quarta-feira, 6 de maio de 2015
Vai viajar para Natal? Saiba como e o que trazer na sua bagagem para aproveitar bem a Cidade do Sol!
by vivernatal |
Vai viajar para Natal neste feriado ou no final do ano e não sabe o que trazer? confira nossas dicas para você acertar nas peças que serão usadas, sem trazer a sua vida inteira na bagagem e ainda organizar seus pertences de forma funcional. Afinal, ninguém merece ficar carregando mala pesada, né?
Dica 1
Ao viajar para Natal lembre de trazer roupas leves, chinelo de praia e sapatos confortáveis e arejados, tênis são sempre uma ótima opção se você vai andar por bairros como o Centro Histórico e a Ribeira. Um casaquinho de frio e um par de calças são sempre bem vindos caso o tempo mude e faça um friozinho leve. Shorts ou bermudas, regatas e cores claras ajudam a aguentar bem o calor durante o dia.
Dica 2
Coloque tudo que pretende levar em cima da cama. Nada de colocar as peças direto na mala! Colocando em cima da cama, você poderá combinar melhor as peças.
Dica 3
A quantidade de peças vai depender do objetivo da viagem: descubra qual é o roteiro de viagem para saber que peças combinam com ele. Você vai ficar mais tempo na cidade ou nas praias? Vai a algum evento social?
Dica 4
Confira sempre a previsão do tempo antes de viajar, é bom estar precavido.
Dica 5
Faça um checklist antes de começar a arrumar a mala, liste o que você precisa e o que quer levar, assim fica mais fácil caso precise abrir mão de alguma peça em prol do espaço.
Dica 6
Nada de potes enormes de xampu e condicionador. Coloque-os em pequenos frascos próprios para viagem para economizar espaço. Depois, guarde-os em uma nécessaire.
Dica 7
Além da mala, carregue uma mochila com objetos pessoais, como maquiagem e documentos. Se viajar de avião, é importante levar uma troca de roupa na bagagem de mão, para o caso de a mala ser extraviada.
Dica 8
Nada de fazer a mala na véspera da viagem! Faça com antecedência ou poderá levar peças a mais.
Hora de organizar a mala
1ª parte:
No fundo da mala, coloque a bolsa de praia e uma outra sacola de nylon para trazer roupa suja.
Depois, coloque todas as peças longas por cima, como calças. “Vá alternando as peças para nivelar a mala, lembrando de usar toda a sua extensão”.
2ª parte:
Peças menores: hora de colocar as camisetas, tops e roupas de praia.
Os cintos devem ser colocados na borda na mala, evitando que eles se quebrem.
Na última camada da mala vão os sapatos, guardados em sacos de TNT e colocados de lado, e acessórios em um organizador próprio.
Presidente da Assembleia Legislativa apoia criação de entidade de Vereadores do Estado. Em reunião com vereadores do Oeste, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, assumiu o compromisso de apoiar a criação da União de Vereadores do Rio Grande do Norte (UVERN), que terá por objetivo fortalecer o mandato do vereador.
“Louvo a iniciativa por entender que os vereadores têm as mesmas funções dos deputados, eles nos municípios e nós no Estado. O vereadoré quem está mais perto do povo. Vamos fazer parceria, por meio do Instituto do Legislativo Potiguar (ILP), para ajudar na capacitação do vereador, pois todos nós precisamos estar sempre nos reciclando. A ideia da União é muito boa e é necessária”, afirmou o deputado.
Participaram do encontro os deputados George Soares (PR) e Gustavo Fernandes (PMDB) e os vereadores de Apodi, Evangelista Menezes e Hortência Regalado (PSDB); Alto do Rodrigues, Renan Melo (PMDB); Tibau, Mirim (PSD); Mossoró, Laíre Rosado (PSB) e Genivan Vale (PROS); Baraúnas, Deivid Simão (PDT) e de Severiano Melo, Bruno Melo.
Da Linha do tempo/facebook de Ezequiel Ferreira
A família Aquilar Bezerra
João Felipe da Trindade (jfhipotenusa@gmail.com)
Matemático, sócio do IHGRN e do INRG
Minha tia-bisavó, Maria da Conceição da Costa Bezerra, filha de Alexandre Avelino da Costa Martins e Anna Francisca Bezerra, casou, no Sítio Carapebas, em 1882, com Antonio Machado Alves Bezerra, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Maria Xavier Bezerra, com dispensa de consanguinidade. Nos registros da Igreja não encontrei, até agora, outra qualquer família com esse sobrenome Aquilar, aqui no Rio Grande do Norte. Esse Alves, que aparece como sobrenome de Antonio, também, não descobri a origem. No batismo de Antonio e Francisca, a seguir, verificamos como de registro para registro há variação no nome das pessoas, o que em alguns casos dificulta a pesquisa genealógica.
Francisca Rita Xavier de Maria, que nasceu em Macau, era filha de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Francisca Xavier Bezerra, e casou com o viúvo Francisco Xavier de Oliveira Bello, filho de meu tio-trisavô, Gonçalo José Barbosa, e Marianna Rosa da Silva.
Vejamos o registro de outro de Vicente e Ignácia: Antonio, branco, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar e Ignácia Francisca Bezerra, meus fregueses, nasceu a 22 de setembro de 1851, e foi por mim solenemente batizado no Sítio Curral dos Padres a 29 de novembro do dito ano, sendo padrinhos Alexandre Francisco da Costa Bezerra e Maria Catharina de Sena. Felis Alves de Souza.
Um dos filhos do casal Antonio Machado e Maria da Conceição foi Claudiana, que era avó dos escritores Paulo de Tarso e Bartola. No dia 13 de abril batizei solenemente no Sítio Curral dos Padres, nesta Freguesia, a Claudiana, natural desta mesma Freguesia, sendo padrinhos Vicente Machado de Aquilar Beserra, e Anna Francisca Bezerra, por sua procuradora Joaquina Francisca Xavier Bezerra, nascida aos 25 de Fevereiro do dito ano, e filha legítima de Antonio Machado Alves Bezerra, e Maria da Conceição da Costa Bezerra, livres, brasileiros, e moradores nesta Freguesia, sendo as profissões, do pai = criador, e da mãe = ocupação doméstica. O Vigário Felis Alves de Sousa.
Dessa família Aquilar Bezerra, o registro mais antigo que encontrei foi de Vicência Francisca de Aquilar Bezera, que casou com meu tio-tetravô José Alexandre Solino da Costa: Aos treze de agosto de mil oitocentos, e trinta e quatro, pelas doze horas do dia, depois de obtida a dispensa do impedimento de segundo grau duplicado de sanguinidade e, atingente ao primeiro, e tendo precedido as canônicas denunciações, sem impedimento, confissão, exame de doutrina cristã, ajuntei em matrimônio e dei as bênçãos nupciais aos meus paroquianos José Alexandre Solino, e Vicência Francisca, naturais, e moradores nesta Freguesia, ele filho legítimo de Antonio Barbosa, já falecido e sua mulher Claudiana Francisca Beserra, sendo testemunhas João Evangelista, e Agostinho Barbosa, casados, que comigo assinaram o assento, que fiz na Fazenda Carapebas, desta Freguesia. Luiz Teixeira da Fonseca. Vigário Interino.
Infelizmente, no registro acima, não aparecem os nomes dos pais da nubente, mas pelo grau de consanguinidade, José Alexandre era primo ou tio de Vicência, ou vice-versa. Como ela faleceu em 1879, com 70 anos, deve ter nascido por volta de 1809. Não pude encontra a relação de Vicência com Vicente Machado. Os nomes completos dos nubentes encontramos no batismo a seguir: Francisca, filha de José Alexandre Solino da Costa e Vicência Francisca de Aquilar Bezerra nasceu aos 26 de agosto de 1848 e foi batizada aos oito de dezembro do mesmo ano, na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Guamaré, tendo como padrinhos Rufino Álvares da Costa e Joanna Martins de Miranda.
Uma filha de José Alexandre e de Vicência tinha o mesmo nome da avó paterna, Claudiana Francisca Bezerra. Ela foi casada com meu tio-bisavô, o cadete José Avelino Martins Bezerra.
Acredito que Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra era filho de Vicente Machado. Ele e uma irmã de nome Joana Maria Xavier Bezerra foram padrinhos de batismo em 1873, na capela do Rosário. Em 1905, casava um Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra com Luiza Bezerra Grilo, em Carapebas.
Em 17 de dezembro de 1891 falecia Joanna Francisca de Aquilar Bezerra, com 38 anos de idade, casada que era com Leocádio Francisco da Costa Bezerra.
Nos livros de dispensas matrimoniais, encontrei a dispensa de 4º grau de consanguinidade para o Francisco Machado Alves Bezerra e Francisca das Chagas Xavier da Silva. Não encontrei o casamento deles. Tenho recebido algumas informações desencontradas sobre descendentes deles. Oportunamente, com mais precisão falarei sobre esse casal. Acredito que esse Francisco era filho de Antonio Machado Alves Bezerra e Maria da Conceição.
| Bartholomeu em Afonso Bezerra, ao lado do busto do cadete José Avelino |
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Postado por João Felipe da Trindade
terça-feira, 5 de maio de 2015
A tua ausência invade a minha alma,
mergulho num tempo que é tempo de viver.
O silêncio que me cala a voz,
enche o vazio com palavras esquecidas.
Junto os pedaços desta alma
que tanto lutou e invento-te a cada segundo,
em cada emoção, em cada desejo.
Traçando linhas imaginadas pelo teu corpo ausente,
escrevo rimas de loucuras no incêndio da pele.
Invento-te num sonho só meu e sem pudor,
desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra.
Tantas vezes, guiada pelas emoções,
escondida dos caminhos da vida,
perdi-me nas horas vazias.
Momentos sonhados ao ritmo de uma ilusão
que se repetiu vezes sem conta
nas horas vazias em que o coração batia acelerado,
e agora sei o teu nome é, Saudade!
mergulho num tempo que é tempo de viver.
O silêncio que me cala a voz,
enche o vazio com palavras esquecidas.
Junto os pedaços desta alma
que tanto lutou e invento-te a cada segundo,
em cada emoção, em cada desejo.
Traçando linhas imaginadas pelo teu corpo ausente,
escrevo rimas de loucuras no incêndio da pele.
Invento-te num sonho só meu e sem pudor,
desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra.
Tantas vezes, guiada pelas emoções,
escondida dos caminhos da vida,
perdi-me nas horas vazias.
Momentos sonhados ao ritmo de uma ilusão
que se repetiu vezes sem conta
nas horas vazias em que o coração batia acelerado,
e agora sei o teu nome é, Saudade!
Cristina Costa
Exemplar da primeira edição de 'Cem anos de solidão' é roubado em Bogotá
Colômbia04/05/2015 | 17h39
Livro estava em vitrine trancada da Feira do Livro de Bogotá
Feira do Livro de Bogotá, que termina nesta segunda, homenageia o Nobel de literatura Gabriel García MárquezFoto: Ivan Garcia / Afp
Um exemplar da primeira edição de "Cem anos de solidão", obra-prima do escritor colombiano ganhador do Nobel de literatura Gabriel García Márquez, foi roubado na Feira Internacional do Livro de Bogotá (FilBo), informou a polícia nesta segunda-feira.
— A denúncia só foi apresentada ontem (domingo) e sabemos que isto aconteceu no sábado. Estamos revisando as imagens das câmeras, que infelizmente não estavam no estande; [mas] sim na entrada do pavilhão — disse a jornalistas o comandante da polícia de Bogotá, Humberto Guatibonza.
Conheça algumas das principais obras de Gabriel García Marquez
O livro, um dos 8.000 impressos em 1967 pela Editorial Sudamericana de Argentina, estava em uma vitrine trancada a chave no pavilhão dedicado a Macondo, o mítico povoado criado por García Márquez, que este ano é o homenageado da FilBo no primeiro aniversário de sua morte.
Guatibonza disse que oito mil pessoas passaram no sábado pelo espaço de 3.000 metros quadrados que recria a obra do Nobel de Literatura de 1982, no pavilhão de eventos Corferias, oeste de Bogotá.
Os organizadores da FilBo colaboram com a polícia para esclarecer o ocorrido, indicaram em um comunicado.
Autobiografia de Gabriel García Márquez lançada em 2002 recorda trajetória pessoal e profissional do autor
"A Corferias, a Câmara Colombina do Livro e a Polícia Metropolitana de Bogotá prestaram toda colaboração desde o momento em que se reportou o incidente do roubo do livro à Associação de Livreiros, que o tinha sob sua custódia e controle o mencionado livro", destacou o texto.
O livro, de prioridade do reconhecido livreiro Álvaro Castillo, colecionador das primeiras edições de García Márquez, estava autografado pelo falecido escritor colombiano.
A Filbo 2015, que termina na segunda-feira após duas semanas de exibição, presta homenagem este ano a García Márquez, um dos maiores expoentes do boom latino-americano, falecido em abril do ano passado, aos 87 anos, no México, onde vivia desde seu exílio da Colômbia, nos anos 1980.
*AFP
— A denúncia só foi apresentada ontem (domingo) e sabemos que isto aconteceu no sábado. Estamos revisando as imagens das câmeras, que infelizmente não estavam no estande; [mas] sim na entrada do pavilhão — disse a jornalistas o comandante da polícia de Bogotá, Humberto Guatibonza.
Conheça algumas das principais obras de Gabriel García Marquez
O livro, um dos 8.000 impressos em 1967 pela Editorial Sudamericana de Argentina, estava em uma vitrine trancada a chave no pavilhão dedicado a Macondo, o mítico povoado criado por García Márquez, que este ano é o homenageado da FilBo no primeiro aniversário de sua morte.
Guatibonza disse que oito mil pessoas passaram no sábado pelo espaço de 3.000 metros quadrados que recria a obra do Nobel de Literatura de 1982, no pavilhão de eventos Corferias, oeste de Bogotá.
Os organizadores da FilBo colaboram com a polícia para esclarecer o ocorrido, indicaram em um comunicado.
Autobiografia de Gabriel García Márquez lançada em 2002 recorda trajetória pessoal e profissional do autor
"A Corferias, a Câmara Colombina do Livro e a Polícia Metropolitana de Bogotá prestaram toda colaboração desde o momento em que se reportou o incidente do roubo do livro à Associação de Livreiros, que o tinha sob sua custódia e controle o mencionado livro", destacou o texto.
O livro, de prioridade do reconhecido livreiro Álvaro Castillo, colecionador das primeiras edições de García Márquez, estava autografado pelo falecido escritor colombiano.
A Filbo 2015, que termina na segunda-feira após duas semanas de exibição, presta homenagem este ano a García Márquez, um dos maiores expoentes do boom latino-americano, falecido em abril do ano passado, aos 87 anos, no México, onde vivia desde seu exílio da Colômbia, nos anos 1980.
*AFP
http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Os Anos 20
A década de 20 recebeu o apelido de Anos Loucos, foi um período de liberdade entre duas guerras, animado pelo som de uma nova e vibrante música, dotada de swing e sensualidade que provocou impacto na platéia da época, as Jazz Bands.
Antes do Jazz, a dança era formal e, o novo estilo trazia danças coladas de cabarés, as mulheres modernas da época (melindrosas), animavam os salões com o seu charme, traduzindo um comportamento e modo de vestir nas roupas e trejeitos de artistas famosas como Glória Swanson e Mary Pickford , pois a sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também freqüentavam cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywod.
A mulher ficou livre dos espartilhos.
Com silhueta tubular, os vestidos ficaram mais curtos com braços e costas à mostra, o tecido predominante era a seda, e as meias eram em tons de bege.
A mulher sensual não tinha curvas, com seios e quadris pequenos e a atenção era voltada aos tornozelos. Os olhos eram bem pintados, as sombrancelhas retiradas e delineadas a lápis, os lábios pintados de carmim e, a pele branca para acentuar a maquilagem.
O chapéu passou a ser usado apenas de dia e o modelo popular era o cloche, que só podia ser usado com cabelos curtíssimos (la Garçonne), embora, houvessem outros modelos.
A bolsa dominate na década de 20 foi estilo carteira, tanto para o dia como para noite. Com uma superfície plana permitia aplicações de bordados ou estampas.
Os sapatos desta época caracterizam-se por linhas geométricas, com tiras que se prendiam no peito do pé, recortes, cortes e aberturas, combinando com saltos, médios ou altos, mas nunca finos.
O número de modelos é amplo e variado, desde sapatos cheios de pedrarias até sapatos sóbrios. Pela primeira vez, os sapatos fazem conjunto com os vestidos, os acessórios e até com os penteados, tendo formas originais e materiais sintéticos.
Os sapatos com pulseiras abotoadas nos tornozelos, originalmente foi criado para crianças, mas foi muito usado pelas mulheres da década de 20, um sapato muito popular era feito em dois tons, geralmente preto e branco.
Figurinista da década de 20: Jacques Doucet: em 1927 subiu as saias para mostrar as ligas rendadas. Coco Chanel: criou moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Jean Patou: Teve o foco na criação de roupas esportivas e revolucionou a moda praia com seus maiôs.
http://pessoasdoseculopassado.blogspot.com.br/
domingo, 3 de maio de 2015
MOISÉS SESIOM, POETA DO ASSU NO FILME", O HOMEM QUE DESAFIOU O DIABO"
"Poeta querido, de vida atribulada, de existência dura, de morte cruel. Vezes, horas e horas ouvi recitar versos de Sesiom, recordando a boemia, vivendo o anedotário, rico de episódios chistosos", depõe Câmara Cascudo.
Sesiom imortalizou-se no filme intitulado "O Homem Que Desafiou o Diabo", 2007, baseado no romance intitulado "As pelejas de Ojuara", do escritor potiguar Ney Leandro de Castro. O referenciado romance narra a história de Zé Araújo (Marcos Palmeira), um cacheiro viajante que foi obrigado a casar com uma filha de um proprietário de uma mercearia/venda e trabalhar com o sogro, por quem foi muito humilhado. Zé ao chegar num certo bar da cidade, conheceu no balcão de certo botequim do lugar, um senhor de nome Sesiom. Aí, Zé fica sabendo por intermédio dele, o referenciado poeta boêmio, que Sesiom é Moisés ao contrário. Logo teve a ideia de inverter o seu nome passando a se chamar Ojuara (Araujo ao contrário).
Neste vídeo acima podemos conferir o personagem Sesiom (o poeta), declamar para Zé Araújo (Ojuara), os versos (em décimas) conforme transcritos adiante:
Vida longa não alcanço
Na orgia ou no prazer,
Mas, enquanto eu não morrer,
Bebo, fumo, jogo e danço!
Brinco, farreio, não canso,
Me censure quem quiser!
Enquanto eu vida tiver,
Cumprindo essa sina venho,
E, além dos vícios que tenho,
Sou perdido por mulher!
Fernando Caldas
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REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO












