quinta-feira, 10 de março de 2022

10/03. DIA DO TELEFONE: NO MEU TEMPO DE CRIANÇA

Brincava de telefone
Duas latas e cordão,
A escuta de primeira
E não tinha confusão,
Uma conversa legal
Bela a comunicação.
Também usava dois copos
Lembro com o forte barbante,
E que era bem esticado
Para o som vibrar bastante,
A voz era transmitida
Como se fosse distante.
 
Marcos Calaça é poeta e cordelista.
 
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LUA BONITA... -IS/
Por: Ival Saldanha
Lua bonita / Se tu não fosse casada / Eu preparava uma escada / Pra ir no céu te beijar / Se colasse teu frio / Com meu calor / Pedia a Nosso Senhor / Para contigo casar... (Zé do Norte)
 
 Pode ser uma imagem de 1 pessoa, céu, crepúsculo e natureza

quarta-feira, 9 de março de 2022

TRISTEZA

Essa tristeza que me punge e corta
O coração ferido de sofrer,
Parece  ver alguma vida morta,
Dum coração cansado de viver...
Pudesse eu ser o que ti é na vida
Alegre feliz para cantar
E eu cantaria, amortalhada a lida
A boa vida em que eu pudesse amar.

(João Lins Caldas)


Qual a melhor noite 

A melhor noite é, na verdade

A noite do amor

A noite do amor é a melhor noite...

 

Fernando Caldas

 


 



O PT de Assu pediu o senador Jean Paul e a deputada Natália Bonavides atenderam.
Em 2022 foi destinada para o município de Assu, emendas no valor de R$ 550,000,00 para custeio e manutenção da saúde pública.
Muito obrigada Jean e Natália!

 

"Que não me seja permitido esquecer do meu valor diante dos homens. Nem da minha pequenez diante de Deus."

terça-feira, 8 de março de 2022

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
 
(Luís de Camões)

VEM AÍ A MAIOR COMPETIÇÃO DE CAMPO DA HISTÓRIA DE CARNAUBAIS

Vem aí mais um campeonato para promover o esporte carnaubaense! A Prefeitura Municipal de Carnaubais, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, está organizando o Campeonato Municipal de Campo 2022. 
 
Será a maior competição de campo da história de Carnaubais, com premiações recordes: R$ 5 mil e R$ 2 mil para o primeiro e segundo colocados, respectivamente. De acordo com o secretário, Dudu Silva, nesta quarta-feira acontecerá uma reunião os representantes de equipes interessadas em participar. Outras informações com a Secretaria de Esporte e Lazer.
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“A mulher tem que saber a hora exata de sair de cena. Mesmo que essa hora seja muito dolorosa”

 a mulher tem que

Saber a hora de sair de cena é um dos conhecimentos mais importantes que se pode ter, e demonstra bom senso, amor-próprio, coragem, independência, liberdade e autonomia. Nem sempre é fácil ou óbvio perceber que nosso tempo chegou ao fim.

Coco Chanel era uma mulher muito elegante, não somente na forma de se vestir, mas também no comportamento. De origem pobre, órfã de mãe na infância, iniciou sua carreira com uma pequena chapelaria e posteriormente conquistou o mundo da moda com seu estilo clássico, inovador e muito sofisticado. Porém, muito além de ser um ícone da alta-costura, essa mulher cheia de atitude revolucionou os costumes da época, e se tornou símbolo de coragem, resistência e liberdade feminina.

Pesquisando sobre essa grande mulher, me deparei com uma das frases atribuídas a ela, e me encantei profundamente, pois exprime sua personalidade independente e muito refinada:

“A mulher tem que saber a hora exata de sair de cena. Mesmo que essa hora seja muito dolorosa”Saber a hora de sair de cena é um dos conhecimentos mais importantes que se pode ter, e demonstra bom senso, amor-próprio, coragem, independência, liberdade e autonomia. Nem sempre é fácil ou óbvio perceber que nosso tempo chegou ao fim. Nem sempre conseguimos assimilar ou acreditar que aquilo que queríamos tanto não está reservado pra gente. Nem sempre conseguimos abrir mão de nossos sonhos, planos, desejos e expectativas numa boa, mesmo que nossa hora tenha passado.

Não é fácil entender que nem tudo o que a gente quer, nos servirá. E saber sair de cena, mesmo que isso cause muita dor, é algo que não nos ensinam, mas que precisamos aprender.

É preciso aprender a parar de insistir naquilo que não é pra gente. É preciso aprender a aceitar que desejar muito alguma coisa não garante que ela seja nossa. É preciso aprender a sair de cena quando tudo já foi dito, esclarecido, colocado em pratos limpos e não há mais lugar pra gente naquela história. É preciso aprender a aceitar as frustrações, os desejos desfeitos, a necessidade de fazer as malas e de tirar a mesa.

Ser elegante no comportamento é ter bom senso. Bom senso na hora de falar, de calar, de nos expressar com extroversão ou discrição. Mas, principalmente, bom senso na hora de perceber onde estamos sobrando. Bom senso de sairmos à francesa de lugares onde não cabemos mais.

Sair de cena quando tudo o que a gente queria é que a história não tivesse fim é uma das decisões mais difíceis e dolorosas que existem.

Mesmo assim, mais vale a dor advinda de um distanciamento sadio que a falsa e humilhada alegria de permanecer num lugar onde não somos bem-vindos.

Temos que entender que merecemos um amor recíproco, inteiro, companheiro, verdadeiro. Quem se submete a amores menores e unilaterais, acreditou que é merecedor de pouca coisa, de afetos rasos e parciais. Por isso é tão importante discernir onde se deve ou não permanecer. Por isso é essencial descobrir a hora de fazer as malas e deixar de prorrogar nossa presença onde não somos mais considerados convidados especiais.

Quem lhe quer o trata como convidado especial. Quem lhe deseja o acolhe com alegria e satisfação. Quem o admira tem brilho nos olhos quando o vê chegar. Pequenos gestos nos dão pistas de onde devemos ou não permanecer. Pequenas atitudes nos ajudam a discernir se é chegada a hora de partir.

Saber a hora de sair de cena é um dos conhecimentos mais importantes que se pode ter, e demonstra bom senso, amor-próprio, coragem, independência, liberdade e autonomia. Nem sempre é fácil ou óbvio perceber que nosso tempo chegou ao fim.

Coco Chanel era uma mulher muito elegante, não somente na forma de se vestir, mas também no comportamento. De origem pobre, órfã de mãe na infância, iniciou sua carreira com uma pequena chapelaria e posteriormente conquistou o mundo da moda com seu estilo clássico, inovador e muito sofisticado. Porém, muito além de ser um ícone da alta-costura, essa mulher cheia de atitude revolucionou os costumes da época, e se tornou símbolo de coragem, resistência e liberdade feminina.

Pesquisando sobre essa grande mulher, me deparei com uma das frases atribuídas a ela, e me encantei profundamente, pois exprime sua personalidade independente e muito refinada:

“A mulher tem que saber a hora exata de sair de cena. Mesmo que essa hora seja muito dolorosa”.

Saber a hora de sair de cena é um dos conhecimentos mais importantes que se pode ter, e demonstra bom senso, amor-próprio, coragem, independência, liberdade e autonomia. Nem sempre é fácil ou óbvio perceber que nosso tempo chegou ao fim. Nem sempre conseguimos assimilar ou acreditar que aquilo que queríamos tanto não está reservado pra gente. Nem sempre conseguimos abrir mão de nossos sonhos, planos, desejos e expectativas numa boa, mesmo que nossa hora tenha passado.

Não é fácil entender que nem tudo o que a gente quer, nos servirá. E saber sair de cena, mesmo que isso cause muita dor, é algo que não nos ensinam, mas que precisamos aprender.

É preciso aprender a parar de insistir naquilo que não é pra gente. É preciso aprender a aceitar que desejar muito alguma coisa não garante que ela seja nossa. É preciso aprender a sair de cena quando tudo já foi dito, esclarecido, colocado em pratos limpos e não há mais lugar pra gente naquela história. É preciso aprender a aceitar as frustrações, os desejos desfeitos, a necessidade de fazer as malas e de tirar a mesa.

Ser elegante no comportamento é ter bom senso. Bom senso na hora de falar, de calar, de nos expressar com extroversão ou discrição. Mas, principalmente, bom senso na hora de perceber onde estamos sobrando. Bom senso de sairmos à francesa de lugares onde não cabemos mais.

Sair de cena quando tudo o que a gente queria é que a história não tivesse fim é uma das decisões mais difíceis e dolorosas que existem.

Mesmo assim, mais vale a dor advinda de um distanciamento sadio que a falsa e humilhada alegria de permanecer num lugar onde não somos bem-vindos.

Temos que entender que merecemos um amor recíproco, inteiro, companheiro, verdadeiro. Quem se submete a amores menores e unilaterais, acreditou que é merecedor de pouca coisa, de afetos rasos e parciais. Por isso é tão importante discernir onde se deve ou não permanecer. Por isso é essencial descobrir a hora de fazer as malas e deixar de prorrogar nossa presença onde não somos mais considerados convidados especiais.

Quem lhe quer o trata como convidado especial. Quem lhe deseja o acolhe com alegria e satisfação. Quem o admira tem brilho nos olhos quando o vê chegar. Pequenos gestos nos dão pistas de onde devemos ou não permanecer. Pequenas atitudes nos ajudam a discernir se é chegada a hora de partir.

Pois como diz a letra da música “You’ve got to learn”, de Nina Simone, “Você tem de aprender se levantar da mesa quando o amor já não está sendo servido…” 

 https://osegredo.com.br

segunda-feira, 7 de março de 2022

Wandyr Villar

EM REVISÃO – Informo que no próximo mês, estará finalizada, a terceira edição do livro de genealogia, mais antigo, publicado no Rio Grande do Norte, cuja primeira edição, data de 1893. A nova edição, de autoria de Antônio Soares de Macêdo (meu tetravô) e de Clara Soares (minha tia bisavó), contará com um novo capítulo, de minha autoria: “Descendência de Antônio Soares de Macêdo”, além de perfis biográficos e informações mais amplas, também de minha lavra. Uma reedição, revista e ampliada. Tiragem limitada. Todos os que colaboraram e tem seu nome nos agradecimentos, ganharão um exemplar, gratuitamente. Edição de luxo, em papel couché e capa dura.
 
 
Pode ser uma imagem de livro

 Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "A decepção não mata, mas faz muito sentimento bom morrer."

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO