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Evolução da economia do RN no final do século XX (1970-2000)

Imagem: Reprodução  https://www.saibamais.jor.br Até a primeira metade do século XX o Rio Grande do Norte (RN) ainda apresentava  o  perfil de uma típica economia primário-exportadora, pautada na agricultura de  sequeiro, na pecuária extensiva e no extrativismo. No entanto, uma  reviravolta vai acontecer no período seguinte, quando ocorrem mudanças  profundas na base produtiva estadual. De fato, no curto espaço de três décadas (1970-2000), registra-se uma alteração substancial na configuração da economia norte-rio-grandense, com as atividades primárias tradicionais reduzindo sua importância relativa, enquanto a indústria e, especialmente, os setores de comércio e serviços passam a liderar a composição do Produto Interno Bruto (PIB). O salto da indústria potiguar ocorre no final dos anos 1970 estimulado pelo incremento da exploração de petróleo e gás natural via PETROBRAS, que se torna a “espinha dorsal” da nossa economia. Parale...

O SINDICATO DO CRIME EM CAICÓ – A NOTÍCIA DA PRISÃO DO PISTOLEIRO TONHO DO LETREIRO EM JORNAIS DE RECIFE

IMAGEM   10/03/2020   ROSTAND MEDEIROS   DEIXE UM COMENTÁRIO Houve um tempo que na bela cidade de Caicó, na região do Seridó potiguar, membros de sua sociedade resolveram seus problemas na bala. Mas alguns deles não seguravam as armas. Preferiam contratar pistoleiros utilizando os serviços de agenciadores com atuação em várias áreas do Nordeste, que formaram um grupo que ficou conhecido como Sindicato do Crime. Entre as mortes ocorridas em Caicó na época, a que alcançou maior repercussão e chegou a ser notícia na mídia nacional, foi a do médico e deputado estadual Carlindo de Souza Dantas. Um dos seus algozes foi o pistoleiro Edmar Nunes Leitão, conhecido por Tonho do Letreiro, pois tinha uma mira tão acurada que com tiros “escrevia” qualquer letra do alfabeto em uma parede. Aqui trago a transcrição e as notícias divulgadas nos periódicos recifenses  Jornal do Comércio  e  Diário de Pernambuco  dos dias 28 e 29 de abril de 1970. AGRADECIMENTO – ...

Júlio Soares e sua verve

Poeta, compositor e boêmio empedernido, passou pela vida esbanjando talento. De família abastada, viveu vivendo o momento, até a sua morte no Ceará, em estado lamentável. *Franklin Jorge Boêmio impenitente, o poeta Júlio Soares marcou uma época no Açu. Nascido em 1898, numa família abastada e amante da música, morreu em Fortaleza em 1954. Todos os seus irmãos e irmãs tocavam um instrumento. Sua participação nas serenatas era indispensável. Também tinha vocação para o teatro, tendo se apresentado em diversas peças que granjearam para si uma certa notoriedade como ator. Ainda muito moço vendeu a um irmão o seu direito à herança paterna, numa antecipação a uma vida de dispersão e esbanjamento não apenas dos recursos materiais, mas do próprio talento que desapareceu com ele em condições de extrema penúria. Em sua mocidade, graças a uma substanciosa mesada paterna, viveu vários anos no Rio de Janeiro, a capital do País, onde conheceu e se relacionou com artistas famosos,...
A queixa Fiz-lhe ver o que aquilo representava para a minha vida O que representava para o meu destino. Era a minha vida Era o meu destino. - Aos seus olhos porém nada que aquilo lhe representou. E queimou a minha alma E queimou o meu destino, (Caldas)

VERON, O PRIMEIRO ASSUENSE A DISPUTAR UM LIBERTADORES

  Natural de Assú no Rio grande do Norte, Gabriel Veron (Foto) com a camisa 27 fez sua estreia ontem em Libertadores na Argentina ao entrar no segundo tempo no lugar de Luiz Adriano. O palmeiras venceu o jogo por 2 a 0. Curiosamente, o camisa 27 teve o nome inspirado em um ídolo local: Juan Sebastián Verón, meio-campista argentino que fez história no final dos anos 90 e início dos anos 2000 com passagens marcantes por clubes como Estudiantes-ARG, Parma-ITA, Lazio-ITA e Internazionale-ITA e Manchester United-ING, entre outros. Gabriel estreou pelo Profissional do Verdão em 28/11/2019, contra o Fluminense. Logo em sua segunda partida pela equipe principal, a Cria da Academia balançou as redes duas vezes e concedeu uma assistência no duelo com o Goiás, pelo Campeonato Brasileiro, tornando-se o segundo mais jovem atleta a marcar gol pelo Verdão, com 17 anos, três meses e dois dias, desbancando Mazzola, cujo gol de estreia em 1956 foi com 17 anos, seis meses e cinco ...