segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

LITERATURA:

ASSUENSES LUTAM POR UMA 
ACADEMIA DE LETRAS
Na quinta feira, dia 27 de novembro de 2014, às 16 horas, ocorreu no Teatro de Cultura Popular Chico Daniel - Fundação José Augusto -, a primeira reunião com o intuito de mobilizar pessoas ligadas a literatura para criação da Academia Assuense de Letras. Dessa reunião participaram: Ivan Pinheiro, Auricéia Lima, Ângela Pimentel, Geruza Pimentel e Fernando Caldas
.  
A segunda reunião acontecerá na próxima sexta-feira (05/12), às 16:00 horas, tendo como local uma das dependências do SEBRAE - Assu. 
Dentre os critérios para fazer parte da agremiação dois são fundamentais: Ser assuense e ter trabalho(s) publicado(s) em livro(s). Para essa reunião espera-se um número maior de participantes.

Os apologistas da ideia esperam que até o mês de fevereiro a Academia esteja formalmente legalizada. Essa sociedade, acredita-se, será útil no incentivo à produção literária no Assu e região despertando as pessoas a publicarem trabalhos "engavetados" e servirá de suporte e de espelho para as novas gerações.    

http://assunapontadalingua.blogspot.com.br/

Viver Bem: Cirurgia bariátrica com o Dr. Nelson Neto

O POUSO DO “BUENOS AIRES” EM BARRA DE CUNHAÚ

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Autor – Rostand Medeiros 
No dia 24 de maio de 1926, decolava da base aeronaval americana de Miller Field, em Nova York, um hidroavião Savoia-Marchetti S 59, pintado com as cores azul e branco, sendo conduzido por três ocupantes e seguindo em direção sul, estava decolando o “Buenos Aires”. 
O Projeto de um Herói da Aviação na Primeira Guerra Mundial 
A ideia desta viagem tivera início em 1925 e tinha como objetivo abrir uma rota aérea para futuros voos com passageiros. Os autores desta ideia foram os pilotos Eduardo Olivero, e Bernardo Duggan.
Eduardo Olivero
Eduardo Olivero
Olivero nasceu em 2 de novembro de 1892, em Tandil, uma cidade argentina localizada na província de Buenos Aires, a cerca de 350 km da capital do país. Ele era filho de italianos emigrados para o país platino e durante a Primeira Guerra Mundial utilizou-se de sua segunda nacionalidade para lutar entres as tropas italianas, atuando na função de piloto de combate. Ascendeu ao posto de tenente na denominada “Esquadrilha Baracca” e completou 553 voos de combate. Destes voos 156 foram missões de caça, 262 patrulhas de combate, 61 escoltas de reconhecimento e de aviões de bombardeio. 11 missões de reconhecimento estratégico, 14 missões de ataque terrestre contra concentrações de infantaria austríacos e uma missão para derrubar um balão de observação do tipo Draken. Documentos apontam que Olivero participou de 25 combates aéreos, em que derrubou nove aviões inimigos. No fim da guerra é promovido a capitão.
Julio Campanelli, Eduardo Olivero e Bernardo Duggan
Julio Campanelli, Eduardo Olivero e Bernardo Duggan
Entre o fim da Primeira Guerra e o ano de 1924 Olivero participa de diversos raids aéreos na Argentina e experiências de voo em grande altitude, visando um melhor aproveitamento aéreo sobre a Cordilheira do Andes. Em uma delas sofreu um grave acidente que lhe deixou sequelas. Em 1924 realiza diversas experiências com radiofonia aérea. Em 1925 inicia os preparativos, junto com Duggan, do Raid aéreo Nova York – Buenos Aires.
Por aqueles dias a incipiente rota Nova York – Buenos Aires era uma das mais difíceis, recheada de inconvenientes e problemas, principalmente diante das características técnicas dos aviões existentes na época. Olivero e Duggan, concluíram que, para terem um melhor êxito deveriam tentar repetir o trajeto realizado pelo tenente do Corpo de Aviadores dos Estados Unidos, Walter Hinton. Vale lembrar que Hinton, junto com o brasileiro Euclides Pinto Martins, haviam partido, em 1922, da mesma Nova York, em direção ao Rio de Janeiro, no hidroavião Curttis, batizado como “Sampaio Correa”, sendo esta a primeira aeronave a voar sobre o território potiguar. O americano, o brasileiro e mais três tripulantes conseguiram realizar o seu intento, mesmo com muitos problemas.
Na foto vemos o norte americano Walter Hilton e o cearense Euclides Pinto Martins, que possuía forte ligação com o Rio Grande do Norte – Fonte – Coleção do autor
Na foto vemos o norte americano Walter Hilton e o cearense Euclides Pinto Martins, que possuía forte ligação com o Rio Grande do Norte – Fonte – Coleção do autor
Com os dados das viagens de Hinton, os argentinos começaram a traçar a sua rota. Decidiram, como a maioria dos aviadores da época, por utilizar um hidroavião. Concluíram que a aeronave ideal seria o Savoia-Marchetti S 59.
Na Itália, acompanham a construção e entrega de sua aeronave que contava com motores de 400hp de potência, a portentosa velocidade máxima de 176 km/h, autonomia de 1.400 km e uma carga de total de 900 litros de combustível. Isso tudo sem rádio e outras máquinas de apoio ao voo.
Finalmente o hidroavião é completado com as tradicionais cores nacionais argentinas e despachado através de navio para Nova York. Neste momento junta-se aos dois argentinos Julio Campanelli, executando o trabalho de mecânico. 
Partindo da Terra do Tio Sam 
Nos Estados Unidos são tratados com honras, recebendo apoio incondicional das autoridades locais, inclusive com liberação de aterrissagem em bases americanas durante o trajeto.
O hidroavião Buenos Aires
O hidroavião Buenos Aires
Realizam várias provas e no dia 24 de maio de 1926, decolam em direção sul, com a primeira parada será em Chaleston, no estado da Carolina do Sul, depois Miami, seguindo para Havana, em Cuba. Neste país passam ainda pelas cidades de Cienfuegos e Guantanamo. Depois seguem para Porto Príncipe, no Haiti, aonde são ovacionados por grandes multidões, depois Santo Domingo, na Republica Dominicana, seguindo na seqüência para San Juan (Porto Rico), Ilhas Virgens, Montserrat, Guadalupe, Martinica e Trinidad e Tobago. Neste ponto deixam de sobrevoar as paradisíacas ilhas caribenhas e atingem a América do Sul pela Guiana Inglesa (atual Guiana), chegando a capital Gorgetown, depois Paramaribo, na Guiana Holandês (atual Suriname), em seguida Caiena, na Guiana Francesa. A partir deste ponto ocorreria o incidente mais grave de todo o trajeto.
Barca paraense "Juruna", vendo sentados, da esquerda para direita, Duggan, Olivero, Mestre Josino Campos (comandante do barco) e Campanelli, no porto de Belém em 1926.
Barca paraense “Juruna”, vendo sentados, da esquerda para direita, Duggan, Olivero, Mestre Josino Campos (comandante do barco) e Campanelli, no porto de Belém em 1926.
Existem duas versões para o que aconteceu com o hidroavião ao sobrevoar o trecho Caiena – Belém.
Uma delas afirma que o “Buenos Aires” teve um problema no motor e teve que pousar no Oceano Atlântico, de frente as costas brasileiras, sendo resgatados por um pequeno barco pesqueiro, o “Juruna”, que os reboca para uma ilha, na qual o mecânico Camapanelli pode concertar a aeronave e seguirem para Belém.
A outra versão afirma que as faltas de mapas detalhadas da região para uma melhor navegação, além de chuvas torrenciais, fazem a tripulação do “Buenos Aires”, aparentemente, perder seu rumo, pois os mesmos se vêm com uma completa falta de combustível, tendo que pousar em um rio da região aonde os pilotos são resgatados pelo mesmo “Juruna”. O certo é que durante alguns dias o mundo desconhece o paradeiro dos três argentinos, preocupando todos que acompanhavam o raid, Após os sete dias de parada eles seguem para Belém e lá são recepcionados como heróis.
Visão atualizada do que os aviadores do Buenos Aires observaram de Natal
Visão atualizada do que os aviadores do Buenos Aires observaram de Natal
Na continuidade do seu trajeto no Brasil seguiram a costa norte brasileira em direção ao Rio Grande do Norte e no dia 11 de julho de 1926 pousam no Rio Curimataú, na região da Praia de Barra de Cunhaú. Mas apenas sobrevoaram Natal as 11:20 da manhã, do dia 11 de julho de 1926. 
A Segunda Aeronave em Céus Potiguares 
Qual teria sido a razão dos argentinos terem ido direto para Barra de Cunhaú e não para a capital?
Natal (30.000 habitantes na época) possuía razoáveis serviços de apoio e o Rio Potengi era uma ótima opção para pouso, mas provavelmente neste ponto de uma viagem já bem atrasada, os aviadores tenham decidido utilizar os mesmos locais de pouso e trajeto realizados no mês de janeiro do mesmo ano, pela tripulação espanhola do Dornier Val “Plus Ulta”, que concluirá seu raid Espanha – Argentina, em 10 de fevereiro de 1926. Apesar de Olivero e Duggan não estarem na Argentina no momento da chegada dos espanhóis, foi repassado a eles o roteiro dos pousos do aeroplano espanhol em terras brasileiras. Nesse caso Recife, e não Natal, era o destino normal após a decolagem do Ceará. Outra razão poderia ser creditada a falta de um conhecimento mais apurado das qualidades de Natal como destino. Recife, por ser uma cidade mais desenvolvida e conhecida no exterior naquele período, era o destino mais correta para os pioneiros aviadores. Vale lembrar que o raid dos aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, mesmo após os acidentes ocorridos no trajeto, seguiram direto para Recife.
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Quem tem a oportunidade de voar sobre a costa potiguar, entre a Natal e a fronteira da Paraíba, percebe que além do Rio Potengi e da Lagoa de Guaraíras, o Rio Curimataú, que desemboca em Barra de Cunhaú, é um dos melhores pontos para o pouso de um hidroavião. Devido a estes fatos, parece-nos razoavelmente possível acreditar que, neste período (primeira metade do ano de 1926), Natal ainda não gozava de todo reconhecimento e prestígio no meio aviatório mundial. Fato que mudaria consideravelmente já no ano de 1927.
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Na bela região de Barra de Cunhaú os aviadores receberam total apoio do coronel Luiz Gomes, chefe político da cidade mais próxima, Canguaretama, e só seguiram viagem na manha de 13 de julho. Eles partiram para Cabedelo, na Paraíba, depois Recife, Maceió e Aracaju. Na sequência realizaram um percurso mais longo até a cidade litorânea de Prado, na Bahia, pousando no rio Jucuruçu. De Prado, seguem para o Rio de Janeiro, Santos, Cananéia, Florianópolis e Porto Alegre.
Na capital gaúcha Olivero recebe a notícia que fora promovido a major do exército italiano. Apenas outra jogada de marketing do histriônico ditador italiano Benito Mussolini, aproveitando as manchetes mundiais sobre este voo.
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Depois do Brasil, os argentinos seguem para Montevidéu e depois a Buenos Aires. São escoltados na chegada pelo hidroavião espanhol Dornier Val “Plus Ultra”, orbitam sobre a capital Argentina e pousam com suavidade no Rio da Prata, tendo percorrido 14.856 km, em 114 horas de voo efetivo. A cidade parou para receber os seus heróis, tendo muitas bandeiras nos edifícios e muitas autoridades presentes no desembarque dos aviadores.
Atualmente o Museu do Forte Independência, em Tandil, guarda peças históricas do mais importante raid argentino de longa duração. 
- Dedico este texto ao amigo German Zaunseder, compatriota dos aviadores do “Buenos Aires” e um grande pesquisador da aviação potiguar e da Segunda Guerra Mundial em Natal, cidade em que decidiu viver com muita satisfação.

Fonte: http://tokdehistoria.com.br/
"As mulheres que amei, que me amaram ou que simplesmente, por mim passaram são agora lembranças tocantes da minha pele e memórias vivas de um coração selectivo.
A memória da pele é breve comparada com a do coração (...)
Por isso estou certo de que vou continuar a sentir a teimosia e febril necessidade de um toque, de um afago, que liberte aquele aroma de flores do campo, que ainda não consegui esquecer.
Até no inverno da vida temos saudade das flores.
Aliás, sobretudo no inverno!"
______ João Morgado
em "Diário dos Infiéis"
Da linha do tempo/face de IA

domingo, 30 de novembro de 2014

As mulheres pela visão de um homem...Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação se dá de outra forma, isso quer dizer: se tem forma de guitarra... está bem.
Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, carnudas... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, parecem odiar as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas.
A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas é como ter o melhor sofá embalado no sótão.
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não da de entrar, sem ficar psicótica, no mesmo vestido que usava aos 18. Uma mulher de 45, que entra na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua tendência a culpas. Ou seja, aquela que, quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes); quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que gosta, compra; quando tem que economizar, economiza.
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos em formol, nem em spa... Viveram!
O corpo da mulher é o sagrado recinto da gestação de toda a humanidade, onde foi alimentada, ninada e, sem querer, marcada por estrias, cesárias e demais coisas que fizeram parte do processo que contribuiu para que estivéssemos vivos.
Portanto, Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto.
Paulo Coelho

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Nova iluminação da Ponte Newton Navarro será testada nesta sexta-feira



Natal, 28 de Novembro de 2014 - A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), realizará o primeiro teste da nova iluminação instalada na Ponte Newton Navarro, nesta sexta-feira (28), às 18h30min, na sede do Iate Clube. A prefeita em exercício, Wilma de Faria e o secretário da Semsur, Raniere Barbosa, ligarão a iluminação da ponte.

A iluminação será posicionada no estaiamento da ponte e também no curso da via. O material instalado é considerado o mais moderno do mundo. Os 172 projetores, do tipo Akila Floodlight, em RGB são advindos da multinacional alemã SCHRÉDER. Cada luminária possui 126 micro lâmpadas de LED, e uma potência de 200 Watts. A nova iluminação da Ponte Newton Navarro é semelhante à utilizada em monumentos mundiais, como a Torre Eiffel, na França. As cores das luzes podem ser alteradas através de comandos por computador. Outro investimento que será realizado é a substituição das luminárias de sódio, instaladas no centro da via, por vapor metálico branco.

Segundo o secretário Raniere Barbosa, a iluminação dará um visual diferenciado à ponte. “Desde o final de julho que estamos trabalhando nesta nova iluminação da ponte. O local foi alvo de vândalos e teve parte dos cabos e redes elétricas roubadas e, essa obra devolverá a beleza do equipamento e consolidará com mais belo cartão postal da nossa cidade”, comemora.

Após o período natalino, as luzes especiais permanecerão instaladas e poderão ser utilizadas em datas comemorativas, em campanhas como o Outubro Rosa e o Novembro Azul.

A empresa vencedora da licitação e executora da obra foi Enertec Construções e Serviços Ltda. O valor do investimento aplicado é da ordem de R$ 1,5 milhão, utilizado na compra dos equipamentos e também na realização dos serviços de instalação.

https://www.facebook.com/prefeituradonatal

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Ser Mulher é ser pétala
na aprendizagem das flores
a bailar sozinha no roseiral em flor.
É ser semente e terra húmida,
ser estrada, tardes ou manhãs ensolaradas.
Noites escuras, misteriosas, insondáveis,
nas estranhas águas deste viver.
É ser doce luz, a um filho aquecer,
ser mulher,ser mãe,ser amante,ser fonte.
E neste bailado de cores e amores,
fantasias e êxtases, paixões sem pudores,
é ser tempestuosa e calma enseada.
Cristina Costa, poetisa portuguesa
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Ser Mulher é ser pétala 
na aprendizagem das flores
a bailar sozinha no roseiral em flor.
É ser semente e terra húmida, 
ser estrada, tardes ou manhãs ensolaradas.
Noites escuras, misteriosas, insondáveis,
nas estranhas águas deste viver.
É ser doce luz, a um filho aquecer,
ser mulher,ser mãe,ser amante,ser fonte.
E neste bailado de cores e amores,
fantasias e êxtases, paixões sem pudores,
é ser tempestuosa e calma enseada.

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CARTA DO DEPUTADO
OLAVO MONTENEGRO
ANO: 1963 
PREFEITA: Maria Olímpia Neves de Oliveira - Maroquinha

Fonte: http://assunapontadalingua.blogspot.com.br/
Com o jornalista João Batista Machado, meu amigo e conterrâneo, no lançamento de mais uma livro daquele imortal da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, intitulado "Bastidores do Poder - Memórias de Um Repórter", lançado dia 18 último no Salão Vip daquela academia. Aquele volume comenta fatos importantes vividos na terra potiguar entre políticos influentes do Rio Grande do Norte e de calibre nacional. Machado além de jornalista/escritor foi secretário de governo de Tarciso e José Agripino, além de repórter correspondente do jornal O Globo, do Rio de Janeiro. Quem desejar saber dos bastidores da política principalmente do nosso estado/RN, o livro de Machado é uma boa pedida, já está nas livrarias. Vale a pena comprar!

Fernando Caldas
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Da esquerda: João Batista Machado e Fernando Caldas

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mini Refrigerador & Aquecedor 4 Litros - Novy - QE

Câmara decide cortar "supersalários" de servidores a partir de novembro

26/11/201418h13
Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília
  • Ailton de Freitas - 9.jul.2014/ Agência O Globo
    Plenário da Câmara dos Deputados, que tem 2 mil servidores ganhando acima do teto
    Plenário da Câmara dos Deputados, que tem 2 mil servidores ganhando acima do teto
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cortar o pagamento dos salários de servidores do Legislativo que recebem acima do teto constitucional, equivalente a R$ 29,4 mil. A decisão foi tomada na tarde desta quarta-feira (26) após reunião da Mesa Diretora. A decisão segue a determinação do STF (Supremo Tribunal Federal) de outubro deste ano que proibiu os pagamentos a servidores públicos com salários acima desse valor. Pela Constituição, nenhum funcionário público pode ganhar mais que um ministro do Supremo.
"Nós resolvermos a partir de novembro manter o teto, cortando, portanto, os salários acima do teto hoje estabelecido",  disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Os salários foram pagos acima do teto entre março e outubro com base em uma liminar do ministro do STF Marco Aurélio Mello. Em outubro, porém, o STF decidiu em acórdão que os salários acima do teto deviam ser suspensos. Henrique Eduardo Alves, porém, baseado em pareceres da Aslegis (Associação dos Consultores Legislativos e de Orçamento da Câmara), descumpriu o acórdão alegando que ele ainda não havia sido publicado.
Os pagamentos acima do teto entre março e outubro custaram em torno de R$ 63 milhões. Em outubro, a Câmara chegou a cortar os "supersalários", mas retomou o pagamento após o STF conceder uma liminar ao Sindilegis (Sindicato dos Servidores do Legislativo). De acordo com a Câmara, aproximadamente dois mil funcionários do Legislativo recebem acima do teto constitucional. Por mês, esse excedente custa em torno de R$ 7 milhões.
Com base na liminar, o presidente da Câmara determinou, então, os pagamentos acima do teto incluindo os valores retroativos a outubro. A decisão, no entanto, contrariou um acórdão do STF também de outubro deste ano que proibia a prática.
Henrique Alves alegou que, segundo um parecer de consultores legislativos, os pagamentos poderiam ser feitos pois a decisão proibindo os pagamentos ainda não havia sido publicada.
O presidente da Câmara disse ainda que os valores pagos a mais não serão devolvidos pelos servidores. "Não. A decisão vale a partir de hoje", afirmou. 
Leia mais em: http://zip.net/bpqh2D

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO