terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Curso de Jornalismo da UERN é o melhor entre as faculdades públicas do Brasil

George Soares entrega medalha do mérito esportivo ao craque Gabriel Veron

 
Por iniciativa do deputado estadual George Soares (PL), foi entregue nesta segunda-feira (16), na Assembleia Legislativa do RN, a medalha do mérito esportivo Marinho Chagas ao jogador de futebol Gabriel Veron.

Eleito o melhor jogador na campanha vitoriosa da seleção brasileira na Copa do Mundo sub-17 nesse ano, Veron é filho de Assu, assim como o deputado George, e pelo ano vencedor tanto em seu clube, o Palmeiras (onde também foi campeão mundial), como na seleção, foi agraciado com a maior honraria da Assembleia do Estado.

Veron é exemplo para nossos jovens perseverarem em seus sonhos e lutarem para realizar o que mais gostam de fazer! Ele é o melhor do mundo na sua categoria e merece todo nosso reconhecimento com essa importante homenagem que propomos e ele veio receber pessoalmente”, frisou o deputado George.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

sábado, 14 de dezembro de 2019

A vida tem muitas perguntas, mas aqui uma única resposta: a vida vivi-se.

João Lins Caldas, pensador

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Construamos uma ponte definitiva
Uma ponte que seja universal, maior do que a de Brooklin
Irmanando pretos e brancos, ricos e pobres.
No grande dia inesquecível
Da paz e do amor entre os povos.

Walflan de Queiroz, poeta Norte-rograndense de São Miguel

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019



Eu entrego em tudo por tudo a tudo que dos princípios de Deus.
Entrego e me entrego:
Deus permitirá que haja luz crescentemente por todos os caminhos da eternidade.


terça-feira, 10 de dezembro de 2019

.Não é Paris, não. É Natal.


A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Adriano Medeiros para Fatos e fotos de Natal Antiga










Esta fotos são da antiga Praça Pio X nas decadas de 40 e 50, hoje tem ali a Catedral Metropolitana de Natal.

Com relação à Praça Pio X. a história é bem diferente.

No início do século XX, alí era um matagal com o padre João Maria, pároco de Natal/RN., querendo edificar uma nova catedral. A antiga, ficava na mesma rua - veja a foto - no início de tudo, onde Natal foi descoberta em 1599. O tempo passou lento até que o Padre João Maria achou de construir a nova Catedral. Pelos idos do século XIX, por volta de 1895, homens, mulheres, meninos e jovens saiam da Igreja Matriz, caminhando por um terreno cheio de vegetação, até chegar à praia da Ponta do Morcego (Praia do Meio) e depois, na praia de Areia Preta.

Os peregrinos íam buscar pedras para a construção do novo templo. Esse caminhar foi até 1905, quando o Padre João Maria Cavalcante de Brito faleceu. Dai por diante, a nova Catedral que já estava com a sua construção bem avançada, foi esquecida.

Então, muitos anos após, a Prefeitura tomou o terreno e construiu no local a Praça Pio X. De qualquer jeito, a praça era pertencente à Catedral. Por isso teve o nome de Pio X.

Nessa praça, quente até demais, pois não tinha árvores por perto, aconteceram fatos misteriosos, como por exemplo o assassinato de um garçom, morto à bala. no meio da praça, em um restaurante ou peixaria que funcionava no local. A peixada era localizada numa especie de "avião", como se chamava o restaurante locado, com dois lados para subir e descer para o alto e mais dois espaços que eram como as asas de um avião.Tudo isso ficava na parte alta do tal chamado "avião". Moças, rapazes e meninos costumavam passear por entre as asas do fabuloso restaurando. Descendo dalí, as mocinhas, rapazes e meninos tomavam um calor que nem te conto. Para amenizar essa temperatura, os que passeavam no restaurante tomavam sorvetes. Era um meio de se livrar do mormaço. À noite, não era do mesmo jeito. Não havia por lá as crianças. Essas já estavam dormindo. Do lado direito da praça, um grande, monumental prédio abrigava o Cinema Rio Grande. Um majestoso cinema com os seus elegantes homens e mulheres que recebiam os bilhetes adquiridos no lado de dentro ou do fora, vestindo um traje de cor vermelha bem escura. Botões de metal completavam a indumentária. 
 
Cidadãos que frequentavam a casa de espetáculo só tinha acesso ao cinema de fossem trajados de paletó e gravata..

As damas, com mais suntuosos vestidos.

Os vendedores de pipocas, amendoins e de sorvetes, confeitos, balas e outros mais, ficavam à espera na calçada da praça Pio X. Ali, ainda não havia estacionamento de carro-de-praça - os chamados taxis de hoje. Luminárias eram feitas de forma exuberante e bela, com très lâmpadas em cada poste, todos eles feitos de ferro pintados de branco. Ao redor da praça havia quatro bancos onde se plantavam árvores de média estatura.

Bondes e ônibus passavam em frente à praça, pela Avenida Deodoro, naquele tempo já calçada com pedras como até hoje se faz em ruas periféricas da cidade. Era um tempo ameno a capital, com o pessoal sem precaução a assaltos por elementos marginais. Quando muito, ouvia-se falar dos famosos ladrões de galinhas que invadiam os quintais tarde da noite. Então, era um alvoroço de "pedra ladrão" e se chamava os guardas-noturnos para prender o larápio, Hoje, não tem mais esses guardas e a policia já está dormindo. Antigamente, era um guarda-noturno a cada cem metros por toda a cidade.

A Praça Pio X era um esmero, principalmente durante à noite, pois à tarde era aquele calor. Vivia-se em um clima de esmerado bom tempo, com as pessoas passeando pela cidade à procura de um local de vendas mais aclimatado. Com o decorrer do tempo, a Nova Catedral foi construída no mesmo local onde, tempos passados, já havia sido escolhido pelo Padre João Maria. A praça, foi apenas lembrança de um espaço que não volta mais.

Do texto de Alderico Leandro, publicado no seu blog Asa Morena

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO