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PROPAGANDA DA POLÍTICA ASSUENSE

Para registrar. "Santinho" quando Fernando "Fanfa" Caldas candidatou-se pela terceira vez a vereador do Assu-RN nas eleições de 2000 pelo PPS, cujo partido ajudou a fundar naquele ano, na terra assuense. Fanfa antes já terido sido vereador e presidiu a Câmara Municipal daquele importante município potiguar e, porque não dizer, brasileiro?. blogdofernandocaldas.blogspot.com

LEMBRANDO IRMÃ JUSIFINA

Lembro-me muito bem dela, Irmã Jusifina Gallas. Eu era ainda menino estudante do curso primário do Colégio Nossa Senhora das Vitórias (de onde guardo boas recordações) Ela era um amor de pessoa, humanitária, emprendededora, foi ela que reconstruiu a capela daquele educandário, ou melhor remudelou. Irmã Jusifina é a primeira Filha do Amor Divino, brasileira. "Estreou no Convento do Cerro-RS em 1920. No colégio de Assu ela foi além de professora, Madre Superiora, se não me engano, entre a década de cinquenta e sessenta."Foi a primeira mestra de noviças, de 1928 a 1950, quando o noviciado era em Assu", faleceu em Natal em 1983 aos 80 anos de idade, no convento de Emaús, e esta enterrada no Cemitério Público de Assu terra que ela tanto amou e foi muito querida por todos. Fica, portanto, a homenagem do seu ex-aluno, dizendo que a sua alma "há de brilhar e florescer como talvez nenhuma outra alma no mundo". Fernando Caldas blogdofernandocaldas.blogspot.com

CARNAVAL DE TODOS EM ASSU

Clique na imagem para visualizar melhor o convite. Carnaval de todos em Assu é uma organização de Wilde Diniz que "há cinco anos vem festejando a amizade". O Assu é assim, feiteira, acolhedora e amiga de todos.  blogdofernandocaldas.blogspot.com Fernando "Fanfa" Caldas

DA POLÍTICA ASSUENSE

No passado não muito distante, a política do Assu era explorada através dos versos dos seus poetas populares que eram muitos. Manoel Calisto Dantas mais conhecido como Manoel do Lanche era um deles. Certa eleição nos idos de cinquenta candidatou-se a vereador pelo então MDB, de Olavca e João Batista Montenegro. Ele tinha um box no Mercado Público da cidade onde vendia miudezas (faleu há mais de dez anos atrás). Pois bem, para ele mesmo produziu o seu marketing político, dizendo assim: Negue o soldado ao tenente, Negue esmola ao aleijado, Negue ao faminto o bocado, Negue o remédio ao doente Negue o major a patente, Negue o direiro ao patrão, Negue tudo isto eu suporto Só não me negue o seu voto No dia da eleição. blogdofernandocaldas.blogspot.com

CYRNE LIMA EM IPANGUAÇU

O simpático ministro da agricultura Cyrne Lima, no governo Médice, esteve em Ipanguaçu em 1969. Esquerda para direita: Cyrne Lima, o jornalista assuense Osvaldo Amorim, Marriinha Amorim (esposa de Osvaldo), escritora Maria Eugênia e Dix-zuit Rosado que naquela época era o presidente nacional do INDA, atual INCRA). A fotografia acima fora tirada na Fazenda Picada/Itu, naquele município. Mais história a contar em breve sobre a vinda daquele ministro a cidade ipanguaçuense.  blogdofernandocaldas.blogspot.com

AOS ASSUENSES

Por Chico Traira, poeta cordelista, cantador de viola. Tenho orgulho em chamá-los De Assuenses geniais, Esses ricos imortais Não tinham prata nem ouro. Foram uns heróis sem medalhas Foram monarcas sem tronos Porém verdadeiros donos De um prestimoso tesouro. O dom, a inteligência, Também pertence aos plebeus É um presente de Deus Entrega a quem é eleito, Mas, a inveja, a maldade, Da força de Deus se esquece, Negar a quem tem direito. Eles foram, enquanto vivos, Admirados, queridos, Depois ficaram esquecidos Da mesma sociedade. Quero nestes pobres versos Tirá-los do esquecimento, Filósofos de nascimento Sem ambição, sem maldade. Foram verdadeiros mestres De um gigantesco saber Pois ninguém pode apreender Aquilo que eles souberam, Pois só eles possuiam Essa original cultura O que do berço trouxeram. Não convém possuir ouro, Ter título, ser potentado, Com o espírito atribulado Não há riquesa, há miséria. É muito infeliz quem é Ganacioso, avarento, ...

POESIA

O olho de Deus. Imagem da NASA. A PRECE *Por João Lins Cldas Senhor, Tu me mostrastes todas  as estrelas e me acenaste para mim todos os brilhos do Teu mundo celeste. A teoria dos astros em revoada Arcanjos de longas asas como brilhantes acesos numa noite flamejante de eternidade. Noite sem noite Sóis demorados Sóis acesos como um deus, o sol aceso numa noite flamejante de eternidade. Noite sem noite Sóis demorados Sóis acesos como um Deus, o sol de todas as horas fulguramente inflamadas. Senhor, Tu em mim Te derramaste como a essência imponderável de todas as cousas, De todods os seres, As cousas como a Verdade A beleza A razão O amor de Deus como liberdade Senhor, como o próprio Deus. Senhor, Tu foste em mim o como que limite do ilimitado, O país sempre azul do eterno azul inconcretizado de todas as distâncias. No concerto das cousas, o abstrato de todas as cousas, a marcha indefinida para a perfeição. Senhor, e me foste a vida, A poesia, A canção, ...