
sábado, 28 de julho de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
FLOR DO AMOR
Quero te ofertar a flor
Dos beijos que plantei em tua boca.
Tem o perfume suave do amor
E a ternura de almas se encontrando.
Quando vires a flor entreaberta,
Lembra - te, querido amor,
Das Lágrimas que a regaram.
E sentirás, quando beijá-la,
Um amargo sabor de sal
Que as pétalas trêmulas captaram.
Maria Eugênia, poetisa assuense

Quero te ofertar a flor
Dos beijos que plantei em tua boca.
Tem o perfume suave do amor
E a ternura de almas se encontrando.
Quando vires a flor entreaberta,
Lembra - te, querido amor,
Das Lágrimas que a regaram.
E sentirás, quando beijá-la,
Um amargo sabor de sal
Que as pétalas trêmulas captaram.
Maria Eugênia, poetisa assuense

LINDA LEMBRANÇA NA INFÂNCIA
BOLA DE MEIA
Na nossa época de criança, os meninos humildes tinham criatividade para brincar. Os sonhos eram realizados quando poucos tinham acesso a bola de borracha ou de couro, daí termos de improvisar e construir aquele objeto tão desejado.
Consegui-la nas nossas brincadeiras era quase impossível, diante das dificuldades financeiras daquele pequeno grupo de atletas mirins. Porém, o sonho de vê-la rolando nos campos improvisados, sob os nossos pés, era a mais pura realidade.
O primeiro passo seria conseguir uma meia, geralmente dos nossos pais, o que era teoricamente impossível, pois aquele par jamais poderia ficar ímpar, segundo a argumentação das nossas mães.
Através do tempo, depois de conseguir a meia, restava preenchê-la com algodão ou poucos pedaços de pano para formatar a futura bola, que iria ser lançada no campo sagrado da nossa imaginação, para a alegria da nossa infantilidade.
O jogo ocorria em fundo de quintal, em frente à nossa casa ou em um beco. A minha turma, geralmente, jogava entre a casa onde papai morava (casa de Solon) e o antigo prédio dos Correios (que nunca foi inaugurado), onde hoje localiza-se a Junta Militar.
A partida só terminava com o grito de nossas mães para o almoço, à tarde quando a noite estava chegando e ninguém via mais a bola ou através de confusão.
Bola de meia que proporcionou amizades, brigas, alegrias, topadas em pedras, gols...e que gols.
Amiga bola de meia, quanta saudade. Você está patenteada no amor, na alma e na nossa infância pobre e feliz.
Depois, a realidade foi outra, pois ganhei de presente de papai algumas bolas que me marcaram e ainda lembro do nome: Canarinho, Campeão e Dente de Leite.
Marcos Calaça, jornalista cultural e saudosista.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
'Baile do Zeh Pretim' agita festa eletrônica na Via Costeira, em Natal Com oito atrações, evento acontece neste sábado (28) no Imirá Plaza Hotel.
Por G1 RN
estaque no cenário musical brasileiro, o DJ Zeh Pretim é uma das principais atrações da festa Sommos Sunset, que acontece na Via Costeira, em Natal, neste sábado (28). O evento, que tem início às 16h, traz ainda Cat Dealers, Evokings, Kevin Luke e outros artistas para o Imirá Plaza Hotel.
Em sua terceira edição, a Sommos apresenta o "Baile do Zeh Pretim", que chega com um repertório eclético, que vai do rock à bossa nova, do funk ao eletrônico e do hip hop ao reggaeton.
Ao todo, oito atrações farão parte da festa, que terá dois palcos e open bar por tempo limitado.
"É uma festa que começa ao entardecer, com o pôr do sol, e vai rolando numa noite de lua cheia repleta de muita animação e surpresas", destaca um dos organizadores da Sommos, Kadu Severiano.
Serviço
Sommos Sunset
- Atrações: Cat Dealers, Zeh Pretim, Evokings, Kevin Luke, Flavio Alvarez, Rodrigo Calife e Serju
- Local: Imirá Plaza Hotel, Via Costeira, 4077
- Horário: 16h
- Valor: R$ 100
- Ingressos: Bransk (Shopping Midway Mall) e online através da Sommos
- Informações: (84) 99911-1161
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Festa conta com oito atrações, entre elas, Cat Dealers (Foto: Divulgação )
domingo, 22 de julho de 2018
Eleições presidenciais já têm 4 candidatos confirmados em 3 dias de convenções
Ciro Gomes é candidato, mas ainda não tem vice definido
Agência Brasil
Nos primeiros três dias de convenções nacionais, quatro candidatos a presidente da República foram confirmados pelos partidos políticos: Ciro Gomes (PDT), Paulo Rabello de Castro (PSC), Guilherme Boulos (PSol) e Vera Lúcia (PSTU). Enquanto o PSol e o PSTU lançaram a chapa completa, o PDT e o PSC ainda vão escolher os candidatos a vice-presidente.
Os convencionais do PDT aprovaram uma resolução autorizando a Executiva Nacional a negociar as alianças para o primeiro turno das eleições e o vice de Ciro Gomes. O PSC também vai articular um vice que agregue apoios, mas o candidato demonstrou disposição de ter uma mulher na sua chapa.
O PSol formou uma chapa puro sangue: Sônia Guajajara será a candidata a vice de Boulos. O partido, no entanto, disputará as eleições de outubro coligado com o PCB, que realizou convenção na última sexta-feira e aprovou a aliança. O PSTU optou por não fazer coligações. O vice de Vera Lúcia será Hertz Dias.
O PMN e o Avante realizaram ontem (21) convenções nacionais e decidiram não lançar candidatos a presidente da República. Na convenção, o Avante decidiu dar prioridade à eleição de deputados federais: terá uma chapa com cerca de 80 nomes e pretende eleger pelo menos cinco.
O Avante não definiu se apoiará algum candidato a presidente no primeiro turno. Já o PMN decidiu que não dará apoio a nenhuma chapa nas eleições presidenciais.
Os partidos têm até o dias 5 de agosto para realizarem suas convenções nacionais. As candidaturas podem ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto. No próximo sábado devem se reunir SD, PTB, PV, PSD e DC.
sábado, 21 de julho de 2018
Para pagar promessa, pai coloca nome de Francisco em 17 filhos
Família é natural de Carnaubais, no interior do RN. Ao todo, são 11 Franciscos e 6 Franciscas.
Por Lucas Cortez*, G1 RN
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Francisca Primeira, Francisca Segunda, Francisca Terceira... E assim por diante até Francisco Décimo Sexto. Esses são os nomes de irmãos que nasceram no município de Carnaubais, na região Oeste potiguar. Ao todo, são 11 Franciscos e 6 Franciscas. Atualmente, 9 deles estão vivos e com idades entre 46 e 64 anos.
De acordo com Francisca Segunda, filha do casal Tarcísio de Moura e Terezinha Pinheiro, os nomes idênticos foram por causa de uma promessa feita pelo seu pai durante a juventude.
"Ele teve tuberculose e ficou muito doente. Então, fez uma promessa para São Francisco, que se ele ficasse curado e tivesse filhos, todos irão ter o nome Francisco ou Francisca. Aí ele ficou bom, casou e teve a gente", conta Segunda, que mora em Assu, também no Oeste potiguar.
Ela explica que a questão numérica não fez parte da promessa. "Meu pai gostava muito de brincar e inventou essa ordem para os filhos", diz ela, aos risos.
Um dos mais jovens entre os irmãos, Francisco Décimo Quarto, de 50 anos, conta que durante o período escolar muitas pessoas brincavam com os nomes dos irmãos. "Na escola muita gente estranhava e fazia piadas, mas agora o povo se acostumou", afirma.
Outro fato curioso é que o irmão mais novo não recebeu numeração. O décimo sétimo filho chama-se Francisco Onésimo, um nome bíblico, dado por influência de Francisca Segunda.
"Eu disse para meu pai que não precisava mais colocar ordem numérica nos filhos. Aí fiz a cabeça dele para registrar com o nome Onésimo, que sempre gostei muito", revela Francisca.
Atualmente, parte dos irmãos moram em Assu e outra em Natal. Os pais são falecidos.
Terezinha Pinheiro faleceu em 2011 e Tarcísio de Moura em 2014 (Foto: Arquivo Pessoal )
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sexta-feira, 20 de julho de 2018
Eu também tenho que morar com a solidão.
Mesmo se eu amo a montanha, o mar e o penhasco,
Ela é minha amante e não me abandona jamais.
Somos como duas crianças sempre fiés uma a outra.
Somos sinceros e sempre estamos brincando.
Tudo para mim, é distante e impossível.
Distante o meu amor, distante a vida que desejo.
Ela é minha amante e não me abandona jamais.
Somos como duas crianças sempre fiés uma a outra.
Somos sinceros e sempre estamos brincando.
Tudo para mim, é distante e impossível.
Distante o meu amor, distante a vida que desejo.
Walflan de Queiroz
_______________Em, O tempo da solidão
_______________Em, O tempo da solidão
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO



