sexta-feira, 19 de agosto de 2016

"Morto-Vivo"

Hoje, 19, me dirigi a uma das agências do Banco do Brasil, de Natal, para abrir uma conta especifica e obrigatória, para candidatos (Eleições 2016). Pois bem, o funcionário daquela casa bancária ao consultar o Banco de Dados do SISOB – Sistema de Informações de Dados de Óbitos (que alguns cartórios são obrigados a enviar quando alguém, um preposto ou um familiar do falecido, requeira a Certidão de Óbito, a repassar a Previdência Social, bem como a outros órgãos ...do governo), me informou em voz alta que eu já teria morrido desde o ano de 2013, para risos de alguns clientes e funcionários presentes. O que pode ter ocorrido, penso eu, um raro problema de homonímia, erro de digitação ou má fé de alguém. Fato este que terei de resolver num menor tempo possível!
Continuo candidato a vereador pela capital potiguar. Um registro apenas para tornar público.

Obrigado pela leitura.

Fernando Caldas

 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

‘Toinho de Walter’ é homenageado na abertura dos JERNS 2016

A solenidade foi encerrada com uma apresentação cultural

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A 10ª etapa regional dos Jogos Estudantis do Rio Grande do Norte (JERNS) em Assú teve largada na noite desta terça-feira, 16 de agosto com a realização da cerimônia oficial de abertura na Praça São João Batista. Cerca de 2.400 alunos/competidores  de atletismo, capoeira, karatê, judô, taekwondo, natação, jiu-jitsu, xadrez, tênis de mesa, futsal, futebol de campo, futebol society, futebol de areia, voleibol de duplas, e  voleibol in door, provenientes das cidades de Assú, Campo Grande, Carnaubais, Triunfo Potiguar, São Rafael, Paraú, Itajá, Ipanguaçu, Angicos, Santana do Matos, Lajes, Afonso Bezerra, Pedro Avelino e Fernando Pedroza estarão participando da competição que é considerada uma das maiores do gênero no país como informa o coordenador da Codesp/RN, professor Gileno Souto.
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A primeira delegação a entrar no Anfiteatro Prefeito Arcelino Costa Leitão foi a do Colégio do Futuro. O juramento do atleta foi proferido pelo aluno/atleta Carlos Eduardo, da Escola Municipal Professora Nair Fernandes, segundo colocado no Ranking Nacional de Taekwondo e atual campeão do Natal Open na categoria Cadete. Na avaliação do professor Túlio César de Medeiros Almeida a abertura dos JERNS foi um momento de integração de atletas, familiares e professores. As disputas dos JERNS acontecerão em vários espaços como o ginásio do CAIC, Arena Casa Forte, Estádio Edgarzão, Complexo Poliesportivo Deputado Arnóbio Abreu entre outros.
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O ato considerado como ponto alto da solenidade vivenciada nesta terça-feira, a condução do fogo simbólico seguido do acendimento da pira olímpica, foi protagonizado pelo professor de educação física Carlos Antônio de Sá Leitão – ‘Toinho de Walter’ que também recebeu uma comenda pelos serviços prestados ao esporte assuense.
Eu não esperava que viesse ser convidado para ser homenageado e acender a pira olímpica. É um momento de festa para a nossa cidade”, destacou o professor. A solenidade foi encerrada com uma apresentação cultural. Clique aqui e veja a galeria de fotos.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

( B O R B O L E T A )

Sou borboleta que saiu do casulo
Sentindo -se insegura não sabe voar....
Que a vida me ensine .......
Me mostre o caminho
De um lindo jardim que busco
Encontrar.


Autoria : Sara Camara
17/08/2014/
 

5 coisas interessantes sobre o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte

Publicado por às 10 de agosto de 2016 em Curiosidade, História | 3 Comentários
Isso mesmo, existe um museu totalmente indígena em terras potiguares, que é inclusive o primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte.

Ele fica localizado na cidade de Apodi

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Que por sua vez fica na mesorregião Oeste Potiguar.

O museu é uma homenagem a uma guerreira indígena que foi brutalmente assassinada

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A apodiense Luiza Cantofa, assassinada na cidade de Portalegre/RN, no dia 03 de novembro de 1825.

Atualmente ele funciona provisoriamente na casa desta mulher

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Uma pesquisadora apodiense chamada Lucia Maria Tavares, que é a Presidente do Centro Histórico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi (CHCTPLA), entidade mantenedora do Museu Luíza Cantofa.

Entre os seus principais objetivos, o museu quer resgatar a cultura indígena de Apodi

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Dança dos índios Tapuias Paiacus, primeiros habitantes de terras apodienses (Foto: Ecoarte.info)
E não só isso:
  • Resgatar e preservar a cultura indígena dos Tapuias Paiacus, porque eles foram um marco histórico na formação do município de Apodi;
  • Promover e apoiar ações que contribuam para o resgate, divulgação e valorização da arte e da cultura indígena;
  • Estimular a parceria, o diálogo local e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando junto a outras entidades de atividades que visem interesses comuns;
  • Apoiar, bem como promover, ações sustentáveis que contribuam para a preservação ambiental, de modo especial, da Lagoa do Apodi, que em suas margens foram realizadas atividades como plantação, pescaria, dentre outras pelos referidos nativos, de onde veio as surgir a cidade.

Ele abriga várias peças e artefatos feitos pelos índios primeiros donos da terra

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Os Tapuias Paiacus foram os primeiros habitantes das terras apodienses.
Que trabalho excelente, hein? Parabéns. E para visitar o Museu do Índio Luíza Cantofa, agende a sua visita pelo número (84) 99914-2282.

De: Curioso
Enviado pelo galadinho Francisco Veríssimo de Sousa Neto .
O sopro do tempo não paga
a chama do nosso amor
 
Na vida, aquilo que afaga
se faz profunda emoção,
as coisas do coração
O SOPRO DO TEMPO NÃO APAGA.
E é mesmo bom que não traga
algo que cause rancor
ou que nos lembre uma dor,
melhor louvar bons momentos
como aquece os sentimentos
A CHAMA DO NOSSO AMOR
 
João Celso Neto



domingo, 14 de agosto de 2016


 
GLOSA

O SOPRO DO TEMPO NÃO APAGA
A CHAMA DO NOSSO AMOR

  
MOTE

Os olhares se cruzaram
já famintos de paixão
senti pular meu tesão
as carnes se agitaram
os sentidos aguçaram
me veio um certo temor,
não sei se medo ou rancor...
Uma certeza me afaga:
o sopro do tempo não apaga
A chama do nosso amor.

Autor: Ivan Pinheiro - Assu.
Ilustração colhida do mariaeunicesousa.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ter ou não ter namorado?

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.

Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil. Mas namorado, é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida; ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum namorado.

Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar..

Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar; de gargalhada, quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beiras d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.

Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar,, quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar,- quem namora sem brincar,- quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado quem confunde solidão com o ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pensando duzentos quilos de grilos e de medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela.

Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria. Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.

Enlou-cresça.

Autoria de Carlos Drumond Andrade

Do Facebook  de Yara Darin



Morte da Flora e da Fauna
 
 
                                                             Foto ilustrativa: longah.
 
 
Por Francisco Agripino de Alcaniz - Chico Traíra
 
Mataram a flora e a fauna
Riquezas da região
Na cruel devastação
Morreu também a beleza,
Não sei se a humanidade
O crime está percebendo
Pois sempre está recebendo
Castigos da natureza.

Oiticicas seculares
Mutambas, Umarizeiros,
Quixabeiras, Juazeiros,
Umburanas, Mulungus,
Jucá, Jurema, Paud’arco,
Catingueira, Catanduba,
Não escapou da derruba
Os cheirosos Cumarús.

Calumbís e tira-fogo
Que ornamentavam as barreiras
Canafístulas, Ingazeiras,
A fúria não esqueceu,
João-mole, Genipapeiro,
Pau-branco, Angico, Aroeira,
Tudo desapareceu.

Mataram o Marmeleral,
Já não há mais espinheiros,
Barrigudas, Cajueiros,
Castanholas, Gameleiras,
Por fim para completarem
O extermínio da flora
Estão derrubando agora
As nossas Carnaubeiras.

A fauna já não existe
Nem de Urubus um só bando,
Não se vê garças voando
Marrecas nem Patorís,
Carcarás e Gaviões
São aves que não existem,
Não se ouve o canto triste
Das saudosas juritis.

Quanto eram belas as tardes
Que os passarinhos cantavam,
Em revoadas passavam,
Em divertidos folguedos.
Depois voavam felizes
Antes da noite chegar,
Procuravam se abrigar
Nas copas dos arvoredos.

Graúnas, Corrupiões, 

Sabiás e Bentivis,
Canários e colibris,
Sanhaçus e Caboclinhos,
Pombinha, Galo de Campina,
Papa-arroz, Concriz, Anum,
Não acham em lugar nenhum
Para construírem ninhos.
Asa branca, Papagaio,
Periquito e Azulão,

De João de Barro e Cancão
Agora só resta o nome,
Porque a floresta deles
Está um campo esquisito,
Apenas se ouve o grito
De uma coruja com fome.

A Caatinga tornou-se
Numa capoeira feia,
Nem mesmo um Peba passeia,
Não há rastros de Tatus,
De Bola e Maritacaca
Não se vê nem os sinais,
Também não existe mais
Preá nem Tijuaçus.

Não há mais tamanduá,
Punaré, Camaleão,
A ave de arribação
Também desapareceu
Até os belos veados
Já fugiram, foram embora,
Com a extinção da flora
A fauna também morreu.

A poesia é do grande ipanguaçuense Chico Traíra, que por quase toda a vida residiu em Assu. Publicado em seu livro de poesias denominado de Versos do Verde Vale – editado no ano de 1984, pelo então prefeito Ronaldo Soares. 

O poema de fato foi escrito há vários anos, no entanto, permanece atualizadíssimo. Na verdade um recado a todos  nós que degradamos  a natureza.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

MOTE:

ME LEMBRO DAS FESTAS DO MUNICIPAL, COM O AFINADO CROONER MANOEL RAPOSA.

GLOSA:

DA MINHA ADOLESCENCIA MUSICAL
NOS BAILES DOS CLUBES DO ASSU
TOMANDO UMAS LAPADAS DE PITÚ
ME LEMBRO DAS FESTAS DO MINICIPAL.
PRA RECORDAR AS TERTULIAS, O SÃO JOÃO OU O NATAL,
QUERO HOMENAGEAR NESSA GLOSA
AQUELE QUE TINHA EM RAIMUNDA SUA ESPOSA
A SUA FOLCLORICA E FIEL COMPANHEIRA
CURTI MUITAS E MUITAS DOMINGUEIRAS
COM O AFINADO CROONER MANOEL RAPOSA.

Chagas Matias
Assu/RN.

Manoel Raposa
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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Campeão do Mundo pelo Flamengo, ex-jogador vê time atual "sem feras"

Zico afirma que Neymar “não tem condições de ser capitão” da Seleção Brasileira

Craque criticou equipe canarinha, mas vê chances de medalha de ouro; jogo contra a Dinamarca será disputado nesta quarta-feira, em Salvador

Por: Redação

RIO – O comportamento de Neymar atrai críticas em momento decisivo da participação brasileira na Olimpíada do Rio. Nesta terça-feira, em evento realizado em um shopping localizado perto do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zico disse acreditar na classificação do Brasil, mas também fez uma observação sobre o principal jogador do país. Ele disse não ver Neymar pronto para usar a braçadeira de capitão.

– O capitão do nosso time não tinha a menor condição de ser capitão. Ele tinha que se preocupar só com futebol – critica Zico, fazendo outra observação sobre a postura brasileira no jogo com Iraque. – Os caras reclamarem que o Iraque fazia cera. Veja se tem que se preocupar com isso? Joga bola, pô – completa.

Mesmo assim, o ex-craque disse ver na seleção olímpica um time com qualidade técnica. E capaz de ganhar a medalha de ouro. Ele destacou que o tempo reduzido de formação da equipe e de preparação prejudicam muito o Brasil.

– Acho que ganha da Dinamarca e pode levar o ouro. Não tem nenhum bicho papão – afirmou. – Ninguém é mágico para fazer time em duas semanas, fazer magia. O futebol brasileiro é formado sempre em cima da hora. Não tem conjunto e posicionamento. E não temos aquelas feras todas que decidiam – conclui.

O Brasil decide a classificação contra a Dinamarca nesta quarta-feira, às 22h, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA).

Com informações do jornalista Carlos Eduardo Mansur, do portal O Globo
 

 

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO