enorme, é todo de espinho./dá-lhe o nome, a cor que tem./canto, em dueto: alarido!/ - Grita frocudo, o marido!/ - a mulher grita também!
Sobe a névoa matutina./terno, o galo-de-campina/fere a canção do arrebol...
.
A Sinfonia Sertaneja de Otoniel segue seu curso, com o Aboio, o canto gregoriano nordestino sertanejo, que com frases melismáticas eivadas de plangências, preenche e consola a alma vaqueira. Duas passagens reservadas a esse canto, ilustram o conhecimento do autor sobre tanta densidade musical:

O aboio, ecoa maguado.
Vagaroso, torna o gado,
Na meia-luz vesperal.
Alta a craibeira florida
Esfuma a copa, estendida
Do oitão do rancho, ao curral.

Ó! O drama das retiradas!
Boiadas e mais boiadas,
Num chouto exausto, a mugir...
Aboio, ilíada rude,
Tu, só tu, tens a virtude
De tanta dor traduzir!

No mesmo diapasão, como um terceiro movimento desta Sinfonia Poética, a Música Sacra se faz presente em três momentos. Dois desses momentos estão nos versos que descrevem em acordes fiéis, um quadro de uma festa padroeira, primeiro, através da Missa Solene (missa cantada) e em seguida, com uma Banda de Música conduzindo a procissão, executando valsa bem chorosa. A religiosidade musical ainda se manifesta no canto da Ave-Maria, representando o momento místico mais freqüente no sertão, a hora em que o sertanejo, mesmo sem ir à igreja, basta-lhe um rádio ao crepúsculo, reza a Deus.


Às onze, a missa cantada
Foi linda, toda floreada
Nos tons menores de ré
(- Vi – contou-me Dona Dirce –
“Mais de uma açucena abrir-se,
No bastão de São José!”
Voz lindíssima, Argentina,
Morre no coro em surdina,
Em louvor da Conceição.
Finda, a noite. Mas é gente!
- Pelos oitões, pela frente,
Sai moça, de borbotão!
A procissão... vai na frente,
Oscilando docemente,
A Virgem, no seu andor.
De um lado e de outro, meninas.
O sol acende cravinas.
Nas pedras do resplandor...
Toca a Euterpe, caprichosa,
Uma valsa bem chorosa...
- O conjunto é firme e é bom!
Quinze figuras. Mas, vale!
Essa banda é mesmo o diale,
Com João Aprígio ao piston!

Sopra o trombone-de-vara,
Cadete Felipe ( a cara
Papuda, que nem mamão).
Fumaça é o bombardino.
Magro, alto, Antonio Sabino
Pinica no carrilhão!
Artur Aprígio é o da Caixa,
Mas a pose não relaxa!
- E quanta inveja me faz!
Por que inveja não sentires,
Do flautim de Heráclito Pires,
Tinindo agudos marciais!
Sobre a valsa, quando a quando,
Floreia um bemol, lembrando,
Na melodia louçã,
Um sabiá envultado
No clarinete maguado
Do cabra José Canã...
Sabiá, lira da tarde!
Enquanto o crepúsculo arde,
No flamboyant todo em flor,
- Na pauta da Ave-Maria
Saudade e saudade envia,
Às donas do meu amor.


Há ainda as referências aos Clássicos, tanto relativas à obra, como ao compositor. De uma forma direta (Strauss, Carlos Gomes, Patápio Silva e Mozart) ou indireta (Bach-Gounoud e Schubert através da Ave-Maria). Otoniel compara nossos Mestres Tonheca Dantas e Manoel Fernandes a Strauss e Mozart, respectivamente. O canto precioso dos canários atinge a magnificência da obra O Guarani, de Carlos Gomes, bem como o virtuosismo do grande mestre da flauta brasileira, o compositor mulato Patápio Silva (1880-1907), quando o poeta potiguar atribui a este flautista, poética comenda. A musicalidade é abundante vista a seguir:

Tonheca... Magro, anzolado,
É um gênio. Strauss, reincarnado,
Compondo valsas gentis,
- Mas, de sol! De tardes quentes!
De serranias dolentes,
De arrulhos de juritis...
Canário, rei dos troveiros!
Na bastilha de ponteiros,
Pendurada no portal!
Mesmo assim, Patápio louro,
Estalas colcheias de ouro,
- Numa pauta vertical!
E há outras figuras grandes:
- O mestre Manoel Fernandes,
O Mozart do Seridó,
Aí trouxe a requinta à festa,
Esse concurso que empresta,
Vale uma banda – ele só!
Mil canários amarelos
Corruchiam ritornelos,
A fervilhar no umarí.
De um desses lances, talvez,
- É que Carlos Gomes fez
O allegro do “Guarani”.


A Música Popular empresta seu canto e seu ritmo a esse bailado poético sertanejo, apresentando-se como movimento final deste sensível poema sinfônico, fluindo variados termos relativos aos instrumentos e gêneros musicais populares, tais como: sanfona, fole, harmonium e rabeca, a polca, o samba, a cantiga, o zambê, a valsa, o xote (chote), o baião (baiano), o serrote e o chucaio (crítica a Jazz Band). Verseja o poeta:


Queima! Vadeia, meu povo!...
O harmonium rompe de novo,
Uma polca, em si bemol.
Do chão, ao vivo compasso,
Sobe um pó vermelho e Baco,
Que ondeia, à luz do “farol”.
No patamar, seu Veríssimo
Bate no peito. É o Santíssimo.
Repique. Rescende o altar.
Vivo, a música sapeca
Uma polca de Tonheca,
Rompem cem fogos-do-ar.


A um canto, João de Binona
Coça o bucho da sanfona,
Escanchado num baú.
O zambê vai ser de arranco,
Obrigado a vinho branco,
Cachaça e mel de uruçu.
Meigo, nos longes da estrada,
Fere Ilusão desfolhada,
Um fole, chorando em lá...
Voga, na aragem do estio,
Um cheiro casto e macio
De mofumbo e reseda.
Junho, da cor das espigas,
Nada em sambas e cantigas,
Visões, impressões gentis,
Toda a passada amargura,
Esquecida, na fartura
Desse interlúdio feliz...
No alpendre de Dona Santa,
Preto-Limão cospe e canta,
Num tom de bravura e dó...,
Mistral de chapéu-de-couro,
Teu verso é uma “prima” de ouro,
Da viola do Seridó.
Num se dança mai o chote,
Nem baiano, nem serrote.
Fole num vale um tostão.
Os baile é só de infergáio...
- A musga toca é chucaio,
Prato, tambô e rabecão!
Pé-de-ouro, o Tota Veloso,
Todo enfronhado e cheiroso,
Dansa valsa, com Didi.
Tropeça...explode afobado:
- O compasso tá errado!
Eu num danso mái aqui!


A leitura de Sertão de Espinho e de Flor, por tanta melodia destilada em versos, proporciona êxtase, amalgamando poesia e música num contracanto harmônico de coro bem afinado, composto e regido pelo Maestro Otoniel Menezes, conseguindo com a simplicidade das cantantes sextilhas e poesia autêntica, anexar brilhantemente o Sertão Norte-riograndense ao grande sertão literário Brasileiro, alinhando-o ao de Canudos, ao das Gerais e ao Pantaneiro.
O presidente do Uruguai José Mugica ao saber de sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, depõe:

“Estão loucos. Que prêmio da paz, nem prêmio de nada. Se me derem um premio desses seria uma honra para os humildes do Uruguai para conseguirem uns pesos a mais para fazer casinhas... no Uruguai temos muitas mulheres sozinhas com 4, 5 filhos porque os homens as abandonaram e lutamos para que possam ter um teto digno... Bom, para isso teria sentido. Mas a paz se leva dentro. E o prêmio eu já tenho. O prêmio está nas ruas do meu país. No abraço dos meus companheiros, nas casas humildes, nos bares, nas pessoas comuns. No meu país eu caminho pela rua e vou comer em qualquer bar sem essa parafernália de gente de Estado.”

BICICLETAS DE GUERRA

Soldados finlandeses na Força de Paz da ONU no Chipre (1964).
Soldados finlandeses na Força de Paz da ONU no Chipre (1964) i CLIQUE PARA AMPLIAR AS FOTOS

Através do ótimo blog HistóriaBlog ( http://historiablog.wordpress.com/2014/04/08/bicicletas-de-guerra/ ) trazemos aos leitores do nosso Tok de História um pouco das “magrelas” na história das guerras.

Hoje os espaços para as bicicletas são reivindicados em grandes cidades, que necessitam garantir ciclovias e ciclofaixas para a circulação de pessoas em suas “bikes” como uma sustentável e saudável opção de transporte. Muitos brasileiros já utilizam as bicicletas no deslocamento diário para o trabalho também como opção ao precário e caro serviço de transporte coletivo ou como forma de evitar o caos do trânsito automotivo. Também é crescente o volume de ciclistas que aderiram ao uso das bicicletas como forma de garantir um exercício físico divertido e produtivo através de passeios coletivos noturnos e nos fins de semana. Muitos nem imaginam o uso das bicicletas (além de triciclos e quadriciclos) para finalidades militares, mas elas também tiveram utilidade em campos de batalha (apesar de imaginarmos que isso pareça estranho hoje em dia). Aqui estão alguns modelos curiosos e interessantes.

Bicicleta suíça para artilharia pesada
Bicicleta suíça para artilharia pesada
Membros de tropa colonial do Congo Belga (1943)
Membros de tropa colonial do Congo Belga (1943)
Bicicleta dobrável britânica utilizada por paraquedistas durante a II Guerra Mundial
Bicicleta dobrável britânica utilizada por paraquedistas durante a II Guerra Mundial
Pilotos da Força Aérea dos EUA utilizando bicicletas para agilizar o deslocamento pela pista até a chegada em suas aeronaves de grande porte (1942)
Pilotos da Força Aérea dos EUA utilizando bicicletas para agilizar o deslocamento pela pista até a chegada em suas aeronaves de grande porte (1942)
Bicicleta dobrável para paraquedista
Bicicleta dobrável para paraquedista
Bicicleta dobrável projetada para uso por paraquedistas (1941)
Bicicleta dobrável projetada para uso por paraquedistas (1941)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Modelo de bicicleta Truppenfahrrad (Alemanha – Segunda Guerra Mundial)
Patrulha do exército da Finlândia em 1939
Patrulha do exército da Finlândia em 1939
Membros de tropa ciclística alemã em desfile durante o 50º aniversário de Adolf Hitler (20 de abril de 1939)
Membros de tropa ciclística alemã em desfile durante o 50º aniversário de Adolf Hitler (20 de abril de 1939)
Soldados húngaros em 1939
Soldados húngaros em 1939
Modelos de bicicletas de combate no jornal The Illustrated War News (1917)
Modelos de bicicletas de combate no jornal The Illustrated War News (1917)
Combatentes alemães em 1915
Combatentes alemães em 1915
Premier Nº 11, modelo de 1915
Premier Nº 11, modelo de 1915
Modelo de bicicleta Pope utilizada na I Guerra Mundial
Modelo de bicicleta Pope utilizada na I Guerra Mundial
Modelo de bicicleta Pope utilizada na I Guerra Mundial
Modelo de bicicleta Pope utilizada na I Guerra Mundial
Soldados do batalhão de rifles da Itália durante a I Guerra Mundial (1915)
Soldados do batalhão de rifles da Itália durante a I Guerra Mundial (1915)
Infantaria ciclística alemã durante a I Guerra Mundial (1914)
Infantaria ciclística alemã durante a I Guerra Mundial (1914)
Fuzileiros ciclistas (1910)
Fuzileiros ciclistas (1910)
Quadriciclo com metralhadora de 7.62mm produzida por F. R. Simms (1899)
Quadriciclo com metralhadora de 7.62mm produzida por F. R. Simms (1899)
Triciclos armados (1896)
Triciclos armados (1896)
Membros da Army Bicycle Corps (EUA, 1896)
Membros da Army Bicycle Corps (EUA, 1896)
Bicicleta Pope (1892)
Bicicleta Pope (1892)
Bicicleta Premier (1888)
Bicicleta Premier (1888)

 Do blog http://tokdehistoria.com.br

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

BATALHA DE MONTE CASTELLO COMPLETA 70 ANOS


VEJA A REPORTAGEM DO JORNAL HOJE SOBRE OS 70 ANOS DESTA VITÓRIA BRASILEIRA NA EUROPA - http://http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/11/batalha-de-monte-castello-na-italia-completa-70-anos.html

Só na quinta investida o Brasil derrotou os alemães.
No Monte Castello morreu a maioria dos nossos pracinhas.
Há 70 anos começou a batalha de Monte Castello, na Itália. Só na quinta investida o Brasil derrotou os alemães. Foi uma grande vitória, mas as quatro batalhas anteriores na montanha foram muito sangrentas. No Monte Castello morreu a maioria dos nossos pracinhas.

feb (1)
Na Segunda Guerra Mundial, durante a campanha da Itália, quando 25 mil soldados brasileiros lutaram contra o nazifascismo, dezenas de pracinhas se apaixonaram por jovens italianas. A guerra possibilitou mais de 50 casamentos.

Mario Pereira é filho de um deles. Era menino e já acompanhava o pai, Miguel Pereira, na divulgação da maior conquista brasileira no exterior. Hoje é guardião do Monumento de Pistoia e do museu em homenagem aos 465 expedicionários mortos no campo de batalha.


feb (3)

Os nossos pracinhas são muito conhecidos e amados na Itália. São considerados também pais da democracia italiana e europeia e deixaram uma fama de grande humanidade. Durante a Segunda Guerra ajudaram e alimentaram a população civil e demonstraram sempre muito respeito pelos prisioneiros.

feb (2)

Aos pés do Monte Castello, conquistado pelos brasileiros depois de quatro batalhas sangrentas, italianas de três gerações cresceram com as histórias ou recordações dos libertadores.
FONTE - http://g1.globo.com/jornal-hoje

Do blog http://tokdehistoria.com.br

ASSU VISTO POR HENRY KOSTER


Este livro, breve documentário sobre o Assu publiquei quando aquele importante município assuense (minha terra natal querida) completou em 1995, 150 anos (Sesquicentenário) que ganhou foros de Cidade do Assu, Neste pequeno livro, transcrevo parte de um importante depoimento sobre Assu visto pelo viajante inglês  Henrry Koster, em 1810, do seu livro intitulado "Travels in Brazil" (Viagem ao Nordeste do Brasil), "Publicado originalmente em Londres em 1816, o relato de Koster, que foi proprietário de engenho e terras no Brasil entre 1809 e 1820, contem valiosas descrições da estrutura socioeconômica do Nordeste no início do século XIX, ocupando-se da escravidão, das relações entre as etnias, da família, da religião e das mentalidades. O livro focaliza especialmente Pernambuco, mas se estende a outros estados da região, e inclui mapas e ilustrações de cenas urbanas e rurais, além de apêndices do botânico Manoel Arruda Câmara (1752-1810) sobre espécies vegetais úteis e a criação de jardins."

O livro de Koster  tem tradução do escritor Câmara Cascudo, editado em primeira edição pela Companhia Editora Nacional, 1942, e em segunda edição pela Fundação Joaquim Nabuco, do Recife. Vejamos parte do longo depoimento de Koster sobre o Assu quando Vila:

"... Dormimos esta noite numa fazenda, onde várias casas reunidas formavam uma povoação, depois de ter atravessado grandes trechos de terras cobertos de árvores. Pela manhã subsequente ainda passamos arvoredos e, perto do meio dia, chegamos a Vila do Assu. Oh! Que alegria tive vendo uma igreja!... e a perspectiva regular de uma Vila, com pessoas civilizadas, se assim as posso chamar de "civilizadas", de acordo com as idéias europeias  Nesses lugares crescem plantas rapantes, iguais as que se vêem ao longo do mar da Inglaterra. As árvores são esparsas. O fruto do caju ou cajueiro (casou-tree) e o de mangaba são deliciosos e duplamente aceitáveis. Cheguei ao Assu a 1º de dezembro após ter feito cerca de 340 milhas em 19 dias... Do Assu ao Aracati registrei as denominações dos lugares que passava. A região é mais habitada e fomos mais próximo do litoral... A Vila do Assu é edificada em quadrado e consta de cerca de trezentos habitantes, tendo duas igrejas, a Câmara Municipal e a Prisão que então se construía  O Governador fora o promotor da obra. Está situada à margem do grande Rio Assu, no ponto em que este se divide em dois braços, a curta distância. Há uma ilha de areia entre os dois braços, e o chão estava em seu estado bruto... perguntei pela morada, a um negro de profissão, que meu guia conhecia. Estava como os outros, à porta, para ver os viajantes, e logo reconheceu o amigo e avançou para falar-lhe. Foi então procurar uma casa para nosso abrigo durante a estada. Logo que terminei a instalação e me arranjei, saí para visitar o vigário que residia na melhor, ou menos feia, habitação da Vila... Disse ao Vigário que ele era a primeira pessoa na Vila que tinha o prazer de visitar... A palestra pouco demorou e a não pude alongar por estar fatigadíssimo.. Soube existir nas embocaduras do Assu muitas salinas importantes e que várias barcas pequenas, vinham, de diversos pontos das costas, carregar produção... Na manhã seguinte Júlio regressou com cavalos e, entre três e quatro horas da tarde, deixamos o Assu.

Posta por Fernando Caldas

RECONHECIMENTO: COMUNICADOR JOSÉ REGIS SERÁ AGRACIADO COM MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO

projeto
CONVITE REGIS
Por intermédio de seu Cerimonial, a Assembleia Legislativa do RN, em Natal, anuncia para a próxima quinta-feira (27), às 9h30, no interior do Plenário Clóvis Motta, a realização de uma Sessão Solene na qual haverá a entrega da Medalha do Mérito Legislativo a várias personalidades com relevantes serviços reconhecidamente prestados ao Estado.

E, dentre os homenageados com a honraria especial está o comunicador assuense José Régis de Souza, titular do programa radiofônicoRegistrando, há 17 anos ocupando a faixa campeã de audiência de 12h às 13h, todos os sábados, na Rádio Princesa do Vale.

A homenagem ao comunicador assuense – e também responsável pelo blog doPrograma Registrando – foi uma deferência do deputado conterrâneo, George Soares (PR).

Os demais contemplados com idêntico merecimento são os desembargadores Aderson Silvino. Virgílio Macêdo Júnior e Eridson João Fernandes Medeiros; o coronel PM Francisco Canindé de Araújo Silva; os industriais Paulo de Tarso Rêgo de Lima, Vicente de Paula Rêgo de Lima e Pedro Alcântara Rêgo de Lima; Luiz Soares de Macedo Neto; Dr. João Francelino Filho; jornalista Francisco Canindé Queiroz; juíza Maria Neize de Andrade Fernandes; e, o médico Silvério Soares de Souza Neto

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Blog Pauta Aberta
O coração leve, a alma em paz,
as bagagens pesadas do passado
deixei-as lá atrás.
Não há dor, não há sofrimento.
Dormem em paz,
meus cômodos sonhos de outrora
enquanto meu âmago se lança
em estranhos passos.
O presente encontra um passado bem resolvido.
Entrancei a vida no hoje,
na alma serena,
trazendo a coragem de me encontrar.
Com sinceridade, sorrindo, recomeço,
no ondular do oceano e do vento.
Em terra firme, vivo intensamente o hoje,
o amanhã é navegar incerto.


Cristina Costa, poetisa portuguesa


✽❣──────────❀ღ✿────────•✤❥ 

O coração leve, a alma em paz,
as bagagens pesadas do passado 
deixei-as lá atrás.
Não há dor, não há sofrimento.
Dormem em paz,
meus cômodos sonhos de outrora
enquanto meu âmago se lança 
em estranhos passos.
O presente encontra um passado bem resolvido.
Entrancei a vida no hoje,
na alma serena,
trazendo a coragem de me encontrar.
Com sinceridade, sorrindo, recomeço,
no ondular do oceano e do vento.
Em terra firme, vivo intensamente o hoje,
o amanhã é navegar incerto.

✽❣──────────❀ღ✿────────•✤❥

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO