VOLÚPIA
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
"PORTUGUÊS" É O ÚNICO IDIOMA EM QUE SE PODE ESCREVER UM TEXTO SÓ COM A LETRA "P".
PODEMOS PARTIR?
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
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Pálido, porém perseverante, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… "Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses".
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Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes. - "Paris! Paris!" Proferiu Pedro Paulo. -"Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir".
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: -Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? -Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
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55segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
HINO DO SESQUICENTENÁRIO DO ASSU
Música : Franciso Elion Caldas Nobre ( Chico Elion)Letra: Maria Aldenita de Sá Leitão Fonseca de Souza
Obrigado Assu pelas paisagens,
pelos feitos heróicos de outrora,
pelo verde que brota nas margens,
do teu rio ao romper da aurora.
Ao terceiro milênio confiante,
levarás em teus ombros a glória,
de ser pátria das letras vibrante,
com o teu nome gravado na história.
O petróleo da terra jorrando,
o algodão lembra paz de oração,
carnaúba poesia inspirando,
terra de frutos para exportação.
As estrelas mais resplandecentes,
no teu céu brilham mais com fulgor,
são as rimas tão doces e ardentes,
dos poetas falando de amor.
Nesta data brilhante e festiva,
bem marcada no teu calendário,
com teus filhos de voz sempre altiva,
parabéns pelo SESQUICENTENÁRIO.
ASSU minha terra, meu berço,
minha ODE, minha canção,
ASSU de todo um povo,
um pedaço do meu coração.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
Assu - Um Pedaço de Céu Dentro do Mundo.
O artista plástico, aqui da nossa cidade do Assu/RN, a terra dos poetas, a Athenas Norteriograndese, o Sr. Gilvan Lopes, merece todas as nossas homenagens e aplausos, pela sua genialidade, na arte de retratar os nossos vultos históricos, através dos pincéis. Nessa pintura, ele mostra bem a sua genialidade, quando, numa cena lúdica e memorável, ele retrata dois dos maiores poetas do Brasil, que são eles: O João Lins Caldas e o Renato Caldas. E, para fazer uma homenagem aos três, eu fiz essa poesia, que transcrevo a seguir:
João Lins e Renato Caldas
Tirando dois dedos de prosa
Numa pintura famosa
Numa esquina do Assu.
O saudoso Bispo Xandú
Juntou-se a São João Batista
E abençoou os dois artistas
Nesse encontro magistral
Jesus por ser divinal
Pôs nas mãos do pintor
Gilvan Lopes, o mentor
Dessa cena genial.
(Chagas Matias)
João Lins e Renato Caldas
Tirando dois dedos de prosa
Numa pintura famosa
Numa esquina do Assu.
O saudoso Bispo Xandú
Juntou-se a São João Batista
E abençoou os dois artistas
Nesse encontro magistral
Jesus por ser divinal
Pôs nas mãos do pintor
Gilvan Lopes, o mentor
Dessa cena genial.
(Chagas Matias)
GLOSA
O poeta assuense Chagas Matias que o igualmente poeta chamado "Macaíba" certa vez numa bebedeira nas barracas do Rio Açu, ao olhar aquelas garotas deitadas só de biquine nas areias, se bronzeando, recebera o mote de um amigo que glosou assim, Macaíba:
Mote
TANTO TABACO NO RIO
E EU COM O NARIZ ENTUPIDO
Glosa
Ninguém aquece o meu frio,
Ninguém mata o meu desejo,
E meio desesperado vejo,
TANTO TABACO NO RIO.
Um homem sendo vadio,
Fica logo enfurecido.
Eu mesmo já dei gemido
Que estou me sentindo fraco
De olhar tanto tabaco
E EU COM O NARIZ ENTUPIDO.
Glosa
Ninguém aquece o meu frio,
Ninguém mata o meu desejo,
E meio desesperado vejo,
TANTO TABACO NO RIO.
Um homem sendo vadio,
Fica logo enfurecido.
Eu mesmo já dei gemido
Que estou me sentindo fraco
De olhar tanto tabaco
E EU COM O NARIZ ENTUPIDO.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.
