segunda-feira, 14 de setembro de 2015

 


MAIOR ESTÁTUA DO MUNDO
O Alto de Santa Rita de Cássia é uma estátua de Santa Rita de Cássia e complexo turístico religioso localizado às margens da BR-226, no município de Santa Cruz, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte.

É a maior estátua de todo o continente americano e a maior imagem católica do planeta com 56 metros de altura.
Fonte: Estátua de Santa Rita de Cássia, Santa Cruz,RN.
JESUS E MADALENA FORAM CASADOS?

Esta questão percorre o mundo de tempos em tempos, mas, agora, um estudo conduzido por cientistas de Harvard, nos Estados Unidos, e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) concluiu que realmente Jesus era casado com Maria Madalena.
A pesquisa levou em conta um papiro descoberto em 2012, parte do Evangelho da Esposa de Jesus, escrito em copta, antiga língua morta. Nele se encontra a frase: “Jesus disse-lhes: Minha esposa...”, referindo-se a Maria Madalena. A análise da composição química do papel, da tinta e os padrões de oxidação são consistentes com outros papiros antigos, como por exemplo, o Evangelho de São João, o Evangelho de Felipe, Tomé, Judas, Tiago e tantos outros considerados apócrifos pela Igreja e banidos pelo imperador de Roma, Constantino, durante o 1º Concílio de Nicéia, em maio de 325.
Também no Evangelho de Felipe encontramos trechos que dizem: “A companheira de Jesus é Maria Madalena”. A passagem sobre o casamento de Jesus com Madalena teria sido suprimido do Evangelho de Marcos, pelo bispo Clemente, da Alexandria, esse mesmo que escreveu uma carta para seu colega Teodoro contando ter mandado apagar o episódio da ressureição de Lázaro, porque o evangelista deixara claro que Jesus e Maria eram marido e mulher.

Essa carta foi descoberta em 1958, pelo professor Morton Smith, professor de História Antiga da Universidade de Columbia, dentro de um livro de Santo Inácio de Antióquia, em um mosteiro perto de Jerusalém. Também sabemos que Jesus ensinava nas sinagogas e era um rabino. Ora, para ser rabino e poder ensinar nos templos, ele teria que ser casado, pois a lei judaica era clara e só os casados podiam ensinar nos templos.
Evidente que o Vaticano nega tudo e considera os papiros como farsas, apesar das provas científicas. A Igreja, desde Gregório, O Grande, estigmatizou Maria Madalena como uma devassa, prostituta e assim foi ensinado durante séculos nas escolas católicas. Em 1969, o Vaticano corrigiu essa deformação, declarando que a história bíblica de que Jesus tinha expulsado vários demônios dela não queria dizer que era uma prostituta, pois na época acreditavam que muitas doenças estavam relacionadas com os demônios.
Existem versões nos evangelhos apócrifos que dizem que Maria Madalena, além de esposa de Jesus, também era uma grande líder e, possivelmente, foi uma das fundadoras do cristianismo. Talvez agora, o papa jesuíta, Francisco, que já se mostrou um mestre em falar sobre assuntos evitados pelos outros papas, possa abrir algumas verdades que são evitadas, apesar de evidentes. Como dizia o próprio Jesus: “O pior cego é aquele que não quer ver.”
[Célio Pezza é colunista, escritor e autor de diversos livros, entre eles: As Sete Portas, Ariane, A Palavra Perdida e o seu mais recente A Tumba do Apóstolo]

domingo, 13 de setembro de 2015


388.570 visualizações
Veja a reação de um cavalo ao ser libertado da carroça que puxou durante anos.
É o momento exato da libertação do animal. O cavalo nunca mais vai puxar uma carroça.
Em vários países da América Latina, a Associação Animalista Libera realiza uma campanha chamada Basta de TAS (Tração a Sangue). Destina-se a ajudar, aconselhar, encorajar e inspirar os diferentes poderes políticos para aplicar, através de políticas públicas, planos de substituição da tração a sangue, como parte de um programa que tende a conseguir o emprego e a inclusão social dos trabalhadores e suas famílias, mediante a contenção e a formação, garantindo ao mesmo tempo uma aposentadoria para os cavalos e um destino sem exploração.
No vídeo podemos ver o dia da libertação de um dos 40 cavalos aposentados na cidade de Paraná, Argentina.
Mostre que você apoia esta campanha compartilhando este vídeo.
Pelo fim da Escravidão Animal - STOP Animal Slavery.



A PARTIDA DE ARAÚJO, MEU IRMÃO
Dos filhos todos, ele foi o único que não se deixou seduzir pela cidade grande. Só vinha à Natal em caso de extrema necessidade, o que significava consulta médica. Gostava de morar no Assú. Gostava da gente do Assú. Da vazante molhada, das carnaúbas elegantes, do mugido dos bois no curral da velha casa simples nas Itans, onde cheguei a ir de férias algumas vezes. Era, com certeza o guardião da memória do velho Ludgero Batista de Araújo, nosso Pai, cultuando sua lembrança, vivendo do jeito que Ludgero gostava.
Até aquele verve sertaneja, exercitada por Ludgero quando lhe pediam opinião sobre alguém ou sobre algo que acontecera, Araujo cultivava. E saia com cada argumentação! E todo mundo ria, cúmplice da sua sabedoria aprendida sofridamente em cada beco, rua ou praça do Assú. E foi ficando, negociando com a lanchonete, vendendo gado, leite, dirigindo táxi. Mas, nunca quis vir para a cidade grande melhorar de vida, seguir o caminho trilhado pelos irmãos. Nem quando Papai e Mamãe, vencidos pelo cansaço dos anos, alquebrados pela luta inglória de tocar a terra das Itans, decidiram vir para Natal, Araújo animou-se. Não veio. Ficou no Assú.
Preferia pelejar, guerrear com a vida, ora ganhando, ora perdendo. Mas, guerreiro gosta de quê? De guerra. Era assim o meu irmão Araújo. Ontem, ele perdeu a maior de todas as batalhas e deixou o Planeta. Fragilizado pela doença, caiu. Tentou pendurar-se se numa nuvem que passava. Queria ficar aqui. Não deu. Foi embora e nunca mais o veremos.
Só tem uma coisa, Araújo: a gente não vai te esquecer!
Texto transcrito da linha do tempo/facebook de Ojanilza Maria Niniza


E neste domingo que tem o Camaleão jogando no Edgarzão e doido para voltar para a primeira divisão, lembrei que os meus domingos de infância também eram divididos entre o campo de Aveloz na monsenhor Julio(onde jogava o palmeiras) e tentar assistir um filme, dependia da boa vontade do nosso querido Dedé. Ao voltar ao passado lembro de figuras que já estão em outro terreno espiritual e que estavam sempre no cinema; Seu Aldo, Tiquinho, Manoel Brilhante, D. Sofia, Josué, Chineiro, Antonio das Almas e Chico doido. E o bom que depois de tantos anos o nosso querido Cine Teatro Dr. Pedro Amorim voltou a ser útil ao povo da minha terra. ‪#‎assuébomeupossoafimar‬

E neste domingo que tem o Camaleão jogando no Edgarzão e doido para voltar para a primeira divisão, lembrei que os meus domingos de infância também eram divididos entre o campo de Aveloz na monsenhor Julio(onde jogava o palmeiras) e tentar assistir um filme, dependia da boa vontade do nosso querido Dedé. Ao voltar ao passado lembro de figuras que já estão em outro terreno espiritual e que estavam sempre no cinema; Seu Aldo, Tiquinho, Manoel Brilhante, D. Sofia, Josué, Chineiro, Antonio das Almas e Chico doido. E o bom que depois de tantos anos o nosso querido Cine Teatro Dr. Pedro Amorim voltou a ser útil ao povo da minha terra. ‪#‎assuébomeupossoafimar‬


Marcos QueiroztoMossoró do Passado ®
Cia Alfredo Fernandes ficava na rua Felipe Camarão centro hoje na esquina funciona a agência do Banco do Brasil
Foto da construção de Ponte de Igapó (de ferro), que este ano completa 100 anos. Nesta foto, temos o transporte da ponte até o local de fixação.
Este semana postaremos mais fotos. ‪#‎NatalComoTeAmo‬

sábado, 12 de setembro de 2015

SORTE MESQUINHA


Waldemar Campielo Maresco e João Teixeira Filho foram prefeitos do município de Carnaubais. Por sinal, bons administradores da terra carnaubaense. Pois bem, o ex-vereador daquele município, o ativista político e blogueiro Aluízio Lacerda conta em seu blog (que leva o seu nome) que na década de 70 o poeta varzeano Alípio Tavares desencantado com a falta de atenção dos poderes constituídos à época em Carnaubais quando estava realizando uma cantoria de pé de parede, vendo a fraqueza dos políticos que não compareciam com sua contribuição ao prato exposto na sala, fez um verso de despedida em tom de desabafo:

Carnaubais quando era Vila
Alguma coisa ainda tinha
Depois que passou a cidade
Entrou numa sorte mesquinha
É saindo Valdemar 
Entrando Teixeirinha


Para risos dos circunstantes.

Fernando Caldas

(Do blog: A estória acima não tem a intenção de denegrir a memória daqueles ex-prefeitos de Carnaubais chamados Waldemar e Teixerinho. Tem apenas, o sentido humorístico).


UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO