sexta-feira, 17 de abril de 2015

Entre o céu e o mar, meu mundo emerge.
A alma veste-se com as cores do arco-íris.
Pinto na tela da vida que Deus me deu 
as emoções que despertam,
com as cores doces do meu sentir.
Cristina Costa, poetisa portuguesa
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quinta-feira, 16 de abril de 2015

terça-feira, 14 de abril de 2015

NOVO DOCUMENTÁRIO SOBRE LAMPIÃO NO RIO GRANDE DO NORTE


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Jornal Tribuna do Norte – 10 de abril de 2015 – CADERNO VIVER…

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Tribuna do Norte - 10-04-2015-2

RUAS E AVENIDAS:

SENADOR JOÃO CÂMARA - AVENIDA DO ASSU
Da série “Ruas e Avenidas do Assu”, destacamos a Avenida Senador João Câmara. Sem a pretensão de menosprezar qualquer rua, até porque todas são importantes no contexto da cidade, porém sabemos que esta é, sem dúvidas, uma das mais importantes ruas de nossa cidade.

Na Avenida Senador João Câmara encontra-se basicamente tudo. Ela abriga bancos, instituições federais, estaduais, municipais, autarquias, casas de materiais de construção, produtos agrícolas, peças para automóveis posto de atendimento à consumidores de água, luz e telefones, oficinas mecânicas, hotel e pousadas, farmácias, cartórios, óticas, postos de combustíveis, panificadoras, bares e restaurantes, igrejas, entre outras. A Avenida Senador João Câmara é composta em cerca de oitenta por cento por comércios e instituições, apesar de contar com dezenas de casas residenciais.

Esta Avenida tem seu início na Rua Aureliano Lôpo com término no Espaço vivo – bairro Janduís. É, portanto, em extensão, uma das maiores avenidas da cidade. Mas porque o nome Senador João Câmara? Quem foi este patrono digno de receber esta homenagem?
João Severiano da Câmara nasceu em Taipu no dia 08 de março de 1895 e faleceu em Natal no dia 12 de dezembro de 1948. Mais conhecido como ‘João Câmara’ foi um agropecuarista, comerciante, industrial e político. Foi Deputado Estadual no Rio Grande do Norte e Senador. 

Constituiu a maior empresa do Estado, de produção, compra de produtos, beneficiamento e exportação de algodão, com usinas instaladas em várias regiões potiguares, inclusive em Assu. A sua empresa adquiriu os armazéns e maquinários da SAMBRA, instalando-se e dando centenas de novos empregos aos assuenses, num período de grande expansão da cultura do algodão, tendo marcado este período áureo na Terra dos Carnaubais. 

Como político foi eleito Senador da República, no exercício de cuja função representativa faleceu. Senador João Câmara foi o mais importante homem público da antiga Baixa Verde, sendo inclusive indicado por Georgino Avelino para ser o candidato a governador com chances reais de vitória, pois teria também o apoio do então governador José Varela e dos partidos PSD e UDN unindo oposição e governo ao seu nome, fato este que não aconteceu, pois viera a falecer próximo à convenção partidária que culminou com a indicação do mossoroense Dix-Sept Rosado.
Cortejo fúnebre do Senador João Câmara - Natal
Cortejo fúnebre do Senador João Câmara - Natal/RN
A Avenida Senador João Câmara, na Cidade dos Poetas, é sem dúvidas a artéria mais conhecida e transitada da cidade, divide o perímetro urbano basicamente ao meio, no sentido Leste / Oeste, facilitando geograficamente a separação e identificação do lado Norte e do lado Sul do perímetro urbano da cidade do Assu.
Fotos antigas: Blog Assis Silva.
Foto do Assu: assuguia.com.br 

ASSUENSES DAS ANTIGAS

Da esquerda: Nelson Borges Montenegro (1. duas vezes prefeito de Ipanguaçu, sendo seu primeiro prefeito, deputado estadual na década de setenta), José Wilson de Souza (ex-prefeito do Assu entre 1983-88, além de prefeito de Ipanguaçu) e o Major Manoel de Melo Montenegro que também foi político exerceu o mandato de deputado constituinte (deposto pela revolução), além de intendente e o 1, prefeito de Santana do Matos. Foi também o Major Montenegro, o emancipador da terra ipanguaçuense que antes era denominada de Sacramento. Crédito da foto: Cid Montenegro.

GUIA DOS ESTÁDIOS


Recorte de certo jornal da capital potiguar.

Governo quer RN no samba enredo



Publicação: 2015-04-14 00:00:00 | Comentários: 1

Marcelo Lima
Repórter

O governo do Estado está em negociação para que o Rio Grande do Norte seja tema do desfile da escola de samba carioca Beija-flor de Nilópolis em 2016. A  agremiação apresentou uma pedido de  “patrocínio” de R$ 8 milhões    ao secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.  O titular da pasta recusou o valor e agora tem até dia 30 deste mês para apresentar uma contraproposta. Segundo ele, não será usado dinheiro público.
ReproduçãoRuy Gaspar confirmou negociação e postou foto em rede social com diretoria da Beija FlorRuy Gaspar confirmou negociação e postou foto em rede social com diretoria da Beija Flor

Gaspar irá analisar a possibilidade de que o projeto seja financiado por leis de incentivo à cultura. “Vou tentar fazer é viabilizar com o empresariado nas leis de incentivo que a gente tem hoje, de modo que se possa fazer esse evento sem que não saia nenhum recursos do governo do Estado”, explicou o secretário.

No entanto, a lei estadual de incentivo à cultura Câmara Cascudo (7.799/99) não admite o enquadramento de projetos que sejam realizados fora do território do Rio Grande do Norte (artigo 6º). Vale lembrar que o governo definiu que, neste ano, a lei Câmara Cascudo dará, no máximo, R$ 6 milhões em renúncia fiscal.  “Eu vou estudar tanto a lei Rouanet, federal, a Câmara Cascudo e a Lei Djalma Maranhão. Na lei municipal, só o Ocean Palace (Hotel de propriedade da família do secretário) poderia entrar com R$ 350 mil para esse projeto. Se eu pegasse parte da rede hoteleira, tranquilamente eu conseguiria mais de R$ 1 milhão. A gente tem outras grandes empresas do RN que poderiam entrar nisso também”, disse o secretário.

A iniciativa surgiu do amigo de Ruy Gaspar, o juiz Jarbas Bezerra. Ele também foi o elo para as negociações, cujo primeiro encontro presencial ocorreu sábado passado no Rio de Janeiro. Além do presidente executivo-administrativo da escola, Farid Abraão David, participaram da reunião o carnavalesco Fran Sérgio e o ícone da agremiação, Neguinho da Beija-flor.

“Eles fizeram uma proposta de R$ 8 milhões, mas eu disse que estava fora da nossa realidade. Ele perguntou qual era o valor que eu estava pensando. Eu disse R$ 3 milhões, aí eles falaram que estava fora da realidade deles e pediu para eu fazer uma contraposta, algo que pudesse melhorar e fechar”, contou Ruy  Gaspar.

Ainda conforme o titular do Turismo, o governador Robinson Faria apoia o projeto, mas não quer dinheiro público diretamente investido na empreitada carnavalesca.

A presidente da Associação Brasileira de Agência de Viagens no Rio Grande do Norte (Abav/RN), Diassis Holanda, apoia a iniciativa. “A gente passou muito tempo sem nenhum tipo de divulgação. Tudo quanto for mídia para massificar Natal é importante”, opinou.

Memória
- Polêmica
Vencedora do carnaval do Rio de Janeiro em 2015, a Beija-flor foi criticada por escolher a ditadura da Guiné Equatorial como enredo. A escola teria recebido R$ 10 milhões em patrocínio. Há duas versões para a origem do dinheiro. A primeira dá conta que o ditador do país teria pago o dinheiro. Mas, segundo carnavalesco Fran Sérgio, os recursos são de empreiteiras brasileiras que atuam no país, dentre elas a Queiroz Galvão e Odebrehct, envolvidas na operação Lava-jato. 

- Flor do Caribe
• Novela expôs Natal em rede nacional de televisão, mas não aumentou desembarques no Aeroporto
• Desembarques nacionais no Aeroporto Augusto Severo  Antes da novela (2012)  Depois da novela (2013)   119.056 em julho  101.600 em julho  124.493 em dezembro 120.665 em dezembro 
Fonte: Ministério do Turismo. 

- Aniversário de 400 anos de Natal
R$ 1,8 milhões  foi o valor total gastos no enredo “Salgueiro é sol e sal nos 400 anos de Natal” em 1999.
R$ 300 mil foi o valor desembolsado pela Prefeitura de Natal e o Governo do Estado, cada.

Tribuna do Norte

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Eu perguntei ao mundo das estrelas
O que fora das estrelas se poderia um dia se conceber.
- Fora das estrelas, todas as estrelas...
O mundo das estrelas não poderia mesmo outra coisa conceber.

João Lins Caldas
Foto de um usuário.

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO