"Cero dia, na estrada do Vale, Lourenço enconntrou-se com o Coronel Moisés. - Bom dia, Lourenço. Observo que o vento norte continua soprando para você. Tudo verde no sítio... progredindo... - Certo, Coronel. Nem todo mal é mal. O mundo dá mais volta que roleta. Hoje, sou dono da Pedras Branca. Ontem, era o senhor. Eu sei que o Coronel foi à casa de meu pai naquele dia, com seus filhos armados até os dentes. Mas, Coronel, não guardo rancor. Já se vão os anos, já sou pai de famíilia. Querendo aparecer com d. Josefa nós ficaremos contentes. Lunarda é mulher de verdade, Coronel. É a mão que pega o leme da nossa casa. Eu sou o casco do navio velho que balança o mar. Aguento o rojão... O Coronel precisa conhecer Lunarda. Como é bonita! E Juraci, um bichinho que nasceu por lá. Dá gosto de ver, Coronel. É a menina mais bonita do Vale. O Cornel Moisés ficou engasgado. Bateu no ombro de Lourenço e disse: - A vida também é madastra. Às vezes, vem como as ondas do mar e leva tudo na m...