segunda-feira, 12 de novembro de 2018

JOÃO TEREZA foi prefeito do Auto do Rodrigues, importante município localizado na microrregião do Vale do Açu, distante 180 km de Natal. Isso, salvo engano, no inicio da década de setenta. Tereza tinha ojeriza discursar em público. Numa certa concentração pública, certo amigo presente no palanque insistiu para que ele falasse ao povo da sua terra. No que aceitou, abriu o verbo: “Boa noite trabalhadores do campo e trabalhadores rural.” (sic). E papo encerrado. José Luiz Silva (Padre Zé Luiz) presente no palanque indagou daquele politico irreverente: “Ou João Tereza que estória é essa de “trabalhadores do campo e trabalhadores rural?” João Tereza não se fez de rogado: “Ora, Padre Zé Luiz, trabalhadores do campo é quem trabalha no roçado, e trabalhador rural é quem trabalha na rua.”

Fernando Caldas

Secretaria de Previdência alerta para golpe contra servidores

Cartas enviadas pelo correio induzem vítimas a pagar taxa para receber falsa restituição

Estelionatários estão utilizando o nome da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda para aplicar um golpe contra servidores públicos. Por carta, eles informam que o servidor teria direito à restituição de contribuições previdenciárias indevidas. Depois, por telefone, induzem a vítima a pagar uma taxa, cuja finalidade seria acelerar a liberação da suposta restituição. Na verdade, tudo não passa de uma fraude.
O esquema foi denunciado à Secretaria de Previdência por servidores que receberam a carta, expedida em nome de instituições fictícias, como a “União Nacional dos Servidores Público (sic) Federal (sic)” e a “Federação Nacional de Previdência Privada”. Em tese, o público-alvo do golpe seriam servidores públicos federais, estaduais e municipais.
Na carta, é dito que a falsa restituição seria decorrente de intervenção da Secretaria de Previdência, o que teria levado à extinção dos referidos planos de previdência, dando origem à alegada restituição. No cabeçalho da correspondência, há números de telefone da cidade de São Paulo. Quem liga para esses números é orientado a fazer um depósito bancário, supostamente para acelerar a liberação da restituição. A pessoa que atende o telefone faz parte do esquema criminoso.
A Secretaria de Previdência esclarece que todos os serviços e valores a receber, quando realmente existentes, constituem um direito dos servidores públicos, o que significa que são disponibilizados de forma gratuita. Nesses casos, portanto, o servidor não precisa pagar taxas nem realizar depósitos para ter direito a restituições ou reembolsos. Em nenhuma hipótese, a Secretaria de Previdência entra em contato com servidores por meio de cartas ou faz qualquer tipo de cobrança para prestar atendimentos e serviços.
A recomendação aos cidadãos que receberem esse tipo de correspondência é que procurem a Polícia Civil para o registro de boletim de ocorrência. A Secretaria também orienta a população a não fornecer seus dados pessoais a terceiros, já que essas informações podem ser utilizadas para fins ilícitos.
https://www.servidor.gov.br

domingo, 11 de novembro de 2018

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VIAGEM COM O WANDERLEY

O fundador da família Wanderley no Rio Grande do Norte não usava o nome Wanderley e sim Pimentel.

Chamava-se JOÃO DE SOUZA PIMENTEL, e viera de Pernambuco, já casado com dona Josefa Lins de Mendonça.

Já casado ou solteiro, casando na Vila Nova da Princesa? Não há, até aqui, certeza.

Na NOBILIARQUIA PERNAMBUCANA, de Borges da Fonseca, verifica-se que os Wanderley estavam muito misturados e aliados aos SOUZA PIMENTEIS, LINS, e mais gente fina, de brasão e prosápia, senhores de engenhos e participando da governança das vilas da capitania.

Esse João de Souza Pimentel é o pai de João Pio Lins Pimentel, já usando o LINS materno, e Gonçalo Lins Wanderley, há usando o WANDERLEY.

João Pio Lins Pimentel foi tenente-coronel da Guarda Nacional, fazendeiro, lavrador abastado e primeiro Presidente da Câmara Municipal de Santana do Matos, de 1837 a 1840.

Em 13 de setembro de 1838, ingressando na Loja maçônica SIGILO NATALENSE, dizia-se MAIOR DE 40 ANOS, casado, proprietário e residente na VILA DO ASSU e não VILA DA PRINCESA, em honra da Princesa Carlota Joaquina. Nascera antes de 1790 e devia ser o primogênito poque se chamava pelo mesmo nome do pai.

Nada mais sei sobre o Ten-Cel. João Pio Lins Pimentel, com quem casou-se e se deixou descendência.

GONÇALO LINS WANDERLEY, seu mano, casou com dona Francisca Xavier de Macedo, filha de Francisco Xavier de Macedo e dona Teresa de Jesus, filha, esta, de Carlos de Azevedo Leite e d. Rosa Maria da Conceição. Gonçalo Lins Wanderley era altivo e sabia manejar na palavra. Residente da Câmara Municipal da Vila da Princesa em fevereiro de 1822, deu uma resposta bravia ao GOVERNO TEMPORÁRIO que se instalara em Natal pela força das carabinas da Companhia de Linha. Gonçalo declarou não reconhecer a competência do Governo, dizendo-o ILEGÍTIMO, CRIMINOSO E REBELDE... Esse mesmo Gonçalo Lins Wanderley tinha fama de excelente cavaleiro e jogador não de carta mas de espada. Ignoro o nome de todos os seus dignos filhinhos.
Dois, deixaram fama e renome, Manuel e João Carlos.

Manuel Lins Wanderley, 1804-1877, casou com d. Maria Francisca da Trindade e não sei quem teve a honra de ser sogro dele. Sei que abençoou dezessete filhos. Um deles é o doutor LUÍS CARLOS LINS WANDERLEY, 1831-1890, primeiro norte-rio-grandense doutor em medicina, deputado provincial e presidindo a administração da sua Província, poeta, professor, jornalista, teatrólogo, orador, político, clínico profissional. Faleceu em sua casa que se erguia onde está o prédio da Prefeitura Municipal.

João Carlos Wanderley, 1811-1899, casou com d. Claudina Leite do Pinho, filha do Ten-Cel. Antonio José Leite do Pinho e d. Bernarda Antonio Rodrigues. Teve também dezessete filhos.Uma das suas filhas, Francisca Carolina, casou no Assu, a 25 de julho de 1858, com seu primo o dr. Luís Carlos Lins Wanderley. Luís Carlos, enviuvando, casou com uma cunhada, d. Maria Amélia Wanderley, em 1877.

Luís Carlos e sua mulher, d. Maria Amélia, morreram no mesmo dia, 10 de fevereiro de 1890, em Natal.

Os filhos do dr. Luís Carlos deram muita vida e glória às letras da Província e do Estado e a herança cultural continua harmoniosa no espírito dos netos e bisnetos.
Nas festas comemorativas do MILÊNIO DA CIDADE DO NATAL, em 25 de dezembro do ano de 1899, um Wanderley publicara um poema n'A República", que circulara, impávida e solene, e outro Wanderley fará um discurso, contando a história da terra que é quase a história da gente ilustre dos Wanderley.
26.11.1959

Câmara Cascudo

(Em, O Livro das Velhas Figuras, Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, 1978)

Um soneto intitulado Roma, do poeta potiguar João Lins Caldas, publicado na antiga e extinta "Revista Brasil", da Bahia.

sanguinidade, as canônica denunciações sem impedimento, confissão e exame de Doutrina Cristã, em minha presença e das testemunhas João Batista da Costa, casado, e José Bezerra Xavier da Costa, solteiro, moradores desta Freguesia, uniram-se em matrimônio por palavras de presente e logo receberam as bençâos nupciais os nubentes Francisco Monteiro de Sousa e Maria da Silva Bezerra, naturais e moradores desta mesma Freguesia, filhos legítimos: ele de Antônio de Sousa Monteiro e de sua mulher Maria Severina, e ela de Agostinho Bezerra da Silva e de sua falecida mulher Sabina Martins dos Santos; do que para constar fiz este assento, pelo que mandei fazer este termo em que assino. O Vigário Félix Alves de Sousa. Na margem do registro consta que os nubentes eram brancos. Do registro se depreende que os nubentes eram parentes. É possível na ascendência mais distante que haja um elemento índio, mas pela árvore feita por Jacob Avelino, tio de Afonso, não encontrei ninguém que fosse de algum tribo.

GILVAN LOPES - O POETA DO MURALISMO

CULTURA:


O artista plástico Gilvan Lopes de Souza concluiu mais um trabalho artístico em mural. O painel foi pintado no muro interno da Princesa FM. Parabenizo ao amigo Gilvan por mais uma obra de relevância para alentar a cultura dos assuenses.


sexta-feira, 9 de novembro de 2018


Destinos turísticos do RN são apresentados na II Mostra de Turismo Regional

MTR faz parte da 30ª edição da Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO). –, que segue até sábado, 10, na Estação das Artes, em Mossoró



José Aldenir / Agora RN

Praia do Amor, em Pipa, distrito de Tibau do Sul


Fomentando a atividade turística e a promover a interiorização dos atrativos regionais, o Governo do Estado por meio do Governo Cidadão, via acordo de empréstimo com o Banco Mundial está divulgando as belezas do RN na II Mostra de Turismo Regional (MTR). A MTR faz parte da 30ª edição da Feira Industrial e Comercial da Região Oeste (FICRO). –, que segue até sábado, 10, na Estação das Artes, em Mossoró.
“Focamos no desenvolvimento das regiões para promover a sustentabilidade. A partir do momento em que são feitos investimentos em eventos como feiras de turismo, exposições e rodadas de negócios, estamos viabilizando atividades importantíssimas de promoção turística, com consequente abertura de mercados para os nossos artesãos e agricultores familiares”, destacou Vagner Araújo, secretário de Gestão Metas e Projetos do Governo e coordenador do Governo Cidadão.
A MTR, que este ano traz 20 estandes, mostra de artesanato, intervenções culturais, com a expectativa de receber 30 mil pessoas, tem por objetivo fortalecer o turismo como mais uma atividade econômica no viés do desenvolvimento de Mossoró e região, divulgando as potencialidades ímpares existentes, através do processo de interiorização turística no RN.
“Esse trabalho maciço de divulgação visa, além de trabalhar o turismo, possibilitar melhores resultados financeiros para a cadeia produtiva, consolidando toda esta região como um dos novos e diferenciados destinos turísticos do Nordeste brasileiro, abrindo mercado para a economia solidária e agricultura familiar”, comentou Manuel Gaspar, secretário de Turismo do RN.
Pensamento compartilhado por Diego Rebouças, técnico de engenharia, que diz ser preciso ter cada vez mais iniciativas como essa. “É interessante ter eventos como este em nossa cidade porque além de reunir toda essa turma que trabalha o turismo, traz – em uma mesma oportunidade – diversas potencialidades de nossa região, como o artesanato, gastronomia, cultura e capacitação”, finalizou Diego, que trouxe toda a família para a feira.
De: http://agorarn.com.br

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO