
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
sábado, 30 de novembro de 2019
CENAS ESQUECIDAS É O NOVO LIVRO DE MARIA DO PERPÉTUO WANDERLEY DE CASTRO
2013. Autora de diversos livros como, por exemplo, "Meu Velho Assu", "Terceirização -Uma Expressão do Direito Flexível do Trabalho na Sociedade Contemporânea", 2014, "Daqui eu Vejo o Catavento" (crônicas sobre o Assu e sua gente importante e inteligente), com prefácio de Francisco Fausto que foi Ministro do TST. Hoje, 30/11, Perpétuo Wanderley lança outro livro intitulado "Cenas Esquecidas" (memórias do Cine Teatro Pedro Amorim). Se não ocorrer imprevisto, farei presença no Salão Vip daquela casa cinematográfica e de eventos, ás 19 horas, que me lembra com saudades, a minha alegre infância e começo da juventude. Fica o registro.
Maria do Perpétuo Wanderley de Castro (fotografia abaixo) ou simplesmente Perpétua é minha amiga e conterrânea, além de colega na Academia Assuense de Letras. Foi minha quase vizinha na cidade de Assu, até os anos sessenta, se não me falha a memória, além de ser minha parente distante. (Câmara Cascudo depõe que Wanderley e Lins Caldas pertence a mesma gens). Perpétuo é magistrada, desembargadora do TRT 21/RN e já fez parte da lista tríplice para vaga de Ministro da Corte, em 2013. Autora de diversos livros como, por exemplo, "Meu Velho Assu", "Terceirização - Uma Expressão do Direito Flexível do Trabalho na Sociedade Contemporânea", 2014, "Daqui eu Vejo o Catavento" (crônicas sobre o Assu e sua gente importante e inteligente), com prefácio de Francisco Fausto que foi Ministro do TST. Hoje, 30/11, Perpétuo Wanderley lança outro livro intitulado "Cenas Esquecidas" (memórias do Cine Teatro Pedro Amorim). Se não ocorrer imprevisto, farei presença no Salão Vip daquela casa cinematográfica e de eventos, ás 19 horas, que me lembra com saudades, a minha alegre infância e começo da juventude. Fica o registro.
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
SORTE MESQUINHA
Waldemar Campielo Maresco e João Teixeira Filho foram prefeitos do município de Carnaubais, então Vila de Santa Luzia, que até 1963 pertencia ao município do Assu. Pois bem, o ex-vereador daquele município, o ativista político e blogueiro Aluízio Lacerda depõe que na década de 70, o poeta violeiro, cordelista chamado Alípio Tavares desencantado com a falta de atenção dos poderes constituídos à época em Carnaubais, estava realizando uma cantoria de pé de parede, vendo a fraqueza dos políticos que não compareciam com sua contribuição ao prato exposto na sala, versejou em tom de desabafo:
Carnaubais quando era Vila
Alguma coisa ainda tinha
Depois que passou a cidade
Entrou numa sorte mesquinha
É saindo Valdemar
Entrando Teixeirinha
E a cantoria fora encerrada entre risos e aplausos dos circunstantes.
Depois que passou a cidade
Entrou numa sorte mesquinha
É saindo Valdemar
Entrando Teixeirinha
E a cantoria fora encerrada entre risos e aplausos dos circunstantes.
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